Rio Verde viveu anos de acomodação institucional. Viveu o silêncio como regra. Viveu o medo como método. Viveu a conveniência como estratégia.
Mas silêncio não é estabilidade.
É apenas adiamento.
Tentaram intimidar.
Tentaram judicializar.
Tentaram deslocar o debate da praça pública para os corredores processuais.
Não funcionou.
Porque o que sustenta este espaço não é vaidade, não é disputa pessoal, não é projeto político. É convicção de que fiscalização não é afronta — é dever democrático.
Se a crítica incomoda, é porque toca onde muitos preferiam não mexer.
Se a cobrança irrita, é porque revela o que estava confortável demais.
Eu não fui o único a enxergar os problemas.
Mas fui o único a enfrentar sozinho o sistema quando enfrentá-lo não era conveniente.
E se hoje a cidade começa a acordar, é porque alguém decidiu não dormir.
A história registra quem se calou.
A história registra quem tentou intimidar.
E a história também registra quem não se curvou.
Porque, no fim, não é sobre processos.
Não é sobre pressão.
Não é sobre poder.
É sobre princípio.
E princípio não se negocia.
Quem tentou silenciar enfrentou resistência.
Quem apostou no medo encontrou convicção.
E quem acreditou que o silêncio era eterno, agora precisa conviver com a verdade.
Rio Verde está acordando.
E desta vez, não há como fechar os olhos.
O que vem pela frente é milhões de vezes maior do que os olhos recém abertos enxergaram: Castros Herênio, Hemorin e Holdings, emergenciais fábricadas, contratos emergenciais, consultorias, adesões de Atas, iluminação pública, asfalto, medicamentos, uniformes escolares, emendas, etc. Aguardem
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