terça-feira, 22 de setembro de 2026

TRAGÉDIA NA SERRA: HELICÓPTERO É ENCONTRADO COM CINCO MORTOS; CANTOR RICK E EMPRESÁRIO BRUNO AVELAR ESTAVAM A BORDO

URGENTE | Destroços foram localizados nesta terça-feira (22), após uma madrugada de buscas em Santa Catarina. Bombeiros confirmaram cinco vítimas fatais. Aeronave havia desaparecido durante voo entre Porto Belo e São Joaquim.

A esperança deu lugar à tragédia na Serra Catarinense. O Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina confirmou, por volta do meio-dia desta terça-feira (22), a localização dos destroços do helicóptero que transportava o cantor Rick, da dupla sertaneja Rick & Renner, e o empresário Bruno Avelar.

Segundo a corporação, as cinco pessoas encontradas na aeronave estavam sem vida.

O helicóptero desapareceu na tarde de segunda-feira (21), depois de decolar de Porto Belo, no litoral catarinense, com destino a São Joaquim, na região serrana.

O último contato ocorreu por volta das 16 horas. Desde então, uma grande operação mobilizou equipes de resgate em uma região de mata fechada, montanhas e condições meteorológicas adversas.

UMA MADRUGADA DE BUSCAS E O DESFECHO TRÁGICO

A operação envolveu aproximadamente 40 bombeiros, dois cães de busca e resgate, mais de dez viaturas e drones equipados com sensores térmicos.

Os destroços foram finalmente localizados com auxílio da aeronave Arcanjo 03, do Corpo de Bombeiros.

Com a confirmação das mortes, os trabalhos passaram a se concentrar na recuperação dos corpos e nos procedimentos necessários à identificação das vítimas e à realização das perícias.

QUEM ESTAVA NO HELICÓPTERO

Entre os ocupantes identificados nas informações divulgadas anteriormente estavam o cantor Rick, o empresário Bruno Avelar e o videomaker Paulo Soares, além do piloto.

A assessoria do cantor havia informado inicialmente quatro ocupantes. O comunicado mais recente dos bombeiros, entretanto, confirmou cinco vítimas fatais. A identificação oficial de todos os mortos ainda precisa ser esclarecida.

O HELICÓPTERO E A INVESTIGAÇÃO

A aeronave era um Bell 430, matrícula PP-MGR, fabricado em 2001.

Segundo informações da Agência Nacional de Aviação Civil divulgadas pela CNN Brasil, o helicóptero estava em situação cadastral normal e possuía certificação válida até agosto de 2027.

A JTA Empreendimentos, proprietária da aeronave, havia informado que o helicóptero fora emprestado ao empresário Bruno Avelar e ao cantor Rick, amigos do proprietário.

A região enfrentava fortes chuvas e alerta meteorológico, circunstâncias que dificultaram as buscas.

Até o momento, entretanto, não há conclusão oficial sobre as causas do acidente. A investigação deverá esclarecer as condições do voo e os fatores que contribuíram para a queda.

O ADEUS A RICK

Aos 59 anos, Rick construiu uma trajetória de destaque na música sertaneja brasileira ao lado de Renner.

Cantor e compositor, participou de uma geração que ajudou a consolidar o sertanejo romântico no cenário nacional.

Seu trabalho também ultrapassou os limites da própria dupla, com composições gravadas por artistas como Chitãozinho & Xororó e João Paulo & Daniel.

Renner não estava no helicóptero. Segundo a assessoria da dupla, ele não acompanhava Rick porque a viagem não estava relacionada a um compromisso musical dos dois.

BRUNO AVELAR: EMPRESÁRIO E REFERÊNCIA EM NETWORKING

Bruno Avelar, de 41 anos, era empresário, palestrante e fundador do projeto O Poder do Network.

Conhecido por sua atuação no desenvolvimento de conexões profissionais, mantinha relacionamento com empresários, artistas e personalidades do esporte.

Sua presença no helicóptero havia sido confirmada desde as primeiras informações sobre o desaparecimento.

O caso, que mobilizou equipes de resgate e provocou apreensão entre familiares, amigos e admiradores, agora entra na fase de investigação.

A Polícia Científica deverá realizar os exames periciais, enquanto os órgãos competentes buscarão esclarecer o que aconteceu durante os últimos momentos do voo.

O Blog do Cleuber Carlos acompanha o caso e atualizará as informações à medida que novas confirmações oficiais forem divulgadas.

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​PESQUISA IGAPE INDICA SEGUNDO TURNO EM GOIÁS ENTRE DANIEL VILELA E MARCONI PERILLO

ELEIÇÕES 2026 | Levantamento divulgado nesta terça-feira (22) aponta Daniel com 40,3%, Marconi com 29,4% e Wilder Morais com 17,7%. Nenhum candidato alcança a maioria absoluta dos votos válidos nos percentuais apresentados pela pesquisa.

A disputa pelo Governo de Goiás apresenta um cenário compatível com a realização de segundo turno entre Daniel Vilela (MDB) e Marconi Perillo (PSDB), segundo os números da pesquisa Igape/Record News divulgados nesta terça-feira, 22 de setembro.

O levantamento, realizado pelo Instituto Gazeta de Pesquisas (Igape), a pedido da TV Atual, afiliada da Record News, aponta Daniel Vilela com 40,3% das intenções de voto, seguido por Marconi Perillo, com 29,4%, e Wilder Morais (PL), com 17,7%.

A diferença entre Daniel e Marconi é de 10,9 pontos percentuais. Já Marconi aparece 11,7 pontos à frente de Wilder.

Os percentuais divulgados mostram que nenhum dos candidatos alcança a maioria absoluta dos votos válidos, condição necessária para vencer a eleição para governador no primeiro turno. Pela legislação eleitoral, caso nenhum concorrente ultrapasse 50% dos votos válidos nas urnas, os dois mais votados disputam uma nova votação.

VEJA OS NÚMEROS COMPLETOS DA PESQUISA

Candidato

Intenção de voto

Daniel Vilela (MDB)

40,3%

Marconi Perillo (PSDB)

29,4%

Wilder Morais (PL)

17,7%

Luis Cesar Bueno (PT)

6,8%

Luciana Amorim (UP)

0,7%

Danilo da Silva (PCO)

0,4%

Branco/nulo

1,1%

Não sabe/não opinou

3,6%

Fonte: pesquisa Igape divulgada pela Record Brasília em 22 de setembro de 2026.

DANIEL E MARCONI CONCENTRAM QUASE 70% DAS INTENÇÕES DE VOTO

Somados, Daniel Vilela e Marconi Perillo registram 69,7% das intenções de voto dos entrevistados.

Os três primeiros colocados, incluindo Wilder Morais, concentram 87,4% das respostas.

A distribuição dos percentuais permite observar uma diferença de 10,9 pontos entre Daniel e Marconi e de 11,7 pontos entre Marconi e Wilder.

Luis Cesar Bueno, candidato do PT, registra 6,8%. Luciana Amorim, da Unidade Popular, aparece com 0,7%, enquanto Danilo da Silva, do PCO, tem 0,4%.

Os entrevistados que declararam voto branco ou nulo representam 1,1%. Outros 3,6% não souberam responder ou não opinaram.

SEGUNDO TURNO: O QUE DIZ A LEGISLAÇÃO?

O principal dado da pesquisa está na distribuição das intenções de voto entre os candidatos.

Excluindo brancos, nulos e indecisos, Daniel Vilela registra aproximadamente 42,3% dos votos válidos estimados, enquanto Marconi Perillo alcança 30,9%.

Wilder Morais aparece com aproximadamente 18,6%.

Portanto, considerando exclusivamente os percentuais divulgados, nenhum candidato ultrapassa a metade dos votos válidos.

Segundo o Tribunal Superior Eleitoral, a eleição para governador exige maioria absoluta dos votos válidos. Quando esse percentual não é alcançado no primeiro turno, realiza-se uma segunda votação entre os dois candidatos mais votados.

A pesquisa, entretanto, não apresenta uma simulação específica de segundo turno entre Daniel e Marconi. Os números retratam exclusivamente a intenção de voto no primeiro turno e não permitem antecipar o resultado definitivo da eleição.

DISPUTA SERÁ DECIDIDA NAS URNAS EM OUTUBRO

O primeiro turno das eleições de 2026 está marcado para 4 de outubro. Caso seja necessária uma segunda votação para o Governo de Goiás, ela ocorrerá em 25 de outubro, conforme o calendário eleitoral.

Até lá, os percentuais poderão sofrer alterações, inclusive em razão da margem de erro e das mudanças nas preferências dos eleitores.

A pesquisa Igape oferece uma fotografia da disputa entre os dias 14 e 19 de setembro, período em que foram realizadas as entrevistas.

FICHA TÉCNICA

O levantamento ouviu 2 mil eleitores entre 14 e 19 de setembro de 2026. A margem de erro informada é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

Segundo a publicação da Record Brasília, a pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número GO-04214/2026.

Os dados da pesquisa foram reproduzidos da publicação encaminhada ao Blog do Cleuber Carlos. O registro informado ainda depende de conferência independente na base oficial do TSE.

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LÉO PORTILHO DEFENDEU USO DA TAXA DO AGRO SEM LICITAÇÃO

FUNDEINFRA | Segundo suplente, parlamentar ocupou por quatro meses a cadeira de Henrique César e defendeu a continuidade de obras financiadas com recursos cobrados do setor agropecuário, mesmo após decisão de Alexandre de Moraes que suspendeu leis relacionadas ao modelo de execução.

Leonnardo Portilho Soares Silva, conhecido como Léo Portilho (Podemos), ocupou uma cadeira na Assembleia Legislativa de Goiás entre 1º de julho e 30 de outubro de 2025. Nesse período, utilizou a tribuna para defender o Fundo Estadual de Infraestrutura (Fundeinfra), financiado, entre outras receitas, pela cobrança conhecida como taxa do agro.

Sua passagem pelo Legislativo ocorreu em circunstâncias específicas.

Portilho assumiu a vaga do deputado Henrique César, que se licenciou por dois dias para tratamento de saúde, seguidos de 119 dias por interesse particular.

Entretanto, Portilho não era o primeiro suplente.

A vaga caberia inicialmente a Ana Lúcia de Sousa e Silva, que havia recebido 21.336 votos nas eleições de 2022. Segundo a Assembleia, ela renunciou de forma irrevogável ao direito de assumir o mandato, abrindo caminho para Portilho, segundo suplente, que havia conquistado 13.640 votos.

Sua posse formal ocorreu em 3 de julho. Com o retorno de Henrique César, em 30 de outubro, Portilho voltou à condição de suplente.

Foi durante esse mandato temporário que ele se posicionou sobre uma das controvérsias envolvendo a aplicação dos recursos arrecadados pelo governo Ronaldo Caiado.

A defesa do dinheiro da taxa do agro

Em 17 de setembro, Portilho utilizou a tribuna para defender as ações do governo nas rodovias estaduais e reforçar argumentos favoráveis ao Fundeinfra.

O fundo é abastecido pela contribuição conhecida como taxa do agro, que pode alcançar 1,65% sobre operações agropecuárias abrangidas pela legislação estadual.

A relação entre a cobrança e as obras não é indireta: os recursos arrecadados são destinados ao financiamento dos empreendimentos de infraestrutura.

A própria Agência Assembleia registrou essa conexão ao noticiar o debate parlamentar de outubro de 2025.

O STF suspende o modelo de execução

Em 10 de outubro, o ministro Alexandre de Moraes concedeu liminar na ADI 7885, suspendendo a eficácia das Leis estaduais nº 22.940/2024 e nº 23.291/2025.

As normas permitiam repasses de recursos públicos para execução de obras por meio do Instituto para o Fortalecimento da Agropecuária de Goiás (Ifag), com dispensa de chamamento público.

O questionamento constitucional envolvia o modelo de transferência e execução dos recursos, incluindo exigências de controle e contratação pública. A decisão não extinguiu o Fundeinfra nem suspendeu sua arrecadação.

Portilho se manifesta contra os efeitos da decisão

Quatro dias depois, em 14 de outubro, Portilho voltou à tribuna e lamentou os efeitos da liminar.

O parlamentar argumentou que a suspensão prejudicaria produtores rurais, caminhoneiros e a população goiana. Defendeu expressamente a continuidade das obras financiadas pelo fundo.

O posicionamento foi registrado pela própria Assembleia em notícia intitulada Léo Portilho lamenta decisão do STF sobre execução de obras do Fundeinfra.

O episódio estabelece a conexão central desta reportagem: Portilho defendeu a continuidade de obras financiadas com recursos da taxa do agro, executadas por um modelo cuja base legal havia sido suspensa pelo Supremo.

Isso não significa que ele tenha declarado expressamente apoio a toda contratação sem licitação. O registro documenta sua defesa das obras e sua crítica aos efeitos da decisão judicial.

A defesa continuou até o fim do mandato

Em 22 de outubro, poucos dias antes de deixar a Assembleia, Portilho voltou a defender o governo e anunciou a retomada de obras na região de Itarumã e Caçu.

Agradeceu a Ronaldo Caiado e à direção da Goinfra, relacionando novamente as melhorias rodoviárias aos recursos do Fundeinfra e à participação do agronegócio em seu financiamento.

O pronunciamento demonstra que a defesa do fundo não foi uma manifestação isolada.

A controvérsia, contudo, não dizia respeito apenas à importância das rodovias. Envolvia também a forma pela qual recursos públicos arrecadados do setor produtivo eram transferidos e utilizados na execução das obras.

Em quatro meses de mandato, Léo Portilho se posicionou em defesa do Fundeinfra e da continuidade dos empreendimentos financiados pela taxa do agro, enquanto o modelo de contratação adotado pelo Estado era submetido ao controle constitucional do STF.

A trajetória parlamentar, a origem dos recursos e os fundamentos da decisão judicial são elementos documentados que permitem ao leitor compreender o alcance de sua posição.



segunda-feira, 21 de setembro de 2026

FISIOTERAPEUTA É PRESA EM GOIÂNIA; POLÍCIA APURA MUTILAÇÕES E PROCURA NOVAS VÍTIMAS

INVESTIGAÇÃO | Sete pacientes já foram identificadas. Polícia Civil apura procedimentos estéticos invasivos que teriam provocado queimaduras, necrose, perda de tecidos e lesões graves, inclusive na região íntima.

Uma investigação da Polícia Civil de Goiás revelou um caso grave envolvendo procedimentos estéticos realizados em Goiânia. A fisioterapeuta Magda Oliveira da Silva foi presa preventivamente nesta segunda-feira (21), enquanto a polícia tenta descobrir se existem outras possíveis vítimas.

Até agora, sete mulheres foram identificadas na investigação. Os procedimentos apurados envolvem regiões íntima, facial, glútea e mamária. Segundo a Polícia Civil, os relatos incluem cortes, sangramentos, queimaduras, infecções, necrose, cicatrizes e perda de tecidos. 

Um dos episódios investigados é particularmente grave. Segundo informações atribuídas à Polícia Civil, uma paciente submetida a procedimento íntimo relatou que teria ocorrido retirada de tecido além do autorizado, atingindo a região do clitóris. Outra denúncia envolve queimaduras graves nas mamas

A polícia investiga também se determinados procedimentos ultrapassaram os limites técnicos e legais da atuação profissional. De acordo com a apuração policial, teriam ocorrido cortes, retirada de tecidos e alterações anatômicas, além de prescrição ou fornecimento de medicamentos. 

TRÊS BUSCAS E MEDICAMENTOS VENCIDOS

Além da prisão preventiva, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão: um na residência da investigada e dois em consultórios relacionados a ela.

Celulares, documentos, medicamentos e outros materiais foram apreendidos. Segundo a Polícia Civil, entre os produtos encontrados havia medicamentos vencidos e foi constatada ausência de licença sanitária para funcionamento do local

Uma das pacientes ainda relatou à TV Anhanguera condições de higiene que considerou inadequadas durante um procedimento, mencionando ausência de luvas estéreis e máscara. Trata-se, neste ponto, de relato da paciente, que deverá ser confrontado com perícias e demais elementos da investigação. 

POLÍCIA DIVULGA IMAGEM PARA ENCONTRAR OUTRAS MULHERES

O caso pode não se limitar às sete pacientes já identificadas.

A Polícia Civil divulgou publicamente a imagem da investigada justamente para tentar localizar pessoas que tenham realizado procedimentos com ela e apresentado complicações.

Possíveis novas vítimas são orientadas a procurar a unidade policial responsável e apresentar exames, fotografias, documentos, prontuários ou outros elementos que possam contribuir para a investigação. 

DEFESA DIZ QUE CONDUTA SERÁ ESCLARECIDA

A defesa de Magda Oliveira da Silva já se manifestou. Em nota, afirmou que a fisioterapeuta está à disposição da Polícia Civil e do Judiciário para fornecer informações, laudos e documentos. Sustentou ainda que a investigação deverá respeitar contraditório, ampla defesa e presunção de inocência e declarou confiar que os procedimentos legais demonstrarão a regularidade da atuação da profissional. 

A prisão é preventiva e não representa condenação. As responsabilidades criminais e profissionais ainda serão determinadas no decorrer das investigações e dos eventuais processos.

BLOG DO CLEUBER CARLOS — O caso segue em apuração.

Posso monitorar esse caso e avisar quando surgirem novas vítimas, manifestação do Crefito, decisão judicial ou novos desdobramentos da investigação.