sexta-feira, 21 de agosto de 2026

RÁDIO TROPICAL ATACA MAGAL E MAGDA, ADVERSÁRIOS DO GRUPO DE KLEBER MARRA, E É DENUNCIADA AO MPE

RÁDIO TROPICAL VOLTA AO CENTRO DE DENÚNCIA ELEITORAL EM CALDAS NOVAS; MPE RECEBE GRAVAÇÕES DE ATAQUES A ADVERSÁRIOS

RÁDIO TROPICAL ATACA MAGAL E MAGDA, ADVERSÁRIOS DO GRUPO DE KLEBER MARRA, E É DENUNCIADA AO MPE

ELEIÇÕES 2026 | Nova denúncia encaminhada ao Ministério Público Eleitoral reúne gravações de ataques contra Evandro Magal e Magda Mofatto e pede investigação sobre eventual continuidade de uma dinâmica que já é objeto de apuração judicial desde as eleições de 2024. Depoimento prestado naquele processo revela relação comercial envolvendo empresa ligada a comunicador e agência responsável pela intermediação de mídia da Prefeitura.

A atuação de programa veiculado pela Rádio Tropical voltou ao centro de uma denúncia eleitoral em Caldas Novas. Desta vez, gravações de programas transmitidos durante as eleições de 2026 foram encaminhadas ao Ministério Público Eleitoral diante da reiteração de ataques contra Evandro Magal, candidato a deputado estadual e ex-prefeito de Caldas Novas por quatro mandatos, e Magda Mofatto, deputada federal e candidata à reeleição.

Os dois são adversários políticos do grupo do atual prefeito, Kleber Marra.

O episódio ganha relevância porque não começa em 2026. Tramita uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) referente às eleições municipais de 2024, ainda pendente de julgamento, na qual se apura possível abuso dos meios de comunicação social e eventual utilização de estrutura de mídia em benefício do grupo político municipal.

DEPOIMENTO REVELA CONTRATO E VALOR


Um depoimento produzido na instrução daquele processo acrescenta um elemento importante à nova apuração.

Ao ser questionado, o comunicador esclareceu que possuía uma empresa com contrato com a Casa Brasil, relacionada à intermediação de mídia:

“Eu tenho uma empresa, eu tenho uma empresa que tem contrato com a Casa Brasil, só pra ficar claro, pra não ficar como se eu tivesse omitindo alguma informação.”

Questionado especificamente se, em 2024, recebia mídias da Prefeitura através da Casa Brasil, respondeu:

“Doutor, eu tenho que olhar os contratos, mas no ano de 2024, pode ser que a gente tenha recebido e parado de receber no período de eleição, porque é vedado pela legislação eleitoral.”

Na sequência veio uma pergunta objetiva:

“O senhor recebeu o valor de R$ 7 mil por mês?”

A resposta foi:

“Se eu não me engano, o contrato é esse valor.”

O depoimento não demonstra, por si só, que os ataques veiculados em 2026 estejam sendo pagos com recursos públicos. Mas estabelece um elemento concreto que pode ser confrontado com os fatos atuais: a existência declarada de relação comercial envolvendo empresa ligada ao comunicador, a Casa Brasil e mídia proveniente da Prefeitura em 2024.

E EM 2026, QUEM ESTÁ PAGANDO?

É justamente essa uma das questões que a nova denúncia pretende esclarecer.

Diante da continuidade dos ataques durante a campanha eleitoral, foram entregues ao Ministério Público novas gravações e informações para que seja verificado se aquela relação comercial permaneceu ou foi retomada e se existem atualmente pagamentos provenientes da Prefeitura, ainda que intermediados por agência de publicidade, destinados ao veículo, programa ou empresa relacionada ao comunicador.

A apuração precisa distinguir duas situações completamente diferentes.

A crítica jornalística e a manifestação de opinião são protegidas constitucionalmente. Outra questão seria a eventual utilização de estrutura de comunicação financiada direta ou indiretamente com recursos públicos para atacar sistematicamente adversários do grupo político que administra o município.

Essa segunda hipótese ainda precisa ser comprovada.

Por isso, a nova denúncia busca confrontar as gravações de 2026 com contratos, pagamentos e provas já produzidas judicialmente na investigação referente às eleições de 2024.

Se houver correspondência entre os fatos, caberá ao Ministério Público Eleitoral avaliar se está diante de episódios independentes ou da possível continuidade de uma dinâmica atravessando dois processos eleitorais consecutivos.

Agora, uma pergunta objetiva passa a ocupar o centro da apuração:

se os ataques continuam em 2026, quem está pagando a conta?


MARÇAL ENTRA NA DISPUTA, DOMINA AS REDES E VIRA ALVO DO METRÓPOLES

ELEIÇÕES 2026 | Em menos de uma semana, Pablo Marçal saiu de uma candidatura improvável para o centro da disputa presidencial. Enquanto domina parte da conversa nas redes sociais, enfrenta ofensiva jurídica e uma sequência de reportagens negativas, principalmente sobre seu vice, Leonardo Avalanche. Coincidência de agendas ou reação política à entrada de um personagem capaz de embaralhar a eleição?

A entrada de Pablo Marçal (PRTB) na corrida pela Presidência da República produziu um fenômeno que dificilmente passa despercebido: em poucos dias, o empresário e influenciador conseguiu novamente fazer aquilo que demonstrou saber fazer na eleição municipal de São Paulo — capturar atenção.

Marçal obteve uma liminar e protocolou sua candidatura em 15 de agosto, embora ainda enfrente uma condenação eleitoral que o mantém inelegível e pode impedir definitivamente seu registro. (Folha de S.Paulo⁠)

Mas, desde então, a discussão deixou de ser apenas jurídica.

Marçal entrou no centro da guerra política.

UMA EXPLOSÃO NAS REDES

Um levantamento da consultoria Datrix, divulgado pelo UOL, dimensiona o tamanho do fenômeno.

Entre 15 e 18 de agosto, 73,4% das interações digitais envolvendo Marçal foram provocadas por publicações relacionadas a outros presidenciáveis, alcançando aproximadamente 2,18 bilhões de impressões.

Mais revelador ainda: os confrontos de Marçal com candidatos da própria direita produziram proporcionalmente mais engajamento do que seus ataques ao presidente Lula.

Os embates envolvendo Renan Santos e Flávio Bolsonaro estiveram entre os principais motores dessa repercussão. (UOL Notícias⁠)

Marçal, portanto, não entrou apenas na eleição.

Entrou disputando diretamente o ativo mais valioso de uma campanha moderna: atenção.

E atenção pode virar voto.

E ENTÃO COMEÇARAM AS BOMBADAS

Paralelamente à explosão digital, uma sequência de notícias negativas passou a cercar a candidatura.

O Metrópoles direcionou parte importante dessa cobertura para Leonardo Avalanche, presidente nacional do PRTB e candidato a vice-presidente na chapa.

Nesta sexta-feira (21), a coluna de Demétrio Vecchioli publicou que um advogado que afirma ter sido vítima de um atentado a tiros em Brasília acusa Avalanche de ter sido o mandante.

A gravidade da acusação exige uma ressalva fundamental: a Polícia Civil do Distrito Federal ainda não concluiu o inquérito e, segundo a própria reportagem, até agora não encontrou evidências que sustentem a acusação contra Avalanche. (Metrópoles⁠)

Existem, porém, investigações e acusações anteriores envolvendo o dirigente partidário. Meses antes da candidatura presidencial, o próprio Metrópoles já havia noticiado denúncia contra Avalanche e outras pessoas por suposta falsificação de documentos e violência política de gênero. (Metrópoles⁠)

A JUSTIÇA TAMBÉM APERTOU O CERCO

Ao mesmo tempo, Marçal enfrenta uma batalha que pode ser ainda mais perigosa do que as reportagens.

Nesta quinta-feira (20), o Tribunal Superior Eleitoral decidiu por unanimidade conceder tutela de urgência requerida pelo Ministério Público Eleitoral.

Enquanto seu registro é discutido, Marçal ficou impedido de acessar recursos públicos de campanha, utilizar Fundo Eleitoral e Fundo Partidário, participar da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão e praticar outros atos de propaganda, inclusive participar de debates. (Justiça Eleitoral⁠)

É um cerco jurídico significativo.

Mas existe uma particularidade.

Marçal talvez seja justamente o candidato menos dependente dessas estruturas tradicionais.

Sua principal máquina eleitoral está no celular.

A PERGUNTA É: A QUEM INTERESSA?

É neste ponto que a análise política fica mais interessante.

Não há, até agora, elemento público suficiente para afirmar que exista uma operação coordenada entre imprensa, adversários políticos e instituições para retirar Marçal da disputa.

Fazer essa afirmação como fato seria irresponsável.

Mas também seria ingenuidade analisar a sucessão dos acontecimentos ignorando os interesses eleitorais envolvidos.

Marçal ameaça diferentes grupos por razões diferentes.

Para Flávio Bolsonaro, Renan Santos, Ronaldo Caiado, Romeu Zema e demais candidaturas que disputam o eleitorado de direita, significa um concorrente com enorme capacidade de comunicação digital entrando inesperadamente na eleição.

E os primeiros números das redes indicam justamente que Marçal produz enorme repercussão quando confronta esse campo político. (UOL Notícias⁠)

Para Lula e a esquerda, Marçal também pode representar ameaça caso consiga transformar audiência digital em crescimento eleitoral.

Mas existe um paradoxo.

Quanto mais Marçal fragmentar o eleitorado de direita, mais poderá dificultar o surgimento de um adversário único capaz de enfrentar Lula.

Ou seja:

Marçal pode ameaçar Lula e, simultaneamente, beneficiar Lula ao dividir seus adversários.

EXISTE UMA OPERAÇÃO CONTRA MARÇAL?

Essa é a pergunta que provavelmente será feita cada vez mais daqui para frente.

A resposta responsável, neste momento, é:

não há prova pública de uma ação coordenada.

Há, entretanto, algo perfeitamente identificável.

Existe uma disputa para construir a imagem pública de Pablo Marçal antes que sua candidatura se consolide.

De um lado, Marçal tenta utilizar as redes para apresentar-se como outsider capaz de romper a polarização tradicional.

Do outro, adversários, processos judiciais e reportagens colocam sobre a mesa sua inelegibilidade, problemas envolvendo o PRTB e acusações contra seu candidato a vice.

É uma batalha pelo chamado framing político: definir antecipadamente como milhões de brasileiros enxergarão determinado candidato.

E existe uma diferença gigantesca entre dizer:

“Marçal entrou e explodiu nas redes”

e dizer:

“Marçal entrou cercado por inelegibilidade, suspeitas e acusações envolvendo seu vice.”

As duas afirmações podem coexistir.

Mas produzem imagens completamente diferentes.

O TIMING É O QUE CHAMA ATENÇÃO

Talvez o aspecto mais relevante não seja cada reportagem isoladamente.

É a velocidade dos acontecimentos.

Marçal registra a candidatura.

Explode nas redes.

Passa a confrontar candidatos importantes.

O Ministério Público Eleitoral reage ao registro.

O TSE impõe restrições.

E Avalanche passa ao centro de uma sequência de reportagens de enorme potencial destrutivo para a chapa.

Pode ser simplesmente consequência natural da entrada de um candidato presidencial sob forte controvérsia.

Mas politicamente existe uma pergunta inevitável:

quem perde espaço quando Pablo Marçal cresce?

Porque, numa eleição presidencial, quando alguém ocupa bilhões de impressões nas redes sociais em poucos dias, outra pessoa necessariamente deixa de ocupar aquele espaço.

E talvez esteja exatamente aí a pista para compreender por que Pablo Marçal, em menos de uma semana, deixou de ser apenas uma candidatura improvável e passou a ser um dos personagens mais atacados — e comentados — da eleição presidencial de 2026.


quinta-feira, 20 de agosto de 2026

CABO SENNA LANÇA CAMPANHA COM MARCONI E MAGDA MOFATTO

ELEIÇÕES 2026 | Vereador por Goiânia oficializou sua arrancada rumo à Assembleia Legislativa em evento no SGPA. Marconi Perillo participou do lançamento ao lado da deputada federal Magda Mofatto. Movimento chama atenção porque o Mobiliza declarou apoio à reeleição de Daniel Vilela.

O vereador por Goiânia Cabo Senna (Mobiliza) lançou sua candidatura a deputado estadual em evento realizado no SGPA, em Goiânia, reunindo apoiadores e duas presenças de peso na disputa eleitoral de 2026: o candidato ao governo Marconi Perillo (PSDB) e a deputada federal Magda Mofatto, candidata à reeleição.

Senna disputa uma cadeira na Assembleia Legislativa de Goiás com o número 33190. Seu nome completo é Nataniel de Sena Soares e ele exerce atualmente mandato na Câmara Municipal de Goiânia. (Nexo Jornal⁠)

Mas o principal componente político do lançamento está no palanque montado pelo vereador.

A presença de Marconi não parece ser um episódio isolado. Cabo Senna já havia declarado publicamente apoio ao tucano. Em encontro com policiais militares veteranos, o vereador foi taxativo ao definir sua posição na disputa pelo governo: “Eu fico com o Marconi”. (Jornal Primeira Edição⁠)

SENNA SEGUE MARCONI; PARTIDO ESTÁ COM DANIEL

A escolha cria uma situação peculiar dentro do Mobiliza.

Em julho, o presidente estadual da legenda, Reginaldo Melo, anunciou que o partido havia decidido apoiar a reeleição do governador Daniel Vilela (MDB). Antes da decisão, o Mobiliza chegou a negociar uma aproximação justamente com Marconi. Naquele período, o próprio Cabo Senna chegou a ser citado nos bastidores como possível candidato a vice na chapa tucana. (Jornal Opção⁠)

A composição não prosperou, o Mobiliza seguiu com Daniel, mas Senna tomou outro caminho.

Agora, ao colocar Marconi em seu próprio lançamento de campanha, o vereador transforma em imagem pública uma dissidência que já vinha sendo desenhada: o partido está formalmente no campo de Daniel, enquanto um de seus candidatos à Alego faz campanha ao lado do principal adversário tucano.

MAGDA COMPLETA O PALANQUE

A participação de Magda Mofatto, candidata à reeleição para a Câmara Federal, acrescenta outro elemento à estratégia eleitoral.

O evento apresenta ao eleitor uma composição prática de campanha: Cabo Senna para estadual, Magda para federal e Marconi para governador.

Para Senna, a eleição de 2026 representa uma nova tentativa de chegar à Alego. Em 2022, ele recebeu 12.990 votos para deputado estadual e ficou na suplência. Em 2024, conquistou 6.306 votos e foi eleito vereador por Goiânia. (Apuração Política⁠)

Agora, tenta transformar sua base na capital, sua ligação histórica com os militares e a aproximação com Marconi em votos suficientes para conquistar uma cadeira no Legislativo estadual.

O lançamento no SGPA deixou uma mensagem política difícil de ignorar: Cabo Senna está no Mobiliza, mas seu palanque para governador tem nome e sobrenome — Marconi Perillo.


SERTÕES VAI ALÉM DA VELOCIDADE: AÇÃO LEVA PREVENÇÃO AO CÂNCER DE MAMA E COLO DO ÚTERO À POPULAÇÃO

SERTÕES 2026 | Enquanto pilotos e equipes se preparam para enfrentar quase 4 mil quilômetros em uma das provas mais duras do país, outra estrutura montada dentro do Sertões Petrobras trabalha em uma corrida diferente: levar atendimento especializado de saúde a quem mais precisa. Em Goiânia, ação da SAS Brasil oferece exames preventivos e consultas, com atenção especial à saúde da mulher.

O ronco dos motores é apenas uma parte do que movimenta o Sertões Petrobras 2026. A 34ª edição do maior rally das Américas também funciona como plataforma para iniciativas sociais e ambientais nas cidades por onde passa.

Uma delas é realizada pela SAS Brasil, organização que acompanha o rally levando atendimento especializado de saúde à população. Em entrevista ao Blog do Cleuber Carlos, Bela explicou que a participação no Sertões representa um dos principais momentos de atuação da instituição.

“Nós não corremos só o rally. Levamos a expedição por vários outros lugares do Brasil, mas o Rally dos Sertões é um dos nossos principais momentos de entrega da saúde especializada”, explicou.

ATÉ 80 ATENDIMENTOS POR DIA

Em Goiânia, há disponibilidade para exames preventivos de câncer do colo do útero, prevenção do câncer de mama e consultas em neurologia.

O acesso é por livre demanda. Segundo Bela, quem necessita do atendimento pode procurar diretamente o estande da SAS Brasil na Vila Sertões, retirar uma senha e realizar o credenciamento.

A capacidade é de até 80 pessoas por dia. Para pessoas com mais de 40 anos, o atendimento pode ser procurado diretamente. Abaixo dessa idade, é necessário apresentar encaminhamento.

A iniciativa ganha relevância justamente por aproveitar a gigantesca estrutura e a capacidade de mobilização do rally para aproximar serviços especializados de saúde da população.

A SAS Brasil estabeleceu para esta edição a meta de realizar 10 mil atendimentos ao longo do Sertões, em parceria com os municípios e com o objetivo de fortalecer o SUS. A organização acompanha a caravana e leva os serviços aos territórios percorridos pela competição. (Portal Sertões)

GOIÂNIA É A CASA DO SERTÕES

A programação já movimenta Goiânia antes mesmo da largada oficial. A Vila Sertões, instalada em área externa do Autódromo Internacional de Goiânia, abriu ao público no dia 19 de agosto e permanece funcionando até sábado (22), com entrada gratuita. Além das equipes e máquinas da competição, o espaço reúne praça de alimentação, ativações dos patrocinadores e ações socioambientais, entre elas os atendimentos realizados pela SAS Brasil. (Portal Sertões)

No sábado (22), a competição começa efetivamente com o Prólogo, às 8 horas, e o Super Prime, às 14 horas, em circuito montado na região do Condomínio Citàge Santé, em Goiânia. A programação é aberta ao público. (Portal Sertões)

Será a 18ª vez que Goiânia recebe a largada do Sertões e a 21ª passagem da competição pela capital goiana. Em 2026, a cidade também receberá a chegada, repetindo algo que havia ocorrido em 2005 e 2013. (Portal Sertões)

QUASE 4 MIL QUILÔMETROS DE DESAFIO

Depois do Prólogo e do Super Prime, a disputa começa para valer no domingo, dia 23.

O roteiro definitivo soma 3.984 quilômetros, sendo 2.628 quilômetros de especiais cronometradas para carros, motos e UTVs. A nova modalidade Production terá 1.704 quilômetros cronometrados. Serão oito etapas, com estradas vicinais, serras, pedras, travessias de rios e as temidas areias do Jalapão. (Portal Sertões)

O roteiro será:

23/8 — Goiânia (GO) → Cavalcante (GO)

650 km

24/8 — Cavalcante (GO) → Luís Eduardo Magalhães (BA)

635 km

25/8 — Luís Eduardo Magalhães (BA) → Mateiros (TO)

544 km — início da etapa Maratona

26/8 — Mateiros (TO) → Porto Nacional (TO)

572 km — conclusão da Maratona

27/8 — Porto Nacional (TO) → Minaçu (GO)

563 km

28/8 — Minaçu (GO) → Niquelândia (GO)

419 km

29/8 — Niquelândia (GO) → Goianésia (GO)

321 km

30/8 — Goianésia (GO) → Goiânia (GO)

280 km e chegada dos campeões. (Portal Sertões)

Na etapa Maratona, um dos momentos mais difíceis da competição, os competidores não podem contar com suas equipes para realizar a manutenção dos veículos ao fim do primeiro dia: pilotos e navegadores precisam cuidar das próprias máquinas. (Portal Sertões)

UMA CORRIDA QUE DEIXA LEGADO

O Sertões reúne uma caravana que historicamente movimenta cerca de 2.500 pessoas, entre competidores, equipes, organização e imprensa. Ao longo de sua história, 124 cidades já receberam a competição e participantes de 27 países já estiveram envolvidos no evento. (Portal Sertões)

Mas é justamente fora das especiais cronometradas que aparece outra dimensão do evento.

Enquanto pilotos disputam segundos na pista, profissionais e voluntários utilizam a passagem da estrutura do rally para enfrentar problemas que permanecem quando os carros vão embora.

Em 2026, a prevenção ao câncer de mama e ao câncer do colo do útero e o acesso a consultas especializadas fazem parte desse percurso.