sábado, 14 de fevereiro de 2026

Inacreditável: Feminicídio Seguido de Suicidio Em Itumbiara

Separação, disparos, agressão à filha e suicídio: violência doméstica volta a escancarar ferida aberta na cidade

Itumbiara voltou a registrar, na tarde deste sábado (14), mais um episódio brutal de violência contra a mulher.

Por volta das 16h, no bairro Jardim Europa, Rua R, a Polícia Militar foi acionada para atender uma ocorrência que, segundo relatos preliminares, terminou em feminicídio seguido de suicídio.

De acordo com informações repassadas por vizinhos — que serão formalmente apuradas pelas autoridades — o casal estaria separado, embora ainda residisse na mesma casa. Moradores relataram ter ouvido disparos de arma de fogo. Ao tentarem intervir, encontraram o homem armado.

Segundo testemunhas, ele teria ordenado que todos se afastassem, afirmando que “o problema era dele e dela”.

A frase, se confirmada pela investigação, sintetiza um padrão recorrente: a crença distorcida de que a mulher é propriedade, de que conflitos afetivos autorizam domínio, controle ou violência.

Ainda conforme os relatos iniciais, a filha da vítima teria sido agredida com uma coronhada na cabeça, sofrendo ferimentos. Em seguida, o autor tirou a própria vida com um disparo.

O SAMU foi acionado e, ao chegar ao local, constatou os dois óbitos. A Polícia Militar isolou a área para os trabalhos da perícia técnica, que agora ficará responsável por esclarecer a dinâmica exata dos fatos.

O que é juridicamente relevante

No ordenamento jurídico brasileiro, feminicídio é o homicídio praticado contra a mulher por razões da condição de sexo feminino, especialmente em contexto de violência doméstica ou menosprezo à condição de mulher (art. 121, §2º-A do Código Penal).

A confirmação dessa tipificação depende da investigação formal. No entanto, quando há histórico de separação, convivência forçada sob o mesmo teto e violência direcionada à mulher no âmbito doméstico, a linha de enquadramento costuma seguir essa natureza penal.

É importante registrar: a responsabilidade penal do autor, em razão do suicídio, se extingue. O que permanece é a necessidade de apuração completa para fins estatísticos, administrativos e para eventual responsabilização civil decorrente dos danos causados à família.

Um padrão que se repete

Separação mal resolvida.

Controle.

Ameaça.

Arma de fogo.

E a frase clássica: “é problema meu”.

Não é.

Violência doméstica não é questão privada. É crime.

Quando alguém diz que o “problema é dele e dela”, geralmente o que está sendo anunciado é a exclusão do Estado, da lei e da sociedade. E é exatamente aí que a tragédia acontece.

Itumbiara já viveu traumas recentes que marcaram sua história. Cada novo episódio aprofunda uma sensação coletiva de falha: falha na prevenção, na proteção e na ruptura do ciclo de violência.

O que ainda precisa ser esclarecido

A investigação deverá apurar:

  • Se havia registros anteriores de ameaça ou violência.
  • Se existiam medidas protetivas.
  • A origem da arma utilizada.
  • O histórico recente da convivência do casal.
  • O estado de saúde da filha agredida.

Até que o inquérito seja concluído, todas as informações são consideradas preliminares e baseadas em relatos colhidos no local. Mais uma tarde que não deveria ter acontecido.

Mais uma mulher que não deveria ter morrido.

E mais uma família destruída por algo que nunca é “só deles”.


Bolsonaro bate o martelo Wilder é o candidato a governador do PL em Goiás

Aval dado na Papuda reorganiza o tabuleiro, expõe divisão interna e coloca fim — ao menos por ora — à tese de aliança com o grupo governista

A política goiana acordou com um recado claro vindo de Brasília.

Em visita ao ex-presidente Jair Bolsonaro, o senador Wilder Morais recebeu aval para seguir como pré-candidato ao Governo de Goiás pelo PL. A informação, divulgada por O Popular, não é apenas um gesto protocolar. É movimento estratégico. E dos que produzem efeitos.

Nos bastidores, aliados relatam que Bolsonaro destacou o perfil conservador do eleitorado goiano e a necessidade de palanques fortes nos estados com vistas à disputa presidencial — cenário que envolve o senador Flávio Bolsonaro.

Traduzindo: Goiás não é detalhe regional. É peça nacional.

O RECADO INTERNO

O aval não atinge apenas adversários externos. Ele atinge, sobretudo, o próprio PL.

Havia, dentro da legenda em Goiás, movimentação para aproximação com o grupo do governador Ronaldo Caiado. A tese defendia composição com o vice-governador Daniel Vilela (MDB), incluindo articulações para a segunda vaga ao Senado

Entre os nomes citados como defensores dessa linha estavam os deputados federais Magda Mofatto e Gustavo Gayer.

O gesto de Bolsonaro, segundo a análise de aliados, encerra essa discussão.

Se o ex-presidente diz que o candidato é Wilder, qualquer outro caminho passa a ser dissidência — ainda que elegante.

O QUE ESTÁ EM JOGO

Não se trata apenas de candidatura.

Trata-se de identidade partidária.

O PL em Goiás estava diante de duas escolhas:

  1. Ter candidatura própria, com discurso ideológico alinhado ao bolsonarismo raiz.
  2. Compor com o grupo governista, ampliando espaço institucional e poder de negociação.

O aval inclina o partido para o primeiro caminho.

Isso preserva coerência ideológica? Sim.

Mas também aumenta o risco de isolamento político municipal, caso parte da base prefira pragmatismo a fidelidade.


A POLÍTICA NÃO É INOCENTE


Aval político nunca é gesto isolado. É cálculo.

Ao consolidar Wilder como nome, Bolsonaro:

  • Mantém o controle da narrativa no estado.
  • Impede que o PL goiano se dilua em alianças amplas.
  • Sinaliza que Goiás será trincheira eleitoral nacional.

Resta saber se todos dentro do partido aceitarão essa definição sem resistência.

Porque em política, silêncio não significa concordância. Muitas vezes significa espera.

A PERGUNTA QUE FICA

O PL de Goiás seguirá unido em torno de Wilder?

Ou veremos uma reconfiguração silenciosa, com movimentos paralelos nos bastidores?

O que está claro é que a disputa deixou de ser apenas externa.

Agora é também interna.

E, em política, racha interno costuma doer mais que oposição declarada.

Esta análise baseia-se em informações publicadas pela imprensa e em movimentações políticas públicas e notórias. Não há imputação de ilícito a qualquer agente político citado, mas interpretação crítica de fatos políticos divulgados.


Exclusivo: Amante de Sarah é Casado e Mora no Mesmo Condomínio

Reportagem confirma identidade do empresário que aparece nos vídeos produzidos por detetive particular.  Jhonathan Ribeiro é casado, pai de dois filhos, mora no mesmo condomínio que Sarah e tinha relacionamento de amizade com Thales.

Itumbiara não vive apenas uma tragédia. Vive uma tentativa coletiva de entender o que a antecedeu.

A reportagem apurou que o homem que aparece nas imagens registradas por detetive particular ao lado de Sarah Tinoco é o empresário Jhonathan Ribeiro, proprietário do reboque Nova Opção.

As imagens mostram os dois em momento íntimo dentro do restaurante, Insalata, na cidade de São Paulo. O material foi produzido ao longo de dias de acompanhamento profissional contratado para monitoramento.

A identidade do empresário foi confirmada por fontes ouvidas pela reportagem, incluindo pessoa diretamente ligada ao núcleo familiar envolvido na descoberta dos encontros

O QUE A REPORTAGEM APUROU

Segundo levantamento feito:

  • Jhonathan Ribeiro é casado e tem dois filhos.
  • Ele reside no mesmo condomínio que Sarah, em Itumbiara.
  • A esposa de Jhonathan teria sido a primeira a comunicar a Thales que desconfiava das viagens coincidentes a São Paulo.
  • As viagens ocorreram em datas que chamaram atenção por coincidirem com deslocamentos semelhantes.
  • Sarah e Jhonathan possuem embarcações, informação confirmada por moradores do condomínio.
  • O casal Sarah e Thales já estaria em processo de separação desde dezembro, segundo fontes ouvidas pela reportagem.
  • Após ter acesso às imagens, Thales teria comunicado a Sarah que já tinha conhecimento do encontro.
  • Sarah teria informado que providenciaria o divórcio ao retornar para Itumbiara

Essas informações foram confirmadas por múltiplas fontes consultadas sob reserva

A CONFIRMAÇÃO VISUAL

Há uma diferença brutal entre suspeitar e assistir.

Quando uma relação é questionada, há margem para dúvida.

Quando há imagem, a dúvida deixa de existir.

As gravações mostram contato íntimo inequívoco em ambiente público.

Não se trata de rumor.

Não se trata de suposição.

Trata-se de registro.

O QUE É JURIDICAMENTE RELEVANTE

Adultério não é crime no Brasil desde 2005.

Não cabe julgamento moral nem criminalização da vida privada.

Também não cabe à imprensa atribuir responsabilidade penal por desfechos que estão sob apuração oficial.

Mas cabe à imprensa organizar os fatos.

E os fatos incluem monitoramento, imagens, confirmação de identidade e comunicação prévia entre as partes envolvidas.

FECHAMENTO — A CIDADE NÃO É CEGA


Não é uma cidade que vive de fantasia.

É uma cidade que viu as imagens.

Que conhece os nomes.

Que conhece os endereços.


O silêncio oficial pode existir.

Mas o silêncio social não existe mais.


O jornalismo não está aqui para fazer tribunal moral.

Mas também não está aqui para fingir que a realidade é invisível.


Quando fatos são confirmados por apuração séria, múltiplas fontes e material audiovisual, o dever da imprensa é publicar — com responsabilidade, mas sem covardia.

Porque a pior forma de omissão não é o erro.

É o fingimento.

E fingir que não houve imagens, que não houve encontro, que não houve confirmação, seria tratar a inteligência da cidade como descartável.

A tragédia será investigada pelas autoridades.

Mas o contexto — este — já está documentado.

E documentar é o que resta quando o silêncio tenta ocupar o lugar da verdade.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

Carta de Dor e Arrependimento: Esposa de Thales se Manifesta Após Morte dos Filhos

A esposa de Thales Machado publicou uma carta nas  redes sociais após a tragédia registrada em Itumbiara, que resultou na morte de Miguel, de 12 anos, e Benício, de 8 anos. 

Na publicação, Sarah Tinoço Araújo lamenta a perda dos filhos e se manifesta sobre o ocorrido. 

Confira a íntegra da carta: 

“Hoje eu escrevo com o coração dilacerado, tomada por uma dor que palavras jamais conseguirão descrever. Perdi meus filhos, perdi minha família e perdi parte de mim para sempre. 

Assumo, diante de todos, que cometi erros no meu casamento. Erros que feriram, que causaram mágoas e que jamais deveriam ter acontecido. Carregarei para o resto da minha vida o peso das minhas escolhas e das consequências que elas trouxeram. Nada do que eu diga agora será capaz de mudar o que aconteceu. 

Mas também preciso dizer que nada justifica a tragédia que destruiu nossa família. Meus filhos eram inocentes, cheios de vida, sonhos e amor. Eles não mereciam nada disso. Eram a luz dos meus dias, e agora vivo na escuridão da saudade e do arrependimento. 
Peço perdão às nossas famílias, aos amigos e a todos que estão sofrendo conosco. Peço perdão principalmente aos meus filhos, que não estão mais aqui para ouvir minha voz dizer o quanto eram amados. 

Estou vivendo o pior pesadelo que uma mãe pode enfrentar. Que Deus tenha misericórdia de nós e acolha meus filhos em Seus braços. Que eles descansem em paz”. 

Esclarecimento sobre a publicação


A nota não foi divulgada no perfil oficial de Instagram de Sarah Tinoço Araújo. O perfil foi desativado após uma sequência de ataques e manifestações agressivas recebidas nas redes sociais.


Segundo pessoas próximas, a decisão de retirar o Instagram do ar foi uma medida de preservação emocional diante da repercussão do caso.


Por essa razão, a carta foi publicada dentro de sua rede de relacionamento pessoal e posteriormente repercutida por veículos de comunicação, o que explica o fato de o conteúdo não constar no perfil oficial da autora.





#Itumbiara #NotaOficial #Informação