sexta-feira, 23 de outubro de 2026

BOMBA! REVIRAVOLTA PODE TIRAR CAROL DO AMILTON FILHO E PAULO CEZAR MARTINS DA ALEGO; GUGU NADER E MAURO RUBEM ENTRAM NA DISPUTA POR VAGAS

Anulação de 109 mil votos pode modificar o quociente eleitoral e provocar uma redistribuição de cadeiras na Assembleia Legislativa de Goiás. Informação obtida pelo Blog do Cleuber Carlos aponta possível perda de duas vagas pelo MDB, com reflexos para PSDB e PT.

Uma reviravolta judicial envolvendo a filiação partidária de Carol do Amilton Filho pode alterar profundamente a composição da Assembleia Legislativa de Goiás. A possível anulação dos 109.002 votos recebidos pela candidata do MDB abre caminho para uma retotalização capaz de atingir outros parlamentares eleitos.

O Blog do Cleuber Carlos apurou, com uma fonte que acompanha os cálculos eleitorais, a possibilidade de o MDB perder duas cadeiras. Nesse cenário, Carol e Paulo Cezar Martins ficariam fora da Assembleia, enquanto Gugu Nader (PSDB) e Mauro Rubem (PT) poderiam assumir.

A informação coincide com uma hipótese examinada anteriormente pelo blog, mas ainda não foi confirmada por retotalização oficial.

OS NÚMEROS QUE PODEM MUDAR A ALEGO

Nas eleições de 4 de outubro, Goiás registrou 3.637.985 votos válidos para deputado estadual. Dividido pelas 41 cadeiras da Assembleia, o total produziu um quociente eleitoral de 88.731 votos.

O MDB recebeu 565.563 votos e conquistou sete cadeiras, sendo seis pelo quociente partidário e uma pelas sobras.

Com a exclusão hipotética dos 109.002 votos de Carol, a votação do MDB cairia para 456.561 votos, uma redução de 19,27%.

O total de votos válidos passaria para 3.528.983, reduzindo o quociente eleitoral para 86.073 votos.

Com isso, o MDB teria cinco cadeiras pelo quociente partidário, passando a depender da distribuição das sobras para conquistar outras vagas.

A federação PSDB/Cidadania, com 291.610 votos, garantiria três cadeiras pelo novo quociente. Sua média inicial para disputar uma quarta vaga seria de 72.902,50 votos. Gugu Nader, que recebeu 26.050 votos, seria o próximo nome da federação na hipótese de conquista dessa cadeira.

Já a federação Brasil da Esperança, formada por PT, PCdoB e PV, somou 334.747 votos. Garantiria três cadeiras diretamente e disputaria a quarta com média de 83.686,75 votos, superior à média de 76.093,50 do MDB para disputar sua sexta cadeira.

POR QUE MAURO RUBEM PODE ENTRAR?

Mauro Rubem recebeu 38.206 votos e ficou na primeira suplência da federação do PT. Sua entrada dependeria de a legenda conquistar uma quinta cadeira na redistribuição.

A média para essa quinta vaga seria de 66.949,40 votos. Portanto, a simples comparação entre a primeira média do PT e a do MDB não comprova, isoladamente, a conquista dessa cadeira adicional.

A hipótese de entrada de Mauro Rubem e saída de Paulo Cezar Martins integra a informação extraoficial recebida pelo blog e ainda exige confirmação do cálculo completo.

MINISTÉRIO PÚBLICO PEDE INVESTIGAÇÃO DA POLÍCIA FEDERAL

A discussão ganhou novos contornos após manifestação do promotor eleitoral Lucas Danilo Vaz Costa Júnior, que apontou fortes indícios de falsidade material e ideológica na documentação apresentada para comprovar a filiação de Carol ao MDB.

O Ministério Público Eleitoral pediu a improcedência do reconhecimento da filiação, a exclusão do registro provisório no sistema FILIA, a revogação da liminar e a remessa dos autos à Polícia Federal para investigação de possíveis crimes eleitorais.

Em 22 de outubro, o TRE-GO manteve o registro da candidatura de Carol, mas esclareceu que a liminar utilizada para comprovar sua filiação permanece provisória e pode ser revista pelo juiz de origem.

O QUE ESTÁ EM JOGO

A controvérsia deixou de envolver apenas a situação individual de Carol do Amilton Filho. Uma eventual decisão judicial que determine a anulação de seus votos poderá alterar o quociente eleitoral, a distribuição das sobras e a composição da Assembleia Legislativa.

A simulação matemática independente, considerando exclusivamente a retirada dos 109.002 votos, indica seis cadeiras para o MDB, quatro para PSDB/Cidadania e quatro para PT/PCdoB/PV. Nesse cálculo, Gugu Nader ocuparia a vaga adicional do PSDB/Cidadania, enquanto Paulo Cezar Martins permaneceria entre os seis eleitos do MDB.

A informação extraoficial sobre duas substituições, entretanto, aponta um cenário diferente e continua sob apuração.

O Blog do Cleuber Carlos acompanha o caso desde as primeiras denúncias e seguirá investigando os possíveis desdobramentos eleitorais.

A anulação dos votos não foi determinada, e nenhuma alteração na composição da Assembleia está confirmada.

Os dados de votação e a composição original das bancadas foram conferidos com a apuração eleitoral e a relação de eleitos divulgada pelo TRE-GO.

Nota de apuração: mantive em destaque a informação exclusiva sobre a possível saída de Paulo Cezar Martins e entrada de Mauro Rubem, mas distingui essa hipótese do resultado que os cálculos disponíveis efetivamente demonstram. Isso é importante para que a matéria não apresente como matematicamente comprovada uma segunda troca de cadeiras que ainda precisa ser esclarecida.


BOMBA! MINISTÉRIO PÚBLICO APONTA FORTES INDÍCIOS DE FRAUDE NA FILIAÇÃO DE CAROL DO AMILTON FILHO E PEDE INVESTIGAÇÃO DA POLÍCIA FEDERAL

Parecer de 16 páginas, obtido pelo Blog do Cleuber Carlos, aponta suspeitas de falsidade documental, irregularidades em atas do MDB e alterações em reportagens utilizadas como provas. Promotor pede cancelamento da filiação provisória da candidata e investigação de possíveis crimes eleitorais.

O Ministério Público Eleitoral pediu à Justiça o cancelamento da filiação partidária provisória de Ana Caroline Guimarães de Oliveira Faria, conhecida como Carol do Amilton Filho, ao MDB de Anápolis, além da abertura de investigação pela Polícia Federal.

A manifestação, assinada pelo promotor eleitoral Lucas Danilo Vaz Costa Júnior em 22 de outubro de 2026, aponta fortes indícios de falsidade material e ideológica na documentação apresentada para comprovar a filiação da viúva do deputado estadual Amilton Filho, falecido em 26 de setembro.

O Blog do Cleuber Carlos teve acesso à íntegra do parecer, juntado ao processo nº 0600109-61.2026.6.09.0141, em tramitação na 141ª Zona Eleitoral de Anápolis.

Carol sustenta que se filiou ao MDB em 17 de novembro de 2025. Entretanto, segundo o Ministério Público, não foi localizada no livro original do partido a ata da reunião em que a filiação teria ocorrido.

O promotor também questiona documentos assinados pelo tesoureiro do MDB de Anápolis, Vanderley Cezario de Lima, incluindo a ficha de filiação, ofícios partidários e uma ata de setembro de 2026.

A análise do livro original revelou, segundo o parecer, diferenças de formatação e sinais de que uma página teria sido arrancada ou substituída.

Outro ponto considerado grave envolve reportagens apresentadas como provas da participação partidária de Carol.

O Ministério Público identificou alterações em publicações jornalísticas nos dias 29 de setembro e 6 de outubro, ambas posteriores à morte de Amilton Filho. Uma das reportagens ainda relacionava informações de uma solenidade realizada em março de 2025 a uma publicação datada de março de 2026.

Para o promotor, o conjunto desses elementos indica possível tentativa de conferir aparência de anterioridade à filiação.

Na conclusão, o Ministério Público pede a improcedência do reconhecimento da filiação, a exclusão do registro provisório no sistema FILIA, a revogação da liminar e a comunicação ao TRE-GO.

Também solicita o envio integral dos autos à Polícia Federal para instauração de inquérito sobre possíveis crimes previstos nos artigos 349, 350, 351 e 353 do Código Eleitoral.

ONDE ESTÃO OS HATERS AGORA?

O Blog do Cleuber Carlos foi, segundo seus próprios registros de cobertura, o único veículo de comunicação a denunciar, desde o primeiro momento e com exclusividade, as suspeitas envolvendo a filiação de Carol do Amilton Filho. Na ocasião, a reportagem foi duramente atacada por haters e até por integrantes da imprensa, que classificaram as denúncias como fake news. Agora, com o Ministério Público Eleitoral apontando formalmente fortes indícios de irregularidades e pedindo investigação da Polícia Federal, fica a pergunta: onde estão aqueles que tentaram desacreditar o trabalho jornalístico? Terão a mesma disposição para reconhecer que os questionamentos tinham fundamento e pedir desculpas? O parecer não representa condenação, mas demonstra que as suspeitas levantadas mereciam investigação, e não ataques ou tentativas de desqualificação.

Apesar da gravidade dos apontamentos, o TRE-GO havia deferido por unanimidade o registro da candidatura de Carol em 7 de outubro.

O parecer ministerial ainda depende de decisão judicial e não representa comprovação definitiva de fraude ou cancelamento automático da candidatura.

O caso coloca sob questionamento a documentação que fundamentou o reconhecimento provisório da filiação e poderá produzir novos desdobramentos na Justiça Eleitoral.


quinta-feira, 22 de outubro de 2026

DANIEL VILELA TERIA CONDICIONADO APOIO A ISSY QUINAN À REDUÇÃO DE 6 MIL PARA 1.500 COMISSIONADOS NA ALEGO

Informação de bastidores obtida pelo Blog do Cleuber Carlos aponta uma negociação que pode alterar profundamente a relação de poder entre o Governo de Goiás e a Assembleia Legislativa. A proposta incluiria a transferência de indicações políticas dos deputados para a estrutura do Executivo estadual.

Uma informação obtida pelo Blog do Cleuber Carlos revela uma possível estratégia política do governador Daniel Vilela (MDB) para ampliar sua influência sobre a Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) a partir de 2027.

Segundo relato recebido pela reportagem, Daniel teria condicionado seu apoio à candidatura do deputado estadual Issy Quinan (MDB) à presidência da Alego a um compromisso: reduzir o número de servidores comissionados da Assembleia de aproximadamente 6 mil para apenas 1.500.

A condição teria sido apresentada durante uma conversa reservada entre os dois políticos.

O ponto mais significativo da informação, entretanto, não estaria apenas na redução dos cargos, mas no destino das indicações políticas dos deputados.

Pela estratégia atribuída ao governador, parte dos apoiadores atualmente nomeados na estrutura legislativa passaria a depender de nomeações em órgãos do Governo de Goiás.

Na prática, deputados que hoje dispõem de espaços próprios para indicar assessores precisariam negociar diretamente com o Executivo para acomodar seus indicados.

Isso poderia modificar a relação de forças entre os dois Poderes, ampliando a influência do Palácio das Esmeraldas sobre as articulações parlamentares.

UMA ESTRUTURA DE MAIS DE 6 MIL COMISSIONADOS

A dimensão da proposta chama atenção. Levantamento divulgado pela imprensa goiana, com base em dados do Portal da Transparência da Alego, apontou 6.043 servidores comissionados em agosto de 2026.

Caso esse contingente fosse reduzido para 1.500, haveria uma diminuição de aproximadamente 4.543 postos, equivalente a 75,2% do total.

Em junho, a maior parte dos comissionados estava vinculada aos gabinetes parlamentares, o que demonstra o alcance que uma mudança dessa magnitude teria sobre a estrutura dos deputados.

A redução, contudo, não significaria transferência automática de servidores para o Executivo. Eventuais nomeações no governo dependeriam da existência de cargos legalmente previstos, disponibilidade orçamentária e decisões administrativas.

O PODER POR TRÁS DA PRESIDÊNCIA

A disputa pela sucessão de Bruno Peixoto ultrapassa a escolha de quem comandará as sessões legislativas.

O futuro presidente terá papel importante na administração da Assembleia, na composição da Mesa Diretora e na condução das relações institucionais com o Executivo.

Issy Quinan, atual primeiro vice-presidente da Alego e integrante do MDB, aparece entre os nomes de maior projeção na disputa.

Publicamente, Daniel Vilela declarou, em 20 de outubro, que prefere um presidente pertencente à sua base política e admitiu participar futuramente da construção de um entendimento entre os candidatos.

A condição envolvendo a redução dos comissionados, entretanto, não foi anunciada publicamente.

A PERGUNTA QUE FICA

Se a informação de bastidores for confirmada, a discussão deixará de ser apenas sobre economia de recursos públicos e passará também pelo controle político das nomeações.

A redução da estrutura administrativa pode representar uma medida legítima de racionalização de despesas. Mas uma eventual transferência de indicações para o Executivo teria consequências diretas sobre a autonomia política dos deputados.

A conversa reservada e a condição atribuída ao governador ainda dependem de confirmação independente. Não há, até o momento, demonstração de que a proposta tenha sido formalizada ou aceita por Issy Quinan.

O Blog do Cleuber Carlos continuará acompanhando a articulação para esclarecer se a redução dos cargos integra efetivamente as negociações pela presidência da Alego e qual seria o destino das indicações parlamentares.


quarta-feira, 21 de outubro de 2026

O PREFEITO, OS DOIS VEREADORES E O LEILÃO DA PRÓPRIA SOBREVIVÊNCIA

Em uma cidade que não existe, um prefeito que nunca existiu descobre que seu mandato pode acabar por causa de dois votos. Começa, então, uma operação de emergência: salvar o próprio pescoço, custe o que custar — principalmente aos cofres públicos.

Era uma vez um prefeito que governava uma cidade que todo mundo sabia da vida de todo mundo, menos do destino do dinheiro público.

Certo dia, recebeu uma notícia devastadora: faltavam apenas dois votos para mandar seu mandato para o cemitério político.

O homem entrou em desespero. Chamou assessores, advogados, secretários e até um conhecido especialista em milagres eleitorais.

— Precisamos conquistar dois vereadores! — gritou, enxugando o suor.

O primeiro assessor sugeriu diálogo. Foi demitido imediatamente.

O segundo propôs oferecer cargos, secretarias, diretorias e empregos para parentes até o terceiro grau. Ganhou um abraço.

O terceiro teve uma ideia considerada genial:

— Prefeito, ofereça uma secretaria inteira para cada um!

— Só isso? — respondeu o chefe. — Acrescente carros oficiais, combustível, contratos e liberdade para indicar quem quiser!

Começou então o grande leilão da sobrevivência.

Para o primeiro vereador, ofereceram uma secretaria, três diretorias e uma coleção de cargos comissionados.

Para o segundo, a proposta foi ainda mais generosa: uma secretaria com porteira aberta, contratos futuros e o direito de escolher até a cor das cortinas do gabinete.

Mas havia um problema. Os dois vereadores não demonstravam entusiasmo.

O prefeito aumentou a oferta.

— Dou mais duas secretarias!

Silêncio.

— Uma autarquia!

Nada.

— Metade da prefeitura!

Um assessor cochichou:

— Prefeito, desse jeito não sobra nada para administrar.

O chefe respondeu:

— Administrar para quê? Primeiro preciso continuar prefeito!

Naquela noite, o homem dormiu abraçado ao telefone, esperando a ligação salvadora.

Enquanto isso, os dois vereadores tomavam café tranquilamente, observando o espetáculo.

Um deles comentou:

— Engraçado como a prefeitura ficou generosa justamente agora.

O outro respondeu:

— Pois é. Pena que essa generosidade nunca apareceu quando pedimos melhorias para a população.

Moral da história: quando o mandato entra em liquidação, há prefeito que oferece até a chave da prefeitura. Só esquece de um detalhe: o prédio, os cargos e o dinheiro não são dele.

Esta é uma obra inteiramente fictícia e satírica. Personagens, cidade, diálogos e acontecimentos são imaginários, sem referência a pessoas ou fatos específicos.


DE CRÍTICO DAS OSs A NOVO CONTRATO MILIONÁRIO: MÁRCIO CORRÊA DESTINA R$ 31,6 MILHÕES À GESTÃO DE HOSPITAL EM ANÁPOLIS

Prefeito que denunciava os interesses financeiros por trás das organizações sociais mantém modelo de gestão na saúde. Novo chamamento público coloca em discussão a coerência entre seu discurso político e as decisões administrativas.

O prefeito de Anápolis, Márcio Corrêa (PL), enfrenta um questionamento sobre sua postura em relação às organizações sociais de saúde. Antes de assumir a prefeitura, o político fazia críticas contundentes ao modelo. Agora, sua administração conduz a escolha de uma OS para gerenciar o Hospital Municipal Georges Hajjar, com previsão de R$ 2,64 milhões mensais.

Em agosto de 2023, durante manifestação na Câmara dos Deputados, Corrêa criticou a contratação dessas entidades, afirmando que o sistema poderia favorecer interesses financeiros em prejuízo dos profissionais da saúde.

Na campanha de 2024, voltou a questionar a atuação das OSs, embora tenha esclarecido que sua oposição era à falta de fiscalização, e não necessariamente à existência dessas organizações.

A decisão atual recoloca suas declarações no centro do debate.

A Associação Brasileira de Entidades de Assistência Social (ABEAS) conquistou a primeira colocação no Chamamento Público nº 056/2026, com 91 pontos. Superou o Hospital e Maternidade Therezinha de Jesus, atual gestor emergencial, que obteve 86 pontos.

O contrato previsto representa aproximadamente R$ 31,68 milhões em 12 meses. A classificação ainda depende das etapas administrativas e não significa contratação definitiva.

O ponto central não é apenas identificar a entidade vencedora, mas compreender por que o prefeito decidiu manter a administração terceirizada e quais mecanismos de controle serão diferentes daqueles que ele próprio criticava.

A prefeitura precisa esclarecer quais garantias de transparência, fiscalização e eficiência acompanharão os repasses.

Se Márcio Corrêa denunciava os problemas das OSs antes de assumir o poder, quais medidas concretas adotou para impedir que esses problemas se repitam agora?

Essa é a explicação que a população de Anápolis tem o direito de cobrar.

Fontes: reportagem de campanha publicada pelo DM Anápolis em 26/10/2024; declarações anteriores recuperadas pelo Anápolis Diário; Chamamento Público nº 056/2026 e classificação divulgada pelo Diário do Município.


GERP QUE MAIS SE APROXIMOU DAS URNAS NO 1º TURNO APONTA FLÁVIO BOLSONARO COM 53% E LULA COM 47%

Instituto que registrou uma das menores diferenças em relação ao resultado real do primeiro turno divulga nova pesquisa nesta quarta-feira (21). Flávio Bolsonaro abre seis pontos de vantagem nos votos válidos a quatro dias da eleição presidencial.

O Instituto Gerp Mercadologia, que apresentou a pesquisa mais próxima do resultado das urnas no primeiro turno, divulgou nesta quarta-feira, 21 de outubro, novo levantamento sobre a disputa pela Presidência da República. O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 53% dos votos válidos, contra 47% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A diferença é de seis pontos percentuais, a apenas quatro dias do segundo turno, marcado para domingo, 25 de outubro.

O desempenho anterior do instituto chama atenção. Na pesquisa divulgada em 3 de outubro, véspera do primeiro turno, a Gerp apontou Flávio Bolsonaro com 46% e Lula com 44% dos votos válidos.

Nas urnas, Flávio conquistou 47,03%, enquanto Lula recebeu 45,16%. A diferença entre os candidatos foi de 1,87 ponto percentual, praticamente reproduzindo os dois pontos registrados pela Gerp. O instituto ficou entre os mais precisos da eleição, considerando a distância entre os dois candidatos.

Na nova pesquisa, Flávio registra 50% dos votos totais, contra 45% de Lula. Outros 2% não escolheram nenhum candidato e 2% não souberam responder.

Em relação à pesquisa Gerp de 16 de outubro, Flávio passou de 52% para 53% dos votos válidos, enquanto Lula oscilou de 48% para 47%. As variações ficaram dentro da margem de erro.

O levantamento ouviu 2.400 eleitores por telefone, entre 19 e 21 de outubro, com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de aproximadamente 95%. A pesquisa foi financiada pelo próprio instituto e registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-03835/2026.

Embora a Gerp tenha apresentado elevada proximidade com as urnas no primeiro turno, o novo levantamento representa a intenção de voto no momento da coleta, não uma previsão definitiva do resultado de domingo.

Fontes da apuração: