sábado, 29 de agosto de 2026

Daniel Vilela estará no debate deste domingo?

ELEIÇÕES 2026 | Informação publicada pelo Goiás 24 Horas afirma que pessoas próximas à campanha teriam discutido alternativas para justificar uma eventual ausência do governador em novo confronto entre candidatos. Relato não foi confirmado oficialmente.

A possível participação de Daniel Vilela em mais um debate eleitoral virou assunto nos bastidores da campanha ao Governo de Goiás.

Segundo publicação do Goiás 24 Horas, uma fonte teria relatado que conselheiros ligados a Daniel chegaram a cogitar até a utilização de um “atestado médico” como justificativa para que o governador não participasse do confronto previsto para este domingo.

A informação, até o momento, não foi confirmada pela campanha de Daniel Vilela e deve ser tratada como relato de bastidor atribuído à fonte ouvida pelo veículo.

Mesmo assim, a notícia ganhou repercussão porque Daniel já enfrentou críticas pela ausência no debate realizado pela Band no início da campanha eleitoral.

Naquela ocasião, seus adversários ocuparam o espaço deixado pelo candidato e exploraram politicamente a cadeira vazia.

Agora, uma eventual nova ausência tende a ampliar exatamente essa narrativa.

Nas redes sociais, adversários e internautas já começaram a questionar se Daniel comparecerá ao próximo confronto.

O episódio coloca a campanha diante de uma decisão delicada.

Participar significa enfrentar diretamente adversários que certamente utilizarão o debate para cobrar sua ausência anterior e confrontar a atual gestão.

Não participar pode transformar novamente uma cadeira vazia em símbolo político da campanha.

Por enquanto, entretanto, existe uma diferença fundamental entre bastidor e fato: não há confirmação de que Daniel tenha decidido faltar, tampouco de que qualquer justificativa médica será apresentada.

A pergunta que permanece é simples:



CASOU SABENDO QUE ELA PODERIA TER APENAS 3 MESES DE VIDA — E NÃO DESISTIU DELA

AMOR E SUPERAÇÃO | Carlos Adriano ouviu que Mayza Gabrielle poderia ter pouco tempo de vida. Mesmo diante do medo, decidiu se casar com ela. Vieram cirurgias, limitações e uma longa batalha pela recuperação. Anos depois, os dois continuam juntos — e a história que nasceu da dor passou a emocionar milhões de pessoas.

Há histórias de amor que começam com planos para o futuro. A de Carlos Adriano e Mayza Gabrielle começou também com a possibilidade de que esse futuro quase não existisse.

Mayza enfrentava uma grave condição de saúde. Ela havia sido diagnosticada com uma malformação arteriovenosa ainda em 2013 e, anos depois, precisou passar por cirurgia em São Luís, no Maranhão. 

Carlos sabia da gravidade da situação. E é justamente aí que a história dos dois ganha uma dimensão difícil de explicar apenas com palavras.

Ele ficou.

Casou-se com Mayza mesmo convivendo com a possibilidade de perdê-la. No relato que hoje circula pelas redes sociais, Carlos resume aquele momento numa frase devastadora: casou sabendo que ela poderia ter apenas três meses de vida.

Depois do casamento, a batalha continuou.

Vieram hospital, cirurgia e uma recuperação duríssima. Em 2023, após um procedimento, Mayza deixou de andar e passou a necessitar de fisioterapia, terapia ocupacional, acompanhamento psicológico e outros tratamentos. Na época, Carlos chegou a organizar uma campanha para custear a reabilitação da esposa. 

Mas ele continuou ao lado dela.

O tempo passou. E aquela história que poderia ter terminado precocemente ganhou novos capítulos: sobrevivência, família, dificuldades financeiras, recomeços e a luta diária de um marido que transformou a promessa de permanecer ao lado da mulher em atitude.

Quando Carlos resolveu contar essa trajetória na internet, o Brasil parou para ouvi-lo.

Um dos vídeos alcançou milhões de visualizações. Em menos de 24 horas, centenas de milhares de pessoas começaram a segui-lo. Em junho, Carlos tornou-se o primeiro influenciador de Codó a alcançar 1 milhão de seguidores no Instagram

Mas talvez o número mais importante dessa história não seja 1 milhão.

Nem sejam os três meses que um dia pareceram determinar o futuro.

É dois.

Carlos e Mayza.

Depois de tudo, ainda juntos.


sexta-feira, 28 de agosto de 2026

LULA CAI 3 PONTOS E VANTAGEM SOBRE FLÁVIO DESPENCA PELA METADE

ELEIÇÕES 2026 | PoderData mostra Lula recuando de 41% para 38% em apenas 15 dias. Flávio Bolsonaro permanece com 35%, e distância entre os dois cai de seis para três pontos — a menor registrada pelo instituto desde maio.

O sinal de alerta acendeu para a campanha de Lula.

A nova pesquisa PoderData/Aya, realizada entre 23 e 26 de agosto, mostra o presidente com 38% das intenções de voto, contra 35% de Flávio Bolsonaro.

Há apenas 15 dias, o cenário era bem mais confortável para o petista.

Na rodada realizada entre 9 e 12 de agosto, Lula aparecia com 41% e Flávio com os mesmos 35%.

Ou seja: Flávio não precisou crescer para encostar.

Foi Lula quem caiu.

Em duas semanas, o presidente perdeu três pontos e viu sua vantagem sobre o principal adversário despencar de seis para apenas três pontos.

O movimento ganha ainda mais peso quando observado em uma sequência maior.

No fim de julho, o PoderData também registrava 41% para Lula e 35% para Flávio. O placar se repetiu em meados de agosto. Agora, Lula aparece com 38%.

Flávio, portanto, permanece estacionado em 35%, enquanto a gordura do presidente diminui.

A disputa também está apertada no segundo turno. No confronto direto, o PoderData aponta Lula com 45% e Flávio com 44% — empate técnico.

Entre os demais candidatos no primeiro turno, Ronaldo Caiado, Renan Santos e Augusto Cury aparecem empatados com 4%. Cury avançou um ponto em relação à pesquisa anterior, enquanto Caiado e Renan permaneceram estáveis.

A pesquisa ouviu 2.400 eleitores, em 555 municípios, e tem margem de erro de dois pontos percentuais.

A fotografia do momento é clara: Lula ainda lidera, mas a vantagem que era de seis pontos há duas semanas agora é de três.

E Flávio nem precisou crescer para chegar mais perto.

Os números e a comparação são da rodada mais recente do PoderData/Aya com a pesquisa imediatamente anterior.


POST QUE VEIO ANTES DO DESABAFO DE TÚLIO ISAAC REVELA ORIGEM DA POLÊMICA

REPERCUSSÃO | Antes de Túlio Isaac gravar o depoimento que viralizou nas redes sociais, o próprio filho havia publicado a foto de uma criança com marcas no rosto e feito acusações graves. Foi depois dessa postagem que o pai decidiu falar publicamente e apresentar sua versão da história.

Para entender o desabafo de Túlio Isaac que comoveu a internet, é preciso voltar algumas horas.

Antes do vídeo, Túlio Filho havia feito uma publicação pesada nas redes sociais.

Ele mostrou uma fotografia do próprio filho, destacando uma região escurecida abaixo de um dos olhos e outra marca próxima ao nariz.

Na legenda, afirmou que o menino estaria com “olho roxo” e teria sofrido uma queimadura de cigarro. Atribuiu as supostas agressões a um homem que teria namorado uma mulher cujo nome, segundo ele, não poderia revelar por decisão judicial.

As afirmações são de responsabilidade de Túlio Filho. A fotografia, isoladamente, não permite determinar como as marcas foram produzidas nem comprovar quem eventualmente as teria causado.

Mas a publicação foi além.

Túlio Filho escreveu que estava mostrando a situação para provar que seu filho “não é filho de pai assustado” e anunciou:

“A caçada começou.”

Foi depois dessa exposição que Túlio Isaac gravou o depoimento que viralizou.

No vídeo, o pai apresentou uma versão completamente diferente dos acontecimentos e contestou a narrativa que vinha sendo construída pelo filho.

A cronologia é importante porque ajuda a compreender o contexto daquele desabafo: Túlio Isaac não falou do nada. Seu pronunciamento aconteceu após uma sequência de publicações do próprio filho.

E a guerra familiar aparentemente não terminou ali.

Nas horas seguintes, Túlio Filho compartilhou mensagens sobre lealdade e afirmou ainda guardar “segredos de pessoas que estão sujando meu nome nesse momento”.

Agora, duas versões profundamente conflitantes estão expostas publicamente.

E aquilo que milhões de pessoas conheceram pelo desabafo de um pai começou, na realidade, algumas horas antes — com uma fotografia e uma acusação gravíssima publicada pelo próprio filho.


​NUNCA VI ESSA MOÇA”: FOTOS DE LULA COM LOBISTA VIRALIZAM APÓS SABATINA

ELEIÇÕES 2026 | Lula afirmou no Jornal Nacional que nunca viu Roberta Luchsinger e que ela jamais esteve próxima dele. Horas depois, registros publicados pela própria empresária começaram a circular nas redes. Há pelo menos 12 fotos entre 2018 e 2023.

Uma frase de Lula durante a sabatina do Jornal Nacional virou combustível para uma nova controvérsia eleitoral.

Questionado sobre a lobista Roberta Luchsinger, citada em investigação da Polícia Federal envolvendo seu filho, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, Lula foi categórico: disse não conhecê-la, nunca tê-la visto, nunca ter conversado com ela e afirmou que ela jamais esteve próxima dele. 

A internet reagiu rapidamente.

Fotos publicadas pela própria Roberta mostram os dois juntos em diferentes ocasiões. Levantamento do Poder360 encontrou pelo menos 12 registros entre 2018 e 2023

Em julho de 2022, por exemplo, Roberta aparece ao lado de Lula e Janja. Em outra ocasião, esteve com Lula e a hoje ministra do STJ Daniela Teixeira. Segundo Daniela, aquela fotografia foi feita durante jantar organizado pelo grupo Prerrogativas. 

A existência das imagens não comprova, por si só, amizade ou relação próxima. Aliados de Lula sustentam que ele posa com milhares de pessoas e que jamais teria sido formalmente apresentado a Roberta. 

O problema político está na escolha das palavras.

Lula não disse apenas que não tinha relação com a lobista. Afirmou que “nunca” a havia visto.

Roberta está no centro de investigação da PF que apura possível atuação dela e de Lulinha na intermediação de negócios com o governo. As defesas contestam irregularidades e questionam elementos atribuídos às conversas investigadas. 

Agora, em plena campanha eleitoral, 12 fotografias transformaram quatro palavras — “nunca vi essa moça” — em uma dor de cabeça para Lula.


​TRE BARRA DANIEL DE USAR IMAGEM DE CAIADO EM MATERIAL DE CAMPANHA

ELEIÇÕES 2026 | Decisão vai além do lote de 1 milhão de santinhos: liminar determina que campanha de Daniel Vilela interrompa produção e distribuição de impressos que associem o candidato ao Governo à imagem, ao nome ou ao número da candidatura presidencial de Ronaldo Caiado.

A decisão do Tribunal Regional Eleitoral de Goiás que atingiu 1 milhão de santinhos de Daniel Vilela tem um alcance político maior do que o número impressionante da tiragem.

Na prática, a Justiça Eleitoral colocou uma barreira em uma das estratégias mais importantes da campanha do candidato do MDB ao Governo: usar Ronaldo Caiado como elemento da propaganda impressa de Daniel.

A determinação não menciona apenas aquele santinho específico.

O desembargador eleitoral Pedro Paulo Guerra de Medeiros determinou que Daniel e sua coligação parem de confeccionar, contratar, reimprimir, distribuir e fazer circular, sob responsabilidade da campanha estadual, material impresso que associe Daniel “à imagem, ao nome ou ao número” da candidatura presidencial de Caiado. 

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O PROBLEMA É NACIONAL

Daniel é candidato ao Governo pelo MDB.

Caiado disputa a Presidência pelo PSD.

E é exatamente aí que nasce o problema jurídico apontado pelo TRE.

Segundo a decisão, o MDB não possui candidato próprio à Presidência nem integra coligação nacional com o PSD de Caiado.

Para o magistrado, portanto, falta o vínculo nacional exigido pela legislação para que a campanha regional utilize a imagem do candidato presidencial de outra legenda. 

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Isso significa que a presença do PSD na coligação estadual de Daniel, segundo o entendimento adotado nesta liminar, não resolve o problema.

CAIADO É UM DOS PRINCIPAIS ATIVOS DE DANIEL

É aqui que a decisão deixa de ser apenas jurídica e ganha enorme dimensão política.

Daniel Vilela é o candidato apoiado por Ronaldo Caiado à sucessão estadual.

Naturalmente, a imagem do governador é um dos principais ativos políticos da campanha governista.

A liminar cria agora uma separação importante na comunicação impressa: Caiado pode continuar declarando apoio a Daniel, participar de eventos e aparecer ao seu lado em atos políticos, mas a campanha estadual não pode, enquanto prevalecer a decisão, produzir e distribuir os impressos atingidos pela ordem associando Daniel à candidatura presidencial de Caiado.

O próprio magistrado fez questão de estabelecer essa fronteira. A decisão não impede manifestações pessoais de apoio nem participação conjunta em eventos. 

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NÃO É SÓ O SANTINHO

O milhão de santinhos revelou a dimensão do problema.

Mas não é o único material alcançado.

A documentação analisada pelo TRE inclui santinhos e diferentes modelos de adesivos nos quais Caiado aparece associado a Daniel. Em algumas peças aparece sua imagem; em outras, também seu nome, número 55 e a expressão “Caiado Presidente”

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O juiz considerou especialmente grave o verso do santinho que reproduz a urna e apresenta, em sequência:

Governador 15 — Daniel Vilela

Presidente 55 — Ronaldo Caiado

Para a decisão, nesse ponto existe pedido explícito de voto para uma candidatura presidencial de outra agremiação em material identificado como de responsabilidade da campanha estadual. 

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UMA DECISÃO QUE MEXE NA ESTRATÉGIA

A campanha ainda pode contestar a interpretação jurídica, e a liminar não representa julgamento definitivo. O próprio magistrado reconhece no processo a existência de precedente em sentido diferente e afirma que a controvérsia será aprofundada no julgamento de mérito. 

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Mas, enquanto a ordem estiver valendo, o impacto político é imediato.

Daniel continua tendo o apoio de Caiado. O que o TRE limitou foi a transformação desse apoio em propaganda impressa conjunta nas condições analisadas pela decisão.

E isso pode obrigar a campanha governista a redesenhar uma parte importante de sua comunicação eleitoral.


TRE PROÍBE DANIEL VILELA DE DISTRIBUIR 1 MILHÃO DE SANTINHOS COM CAIADO

ELEIÇÕES 2026 | Liminar do TRE-GO manda campanha de Daniel Vilela interromper distribuição de material que associa o candidato ao Governo à candidatura presidencial de Ronaldo Caiado. Um dos santinhos teve tiragem declarada de 1 milhão de exemplares. Descumprimento pode gerar multa de R$ 10 mil por dia.

A Justiça Eleitoral acaba de atingir uma das principais estratégias de campanha de Daniel Vilela (MDB) em Goiás: a tentativa de colar sua candidatura ao Governo à imagem de Ronaldo Caiado na disputa pela Presidência da República.

Em decisão liminar, o Tribunal Regional Eleitoral de Goiás determinou que Daniel Vilela e a coligação “Pra Goiás Seguir em Frente” interrompam a produção e a distribuição de materiais impressos que associem o candidato ao Governo à imagem, ao nome ou ao número da candidatura presidencial de Caiado.

A representação foi apresentada pela coligação “Goiás que Cresce”, formada por PL e Novo. 

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1 MILHÃO DE SANTINHOS

O tamanho da operação chama atenção.

Segundo a própria documentação reproduzida na decisão, um dos santinhos questionados possui tiragem declarada de 1 milhão de exemplares.

Na frente, aparecem lado a lado Daniel Vilela e Ronaldo Caiado, sob o mote “Futuro seguro”.

No verso, a peça reproduz uma espécie de tela da urna e ensina ao eleitor uma sequência de votação:

Governador 15 — Daniel Vilela.
Presidente 55 — Ronaldo Caiado.

As duas candidaturas aparecem acompanhadas de fotografias e do botão “Confirma”. 

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Para o magistrado, nesse caso a propaganda vai além da simples associação de imagens: há orientação direta de voto para Caiado em material identificado como de responsabilidade da campanha estadual. 

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JUSTIÇA VÊ IRREGULARIDADE

O problema está na configuração das alianças.

Daniel disputa o Governo pelo MDB. Caiado concorre à Presidência pelo PSD.

Segundo a decisão, o MDB não lançou candidato presidencial nem aderiu a uma coligação nacional, enquanto Caiado disputa a Presidência em chapa do PSD.

Portanto, não existe coligação nacional entre as duas legendas.

O desembargador eleitoral Pedro Paulo Guerra de Medeiros entendeu, nesta análise liminar, que falta justamente o vínculo nacional exigido pelo artigo 45, §6º, da Lei das Eleições para a utilização da imagem de candidato de outra legenda na propaganda regional. 

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A decisão cita ainda precedente do TSE de 2024 que reconheceu irregularidade semelhante envolvendo a utilização, em propaganda de candidato a governador, da imagem e da voz de candidato presidencial sem o vínculo nacional exigido pela legislação. 

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CAMPANHA TEM 24 HORAS

A ordem é objetiva.

A partir da citação válida, Daniel e sua coligação têm 24 horas para cessar a confecção, contratação, reimpressão, distribuição e circulação, sob sua responsabilidade, dos materiais atingidos pela liminar.

O estoque ainda não distribuído deverá ser recolhido e separado. Gráficas, fornecedores, equipes e prestadores também deverão ser imediatamente comunicados. 

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A Justiça, porém, não determinou que a campanha saia recolhendo santinhos que já estejam nas mãos dos eleitores nem adesivos colocados em propriedades privadas fora de seu controle. 

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MULTA PODE CHEGAR A R$ 100 MIL

Caso a determinação seja descumprida, foi estabelecida multa de R$ 10 mil por dia, limitada inicialmente a R$ 100 mil.

A campanha também terá de abrir a documentação da operação: contratos, notas fiscais, ordens de serviço, custos, tiragem efetivamente produzida, quantidade distribuída e até eventual rateio das despesas com outra campanha. 

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Daniel Vilela e a coligação ainda terão direito à defesa, e a decisão é liminar — portanto, não representa julgamento definitivo da representação. O próprio magistrado registra a existência de precedente em sentido diverso e afirma que a controvérsia será novamente examinada no julgamento de mérito. 

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Mas, até eventual mudança da decisão, a ordem está dada:

a campanha de Daniel Vilela não pode continuar produzindo e distribuindo, sob sua responsabilidade, o material atingido pela liminar que associa sua candidatura ao Governo à candidatura de Ronaldo Caiado à Presidência.