sábado, 5 de setembro de 2026

COMPLEM: POR QUE O NOME DE UM DELEGADO APARECE NOS BASTIDORES APÓS REPORTAGENS DO BLOG?

PRESSÃO OU NOME USADO INDEVIDAMENTE? | Fonte interna relata conversas atribuídas ao presidente Sérgio Penido envolvendo o delegado Fernando após sequência de reportagens sobre a cooperativa. Blog questiona os envolvidos e, preventivamente, encaminha cópia desta reportagem à Corregedoria da Polícia Civil.

As reportagens do Blog do Cleuber Carlos sobre as contas da Complem ganharam um capítulo que exige esclarecimentos.

Depois da publicação de documentos, balanços e despesas realizadas com cartões corporativos, uma fonte interna da cooperativa procurou o Blog neste sábado (5) e relatou conversas ocorridas nos bastidores da instituição.

Segundo essa fonte — cuja identidade será preservada —, o presidente da Complem, Sérgio Penido, teria tratado da situação envolvendo as publicações e o nome de um delegado, identificado como Fernando, teria surgido nessas conversas.

Mensagens encaminhadas à reportagem registram afirmações atribuídas a uma conversa ocorrida na manhã deste sábado. Entre elas estão que “o delegado vai descobrir tudo”, que Cleuber seria chamado “para depor” e que o delegado estaria “nervoso”.

Há ainda o relato da fonte de que um advogado teria conversado com o delegado, com quem manteria relação de amizade, a respeito da situação.

Mas aqui existe uma divisão que o jornalismo responsável não pode ultrapassar.

O Blog não afirma que o delegado Fernando tenha praticado qualquer irregularidade. Também não afirma como fato comprovado que tenha existido uma articulação para pressionar este jornalista ou interromper as reportagens.

Até o momento, o que existe é um relato de fonte interna acompanhado de mensagens recebidas pela reportagem. Não há, em poder do Blog, documento ou manifestação do próprio delegado comprovando que ele tenha aceitado interferir nas publicações.

Por isso, existe inclusive uma hipótese que precisa ser considerada: o nome do delegado Fernando pode estar sendo utilizado indevidamente por terceiros.

AS PERGUNTAS AO DELEGADO FERNANDO

Diante da gravidade do relato, o Blog pergunta publicamente ao delegado:

O senhor foi procurado por Sérgio Penido, por advogado ou por qualquer pessoa ligada à Complem para conversar sobre as reportagens do Blog do Cleuber Carlos?

Existe procedimento policial formal envolvendo este jornalista ou as publicações sobre a cooperativa? Em caso positivo, qual é o objeto da apuração?

O senhor afirmou que chamaria Cleuber Carlos para depor? Em caso positivo, em qual procedimento e em que condição?

Alguém pediu ao senhor que descobrisse quem estaria fornecendo informações ao Blog ou quem supostamente estaria “por trás” das reportagens?

Houve pedido, sugestão ou conversa relacionada à interrupção das publicações?

Ou estão utilizando o nome do delegado Fernando indevidamente dentro da cooperativa para transmitir a ideia de que a Polícia Civil estaria agindo contra este jornalista?

As mesmas explicações são esperadas dos demais envolvidos mencionados no relato.

CORREGEDORIA SERÁ COMUNICADA PREVENTIVAMENTE

Diante da natureza das informações recebidas e justamente para resguardar todas as partes, inclusive o próprio delegado citado, o Blog está encaminhando cópia desta reportagem e dos elementos pertinentes à Corregedoria da Polícia Civil, para conhecimento e eventual adoção das providências que o órgão entender cabíveis.

O encaminhamento não significa acusação de irregularidade contra o delegado Fernando. Trata-se de medida preventiva diante de relato que atribui a terceiros referências ao nome de uma autoridade policial em contexto relacionado à atividade jornalística.

Se o nome do delegado estiver sendo utilizado indevidamente, isso também precisa ser esclarecido.

Se houve conversa, é necessário saber qual foi seu conteúdo e em que contexto ocorreu.

E, se existir procedimento policial formal, não há dificuldade alguma: que seja informado qual é o procedimento e que todos os atos ocorram pelos canais legais e institucionais.

O Blog do Cleuber Carlos continuará preservando o sigilo de suas fontes, apurando documentos e oferecendo espaço aos citados para manifestação.

A questão central permanece exatamente onde sempre esteve:

em vez de tentar descobrir de onde vêm as informações, a Complem vai responder às informações?

Porque balanços, faturas e despesas não desaparecem com pressão.

Documento se responde com documento. Questionamento se responde com transparência. E, se alguém estiver utilizando o nome da Polícia Civil para intimidar ou tentar interferir na atividade jornalística, isso também precisa ser esclarecido — pelas instituições competentes.


WESLEY SUSPENCAR: DO FENÔMENO DAS REDES À BUSCA POR UM RUMO NA CAMPANHA?

ELEIÇÕES 2026 | Influenciador chegou à disputa impulsionado pela enorme exposição digital, mas mudanças de dobradinhas e novas articulações levantam uma pergunta em Rio Verde: a campanha conseguiu transformar audiência em estrutura política?

Wesley Suspencar entrou na disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa carregando um patrimônio que poucos candidatos possuem: alcance nas redes sociais.

Mas campanha eleitoral não é feita apenas de seguidores.

Nas últimas semanas, a movimentação política de Wesley passou a chamar atenção pelas diferentes articulações. Uma das alianças publicamente anunciadas foi com a deputada federal Magda Mofatto, que esteve inclusive na abertura de seu comitê em Rio Verde. 

Agora, Wesley também aparece ao lado do candidato a deputado federal Delegado Waldir. 

A movimentação provoca uma questão inevitável: Wesley está ampliando sua rede política ou procurando uma composição capaz de transformar popularidade digital em votos?

Essa diferença é fundamental.

Seguidores representam audiência. Eleição exige votos distribuídos, estrutura partidária, lideranças, presença territorial e capacidade de mobilização.

Sem pesquisas comparáveis realizadas em momentos diferentes ou outros indicadores objetivos, não é possível afirmar que Wesley esteja eleitoralmente crescendo ou diminuindo. Mas as mudanças nas articulações são fatos políticos que podem — e devem — ser observados.

A candidatura que nasceu cercada de expectativa agora entra numa fase diferente: a hora de mostrar se a força das redes consegue chegar às urnas.

E essa resposta não será dada pelo número de seguidores.

Será dada pelo eleitor.


APAGARAM O ADESIVO: POR QUE EDITARAM A IMAGEM DO PREFEITO DE MORRINHOS?

CONTROVÉRSIA | Depois que o Blog revelou Maycllyn Carreiro apresentando obra pública com propaganda eleitoral no peito, publicação local mostra o prefeito no mesmo cenário e com a mesma roupa — mas o adesivo simplesmente desapareceu da imagem.

O adesivo estava lá.

Agora, não está mais.

E a pergunta é direta: por que foi necessário apagá-lo?

O Blog do Cleuber Carlos publicou imagens do prefeito de Morrinhos, Maycllyn Carreiro, apresentando as obras do Complexo Esportivo enquanto carregava no peito propaganda eleitoral.

O registro provocou questionamentos justamente porque reunia, na mesma cena, prefeito, obra pública e propaganda de candidatos.

Agora surge um novo capítulo.

A página Morrinhos Agora publicou matéria sobre a mesma visita. O prefeito aparece no local, com a mesma camisa e no contexto da mesma obra. Mas existe uma diferença fundamental: o adesivo eleitoral foi retirado da imagem apresentada ao público.

Não estamos falando de corrigir iluminação, enquadramento ou qualidade.

Estamos falando de eliminar justamente o elemento que provocou a controvérsia.

E isso precisa ser explicado.

Quem decidiu retirar o adesivo? Por quê? A pedido de quem? Qual a razão jornalística para apresentar ao público uma imagem diferente daquela registrada originalmente?

A questão ultrapassa a edição de uma fotografia.

Quando um elemento politicamente relevante é deliberadamente suprimido de uma imagem jornalística, modifica-se a informação visual entregue ao leitor.

O Blog possui o registro original e continuará preservando o material.

O problema, portanto, já não é apenas o adesivo que estava no peito do prefeito.

Agora é também explicar por que alguém decidiu fazê-lo desaparecer.

No jornalismo, informação não pode ser maquiada para agradar prefeito, deputado, candidato ou qualquer grupo político. O fato tem que ser mostrado como aconteceu: nu e cru.

Apagar de uma imagem justamente o elemento que provocou questionamentos não muda o que aconteceu. Apenas muda aquilo que se pretende mostrar ao público.

E existe uma fronteira que não pode ser confundida.

Jornalista mostra o fato, inclusive quando ele desagrada o poder. Puxa-saco de político tenta deixar o fato mais bonito para quem está no poder.

Cada veículo escolhe de que lado dessa fronteira quer ficar.

O Blog do Cleuber Carlos já escolheu o seu: do lado da informação — sem maquiagem, sem retoque e sem apagar aquilo que o cidadão tem o direito de ver.



​5 A 0 NÃO É DERROTA NORMAL: VILA NOVA PRECISA EXPLICAR O VEXAME

SINAL DE ALERTA | Perder faz parte do futebol. Ser atropelado por 5 a 0, sem reação e praticamente derrotado ainda no primeiro tempo, é outra história. A goleada sofrida diante do Athletic exige uma análise profunda dentro do Vila Nova.

Perder é absolutamente normal no futebol.

Perder de 5 a 0, da maneira como o Vila Nova perdeu, não é.

E aqui cabe uma correção importante: o jogo não foi em Goiânia. A goleada aconteceu no Estádio Joaquim Portugal, em São João del-Rei. Mas isso não diminui em nada o tamanho do vexame.

O Athletic não precisou enfrentar um Vila competitivo para construir a goleada. Aos 19 minutos fez 1 a 0. Aos 40, marcou o segundo. Antes mesmo do intervalo, já estava 3 a 0.

A partida estava praticamente liquidada em 45 minutos.

Guto Ferreira voltou para o segundo tempo fazendo quatro substituições. Nem assim apareceu reação. O Vila continuou desorganizado, vulnerável defensivamente, sem capacidade de criação e sem oferecer resistência compatível com uma equipe que luta na parte de cima da Série B.

Depois vieram a expulsão, o pênalti, o quarto gol e, aos 46 minutos, o quinto.

Por isso, simplesmente classificar o resultado como “uma noite ruim” é pouco.

O que aconteceu com o Vila Nova?

Foi apenas um colapso técnico? Houve erro na preparação? O ambiente interno está normal? O elenco está fisicamente inteiro? O treinador ainda tem o grupo nas mãos? Por que uma equipe que vinha de quatro partidas sem perder simplesmente desmoronou?

São perguntas legítimas. E precisam ser respondidas dentro do clube.

Não há qualquer elemento para transformar uma goleada, por si só, em suspeita sobre a lisura da partida. Mas existe material de sobra para cobrar uma profunda autópsia esportiva.

Porque derrota acontece.

Cinco a zero, sem reação, é humilhação. E humilhação desse tamanho não pode ser simplesmente varrida para debaixo do tapete.


QUANDO O VINHO ENCONTRA A AUTORIDADE: BLOG INVESTIGA RELAÇÃO QUE ACENDE ALERTA EM GOIÁS

QUANDO O VINHO ENCONTRA A AUTORIDADE: BLOG INVESTIGA RELAÇÃO QUE ACENDE ALERTA EM GOIÁS

BASTIDORES SOB INVESTIGAÇÃO | Relato sobre encontro entre delegado e presidente de uma empresa do interior coloca sob apuração a proximidade entre quem exerce autoridade policial e quem pode ter interesses a proteger. Nomes serão preservados até que os fatos sejam documentalmente confirmados.

Primeiro foi um relato sobre documentos internos, uma ex-funcionária e uma suposta tentativa de acesso ao seu telefone.

Agora, outra informação aumenta a temperatura da investigação conduzida pelo Blog.

Uma fonte relata a existência de registro de um delegado tomando vinho ao lado do presidente de uma empresa do interior de Goiás.

A fotografia ainda está sendo buscada e o contexto do encontro precisa ser esclarecido. Portanto, o Blog não atribui, neste momento, qualquer irregularidade aos envolvidos.

Mas a imagem descrita pela fonte inevitavelmente remete a uma discussão que ganhou dimensão nacional com o caso Banco Master.

Em Londres, Daniel Vorcaro bancou uma degustação de whisky Macallan durante um evento que reuniu autoridades brasileiras, inclusive integrantes do sistema de Justiça e o diretor-geral da Polícia Federal. As relações de Vorcaro com autoridades posteriormente se tornaram um dos pontos sensíveis das investigações envolvendo o banqueiro. 

Tomar vinho com um empresário não é crime. Assim como participar de um encontro social, isoladamente, não comprova favorecimento.

A questão jornalística é outra: quando existe uma investigação, denúncia ou interesse envolvendo determinada empresa, qual é o grau de proximidade entre seus dirigentes e agentes públicos que eventualmente possam atuar nesses casos?

É exatamente isso que estamos apurando.

Por enquanto, nenhum nome será publicado.

Mas documentos estão sendo levantados, personagens identificados e versões serão buscadas.

Porque, algumas vezes, o problema não está no vinho que aparece sobre a mesa. Está na relação que pode existir em volta dela.


CHINA ACELERA SISTEMA QUE PODE MUDAR PAGAMENTOS GLOBAIS — E BRASIL JÁ ESTÁ NO RADAR

NOVA ROTA DO DINHEIRO | Plataforma mBridge permite transferências diretas entre bancos centrais, reduz intermediários e ganha força com o yuan digital. Brasil aparece como observador enquanto China amplia infraestrutura de pagamentos internacionais.

Uma transformação silenciosa está acontecendo no sistema financeiro mundial — e o Brasil está perto dela.

Criado em 2021, o mBridge desenvolveu uma infraestrutura baseada em blockchain capaz de realizar pagamentos internacionais e operações de câmbio diretamente entre participantes, reduzindo uma cadeia que hoje pode envolver de três a cinco bancos intermediários.

O objetivo é atacar três problemas: custo, demora e complexidade das transferências internacionais.

Os números mostram que o projeto deixou de ser apenas experiência tecnológica. A plataforma já teria processado cerca de US$ 55,5 bilhões em mais de 4 mil transações, com aproximadamente 95% do volume liquidado em yuan digital.

China, Hong Kong, Tailândia, Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita estão entre os participantes. O BIS deixou o projeto em 2024, afirmando que a plataforma havia alcançado maturidade para seguir adiante.

Mas há uma questão geopolítica inevitável: isso ameaça o domínio do dólar?

Por enquanto, os números dizem que não. No primeiro trimestre de 2026, o dólar ainda representava 57,13% das reservas cambiais declaradas, contra apenas 1,99% do yuan.

O sinal importante, entretanto, está na construção de uma infraestrutura alternativa.

E o Brasil entra nessa história.

O Banco Central brasileiro aparece como observador do mBridge. Além disso, a expansão internacional do e-CNY, o yuan digital, alcançou jurisdições que incluem o Brasil.

A dimensão econômica explica o interesse: o comércio Brasil-China atingiu US$ 171 bilhões em 2025, e a China respondeu por 28,7% das exportações brasileiras.

O dólar continua dominante.

Mas a China está construindo os trilhos para que, no futuro, parte do dinheiro internacional possa viajar por outro caminho.


DO COCO BAMBU ÀS VIAGENS: R$ 65,5 MIL NO CARTÃO DO PRESIDENTE DA COMPLEM

CARTÃO SOB A LUPA | Planilha registra 272 lançamentos no centro de custo do Diretor Presidente entre 2022 e março de 2026. Há refeições de R$ 4,3 mil e R$ 3,1 mil, churrascarias, peixaria e um lançamento de R$ 11,6 mil identificado como “AZUL LINHAS”. Agora a pergunta é: quem pagou, a cooperativa já sabemos — falta saber por quê.

Enquanto os cooperados discutem dívida, juros, resultados e o futuro da Complem, outra conta merece ser colocada sobre a mesa.

A do cartão corporativo do presidente.

Levantamento feito pelo Blog do Cleuber Carlos na planilha de cartões da cooperativa encontrou R$ 65.531,30 em 272 lançamentos atribuídos ao centro de custo “Diretor Presidente”, entre janeiro de 2022 e março de 2026.

E o cardápio é generoso.

Somente a rubrica “alimentação, lanches e refeições” acumula mais de R$ 33 mil.


Em setembro de 2025, o Valori Walmor Grill entra na planilha com R$ 3.180,43.

Tem mais.

São R$ 2.143,69 em “despesas com alimentação”, R$ 1.173,81 relacionado a churrascaria, outros R$ 1.051,82 no Walmor Churrascaria, R$ 994 em peixaria e R$ 903,14 no Retrô Gourmet.

A questão não é se o presidente pode almoçar ou jantar em compromissos da cooperativa.

Pode.

A questão é outra:

quem estava à mesa? Quantas pessoas participaram? Qual negócio da Complem estava sendo tratado? Onde estão as notas fiscais e as justificativas?

E não foi apenas à mesa que o cartão chamou atenção.

Em setembro de 2024 aparece o maior lançamento individual identificado no levantamento: R$ 11.649,80 — “AZUL LINHAS”.

R$ 11,6 mil.

Foi passagem para quem? Qual destino? Quantos passageiros? Qual compromisso institucional justificou a despesa?

Há mais um detalhe.

Entre fevereiro e julho de 2024 aparecem seis cobranças consecutivas relacionadas à Azul, todas próximas de R$ 582.

No mesmo ano, o gasto do centro de custo do presidente disparou para R$ 24,7 mil, contra R$ 10,5 mil em 2023.

Nenhum desses números, isoladamente, prova irregularidade ou uso pessoal.

Mas cartão corporativo não deveria funcionar à base de confiança.

Funciona à base de prestação de contas.

Por isso, a Complem precisa abrir as faturas, apresentar notas, identificar viagens e explicar as despesas de representação.

Porque o cooperado pode até pagar a conta.

O que ele não pode é ficar sem saber quem jantou, quem viajou e por quê.


Cartão corporativo não é cartão pessoal.

É um instrumento destinado ao pagamento de despesas relacionadas às atividades da instituição. No caso de uma cooperativa, cada gasto precisa ter finalidade institucional, documentação e prestação de contas..

O dinheiro passou por restaurantes e estabelecimentos que chamam atenção.

Há lançamento de R$ 448,96 no Coco Bambu, em Goiânia. No Valori Walmor Grill, aparece uma despesa de R$ 3.180,43. A planilha também registra churrascarias, peixaria, Retrô Gourmet e despesas relacionadas à Chácara do Paim.


O ponto não é afirmar que essas despesas sejam irregulares. Um presidente pode ter refeições, viagens e despesas de representação pagas pela cooperativa, desde que exista interesse institucional e prestação de contas.

Mas é exatamente isso que o cooperado tem direito de conhecer.

Quem estava nesses restaurantes? Qual era a agenda? Quem viajou? Para onde? Por quê? Onde estão as notas e justificativas?

Cartão corporativo não significa dinheiro sem dono.

Na cooperativa, o dinheiro tem dono: o cooperado. E quem gasta precisa explicar a conta.