quarta-feira, 2 de setembro de 2026

​DEPOIS DE 23 ANOS, GOIATUBA ESTÁ DE VOLTA À SÉRIE C DO BRASILEIRO


ACESSO HISTÓRICO | Azulão empata em 1 a 1 com o São José no Divinão, garante a classificação e recoloca Goiatuba na terceira divisão nacional pela primeira vez desde 2003.

O Goiatuba está de volta ao cenário nacional em grande estilo.

Depois de 23 anos, o Azulão do Sul garantiu nesta quarta-feira (2) o acesso à Série C do Campeonato Brasileiro. A classificação veio diante de sua torcida, no Estádio Divino Garcia Rosa, após empate por 1 a 1 com o São José-RS.

E não faltou emoção.

Precisando vencer, o São José começou pressionando e abriu o placar aos 22 minutos. Depois de uma bola enfiada e um choque envolvendo o goleiro Omar, a bola sobrou para Grafite mandar para as redes.

O Goiatuba reagiu e passou a buscar o empate. A pressão aumentou principalmente no segundo tempo, quando o time goiano passou a criar as melhores oportunidades.

Aos 37 minutos veio o lance que mudou a história da noite.

Gabriel Silva entrou na área e foi derrubado: pênalti para o Goiatuba. Daniel de Pauli cobrou, mas Fábio Rampi defendeu. No rebote, o goleiro voltou a salvar.

A bola, porém, continuou viva.

Na tentativa de afastar o perigo, Dinei acabou marcando contra: 1 a 1.

Era o gol do acesso.

Depois disso, o Goiatuba administrou a vantagem conquistada no confronto e suportou os minutos finais, incluindo nove de acréscimos, até a explosão da torcida no Divinão.

O apito final encerrou uma espera que atravessou mais de duas décadas.

Desde 2003 o Goiatuba não disputava a Série C.

Agora, o tradicional Azulão do Sul volta à terceira divisão do futebol brasileiro e recoloca seu nome em uma competição nacional de maior expressão.

O acesso também amplia a presença goiana no Brasileiro. Em 2027, Goiás terá Goiatuba e Anápolis na Série C.

Para Goiatuba, entretanto, a noite de 2 de setembro de 2026 ficará marcada por algo ainda maior:

23 anos depois, o Azulão está de volta.


SUBSECRETÁRIO DE SEGURANÇA PÚBLICA DE GOIÁS SOFRE INFARTO E PARADA CARDÍACA NO EMPÓRIO VECCINO E DEPUTADO GUGU NADER CONSEGUE REANIMÁ-LO

DRAMA EM GOIÂNIA | Gustavo Carlos Ferreira caiu repentinamente e ficou sem respirar. Deputado estadual Gugu Nader iniciou imediatamente massagem cardíaca e, após sucessivas compressões, subsecretário voltou a respirar. Jornalista Cleuber Carlos presenciou toda a ocorrência.

Momentos dramáticos foram registrados na manhã desta quarta-feira (2), no Empório Veccino, em Goiânia.

O subsecretário de Estado da Segurança Pública de Goiás, Gustavo Carlos Ferreira, sofreu um grave mal súbito, com informações iniciais de infarto e parada cardíaca, enquanto estava no estabelecimento.

O jornalista Cleuber Carlos, editor do Blog do Cleuber Carlos, estava no local e presenciou toda a ocorrência.

Gustavo caiu repentinamente e deixou de respirar. Diante da gravidade da situação, o deputado estadual Gugu Nader, que também estava no Empório Veccino, iniciou imediatamente as manobras de reanimação.

O parlamentar realizou sucessivas compressões no peito do subsecretário enquanto as pessoas ao redor buscavam socorro.

Foram momentos de enorme tensão.

Após a insistência nas manobras de reanimação, Gustavo voltou a respirar. Durante o atendimento, ele também expeliu sangue.

Também estava presente no estabelecimento o vice-prefeito de Aparecida de Goiânia, João Campos, que acompanhou o dramático episódio.

A rapidez da reação de Gugu Nader chamou a atenção de quem estava no local. Em uma situação na qual cada segundo é decisivo, o deputado não hesitou e iniciou as compressões cardíacas imediatamente após perceber a gravidade do quadro.

Gustavo Carlos Ferreira ocupa atualmente o cargo de subsecretário de Estado da Segurança Pública de Goiás.

O estado de saúde do subsecretário e o diagnóstico médico definitivo ainda aguardam informações oficiais.

A reportagem acompanha o caso.



​ALGORITMO FECHOU A TORNEIRA: CANDIDATOS PERDEM VITRINE ORGÂNICA NO INSTAGRAM

ELEIÇÕES 2026 | Nova regra do TSE impede plataformas de recomendar e priorizar candidaturas por meio de seus sistemas algorítmicos. Na prática, chegar espontaneamente a quem ainda não segue o candidato ficou muito mais difícil — e seguidores conquistados antes da campanha ganharam ainda mais valor.

Uma mudança silenciosa está alterando profundamente a campanha eleitoral nas redes sociais.

O Tribunal Superior Eleitoral modificou as regras para 2026 e determinou que sistemas de recomendação não podem “ranquear, recomendar, sugerir ou priorizar” candidatos, campanhas, partidos, federações ou coligações. A determinação consta da Resolução TSE nº 23.755/2026. 

Na prática, isso atinge justamente uma das maiores máquinas de crescimento das campanhas digitais: o algoritmo.

No Instagram, um candidato poderia publicar um Reel e, dependendo do desempenho, ter aquele conteúdo entregue a milhares — ou milhões — de pessoas que nunca haviam seguido seu perfil.

É essa vitrine algorítmica que a nova regra busca fechar para as candidaturas.

Reportagem sobre a aplicação da norma aponta que as plataformas passaram a impedir a recomendação orgânica de perfis e publicações eleitorais a usuários que ainda não acompanham aquelas contas. O impulsionamento pago, dentro das regras eleitorais, continua sendo uma possibilidade. 

QUEM JÁ TEM SEGUIDORES SAI NA FRENTE?

A consequência política pode ser enorme.

Um candidato que chegou à campanha com centenas de milhares ou milhões de seguidores possui uma audiência própria já construída. Quem entrou na disputa praticamente desconhecido precisa encontrar outros caminhos para conquistar público.

Compartilhamentos, envio de conteúdo entre usuários, cobertura jornalística, busca direta pelo perfil e estratégias de mídia passam a ter peso ainda maior.

E dinheiro também.

Se o algoritmo deixa de funcionar como uma grande porta gratuita de descoberta de candidatos, o impulsionamento eleitoral pago tende a adquirir ainda mais importância para alcançar novos públicos.

Há, portanto, uma pergunta inevitável: uma regra criada para impedir favorecimento algorítmico poderá, como efeito indireto, aumentar a vantagem eleitoral de quem já chegou famoso às eleições?

REGRA JÁ PROVOCA POLÊMICA

A questão deixou de ser apenas teórica.

Casos recentes chegaram ao próprio TSE envolvendo candidatos que não teriam informado tempestivamente todos os seus perfis digitais. O ministro Dias Toffoli apontou possível vantagem decorrente da circulação algorítmica de contas que não estavam corretamente declaradas à Justiça Eleitoral. 

A Meta, responsável por Instagram e Facebook, também participou de reuniões promovidas pelo TSE sobre as regras aplicáveis às plataformas nas eleições de 2026. 

A campanha digital mudou.

Ter seguidores sempre foi importante. Agora, para candidatos, a audiência construída antes da eleição pode valer ainda mais.

E quem esperava usar apenas a força do algoritmo para sair do anonimato durante a campanha acaba de encontrar uma torneira muito mais fechada.


terça-feira, 1 de setembro de 2026

PARCERIA COMPLEM–PIRACANJUBA VAI AO CADE — MAS QUANTO VALE O NEGÓCIO?

NEGÓCIO SOB ANÁLISE | Arrendamento transfere à Piracanjuba a operação industrial dos lácteos e envolve a marca Compleite. Transação depende de aprovação do CADE, mas valor, prazo, remuneração da cooperativa e condições contratuais ainda não foram divulgados.

A parceria entre Complem e Grupo Piracanjuba ganhou um novo elemento que aumenta a necessidade de transparência sobre o negócio.

A própria comunicação da operação informa que a conclusão da transação está condicionada à aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) e que, até a decisão definitiva, as duas instituições permanecerão atuando de forma autônoma e independente. 

Isso significa que não estamos diante apenas de um acordo informal de cooperação.

A operação envolve o arrendamento dos ativos industriais de produção de leite e da marca Compleite. A unidade de lácteos da Complem passará a ser operada exclusivamente pelo Grupo Piracanjuba. 

E é justamente aí que surgem perguntas ainda sem respostas públicas.

Quanto a Piracanjuba pagará à Complem pelo arrendamento? Qual é o prazo do contrato? Existe valor fixo mensal ou remuneração vinculada ao faturamento ou volume processado? Qual valor foi atribuído à marca Compleite? Quais máquinas, instalações e demais ativos estão incluídos? Existe opção ou preferência de compra futura? Quem pagará pelos investimentos prometidos na fábrica?

Até agora, esses números não foram divulgados.

300 MIL LITROS POR DIA

A dimensão econômica da operação é relevante.

A previsão divulgada é de processamento de aproximadamente 300 mil litros de leite por dia na unidade de Morrinhos. Também estão previstos investimentos capazes de potencialmente dobrar essa capacidade. 

A Complem continuará captando o leite, mantendo o relacionamento com os cooperados e realizando o pagamento aos produtores. Já o leite será destinado à Piracanjuba para industrialização.

Cerca de 200 trabalhadores atualmente vinculados à operação de lácteos da Complem deverão ser incorporados pela Piracanjuba

Ou seja: a cooperativa preserva a propriedade dos ativos, segundo sua versão, mas transfere a um grupo privado a execução de uma parte estratégica do negócio.

O QUE ESTÁ NO CADE?

O CADE possui mecanismos públicos específicos para consulta de Atos de Concentração e pesquisa processual. 

A reportagem realizou buscas nesta terça-feira (1º) pelos nomes Complem, Piracanjuba e termos relacionados à operação. Até o fechamento desta matéria, não foi localizado publicamente o número do processo referente à transação.

Isso não significa que a operação não tenha sido notificada. O processo pode estar em fase de protocolo ou autuação, ainda não ter sido disponibilizado na consulta pública ou possuir documentos submetidos com acesso restrito.

Mas a informação de que a conclusão depende do CADE abre uma nova frente de apuração.

Quando disponível, o processo poderá ajudar a esclarecer como a transação foi juridicamente estruturada, quais empresas efetivamente participam dela, quais mercados são afetados e qual é a dimensão econômica apresentada pelas partes ao órgão antitruste.

Pesquisa avançada de Atos de Concentração do CADE⁠

A PERGUNTA AGORA É QUANTO VALE

A Complem sustenta que não está vendendo patrimônio. Afirma que a operação é uma parceria estratégica destinada a proporcionar escala, eficiência e competitividade. 

Mas dizer que não houve venda não responde quanto vale o arrendamento.

Também não responde quanto a cooperativa receberá para permitir que uma das maiores empresas de lácteos do país opere sua estrutura industrial e explore comercialmente a Compleite.

É exatamente essa informação que interessa aos cooperados.

Se os ativos continuam pertencendo à Complem, quanto eles estão rendendo à Complem?

A reportagem buscará junto à cooperativa e ao Grupo Piracanjuba o número do processo no CADE, o valor econômico da operação, prazo do arrendamento, critérios de remuneração, relação dos ativos envolvidos e as condições para utilização da marca Compleite.

Porque a pergunta deixou de ser apenas por que a Complem entregou sua operação industrial.

Agora existe outra:

quanto a Complem receberá por isso?


​COMEÇAM AS DEMISSÕES NA COMPLEM EM MEIO À REESTRUTURAÇÃO DOS LÁCTEOS

REESTRUTURAÇÃO | Funcionários, cooperados e internautas começam a relatar desligamentos após mudança na operação de lácteos. Fonte aponta quatro dispensas no CD de Aparecida de Goiânia e afirma que informações semelhantes começam a surgir de outras unidades.

As primeiras informações sobre demissões na Complem começam a chegar à reportagem justamente no momento em que a cooperativa passa por uma profunda reestruturação de sua operação de lácteos.

Segundo relato encaminhado por fonte, quatro trabalhadores do Centro de Distribuição de produtos lácteos de Aparecida de Goiânia teriam sido dispensados. Entre eles estaria um aposentado que continuava trabalhando na cooperativa.

A informação ainda precisa ser confirmada oficialmente pela Complem.

O relato, entretanto, pode não ser isolado. A fonte afirma que começam a chegar informações envolvendo unidades de outras cidades.

A movimentação ocorre após o anúncio de que o Grupo Piracanjuba assumirá atividades industriais do laticínio, além da industrialização e comercialização dos produtos da marca Compleite.

A Complem afirma que a operação é uma parceria estratégica e que não representa venda da indústria ou de seus ativos. Mas as possíveis demissões acrescentam uma nova pergunta à reestruturação:

qual será o impacto sobre os trabalhadores?

A reportagem vai questionar a cooperativa sobre quantas pessoas já foram desligadas, quais unidades foram atingidas e se existe previsão de novas demissões.

Também será solicitado esclarecimento sobre eventual fechamento ou redução de Centros de Distribuição e sobre a relação dos desligamentos com a nova estrutura dos lácteos.

As informações chegam em um momento no qual a situação financeira da Complem também está sob escrutínio, depois da divulgação de seu elevado endividamento bancário.

Agora, além de saber como ficará a operação, cooperados e trabalhadores querem outra resposta:

quantos empregos serão cortados nessa reestruturação?

O espaço permanece aberto para manifestação integral da Complem.


QUANTO CUSTA A DIREÇÃO DA COMPLEM? COOPERATIVA É QUESTIONADA SOBRE SALÁRIOS, HONORÁRIOS E BENEFÍCIOS

TRANSPARÊNCIA | Reportagem encaminha questionário à Complem para saber quanto recebem presidente, dirigentes e conselheiros. Informação recebida por fonte aponta valores elevados, mas números ainda não foram comprovados documentalmente.

Quanto custa, de fato, manter a direção da Complem?

Essa é a nova pergunta que a reportagem encaminhou oficialmente à Cooperativa Mista dos Produtores de Leite de Morrinhos.

A apuração surgiu após informações repassadas por fonte sobre valores supostamente pagos ao presidente, conselheiros e integrantes da estrutura administrativa da cooperativa.

Segundo o relato recebido, o presidente poderia receber valor próximo de R$ 70 mil mensais, enquanto determinados conselheiros teriam remuneração na faixa de R$ 30 mil.

Os números, porém, ainda não foram comprovados por documentos. Por esse motivo, a reportagem decidiu questionar formalmente a Complem antes de tratá-los como fato.

O balanço de 2025 identifica Sérgio de Oliveira Penido como presidente da cooperativa, além de vice-presidentes, conselheiros vogais e integrantes do Conselho Fiscal. 

balanco-2025_e05.pdf

A própria documentação institucional da Complem aponta a transparência entre os valores defendidos pela cooperativa. 

balanco-2025_e05.pdf

Agora, a reportagem quer saber se essa transparência também alcança a remuneração de quem ocupa os principais cargos da instituição.

Entre as perguntas enviadas estão: qual é o valor bruto mensal pago ao presidente; quanto ele recebeu durante todo o ano de 2025; quanto recebem vice-presidentes, diretores, conselheiros vogais e fiscais; quais benefícios são concedidos; e qual foi o custo total da estrutura de direção no último exercício.

A Complem também foi questionada sobre eventuais veículos, combustível, diárias, passagens, planos de saúde, gratificações, bônus e outras vantagens concedidas aos integrantes da administração.

Outro ponto central é saber qual assembleia aprovou esses valores e se a cooperativa apresentará a ata ou o documento que fixou os honorários.

A reportagem ainda perguntou quantos funcionários ou executivos recebem mais de R$ 15 mil e R$ 20 mil mensais e se existem pessoas remuneradas que não atuam diariamente nas operações da cooperativa.

A resposta se torna ainda mais relevante diante do atual cenário financeiro da Complem, que encerrou 2025 com forte endividamento bancário e passa por uma reestruturação de sua operação de lácteos.

A questão agora é objetiva:

quanto custa a direção da Complem — e os cooperados sabem exatamente quanto estão pagando?

O espaço permanece aberto para manifestação integral da cooperativa.


QUESTIONÁRIO À COMPLEM — QUANTO CUSTA A DIREÇÃO DA COOPERATIVA?

Em razão de informações recebidas pela reportagem sobre os valores pagos à administração da Complem, solicitamos esclarecimentos sobre a remuneração dos dirigentes, conselheiros e integrantes da estrutura administrativa da cooperativa.

  1. Qual é atualmente o valor bruto mensal pago ao presidente da Complem, incluindo honorários, pró-labore, gratificações, bônus, verbas de representação e quaisquer outras parcelas?
  2. Qual foi o valor total recebido pelo presidente da cooperativa durante todo o exercício de 2025?
  3. Qual é a remuneração mensal dos vice-presidentes, diretores ou demais integrantes da administração executiva da Complem?
  4. Quanto recebe, mensalmente ou por reunião, cada integrante do Conselho de Administração?
  5. Quanto recebe cada conselheiro vogal?
  6. Quanto recebe cada integrante do Conselho Fiscal e qual é o critério utilizado para esse pagamento: valor mensal, honorário por reunião, cédula de presença ou outro modelo?
  7. Os valores pagos aos dirigentes e conselheiros foram aprovados em Assembleia Geral? Em caso positivo, em qual assembleia e em qual data?
  8. A Complem pode encaminhar cópia da ata ou do trecho da ata da Assembleia Geral que aprovou os atuais valores de remuneração do presidente, dirigentes e conselheiros?
  9. Houve reajuste nos honorários ou remunerações da direção entre 2024, 2025 e 2026? Caso tenha ocorrido, qual foi o percentual e qual a justificativa?
  10. Além da remuneração direta, dirigentes ou conselheiros recebem benefícios como veículo, combustível, motorista, diárias, passagens, hospedagem, telefone, plano de saúde, seguro, alimentação ou outras vantagens? Quais?
  11. Qual foi o custo total da Complem, em 2025, com remuneração, encargos, benefícios e demais despesas relacionadas ao presidente, diretoria, Conselho de Administração e Conselho Fiscal?
  12. Quantos funcionários ou executivos da cooperativa recebem atualmente remuneração mensal superior a R$ 15 mil? E quantos recebem acima de R$ 20 mil?
  13. Existe atualmente algum empregado, assessor, diretor ou ocupante de função remunerada que não exerça atividade diária ou permanente nas dependências ou operações da cooperativa? Em caso positivo, qual é a função e a forma de trabalho dessas pessoas?
  14. A reportagem recebeu informação de que o presidente da Complem teria remuneração próxima de R$ 70 mil mensais, enquanto conselheiros poderiam receber valores próximos de R$ 30 mil. Esses valores correspondem à realidade? Se não, quais são os valores corretos?
  15. A reportagem também recebeu relatos sobre pagamentos ou vantagens que teriam relação com a movimentação ou comercialização de leite. Existe ou existiu algum tipo de comissão, bonificação, gratificação, participação ou remuneração variável vinculada ao volume de leite captado, industrializado ou comercializado? Em caso positivo, quem recebe e qual é o critério?
  16. Considerando o atual cenário financeiro da cooperativa, a direção promoveu ou pretende promover redução de honorários, salários, benefícios ou despesas administrativas?
  17. A Complem considera adequada a divulgação pública aos cooperados dos valores individualizados recebidos por seus principais dirigentes e conselheiros?
  18. A cooperativa pretende disponibilizar à reportagem e aos cooperados a relação completa dos valores pagos em 2025 aos órgãos de administração e
  19. “Solicitamos, sempre que possível, que as respostas sejam acompanhadas dos respectivos documentos comprobatórios, especialmente atas de assembleias, demonstrativos de pagamento e deliberações que fixaram os honorários.”