domingo, 30 de agosto de 2026

​DANIEL E MARCONI ROUBAM A CENA EM DEBATE; WILDER APOSTA EM PROPOSTAS E PETISTA SE AGARRA A LULA

ELEIÇÕES 2026 | Primeiro encontro com os quatro principais candidatos ao Governo de Goiás frente a frente teve embate sobre Serra Dourada, acusações de corrupção e estratégias bem diferentes para conquistar o eleitor

O debate promovido pela PUC TV Goiás, Rádio Difusora e Diário de Goiás, neste domingo (30), colocou pela primeira vez na campanha os quatro principais candidatos ao Governo de Goiás no mesmo palco — e deixou mais claras as estratégias de cada um na disputa pelo Palácio das Esmeraldas.

Daniel Vilela (MDB) e Marconi Perillo (PSDB) protagonizaram os momentos de maior tensão e também concentraram a maior parte da repercussão imediata na imprensa.

Marconi entrou disposto a confrontar o atual governo, resgatar realizações de seus quatro mandatos e colocar Daniel na defensiva. O tucano atacou a situação fiscal do Estado e transformou a concessão do Serra Dourada em uma das principais batalhas da noite.

Chamou a operação de privatização e prometeu revertê-la.

Daniel reagiu.

O governador afirmou que Marconi confundia privatização com concessão, explicou que o contrato tem duração de 30 anos e prevê cerca de R$ 500 milhões em investimentos privados no complexo.

Foi então que o debate esquentou.

Marconi acusou o atual governo de crimes contra a administração pública. Daniel respondeu afirmando que, em 18 anos de vida pública, nunca respondeu a processo por corrupção e disse que o adversário o estava medindo pela própria régua.

No encerramento, Marconi ainda desafiou Daniel a quebrar o sigilo bancário dos dois.

O confronto acabou se tornando o principal assunto da cobertura jornalística imediatamente após o debate.

Daniel adotou uma estratégia clara: defender os resultados dos governos Ronaldo Caiado e apresentar sua candidatura como continuidade do atual ciclo político. Diferentemente do debate anterior da Band, do qual não participou, desta vez enfrentou diretamente o principal adversário.

Marconi fez praticamente o movimento inverso: apresentou seu legado administrativo e tentou transformar o debate numa comparação entre seus governos e a atual gestão.

Wilder Morais (PL) seguiu outro caminho.

Com postura mais moderada, apareceu mais associado à apresentação de propostas. Uma delas foi a defesa de acompanhamento das forças de segurança às mulheres vítimas de violência após o primeiro atendimento policial.

Já Luis Cesar Bueno (PT) deixou evidente sua estratégia de nacionalizar a eleição. Citou repetidamente o presidente Lula e procurou vincular sua candidatura ao governo federal.

O debate não produziu um nocaute.

Mas deixou uma constatação política: Daniel e Marconi conseguiram ocupar o centro do ringue


MANDADO DE PRISÃO INSERIDO NO BNMP CONTRA CLEITIN MIL GRAUS É FALSO

MANDADO FALSO NO BNMP: JUSTIÇA APURA POSSÍVEL INVASÃO E INSERÇÃO DE DADOS FRAUDULENTOS

GRAVÍSSIMO | Ordem de prisão contra Cleitin Mil Graus teria sido criada em nome de um juiz que afirma nunca ter decretado a prisão. Processo usado para sustentar o mandado sequer existiria nos registros do Tribunal de Justiça de Alagoas.

Um episódio de extrema gravidade atingiu o sistema utilizado pelo Judiciário brasileiro para registrar ordens de prisão. Uma decisão da Justiça de Alagoas, datada deste domingo (30), aponta para a possível inserção fraudulenta de um mandado de prisão no Banco Nacional de Medidas Penais e Prisões (BNMP 3.0).

O alvo da ordem era Monicleiton Jesus Pereira Alkimim, conhecido como Cleitin Mil Graus.

Ao analisar o caso, a Justiça constatou algo alarmante: o número do processo que supostamente sustentava a prisão não existe no sistema processual do Tribunal de Justiça de Alagoas.

Mais grave ainda: segundo a decisão, o nome e o login do juiz Diogo Cadore Pedroso teriam sido utilizados indevidamente para gerar o mandado. O próprio magistrado comunicou que jamais determinou, assinou ou expediu aquela prisão.

Ou seja: uma ordem capaz de colocar uma pessoa atrás das grades apareceu no banco nacional sem que existisse a decisão judicial que deveria sustentá-la.

A juíza plantonista Fernanda de Goes Brito Diamantaras classificou a situação como risco de prisão indevida, determinou imediatamente a expedição de contramandado, a baixa no BNMP e a comunicação às autoridades policiais.

E determinou algo ainda mais sério: investigação administrativa para apurar eventual invasão do sistema e inserção de dados falsos, com comunicação à Presidência e à Corregedoria do TJAL e ao Conselho Nacional de Justiça.

Agora surge a pergunta inevitável:

QUEM INSERIU UM MANDADO DE PRISÃO FALSO NO SISTEMA NACIONAL DA JUSTIÇA — E COM QUAL OBJETIVO?

A resposta poderá revelar se houve invasão externa, comprometimento de credenciais ou participação de alguém com acesso ao sistema. Até que a investigação identifique a autoria, qualquer atribuição de responsabilidade seria prematura.

O caso ultrapassa Cleitin Mil Graus. Se alguém conseguiu fabricar uma ordem de prisão dentro do BNMP, está em discussão a própria segurança de um sistema nacional destinado a decidir quem pode ou não ser privado da liberdade.


A BOLA NÃO CAIU — O TEMPO ACABOU: MENINO FAZ 3.085 EMBAIXADINHAS POR UMA CAUSA SOCIAL

EMOCIONANTE | Garoto da base do Ajax entrou no gramado para transformar habilidade em solidariedade. Cada toque na bola valia € 1. Ele chegou a 3.085 e só parou porque a partida precisava começar.

A missão parecia simples: manter a bola no ar pelo maior tempo possível.

Mas ninguém imaginava o que aconteceria.

Antes da partida entre Ajax e Sion, pela Conference League, na Johan Cruijff ArenA, em Amsterdã, o jovem Syb Zeldenthuis, jogador do Sub-11 do Ajax, entrou em campo para participar de uma ação beneficente.

A regra transformava talento em solidariedade: cada embaixadinha representava € 1 destinado à Ajax Foundation, entidade que desenvolve projetos sociais ligados ao clube.

Syb começou.

  1. 100.
  2. 101.

1.000.

2.000.

E a bola não caía.

O menino continuou enquanto o estádio acompanhava a sequência. Quando ultrapassou as 3 mil embaixadinhas consecutivas, já havia transformado o desafio numa cena impressionante.

Até chegar a 3.085.

E então aconteceu o mais curioso: Syb não errou.

Precisaram interrompê-lo.

Os jogadores de Ajax e Sion estavam prestes a entrar em campo e a partida precisava começar. O garoto ainda mantinha o controle da bola quando recebeu a orientação para encerrar o desafio.

Resultado: € 3.085 arrecadados para a causa social e uma enorme ovação das arquibancadas.

Depois, as imagens atravessaram as fronteiras da Holanda e viralizaram nas redes sociais.

Talvez justamente porque o final seja diferente de qualquer desafio de embaixadinhas.

A bola não caiu.

Foi o tempo que acabou.


​GUGU DO PANELÃO ASSUME MISSÃO DE COLOCAR MARCONI E IURE CASTRO NAS RUAS DE GOIÂNIA

ELEIÇÕES 2026 | Deputado prepara comitê exclusivo para a campanha casada com Marconi Perillo e Iure Castro e planeja colocar mil wind banners na capital. Estratégia beneficia os três, mas transforma Gugu Nader em operador da chapa majoritária em Goiânia.

A campanha de Marconi Perillo ao Governo e Iure Castro ao Senado ainda não ganhou a dimensão esperada nas ruas de Goiânia. Há pouca presença visual da chapa na capital.

Gugu Nader decidiu ocupar esse espaço.

Candidato à reeleição para deputado estadual, Gugu prepara a abertura de um comitê em Goiânia voltado exclusivamente à campanha conjunta dos três. A meta é ousada: colocar mil wind banners pelas ruas da capital.

Mas a operação vai além de publicidade eleitoral.

Marconi ganha capilaridade. Sem precisar depender exclusivamente da estrutura de sua campanha, passa a contar com um deputado colocando equipe, comitê e presença de rua a serviço de sua candidatura na cidade que concentra o maior eleitorado de Goiás.

Iure talvez tenha ainda mais a ganhar.

Estreante nas urnas, o candidato do Cidadania precisa vencer uma barreira elementar: ser conhecido. Aparecer repetidamente ao lado de Marconi e Gugu ajuda a apresentar seu rosto e seu nome ao eleitor.

E Gugu?

Pode ser justamente quem faz o movimento politicamente mais estratégico.

Ao assumir parte da missão de colocar a majoritária nas ruas, deixa de ser apenas mais um candidato a deputado pedindo voto junto com Marconi. Passa a se posicionar como operador da campanha de Marconi e Iure em Goiânia.

Existe também o ganho eleitoral direto.

Cada peça espalhada pela cidade pode transmitir ao eleitor uma combinação simples:

Marconi para governador. Iure para senador. Gugu para deputado estadual.

Gugu construiu sua força política em Itumbiara, mas vem tentando ampliar território eleitoral em Goiânia. Agora, pretende usar justamente a campanha majoritária como uma das alavancas dessa expansão.

É uma operação de interesse mútuo.

Marconi ganha rua. Iure ganha exposição. E Gugu ganha protagonismo.

Se a estratégia funcionar, os mil wind banners poderão fazer mais do que espalhar três rostos pela capital.

Podem transformar Gugu Nader em um dos principais cabos eleitorais de Marconi e Iure dentro de Goiânia.


​“O LIVRO É MAIS LEVE QUE A ENXADA”: QUEM É O MENINO QUE CAPINAVA LOTES E AGORA QUER SER SENADOR

ELEIÇÕES 2026 | Antes dos tribunais, do Direito e dos corredores da Assembleia Legislativa, havia um menino de oito anos com uma enxada nas mãos. Iure Castro disputa sua primeira eleição e tenta transformar uma história improvável em uma cadeira no Senado.

Antes do terno, veio a enxada.

Antes dos gabinetes, os lotes que precisava ajudar o avô a capinar.

E muito antes de imaginar que um dia disputaria uma das duas vagas de Goiás no Senado Federal, Iure Castro era um menino de oito anos que já conhecia o peso do trabalho.

Foi ao lado do avô Olavo que começou. Enquanto os dois capinavam lotes, o avô repetia uma frase simples, dessas que atravessam décadas:

“O livro é mais leve que a enxada.” 

Iure parece ter levado o conselho a sério.

Nascido em Goiânia, filho de mãe solo pernambucana e neto de trabalhadores rurais, ele cresceu estudando em escola pública e dependendo do SUS. Ainda menino, vendeu picolés no Setor Garavelo. Mais tarde, vendeu espetinhos em Campinas. Também trabalhou como estoquista, vendedor, recepcionista e menor aprendiz. 

A mudança não aconteceu de uma vez.

Veio pelos estudos.

Iure tornou-se o primeiro da família a concluir a educação básica e chegar à faculdade. Formou-se em Direito, tornou-se advogado, professor, mestre em Direito Constitucional e servidor público concursado. Chegou ao comando da Procuradoria-Geral da Assembleia Legislativa de Goiás. 

Agora, aos 42 anos, dá o salto mais ousado de sua trajetória.

Sem nunca ter disputado uma eleição, Iure de Castro Silva colocou seu nome diretamente na corrida pelo Senado Federal, pelo Cidadania. Seu registro está deferido e ele concorre com o número 234. 

É uma estreia incomum.

Iure não carrega sobrenome de família tradicional da política goiana e não possui mandato para apresentar ao eleitor. Em entrevista recente, resumiu a própria candidatura dizendo que o “filho do pobre” não precisa estabelecer limites para seus sonhos. 

Sua candidatura será julgada nas urnas.

Mas existe uma imagem que talvez explique melhor sua trajetória do que qualquer discurso eleitoral.

De um lado, o menino segurando uma enxada. Do outro, o homem que estudou Direito e agora pede ao eleitor uma cadeira no Senado.

No meio dos dois permanece o conselho do avô Olavo.

O livro realmente era mais leve.

Só que ninguém disse que o caminho seria fácil.


CLIENTE SAI, VOLTA ARMADO E MATA EMPRESÁRIA APÓS DISCUSSÃO POR SANDUÍCHE

CRIME EM ANÁPOLIS | Dayane Alves dos Santos, de 32 anos, passou seis dias lutando pela vida após ser baleada dentro da própria lanchonete. Segundo a polícia, o suspeito deixou o estabelecimento durante a discussão, voltou armado e atirou contra a comerciante.

Uma discussão aparentemente banal terminou em morte e provocou comoção em Anápolis.

A empresária Dayane Alves dos Santos, de 32 anos, morreu na sexta-feira (28), seis dias depois de ser baleada na lanchonete da qual era proprietária, na Vila Santa Maria de Nazareth.

Segundo informações atribuídas ao delegado Wilisses Delta, o desentendimento começou após um cliente pedir um sanduíche sem salada. Depois de receber o pedido, ele teria reclamado que o lanche estava apenas com pão e carne.

A discussão aumentou. O que aconteceu depois transformou uma reclamação por comida em caso de polícia.

De acordo com a investigação divulgada até agora, o homem teria saído da lanchonete e retornado armado. Dayane foi atingida por disparos, inclusive na região abdominal.

O suspeito fugiu em um Renault Logan branco, mas acabou localizado pela Polícia Militar na BR-153, nas proximidades de Jaranápolis, distrito de Pirenópolis. Com ele, conforme as informações policiais, foram apreendidos uma pistola calibre 9 mm, dois carregadores e oito munições.

Dayane foi socorrida e levada para o Hospital Estadual de Anápolis Dr. Henrique Santillo (Heana). Passou por duas cirurgias e permaneceu internada na UTI. Durante seis dias, familiares e amigos acompanharam a luta da empresária pela vida.

Ela não resistiu.

Antes da morte, o caso era investigado como tentativa de homicídio qualificado. Com o óbito, a Polícia Civil deverá adequar formalmente o enquadramento da investigação.

A lanchonete anunciou o fechamento temporário em respeito à memória da proprietária.

Uma discussão por um sanduíche terminou com uma mulher morta, uma família de luto e um homem preso.


sábado, 29 de agosto de 2026

Daniel Vilela estará no debate deste domingo?

ELEIÇÕES 2026 | Informação publicada pelo Goiás 24 Horas afirma que pessoas próximas à campanha teriam discutido alternativas para justificar uma eventual ausência do governador em novo confronto entre candidatos. Relato não foi confirmado oficialmente.

A possível participação de Daniel Vilela em mais um debate eleitoral virou assunto nos bastidores da campanha ao Governo de Goiás.

Segundo publicação do Goiás 24 Horas, uma fonte teria relatado que conselheiros ligados a Daniel chegaram a cogitar até a utilização de um “atestado médico” como justificativa para que o governador não participasse do confronto previsto para este domingo.

A informação, até o momento, não foi confirmada pela campanha de Daniel Vilela e deve ser tratada como relato de bastidor atribuído à fonte ouvida pelo veículo.

Mesmo assim, a notícia ganhou repercussão porque Daniel já enfrentou críticas pela ausência no debate realizado pela Band no início da campanha eleitoral.

Naquela ocasião, seus adversários ocuparam o espaço deixado pelo candidato e exploraram politicamente a cadeira vazia.

Agora, uma eventual nova ausência tende a ampliar exatamente essa narrativa.

Nas redes sociais, adversários e internautas já começaram a questionar se Daniel comparecerá ao próximo confronto.

O episódio coloca a campanha diante de uma decisão delicada.

Participar significa enfrentar diretamente adversários que certamente utilizarão o debate para cobrar sua ausência anterior e confrontar a atual gestão.

Não participar pode transformar novamente uma cadeira vazia em símbolo político da campanha.

Por enquanto, entretanto, existe uma diferença fundamental entre bastidor e fato: não há confirmação de que Daniel tenha decidido faltar, tampouco de que qualquer justificativa médica será apresentada.

A pergunta que permanece é simples:



CASOU SABENDO QUE ELA PODERIA TER APENAS 3 MESES DE VIDA — E NÃO DESISTIU DELA

AMOR E SUPERAÇÃO | Carlos Adriano ouviu que Mayza Gabrielle poderia ter pouco tempo de vida. Mesmo diante do medo, decidiu se casar com ela. Vieram cirurgias, limitações e uma longa batalha pela recuperação. Anos depois, os dois continuam juntos — e a história que nasceu da dor passou a emocionar milhões de pessoas.

Há histórias de amor que começam com planos para o futuro. A de Carlos Adriano e Mayza Gabrielle começou também com a possibilidade de que esse futuro quase não existisse.

Mayza enfrentava uma grave condição de saúde. Ela havia sido diagnosticada com uma malformação arteriovenosa ainda em 2013 e, anos depois, precisou passar por cirurgia em São Luís, no Maranhão. 

Carlos sabia da gravidade da situação. E é justamente aí que a história dos dois ganha uma dimensão difícil de explicar apenas com palavras.

Ele ficou.

Casou-se com Mayza mesmo convivendo com a possibilidade de perdê-la. No relato que hoje circula pelas redes sociais, Carlos resume aquele momento numa frase devastadora: casou sabendo que ela poderia ter apenas três meses de vida.

Depois do casamento, a batalha continuou.

Vieram hospital, cirurgia e uma recuperação duríssima. Em 2023, após um procedimento, Mayza deixou de andar e passou a necessitar de fisioterapia, terapia ocupacional, acompanhamento psicológico e outros tratamentos. Na época, Carlos chegou a organizar uma campanha para custear a reabilitação da esposa. 

Mas ele continuou ao lado dela.

O tempo passou. E aquela história que poderia ter terminado precocemente ganhou novos capítulos: sobrevivência, família, dificuldades financeiras, recomeços e a luta diária de um marido que transformou a promessa de permanecer ao lado da mulher em atitude.

Quando Carlos resolveu contar essa trajetória na internet, o Brasil parou para ouvi-lo.

Um dos vídeos alcançou milhões de visualizações. Em menos de 24 horas, centenas de milhares de pessoas começaram a segui-lo. Em junho, Carlos tornou-se o primeiro influenciador de Codó a alcançar 1 milhão de seguidores no Instagram

Mas talvez o número mais importante dessa história não seja 1 milhão.

Nem sejam os três meses que um dia pareceram determinar o futuro.

É dois.

Carlos e Mayza.

Depois de tudo, ainda juntos.