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sábado, 25 de outubro de 2014

Em Goiás Aécio Vence Dilma. Aécio 55,22% , Dilma 44,78%

Em Goiás Aécio Neves vence Dilmas Rousseff é o que aponta a pesquisa Serpes/OPopular divulgada na tarde desta sexta-feira. 

A pesquisa foi realizada na quarta, quinta e sexta-feira e não apurou a possível repercussão do debate entre Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) nesta sexta-feira (24), na TV GLOGO. A pesquisa tem intervalo de confiança de 95% e margem de erro de 3,46 pontos para mais ou para menos.

A última pesquisa Serpes/O POPULAR foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo nº BR 012001/2014 e no TRE GO-00200/2014.

Pesquisa Serpes/OPopular - Marconi Será Reeleito Governador de Goiás Com 58,47% dos Votos Válidos


Na Campanha Em Que as Redes Sociais Tiveram Destaque, Marconi Aproximou-se Ainda Mais dos Eleitores



O governador Marconi Perillo (PSDB) sempre esteve presente nas redes sociais e manteve um amplo diálogo com eleitores na internet durante toda a campanha eleitoral. As inovações tecnológicas aproximam a população do governo e, neste caso, do candidato, costuma repetir o tucano.


Em um dos seus posts no Facebook, neste final de semana, o candidato à reeleição pela coligação Garantia de um Futuro Melhor para Goiás conclamou a todos os goianos para que a eleição deste domingo, 26 de outubro, não se resuma apenas ao ato de ir às urnas votar, mas principalmente na confiança do eleitor para que o Estado continue avançando nos próximos quatro anos.

“Estamos em cima da hora para a grande decisão do domingo. Aos amigos e amigas, peço não só o voto, mas o empenho e o trabalho para que tenhamos uma vitória que não seja só nossa, mas de todo o povo de Goiás”, diz trecho do post que acompanha um vídeo, de 15 segundos, onde eleitores fazem contagem regressiva para o dia de votação.

“Vamos dizer não ao retrocesso e sim à modernidade e ao futuro. Vamos levar este Estado ao seu destino grandioso e de prosperidade para os goianos, tanto os nascidos aqui quanto os que vieram de fora para fazer dessa terra o seu lugar para viver. Vamos levar este Estado ao seu destino grandioso e de prosperidade para os goianos, tanto os nascidos aqui quanto os que vieram de fora para fazer dessa terra o seu lugar para viver.”

Ao final, Marconi Perillo agradeceu o apoio recebido. “Obrigado pela força. Obrigado pela energia. Obrigado pelo apoio. Obrigado por tudo. Obrigado ao Pai Celestial. No domingo, quem vencerá serão vocês, goianos. Que este seja um fim de semana memorável. Às urnas, com Deus e muita paz no coração!”

Interação com os eleitores
Durante vários eventos e compromissos de campanha, Marconi usou seus perfis nas redes sociais para divulgar, por exemplo, manifestações de apoio recebidas de eleitores em todos os cantos do Estado. Foram muitos vídeos, fotos e os famosos selfies postados.

Na última terça-feira (21/10), durante o trajeto do Aeroporto Santa Genoveva até à Praça Cívica, o governador gravou um vídeo selfie com o presidenciável Aécio Neves (PSDB). Até às 17 horas de hoje, o vídeo já havia alcançado 611.072 internautas. Foi compartilhado mais de 3.600 vezes e curtido por 4.877 pessoas.

Nas imagens, Marconi dá as boas vindas ao candidato que, se eleito amanhã, será o novo presidente do Brasil. “Estou aqui com meu amigo, de volta à Goiânia, cidade ‘pé-quente’. Tenho certeza de que ele terá uma grande vitória em Goiás e ele será um grande presidente para o Brasil”, disse Marconi.

Ainda no vídeo, o presidenciável agradeceu ao governador pela recepção e pelo empenho e apoio dele. “Aqui começou a grande virada e vamos ganhar juntos, porque é bom pra Goiás e é bom para o Brasil”, afirmou Aécio, ressaltando, em seguida, que esta é “a hora de botar decência no governo federal” e ajudar Marconi a fazer uma gestão ainda melhor.


Comprovado: Veja Como Ibope e Datafolha Fraudaram as Pesquisas

O Diário do Poder teve acesso a uma auditoria realizada nas pesquisas de 15 de outubro dos institutos Datafolha e Ibope. O técnico responsável identificou que o Ibope entrevistou 46% de pessoas que votaram na candidata do PT à reeleição, Dilma Rousseff,  no 1º turno, e o Datafolha entrevistou 44%. Entretanto, Dilma teve 37,5% dos votos na primeira fase da eleição presidencial. Essa distorção na amostra pode ter retirado entre 3 e 5 pontos percentuais do candidato do PSDB Aécio Neves nas pesquisas do dia 15. Segundo o relatório, no Datafolha ele teria 54% e no Ibope, 56%, se fossem mantidas as proporções corretas dos resultados no 1º turno.
O Ibope, por exemplo, entrevistou 1.210 pessoas que votaram Dilma no 1º turno (46% do total), mas a atual presidente obteve 37,5% dos votos no 1º turno. Essa enorme diferença altera os resultados finais da pesquisa.
A matemática Datafolha
Foram entrevistados 3.596 pessoas que votaram Dilma no 1º turno (43,78% da amostra), 2.561 que votaram Aécio (31,18%), 1.515 que votaram Marina (18,45%) e 541 que votaram em outros/nulo/branco (6,59%), um total de 8.213 respostas. No entanto, o resultado do 1º turno foi: Dilma 37,58%, Aécio 30,31%, Marina 19,26% e outros/branco/nulo 12,84%. Para seguir a proporção, os entrevistados deveriam ser 3.087 que votaram Dilma, 2.489 que votaram Aécio, 1.582 que votaram Marina e 1.055 que votaram em outros/branco/nulo.
Segundo a pesquisa Datafolha do dia 15, daqueles que votaram Dilma no 1º turno, 88% votariam de novo e 6% votariam Aécio, ou seja, na pesquisa, foram 3.164 votos para Dilma (88% de 3596) e 216 para Aécio (6% de 3596), quando o correto, com as devidas proporções, seria 2.717 para a Dilma (88% de 3.087) e 185 (6% de 3.087) para o candidato do PSDB.
Dos que votaram Aécio no 1º turno, 94% votariam novamente e 3% votariam Dilma. Ou seja, foram 77 votos para Dilma (3% de 2.561) e 2.407 para Aécio (94% de 2.561). Na matemática “correta” seriam 75 para a Dilma (3% de 2.489) e 2.340 para o Aécio (94% de 2.489).
Dos que votaram Marina no 1º turno, 66% votariam Aécio no 2º turno e 19% na candidata do PT Dilma Rousseff. Ou seja, na pesquisa, foram 288 votos para a Dilma (19% de 1.515) e 1.000 (66% de 1.515) para Aécio. Mantidas as proporções do resultado na primeira fase, seriam 301 para a Dilma (19% de 1.582) e 1.044 para o Aécio (66% de 1.582).
Finalmente, entre os que optaram por outros/branco/nulo, 22% votariam Aécio e 12% votariam Dilma. A pesquisa aponta 65 votos para Dilma (12% de 541) e 119 para o Aécio (22% de 541). Na conta proporcional, seriam 127 votos para Dilma (12% de 1055) e 232 para Aécio (22% de 1.055).

Total alterado
Somando-se os votos na pesquisa , o Datafolha concedeu 3594 “votos” para Dilma (3.164 + 77 + 288 + 65) e 3.742 para Aécio (216 + 2.407 + 1.000 + 119), exatamente 51% para Aécio e 49% para Dilma, como divulgado pelo instituto, no dia 15 passado. Mas se fossem utilizadas as proporções certas na amostra em relação ao primeiro turno, os votos seriam 3.220 para a Dilma (2.717 + 75 + 301 + 127) e 3.801 para o Aécio (185 + 2.340 + 1.044 + 232), um total de 54% dos votos válidos para o Aécio e 46% para a Dilma, como outras pesquisas detectaram à época do levantamento.

Veja o Último Programa Eleitoral de Aécio Neves Antes da Eleição (24/10/2014)

Debaixo de Chuva, Marconi Lidera Caminhada Com Dez Mil Pessoas em Goiânia


Emocionado com demonstrações de carinho da população, 
governador aproveitou para agradeceu apoio


Nem a chuva que caiu sobre Goiânia na manhã deste sábado (25/10) impediu que mais de dez mil pessoas saíssem às ruas para participarem de caminhada liderada pelo governador Marconi Perillo (PSDB). No seu primeiro compromisso deste último dia de campanha no segundo turno, o candidato à reeleição pela coligação Garantia de um Futuro Melhor para Goiás agradeceu a população pelo carinho recebido ao longo desta eleição.

Visivelmente emocionado, Marconi explicou que o apoio dos goianos é o que mais o motiva para seguir na luta por um Estado cada vez mais desenvolvido, com mais oportunidades para todos e mais qualidade de vida. “As pessoas nos receberam de braços abertos e respaldaram o nosso trabalho. Isso é muito gratificante e nos incentiva ainda mais”, afirmou.

A caminhada teve início na Praça Botafogo, no Setor Leste Vila Nova, e seguiu pela Avenida Anhanguera até à Praça Cívica. Por onde passou, o governador recebeu deparou-se com eleitores entusiasmados, confiantes na vitória neste domingo e acenando positivamente.

“Você mudou Goiás para melhor”, disse a dona de casa Luciene de Fátima em um dos vários momentos em que a caminhada foi interrompida por populares que se esforçavam para se aproximarem de Marconi. Segundo ela, nos últimos quatro anos, o governador realizou um “grande trabalho na infraestrutura do Estado” e sempre esteve “atento para as necessidades da população”. “A maior parte dos meus familiares mora no Tocantins e, quando conversamos, sempre digo que me orgulho de viver aqui porque temos um político sério à frente do Estado”, explicou Luciene depois de cumprimentar o tucano.

Retrospecto
Ao final da caminhada, Marconi fez um balanço da campanha. Segundo ele, foram quase quatro meses de muito trabalho, desdobrando-se para cumprir, simultaneamente, a agenda de candidato e a agenda de governador. “Mas, sem dúvida, um período alegre. Não consigo descrever a sensação que tenho ao receber o carinho da população. Visitamos praticamente todos os municípios goianos neste período eleitoral e, em todos eles, recebemos tantas manifestações de apoio. Isso não tem preço, é indescritível”, relatou.

Confiante, o governador afirmou que suas expectativas para a votação deste domingo são as “melhores possíveis”. “O afeto e a receptividade dos goianos é impressionante e me leva a acreditar que, amanhã, comemoraremos mais uma vitória”, reiterou. Por fim, o tucano agradeceu a militância pelo empenho ao longo desta campanha. “É uma equipe que se dedicou 24 horas por dia. Nós todos sabemos que não será uma vitória individual, mas, sim, de todos os goianos”.

Na caminhada, Marconi estava acompanhado das filhas Isabella e Ana Luísa. Diversos líderes políticos também marcaram presença. Entre eles, o ex-candidato ao Senado, deputado federal Vilmar Rocha (PSD); deputado federal Sandes Júnior (PP); senador Cyro Miranda (PSDB); deputado estadual reeleito Francisco Júnior (PSD); além dos parlamentares eleitos Delegado Waldir Soares (PSDB), para a Câmara Federal; e Mané de Oliveira (PSDB) e Santana Gomes (PSL), que conquistaram cadeiras na Assembleia Legislativa.

Professor Alcides Ribeiro (PSC), ex-vice de Vanderlan (PSB), apoia reeleição de Marconi

Liderança do PT de Itumbiara também está 
na campanha do governador


Professor Alcides Ribeiro Filho, ex-candidato a vice-governador da coligação Participação Popular, que teve Vanderlan Cardoso (PSB) como cabeça de chapa, declarou apoio à reeleição do governador Marconi Perillo (PSDB) nesse segundo turno. E ainda elogiou os programas sociais sob responsabilidade do governo do Estado. Professor Alcides, como ele é mais conhecido, explicou que comunicou o ex-prefeito de Senador Canedo, Vanderlan Cardoso (PSB) – que se manteve neutro neste segundo turno –, sobre a decisão de apoiar o governador.

Liderança atuante no segundo maior colégio eleitoral do Estado – ele é proprietário de uma faculdade em Aparecida de Goiânia –, professor Alcides acredita que, com Marconi, Goiás “irá avançar ainda mais”, em especial na educação. “O governador se comprometeu a aumentar o número de escolas de tempo integral e a promover a valorização dos professores”, conta.

Para o mais novo aliado do governador nesta campanha, o programa Bolsa Universitária – criado por Marconi em seu primeiro governo (1999-2002) – possibilitou que milhares de jovens de Aparecida de Goiânia e região realizassem o sonho de se formarem em um curso superior. Somadas as três gestões do tucano, já são mais de 153 mil universitários beneficiados.

“O governador já assumiu o compromisso de fortalecer o combate às desigualdades sociais, promover a justiça social e gerar mais oportunidades para todos os goianos”, diz professor Alcides.Além dele, outras lideranças do Partido Social Cristão já declararam apoio a Marconi neste segundo turno, como os vereadores por Senador Canedo e Aparecida de Goiânia, Rafael Gonzaga e Cláudio Everson da Silva e Souza, respectivamente. Ambos trabalharam diretamente na campanha de Vanderlan Cardoso, como coordenadores políticos em suas cidades. Em evento realizado no dia 10 de outubro, em Goiânia, o PSC oficializou o apoio à reeleição de Marconi

Petista com tucano
Segundo suplente de deputado estadual na eleição deste ano, o ex-vereador de Itumbiara, Gugu Nader (PT), também é mais uma liderança da oposição que afirma, publicamente, pedir votos para o governador. “Meu apoio não é movido por nenhum interesse particular. Acredito que Marconi é o mais preparado para conduzir Goiás nos próximos quatro anos”, relata.

Gugu Nader foi candidato pela coligação do ex-candidato a governador Antônio Gomide (PT). Na votação do dia 5 de outubro, ele conquistou 15.114 votos. Considerado uma das grandes lideranças políticas de sua cidade, o petista garante que está fazendo campanha por Marconi especialmente nos municípios de Itumbiara, Caldas Novas e Morrinhos. “Estou trabalhando pela reeleição do governador e tenho certeza que ele sairá vitorioso das urnas”, explica.

Sobre possíveis represálias vindas do PT, como expulsão da legenda, o petista adianta que ele mesmo já pediu desfiliação do partido. “Acredito tanto nas ideias de Marconi, que eu mesmo já pedi para sair do PT”, revela. Segundo ele, o governador é moderno e sensível ao que Goiás precisa. “Ele sabe administrar e conhece as demandas da população. É um grande líder”, elogia.

Questionado sobre os motivos que o levaram a não aceitar a posição do seu partido e apoiar a candidatura de Iris Rezende (PMDB), Gugu destaca que falta sensibilidade ao peemedebista para entender que a política é feita para todos. “Mesmo não precisando de mim, uma vez que acredito que a eleição de Marconi já esteja consolidada, ele me acolheu de braços abertos, coisa que o PMDB e Iris jamais fizeram”, sentenciou.

Veritá: Marconi Lidera Com 15,4 Pontos de Frente Sobre Iris

Tucano tem 57,7% dos votos válidos, 
diante de 42,3% registrados pelo peemedebista


O governador Marconi Perillo (PSDB) lidera a corrida de 2º turno para o Palácio das Esmeraldas com 15,4 pontos de frente sobre o ex-prefeito de Goiânia Iris Rezende (PMDB), mostra pesquisa do Instituto Veritá realizada entre os dias 21 e 23 de outubro. O tucano tem 57,7% dos votos válidos, diante de 42,3% obtidos pelo peemedebista.

Em votos totais, Marconi tem 50,3% das intenções de votos e está 13,4 pontos porcentuais à frente de Iris, que tem 36,9% das intenções. Os eleitores brancos e nulos somam 7,3% e 5,5% se dizem indecisos quanto à escolha do candidato a governador de Goiás, aponta a pesquisa Veritá.

O Veritá perguntou aos eleitores quem eles acreditam que vencerá o 2º turno das eleições neste domingo. Para 77,3% dos eleitores, Marconi sairá vencedor das urnas. Para 22,7%, a vitória na disputa pelo Governo de Goiás será de Iris Rezende.

O instituto entrevistou 2.203 eleitores em todas as regiões do Estado. A margem de erro da pesquisa é de 2,09 pontos porcentuais, para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral e a margem de confiança do resultado é de 95%, ou seja, para de cada 100 levantamentos feitos com a mesma margem de erro, em 95 deles o resultado seria o mesmo.

Pesquisa CNT/MDA: Aécio Inverte Queda, Volta a Subir e Passa à Frente de Dilma

INTENÇÃO DE VOTO PARA PRESIDENTE (ESPONTÂNEA) 23 e 24 de Outubro

Aécio Neves (44,4%), Dilma Rousseff (43,3%)

2º TURNO - INTENÇÃO DE VOTO PARA PRESIDENTE (ESTIMULADA) 
Aécio Neves (PSDB) – 45,3%
Dilma Rousseff (PT) – 44,7%

VOTOS VÁLIDOS 
(percentual calculado excluindo os percentuais de branco, nulo e indecisos)
Aécio Neves (PSDB) – 50,3%
Dilma Rousseff (PT) – 49,7%

LIMITE DE VOTO
DILMA ROUSSEFF: é a única em que votaria (37,9%); é uma candidata em que poderia votar (17,3%); não votaria nela de jeito nenhum (43,3%); não conhece/não sabe quem é/ nunca ouviu falar (0,1%).
AÉCIO NEVES: é o único em que votaria (38,4%); é um candidato em que poderia votar (16,3%); não votaria nele de jeito nenhum (42,8%); não conhece/não sabe quem é/ nunca ouviu falar (1,1%).

A 126ª Pesquisa CNT/MDA mostra que Aécio Neves está numericamente à frente de Dilma Rousseff. Importante ressaltar que Aécio inverteu a curva de queda e voltou a subir.

Provavelmente, o debate da Rede Globo definiu as eleições, com grandes possibilidades de Aécio ser eleito presidente da República neste domingo.

A Pesquisa realizada 23 e 24 de outubro de 2014 e divulgada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) foi registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR - 01199/2014. Foram entrevistadas 2.002 pessoas de 137 municípios de 25 Unidades da Federação.

Aécio Comprova Em Debate da Globo: É o Mais Preparado Para Ser Presidente do Brasil

O candidato à Presidência da República pela Coligação Muda Brasil, Aécio Neves, participou, na noite desta sexta-feira (24/10), de debate promovido pela Rede Globo. Durante uma hora e cinquenta minutos, Aécio mostrou mais uma vez que é o candidato da mudança segura, respondeu perguntas de eleitores, apresentou propostas para o Brasil e apontou falhas na gestão atual, como o descontrole da inflação. Ao falar sobre os casos de corrupção na  Petrobras, Aécio afirmou: “Existe uma medida que está acima de todas as outras para acabar com a corrupção do governo: vamos tirar o PT do governo”.


Verdade e fé
Chego ao final dessa campanha de pé, honrado pelo apoio, pelas manifestações de carinho de confiança no nosso projeto. Não sou hoje um candidato de um partido político. Eu sou o candidato da mudança, essa mudança que você e sua família querem ver no país. Mudança de valores, mudança na eficiência do Estado, e principalmente, na generosidade com que um governante deve tratar os brasileiros. Estou extremamente honrado em ter podido andar por esse país e visto uma coisa nova surgindo, uma emoção nova, uma confiança nova. Não posso deixar de lembrar que, há 30 anos, acompanhando o meu avô Tancredo, fiz essa mesma caminhada pelo Brasil. Ele, infelizmente, não teve o privilégio de assumir a Presidência da República. Quero dizer a você, minha amiga, meu amigo, de todas as partes desse país: se eu merecer a sua confiança e o seu voto no próximo domingo, esteja certo que subirei a rampa do Palácio do Planalto com a mesma coragem, com a mesma determinação, com o mesmo amor ao Brasil, com a mesma generosidade com que ele [Tancredo] nos conduziu à democracia. Eu sou hoje já um vitorioso, que, como disse São Paulo, eu travei um bom combate, falei a verdade e jamais perdi a minha fé.

Campanha da calúnia
Essa campanha vai passar para a história como a mais sórdida das campanhas eleitorais do nosso sistema democrático, a calúnia, a infâmia, as acusações irresponsáveis foram feitas não em relação a mim, mas a Eduardo Campos, depois em relação à Marina, agora em relação a mim, isso é um péssimo exemplo.

Corrupção na Petrobras
 A revista [Veja] hoje publica que um dos delatores do "Petrolão" disse que a senhora e o ex-presidente Lula tinham conhecimento da corrupção da Petrobras. Dou a oportunidade, a senhora responder aos brasileiros. A senhora sabia, candidata, da corrupção na Petrobras?

Revista fora das bancas
Candidata, dei à senhora a oportunidade de apresentar sua defesa. Não acredito que a acusação à revista [Veja] ou a tentativa que seu partido fez hoje de tirá-la de circulação seja a melhor resposta. A delação premiada só traz ao réu o benefício se ele apresentar provas, caminhos que levem à comprovação das acusações. E temos que aguardar que isso ocorra. Uma outra revista, para ver que não há um complô contra a senhora, lança hoje na sua capa, a revista Isto É, fala da campanha da mentira, da campanha da infâmia.

Panfletos mentirosos
 Hoje, no Rio de Janeiro, na sede do seu partido [PT], foram apreendidos boletins apócrifos contra a minha candidatura. Se o eleitor votar no 45 ele está desligado automaticamente do Bolsa Família. A senhora se orgulha, candidata, de uma campanha feita nesse nível?

Pelo fim da corrupção 
Não houve qualquer ação do PT ou do governo para que essas ações pudessem avançar.  Eu vejo a candidata Dilma apresentar um conjunto de propostas que já estavam em tramitação no Congresso e não foram aprovadas até agora. Existe uma medida que está acima de todas as outras para acabar com a corrupção do governo: vamos tirar o PT do governo.

Fato inédito 
Vamos mal na saúde. Vamos mal na segurança pública, com a omissão criminosa do governo federal. E vamos mal na educação. A senhora será a primeira Presidente da República pós Plano Real que deixará o país com uma inflação maior do que aquela que recebeu.

Dilma Desrespeita e Faz Piada Com os Paulistas Que Sofrem Com Falta de Água

A presidente do Brasil Dilma Rousseff fez piada com o sofrimento dos paulistas com a falta de água. Em um claro desrespeito e desprezo pelos paulistanos diante a maior seca da história Dilma disse: "O senhor vai me desculpar, mas eu vou concordar com o humorista José Simão. Vocês estão levando o Estado para implantar o programa 'Meu Banho Minha Vida'"

Séria cômico se não fosse trágico, fazer piada com o sofrimento do povo e demagogicamente falar em falta de planejamento. Justo o PT de Dilma que nada planeja, cito como exemplo a transposição do Rio São Francisco que resolveria o problema de milhões de nordestinos. 

A obra estava prevista para ser inaugurada em 2010, mas com a eficiência de planejamento de Dilma e o PT estamos em 2014 e nem uma gota de água pode ter usada pelos nordestinos. Tem moral para falar de falta de planejamento quem a 12 anos promete resolver a seca do nordeste?

Oportunista, demagoga, acima de tudo infeliz e desrespeitosa com o povo paulista a colocação de uma presidente, fazendo  piada com um problema tão sério.

Só ri da própria desgraça, o paulista que não tiver amor próprio ou for um alienado petista.

Revista Veja - Bomba! Lula e Dilma Sabiam dos Roubos e Corrupção na Petrobras

A Revista Veja que circula este final de semana traz como reportagem principal a revelação de que o doceiro Alberto Youssef, caixa do esquema de corrupção na Petrobras disse na terça-feira a polícia Federal e ao Ministério Público Federal que Dilma e Lula tinham conhecimento das tenebrosas transações de corrupção na Petrobras.

Se confirmar as informações, a presidente Dilma Rousseff dificilmente escapara de um processo de Impeachment.


Youssef: “O Planalto sabia de de tudo!” Delegado: “Quem do Planalto?” Youssef: “Lula e Dilma”

O doleiro Alberto Youssef afirma em depoimento à Polícia Federal que o ex e a atual presidente da República não só conheciam como também usavam o esquema de corrupção na Petrobras

Robson Bonin
EM VÍDEO - As declarações de Youssef sobre Lula e Dilma foram prestadas na presença de um delegado, um procurador da República e do advogado
EM VÍDEO - As declarações de Youssef sobre Lula e Dilma foram prestadas na presença de um delegado, um procurador da República e do advogado (Ilustração Lézio Jr./VEJA)
A Carta ao Leitor desta edição termina com uma observação altamente relevante a respeito do dever jornalístico de publicar a reportagem a seguir às vésperas da votação em segundo turno das eleições presidenciais: “Basta imaginar a temeridade que seria não publicá-la para avaliar a gravidade e a necessidade do cumprimento desse dever”. VEJA não publica reportagens com a intenção de diminuir ou aumentar as chances de vitória desse ou daquele candidato. VEJApublica fatos com o objetivo de aumentar o grau de informação de seus leitores sobre eventos relevantes, que, como se sabe, não escolhem o momento para acontecer. Os episódios narrados nesta reportagem foram relatados por seu autor, o doleiro Alberto Youssef, e anexados a seu processo de delação premiada. Cedo ou tarde os depoimentos de Youssef virão a público em seu trajeto na Justiça rumo ao Supremo Tribunal Federal (STF), foro adequado para o julgamento de parlamentares e autoridades citados por ele e contra os quais garantiu às autoridades ter provas. Só então se poderá ter certeza jurídica de que as pessoas acusadas são ou não culpadas.
Na última terça-feira, o doleiro Alberto Youssef entrou na sala de interrogatórios da Polícia Federal em Curitiba para prestar mais um depoimento em seu processo de delação premiada. Como faz desde o dia 29 de setembro, sentou-se ao lado de seu advogado, colocou os braços sobre a mesa, olhou para a câmera posicionada à sua frente e se pôs à disposição das autoridades para contar tudo o que fez, viu e ouviu enquanto comandou um esquema de lavagem de dinheiro suspeito de movimentar 10 bilhões de reais. A temporada na cadeia produziu mudanças profundas em Youssef. Encarcerado des­de março, o doleiro está bem mais magro, tem o rosto pálido, a cabeça raspada e não cultiva mais a barba. O estado de espírito também é outro. Antes afeito às sombras e ao silêncio, Youssef mostra desassombro para denunciar, apontar e distribuir responsabilidades na camarilha que assaltou durante quase uma década os cofres da Petrobras. Com a autoridade de quem atuava como o banco clandestino do esquema, ele adicionou novos personagens à trama criminosa, que agora atinge o topo da República.
Comparsa de Youssef na pilhagem da maior empresa brasileira, o ex-diretor Paulo Roberto Costa já declarara aos policiais e procuradores que nos governos do PT a estatal foi usada para financiar as campanhas do partido e comprar a fidelidade de legendas aliadas. Parte da lista de corrompidos já veio a público. Faltava clarear o lado dos corruptores. Na ter­ça-feira, Youssef apre­sentou o pon­­to até agora mais “estarrecedor” — para usar uma expressão cara à pre­sidente Dilma Rous­seff — de sua delação premiada. Perguntado sobre o nível de comprometimento de autoridades no esquema de corrupção na Petrobras, o doleiro foi taxativo:
— O Planalto sabia de tudo!
— Mas quem no Planalto? — perguntou o delegado.
— Lula e Dilma — respondeu o doleiro.
Para conseguir os benefícios de um acordo de delação premiada, o criminoso atrai para si o ônus da prova. É de seu interesse, portanto, que não falsifique os fatos. Essa é a regra que Yous­sef aceitou. O doleiro não apresentou — e nem lhe foram pedidas — provas do que disse. Por enquanto, nesta fase do processo, o que mais interessa aos delegados é ter certeza de que o de­poente atuou diretamente ou pelo menos presenciou ilegalidades. Ou seja, querem estar certos de que não lidam com um fabulador ou alguém interessado apenas em ganhar tempo for­necendo pistas falsas e fazendo acu­sações ao léu. Youssef está se saindo bem e, a exemplo do que se passou com Paulo Roberto Costa, o ex-diretor da Petrobras, tudo indica que seu processo de delação premiada será homologado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Na semana passada, ele aumentou de cerca de trinta para cinquenta o número de políticos e autoridades que se valiam da corrupção na Petrobras para financiar suas campanhas eleitorais. Aos investigadores, Youssef detalhou seu papel de caixa do esquema, sua rotina de visitas aos gabinetes poderosos no Executivo e no Legislativo para tratar, em bom português, das operações de lavagem de dinheiro sujo obtido em transações tenebrosas na estatal. Cabia a ele expatriar e trazer de volta o dinheiro quando os envolvidos precisassem.
Uma vez feito o acordo, Youssef terá de entregar o que prometeu na fa­se atual da investigação. Ele já con­tou que pagava em nome do PT mesadas de 100 000 a 150 000 reais a ­parlamentares aliados ao partido no Congresso. Citou nominalmente a ex-mi­nistra da Casa Civil Gleisi Hoff­mann, a quem ele teria repassado 1 mi­lhão de reais em 2010. Youssef disse que o dinheiro foi entregue em um shopping de Curitiba. A senadora ne­gou ter sido beneficiada.
Entre as muitas outras histórias consideradas convincentes pelos investigadores e que ajudam a determinar a alta posição do doleiro no esquema — e, consequentemente, sua relevância pa­ra a investigação —, estão lembranças de discussões telefônicas entre Lula e o ex-deputado José Janene, à época líder do PP, sobre a nomeação de operadores do partido para cargos estratégicos do governo. Youssef relatou um episódio ocorrido, segundo ele, no fim do governo Lula. De acordo com o doleiro, ele foi convocado pelo então presidente da Petrobras, Sergio Gabrielli, para acalmar uma empresa de publicidade que ameaçava explodir o esquema de corrupção na estatal. A empresa quei­xa­va-­se de que, depois de pagar de forma antecipada a propina aos políticos, tive­ra seu contrato rescindido. Homem da confiança de Lula, Gabrielli, segundo o doleiro, determinou a Youssef que captasse 1 milhão de reais entre as empreiteiras que participavam do petrolão a fim de comprar o silêncio da empresa de publicidade. E assim foi feito.
Gabrielli poderia ter realizado toda essa manobra sem que Lula soubesse? O fato de ter ocorrido no governo Dilma é uma prova de que ela estava conivente com as lambanças da turma da estatal? Obviamente, não se pode condenar Lula e Dilma com base apenas nessa narrativa. Não é disso que se trata. Youssef simplesmente convenceu os investigadores de que tem condições de obter provas do que afirmou a respeito de a operação não poder ter existido sem o conhecimento de Lula e Dilma — seja pelos valores envolvidos, seja pelo contato constante de Paulo Roberto Costa com ambos, seja pelas operações de câmbio que fazia em favor de aliados do PT e de tesoureiros do partido, seja, principalmente, pelo fato de que altos cargos da Petrobras envolvidos no esquema mudavam de dono a partir de ordens do Planalto.
Os policiais estão impressionados com a fartura de detalhes narrados por Youssef com base, por enquanto, em sua memória. “O Vaccari está enterrado”, comentou um dos interrogadores, referindo-se ao que o do­leiro já narrou sobre sua parceria com o tesoureiro nacional do PT, João Vaccari Neto. O doleiro se comprometeu a mostrar documentos que comprovam pelo menos dois pagamentos a Vaccari. O dinheiro, desviado dos cofres da Petrobras, teria sido repassado a partir de transações simuladas entre clientes do banco clandestino de Youssef e uma empresa de fachada criada por Vaccari. O doleiro preso disse que as provas desses e de outros pagamentos estão guardadas em um arquivo com mais de 10 000 notas fiscais que serão apresentadas por ele como evidências. Nesse tesouro do crime organizado, segundo Youssef, está a prova de uma das revelações mais extraordinárias prometidas por ele, sobre a qual já falou aos investigadores: o número das contas secretas do PT que ele operava em nome do partido em paraísos fiscais. Youssef se comprometeu a ajudar a PF a localizar as datas e os valores das operações que teria feito por instrução da cúpula do PT.
Depois da homologação da de­lação premiada, que parece assegurada pelo que ele disse até a semana passada, Youssef terá de apresentar à Justiça mais do que versões de episódios públicos envolvendo a presidente. Pela posição-chave de Youssef no esquema, os investigadores estão con­fiantes em que ele produzirá as provas necessárias para a investigação prosseguir. Na semana que vem, Alberto Youssef terá a oportunidade de relatar um episódio ocorrido em março deste ano, poucos dias antes de ser preso. Youssef dirá que um integrante da ­coor­­denação da campanha presidencial do PT que ele conhecia pelo nome de “Felipe” lhe telefonou para marcar um encontro pessoal e adiantou o assunto: repatriar 20 milhões de reais que seriam usados na cam­panha presidencial de Dilma Rous­seff. Depois de verificar a origem do telefonema, Youssef marcou o encontro que nunca se concretizou por ele ter se tornado hóspede da Polícia Federal em Curitiba. Procurados, os defensores do doleiro não quiseram comentar as revelações de Youssef, justificando que o processo corre em segredo de Justiça. Pelo que já contou e pelo que promete ainda entregar aos investigadores, Youssef está materializando sua amea­ça velada feita dias atrás de que iria “chocar o país”.
DINHEIRO PARA O PT 
Lula Marques/Folhapress/VEJA
Alberto Youssef também voltou a detalhar os negócios que mantinha com o tesoureiro nacional do PT, João Vaccari Neto, homem forte da campanha de Dilma e conselheiro da Itaipu Binacional. Além de tratar dos interesses partidários com o dirigente petista, o doleiro confi rmou aos investigadores ter feito pelo menos duas grandes transferências de recursos a Vaccari. O dinheiro, de acordo com o relato, foi repassado a partir de uma simulação de negócios entre grandes companhias e uma empresa-fantasma registrada em nome de laranjas mas criada pelo próprio Vaccari para ocultar as operações. Ele nega

ENTREGA NO SHOPPING
Sérgio Lima/Folhapress/VEJA
Alberto Youssef confirmou aos investigadores o que disse o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa sobre o dinheiro desviado da estatal para a campanha da exministra da Casa Civil Gleisi Hoffmann (PT-PR) ao Senado, em 2010. Segundo ele, o repasse dos recursos para a senadora petista, no valor de 1 milhão de reais, foi executado em quatro parcelas. As entregas de dinheiro foram feitas em um shopping center no centro de Curitiba. Intermediários enviados por ambos entregaram e receberam os pacotes. Em nota, a senadora disse que não recebeu nenhuma doação de campanha nem conhece Paulo Roberto Costa ou Alberto Youssef

ELE TAMBÉM SABIA
Sérgio Lima/Folhapress/VEJA
Durante o segundo mandato de Lula, o doleiro contou que foi chamado pelo presidente da Petrobras, José sergio Gabrielli, para tratar de um assunto que preocupava o Planalto. Uma das empresas com contratos de publicidade na estatal ameaçava revelar o esquema de cobrança de pedágio. Motivo: depois de pagar propina antecipadamente, a empresa teve seu contrato rescindido. Ameaçado pelo proprietário, Gabrielli pediu ao doleiro que captasse 1 milhão de reais com as empreiteiras do esquema e devolvesse a quantia à empresa de publicidade. Gabrielli não quis se pronunciar

CONTAS SECRETAS NO EXTERIOR
VEJA
Desde que Duda Mendonça, o marqueteiro da campanha de Lula em 2002, admitiu na CPI dos Correios ter recebido pagamentos de campanha no exterior (10 milhões de dólares), pairam sobre o partido suspeitas concretas da existência de dinheiro escondido em paraísos fi scais. Para os interrogadores de Alberto Youssef, no entanto, essas dúvidas estão começando a se transformar em certeza. O doleiro não apenas confi rmou a existência das contas do PT no exterior como se diz capaz de ajudar a identifi cá-las, fornecendo detalhes de operações realizadas, o número e a localização de algumas delas.

UM PERSONAGEM AINDA OCULTO
VEJA
O doleiro narrou a um interlocutor que seu esquema criminoso por pouco não atuou na campanha presidencial deste ano. Nos primeiros dias de março, Youssef recebeu a ligação de um homem, identifi cado por ele apenas como “Felipe”, integrante da cúpula de campanha do PT. Ele queria os serviços de Youssef para repatriar 20 milhões de reais que seriam usados no caixa eleitoral. Youssef disse que chegou a marcar uma segunda conversa para tratar da operação, mas o negócio não foi adiante porque ele foi preso dias depois. Esse trecho ainda não foi formalizado às autoridades.

O círculo vai fechando

Crédito: Broglio/AP/VEJA
ATÉ A MÁFIA FALOU - Tommaso Buscetta, o primeiro mafi oso a fazer delação premiada. Na Sicília, seu sobrenome virou xingamento
​Quem delata pode mentir?
Alexandre Hisayasu
A delação premiada tem uma regra de ouro: quem a pleiteia não pode mentir. Se, em qualquer momento, fi car provado que o delator não contou a verdade, os benefícios que recebeu como parte do acordo, como a liberdade provisória, são imediatamente suspensos e ele fica sujeito a ter sua pena de prisão aumentada em até quatro anos.
Para ter validade, a delação premiada precisa ser combinada com o Ministério Público e homologada pela Justiça. O doleiro Alberto Youssef assinou o acordo com o MP no fi m de setembro. Desde então, vem dando depoimentos diários aos procuradores que investigam o caso Petrobras. Se suas informações forem consideradas relevantes e consistentes, a Justiça - nesse caso, o Supremo Tribunal Federal, já que o doleiro mencionou políticos - homologará o acordo e Youssef será posto em liberdade, como já ocorreu com outro delator envolvido no mesmo caso, Paulo Roberto Costa. O ex-diretor da Petrobras deu detalhes ao Ministério Público e à Polícia Federal sobre o funcionamento do esquema milionário de pagamento de propinas que funcionava na estatal e benefi ciava políticos de partidos da base aliada do governo. Ele já deixou a cadeia e aguarda o julgamento em liberdade. O doleiro continua preso.
Até o ano passado, a lei brasileira previa que o delator só poderia usufruir os benefícios do acordo de delação ao fi m do processo com o qual havia colaborado - e se o juiz assim decidisse. Ou seja, apenas depois que aqueles que ele tivesse incriminado fossem julgados é que a Justiça resolveria se o delator mereceria ganhar a liberdade. Desde agosto de 2013, no entanto, esses benefícios passaram a valer imediatamente depois da homologação do acordo. “Foi uma forma de estimular a prática. Você deixa de punir o peixe pequeno para pegar o grande”, diz o promotor Arthur Lemos Júnior, que participou da elaboração da nova lei.
Mais famoso - e prolífero - delator da história recente, o mafi oso Tommaso Buscetta levou à cadeia cerca de 300 comparsas. Preso no Brasil em 1983, fechou acordo com a Justiça italiana e foi peça-chave na Operação Mãos Limpas, responsável pelo desmonte da máfi a siciliana. Depois disso, conseguiu proteção para ele e a família e viveu livre nos Estados Unidos até sua morte, em 2000.

Romário Convoca os Brasileiros Para a Partida Mais Importante da História do Brasil

Na reta final do segundo turno, o candidato à Presidência pelo PSDB, Aécio Neves, enfim conseguiu fechar o apoio de Romário, senador eleito pelo PSB com o recorde de 4,6 milhões de votos. O estado, terceiro maior colégio eleitoral do país, é considerado chave na disputa contra Dilma Rousseff (PT). Desde sua eleição, Romário já havia descartado apoiar a presidente e candidata à reeleição. No primeiro turno, ele apoiiu Marina Silva. A aliança com o tucano no segundo turno, no entanto, esteve ameaçada por atritos que envolvieram o ex-jogador Ronaldo Fenômeno, desafeto do Baixinho.


Na tarde desta quarta-feira, em Brasília, Romário gravou dois vídeos que serão exibidos no programa de TV de Aécio. No maior deles, de quase 40 segundos, o senador eleito reforça o discurso de mudança do candidato de oposição. No outro, numa fala de 15 segundos, Romário cita os compromissos assumidos por Aécio para ter seu apoio: a causa das pessoas com deficiências e doenças raras e a moralização do esporte.

O Rio de Janeiro é considerado crucial para os dois presidenciáveis. Dilma tem o apoio do dois candidatos ao governo estadual, Luiz Fernando Pezão (PMDB) e Marcelo Crivella (PRB), enquanto Aécio contava principalmente com a dissidência do PMDB, liderada pelo presidente estadual da legenda, Jorge Picciani — o movimento “Aezão”. Agora, o tucano aumenta seu cacife no estado na reta final.

Dilma chegou ao Rio nesta quartta-feira e permanecerá na cidade até a noite de sexta-feira, quando participará do debate na TV GLobo. Aécio chega ao Rio na quinta-feira e tenta organizar, antes do debate, um ato público ao lado de Romário.


Neymar Entra no Jogo Político e Decide Votar e Apoiar Aécio Neves

Depois de Ronaldo Fenômeno e Romário declarem apoio agora foi a vez de Neymar entrar no jogo político e declarar voto e apoio para Aécio Neves. Depois que o PT publicou uma foto/montagem usando a imagem do jogador afirmando que ele estava apoiando Dilma Rousseff, o jogador decidiu entrar em campo e declarar apoio e voto para Aécio. 

 O jogador se manifestou por meio de vídeo publicado em sua conta no YouTube, prontamente divulgado pelas redes sociais do candidato do PSDB. 

 “Geralmente, a opinião pública trata o apoio de uma personalidade como oportunismo ou a falta dele como alienação. Não podemos ter medo de nos posicionar. É um direito nosso e democrático escolher um candidato”, disse Neymar, ao justificar seu posicionamento. 

 “Vou apoiar o candidato Aécio Neves porque me identifico muito com a proposta que tem para o Brasil”, afirmou o craque do Barcelona, que ainda disse que continuará lutando pela exposição positiva do Brasil com qualquer seja o vencedor das eleições deste domingo.

 No começo da semana, Neymar teve que desmentir uma foto que circulou nas redes sociais com uma mensagem de suposto apoio à candidata do PT. A assessoria do jogador disse na ocasião que “Neymar não divulga o voto e que qualquer imagem partidária envolvendo opção de voto do jogador é falsa”. Neymar se junta a Ronaldo, dono da empresa que gerencia sua imagem no futebol. 

O ex-jogador declarou há alguns meses seu apoio a Aécio Neves e tem participado de diversos eventos ao lado do candidato tucano.

 Confira o apoio de Neymar no vídeo abaixo. 

Pesquisa Istoé/Sensus: Aécio Cresce, Tem 54,6% e Abre 9 Pontos de Dilma Que Tem 45,4% a Dois Dias da Eleição


Pesquisa ISTOÉ/Sensus realizada a partir da terça-feira 21 reafirma a liderança de Aécio Neves (PSDB) sobre a petista Dilma Rousseff nos últimos dias da disputa pela sucessão presidencial. Segundo o levantamento que entrevistou 2 mil eleitores de 24 Estados, o tucano soma 54,6% dos votos válidos, contra 45,4% obtidos pela presidenta Dilma Rousseff. Uma diferença de 9,2 pontos percentuais, o que equivale a aproximadamente 12,8 milhões de votos. A pesquisa também constatou que a dois dias das eleições 11,9% do eleitorado ainda não decidiu em quem votar. “Como no primeiro turno, deverá haver uma grande movimentação do eleitor no próprio dia da votação”, afirma Ricardo Guedes, diretor do Instituto Sensus. Se for considerado o número total de votos, a pesquisa indica que Aécio conta com o apoio de 48,1% do eleitorado e a candidata do PT 40%.


Aécio Neves seria eleito presidente do Brasil se a eleição fosse hoje, afirma o Instituto Sensus. Pesquisa está na revista IstoÉ que chega às bancas neste sábado.

De acordo com Guedes, a pesquisa realizada em cinco regiões do País e em 136 municípios revela que o índice de rejeição à candidatura de Dilma Rousseff se mantém bastante elevado para quem disputa. 44,2% dos eleitores afirmaram que não votariam na presidenta de forma alguma. A rejeição contra o tucano Aécio Neves é de 33,7%. Segundo o diretor do Sensus, a taxa de rejeição pode indicar a capacidade de crescimento de cada um dos candidatos. Quanto maior a rejeição, menor a possibilidade de crescimento. Outro indicador apurado pela pesquisa Istoé/Sensus diz respeito á votação espontânea, quando nenhum nome é apresentado para o entrevistado. Nessa situação, Aécio também está à frente de Dilma, embora a petista esteja ocupando a Presidência da República desde janeiro de 2011. O tucano é citado espontaneamente por 47,8% dos eleitores e a petista por 39,4%. 0,2% citaram outros nomes e 12,8% disseram estar indecisos ou dispostos a votar em branco.
Para conquistar os indecisos as duas campanhas apostam as últimas fichas nos principais colégios eleitorais do País: São Paulo, Minas e Rio de Janeiro. O objetivo do PSDB e ampliar a vantagem obtida em São Paulo no primeiro turno e procurar virar o jogo em Minas e no Rio. Em São Paulo, Aécio intensificou a campanha de rua, com a participação constante do governador reeleito, Geraldo Alckmin, e do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. De acordo com as pesquisas realizadas pelo comando da campanha de Aécio, em Minas o tucano já estaria na frente de Dilma e a vantagem veio aumentando dia a dia na última semana. Processo semelhante ocorreu em Pernambuco, depois de Aécio receber o apoio explícito da família de Eduardo Campos e do governador eleito, Paulo Câmara. Os mesmos levantamentos indicam que no Rio de Janeiro a candidatura do senador mineiro vem crescendo, mas ainda não ultrapassou a presidenta. Para reverter esse quadro, Aécio aposta no apoio de lideranças locais, basicamente de Romário, senador eleito pelo PSB, que deverá acompanhá-lo nos últimos atos de campanha. Para consolidar a liderança, Aécio tem usado os últimos programas no horário eleitoral gratuito para apresentar-se ao eleitor como o candidato da mudança contra o PT. Isso porque, as pesquisas internas mostram a maior parte do eleitor brasileiro se manifesta com o desejo de tirar o partido do governo.
No comando petista, embora não haja um consenso sobre qual a melhor opção a ser colocada em prática nos dois últimos dias de campanha, a ordem inicial é a de continuar a apostar na estratégia de desconstrução do adversário. Nas duas últimas semanas, o que se constatou é que, ao invés de usar parlamentares eleitos para esse tipo de ação – como costumava fazer o partido em eleições passadas -- os petistas escalaram suas principais lideranças para a missão, inclusive o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a própria candidata. Os petistas apostam no problema da falta d’água para tirar votos de Aécio em São Paulo e numa maior presença de Dilma em Minas para procurar se manter á frente do tucano no Estado. 

PESQUISA ISTOÉ/Sensus
Realização – Sensus
Registro na Justiça Eleitoral – BR-01166/2014
Entrevistas – 2.000, em cinco regiões, 24 estados e 136 municípios do País
Metodologia – Cotas para sexo, idade, escolaridade, renda e urbano e rural
Campo – De 21 a 24 de outubro
Margem de erro - +/- 2,2%
Confiança – 95%

"Nunca desmenti a reportagem de VEJA', Diz Advogado de Alberto Youssef


Em entrevista ao site de VEJA, Antonio Augusto Figueiredo Basto diz que não pode comentar teor de depoimentos.



O advogado Antonio Augusto Figueiredo Basto, coordenador da defesa do doleiro Alberto Youssef, disse nesta sexta-feira que está impedido de se manifestar sobre as declarações de seu cliente. A mais recente edição de VEJA traz uma reportagem revelando que Youssef disse à Polícia Federal e ao Ministério Público que tanto o ex-presidente Lula como a presidente Dilma sabiam do esquema de corrupção na Petrobras. O depoimento foi prestado na última terça-feira na presença de um delegado e de um procurador da República.

PESQUISA VERITÁ: Aécio Neves 53,2% Dilma 46,8%


IBOPE Recebeu 11 Milhões de Reais Para Fazer Pesquisa Para o Governo Dilma


Agenda de Campanha do Governador Marconi Perillo Para Sábado (25/10) e Domingo (26/10).

SÁBADO

GOIÂNIA
10 horas - Caminhada 
Local: da Praça Botafogo até a Praça Cívica
APARECIDA DE GOIÂNIA


11h30 - Caminhada
Local: Concentração na Rua Rudá com Tapajós, Vila Brasília (ao lado do Posto Bessa)


ITUMBIARA


14h30 - Carreata
Local: Concentração no Bairro da Saúde, saída para Buriti Alegre


TRINDADE


16 horas - Caminhada
Local: da Matriz até a Basílica do Divino Pai Eterno

DOMINGO (26/10)

TRINDADE


5h30 - Missa
Local: Basílica do Divino Pai Eterno

PALMEIRAS DE GOIÁS


8 horas - Votação

Local: Colégio da Polícia Militar de Palmeiras de Goiás / Zona 20, Seção 03 (Rua São João, Bairro São João)

PIRENÓPOLIS

10 horas - Acompanha a votação da primeira-dama Valéria Perillo

Local: Escola Estadual Comendador Joaquim Alves / Zona 026, Seção 014