Por Cleuber Carlos
Uma nova denúncia promete abalar os bastidores políticos do sudoeste goiano. O atual prefeito de Rio Verde, Wellington Soares Carrijo, está diretamente ligado a um contrato milionário firmado entre a empresa Castro Herenio Serviços Médicos Ltda (CNPJ: 19.763.224/0001-83) e a Prefeitura de Acreúna, que já movimentou mais de R$ 22 milhões. Este contrato está sob investigação e pode resultar na cassação do prefeito Claudiomar Portugal, acusado de irregularidades na contratação.
O Contrato Sob Suspeita
A Castro Herenio Serviços Médicos Ltda, também conhecida como Medclin, é uma empresa sediada em Rio Verde, Goiás, com atividades voltadas para atendimento hospitalar e ambulatorial. De acordo com registros públicos, Wellington Soares Carrijo Filho ingressou como sócio da empresa em 12 de novembro de 2020. Na época da assinatura do contrato com a Prefeitura de Acreúna, Carrijo ainda não exercia o cargo de prefeito de Rio Verde, função que assumiu em 1º de janeiro de 2025.
O contrato em questão, firmado entre a empresa e a Prefeitura de Acreúna, está sendo investigado por possíveis irregularidades, incluindo suspeitas de direcionamento, superfaturamento e vícios no processo licitatório. A magnitude dos valores envolvidos e a natureza das acusações levantam sérias preocupações sobre a legalidade e a ética na gestão dos recursos públicos.
Implicações Políticas e Legais
A legislação brasileira é clara: gestores públicos que firmam contratos irregulares ou se beneficiam de negócios com o poder público podem ser responsabilizados por improbidade administrativa, além de sofrerem sanções eleitorais e penais. Se comprovadas as irregularidades, tanto o prefeito Claudiomar Portugal quanto o atual prefeito de Rio Verde, Wellington Carrijo, podem enfrentar consequências legais significativas.
Repercussões e Próximos Passos
A denúncia se soma a outros casos recentes de irregularidades no interior de Goiás, como a polêmica nomeação de uma médica como diretora técnica em Acreúna, já abordada em reportagens anteriores deste blog. A população aguarda esclarecimentos das autoridades envolvidas e a devida apuração dos fatos pelas instâncias competentes.
O contrato milionário firmado entre a empresa de Carrijo e a Prefeitura de Acreúna está sob suspeita de irregularidades, e uma investigação política e jurídica já está em curso. Fontes próximas à Câmara Municipal indicam que as denúncias podem embasar um processo de cassação de Claudiomar Portugal, acusado de ter cometido infrações político-administrativas ao contratar a empresa de forma supostamente irregular.
Entenda o caso:
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Valor do contrato: Mais de R$ 22 milhões.
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Período da assinatura: Antes de Wellington Carrijo assumir a Prefeitura de Rio Verde.
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Empresa envolvida: Administração sob responsabilidade direta de Carrijo no momento da assinatura.
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Suspeitas: Possível direcionamento, superfaturamento e vícios no processo licitatório.
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Consequência esperada: Cassação do prefeito Claudiomar Portugal e desdobramentos que podem atingir o atual prefeito de Rio Verde.
A legislação brasileira é clara: gestores públicos que firmam contratos irregulares ou se beneficiam de negócios com o poder público podem ser responsabilizados por improbidade administrativa, além de sofrerem sanções eleitorais e penais.
No momento, tanto a Prefeitura de Acreúna quanto o prefeito Wellington Carrijo foram procurados para prestar esclarecimentos, mas ainda não se manifestaram oficialmente.
A denúncia se soma a outros casos recentes de irregularidades no interior de Goiás, como mostramos em nossa reportagem anterior sobre a nomeação polêmica de uma médica como diretora técnica em Acreúna. O blog Cleuber Carlos continuará acompanhando o caso de perto.




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