segunda-feira, 4 de agosto de 2025

Regis Siqueira Neves: O Golpista das Fazendas Invisíveis

O Golpista das Fazendas Invisíveis: Reges Siqueira Neves e o Rastro de Fraude que Deixou R$ 51 Milhões em Ruínas

Enquanto vítimas lutam na Justiça, Reges ostenta poder, impunidade e amizade com delegados

Você confiaria em um contrato para adquirir uma fazenda avaliada em milhões, com documentação “perfeita” e promessas de retorno garantido? Muitos empresários, investidores e cidadãos comuns caíram nesse enredo. O protagonista? Reges Siqueira Neves, apontado por documentos e depoimentos como um dos maiores estelionatários do mercado imobiliário rural no Brasil.


Reges é acusado de orquestrar um esquema sofisticado de fraudes que envolve:


  • falsificação de documentos de propriedades rurais,
  • contratos fantasmas de compra e venda,
  • lavagem de dinheiro por meio de empresas de fachada,
  • e a criação de fazendas que simplesmente nunca existiram.

As vítimas estão espalhadas por São Paulo, Goiás, Brasília e outros estados, e o prejuízo, segundo informações apuradas, ultrapassa R$ 51 milhões.

📉 O Golpe Imobiliário

De acordo com relatos de vítimas e documentação apresentada à Justiça, Reges Neves se apresentava como um empresário de sucesso, com acesso a grandes negócios de terras e parcerias com políticos e grupos econômicos.


Ele prometia investimentos seguros com alto retorno, respaldados por contratos, escrituras e garantias. Tudo parecia legítimo — até que os compradores descobriam que as fazendas simplesmente não existiam, ou eram pertencentes a terceiros totalmente alheios à negociação.

Muitos só perceberam o golpe após já terem feito depósitos vultosos em contas ligadas a empresas controladas por Reges — algumas já extintas ou em nome de laranjas.


🕵🏻‍♂️ A Estrutura Criminosa


A empresa 999 HOLDING LTDA, que representa um grupo de vítimas, entrou na Justiça com um pedido de prisão preventiva imediata de Reges Siqueira Neves. No processo, são listados os seguintes crimes:


  • Falsificação de documentos públicos e particulares
  • Lavagem de dinheiro
  • Estelionato
  • Fraude contra credores
  • Formação de organização criminosa

Há indícios claros de que Reges operava com o suporte de uma rede de cúmplices, incluindo advogados, corretores e até servidores públicos que atuavam para dar aparência legal aos contratos.



⚖️ Impunidade e Arrogância


O que mais revolta as vítimas não é apenas o golpe em si, mas a sensação de impunidade. Segundo relatos, Reges costuma se vangloriar em conversas privadas de ter “amizade com delegados poderosos” e que “jamais será preso”.


Essa confiança desmedida na proteção institucional expõe uma ferida aberta na justiça brasileira: a morosidade e a seletividade no combate ao colarinho branco.

Enquanto isso, empresários tiveram seus patrimônios arruinados, famílias perderam economias inteiras e pequenos investidores enfrentam processos judiciais tentando provar que caíram em um esquema fraudulento altamente articulado.


🧾 As vítimas

As vítimas incluem:

  • empresários do ramo agrícola e de logística,
  • investidores imobiliários,
  • herdeiros de propriedades rurais,
  • e até aposentados que investiram a aposentadoria confiando nas promessas de Reges.me fez acreditar 

🚨 Conclusão

A história de Reges Siqueira Neves escancara uma estrutura de corrupção privada amparada por redes de influência e omissão institucional.

Não se trata apenas de um caso de estelionato — mas sim de um sistema de fraudes que avança impune há anos, enquanto vítimas enfrentam a dor da perda, a burocracia da Justiça e a lentidão de um sistema que deveria protegê-las.


O Blog do Cleuber Carlos seguirá acompanhando o caso e dando voz às vítimas. Porque aqui, a verdade não se vende. Nem se silencia.




📢 Se você foi vítima de Reges Siqueira Neves ou tem documentos que comprovam as fraudes, envie para nossa redação. Sua identidade será mantida em sigilo.


CPI Desmonta Claudiomar e Expõe Esquema Familiar com Dinheiro Público

Relatório da CPI Desmonta Defesa do Prefeito de Acreúna e Aponta Esquema de Favorecimento Familiar com Dinheiro Público


Contrato saltou de R$ 3,6 milhões para R$ 22 milhões com aditivos ilegais, favorecendo nora, genro e aliados políticos do prefeito Claudiomar Portugal. Relatório aponta uso abusivo da terceirização e gestão temerária.


A tentativa de autopromoção do prefeito Claudiomar Portugal com vídeos, pesquisas infladas e falas ensaiadas não resiste aos fatos comprovados pela CPI da Saúde de Acreúna. O relatório oficial da comissão parlamentar de inquérito é categórico ao apontar uma série de ilegalidades, favorecimentos familiares, manipulação de contratos públicos e total desprezo pelas normas legais e éticas que deveriam reger a administração pública. Os dados são incontestáveis — e desmontam qualquer narrativa de inocência.

A farsa dos aditivos: contrato explodiu em 498%

O Contrato nº 059/2022, firmado com a empresa Castro Herênio Serviços Médicos LTDA, passou de R$ 3,6 milhões para R$ 22 milhões após sete aditivos, dos quais pelo menos quatro violaram diretamente a Lei nº 8.666/93 ao ultrapassar em mais de 50% o limite legal de acréscimo. O alerta do Controle Interno foi ignorado solenemente. A controladora-geral do município, Regiana Teodoro, recomendou em julho de 2023 que não se ultrapassasse o teto de 25%. O prefeito seguiu aditivando, sem justificativa técnica válida, configurando gestão temerária e lesiva ao erário.

Nepotismo disfarçado e conflitos de interesse explícitos

O escândalo vai além da má gestão. A empresa contratada tem como sócia Marília de Paula Freirenora do prefeito, o que configura nepotismo indireto, condenado pela Súmula Vinculante nº 13 do STF. A médica Camila Pereira Fernandes, também sócia da empresa, foi nomeada Diretora Técnica do Hospital Municipal e, a partir daí, passou a escalar a si mesma para plantões bem remunerados, manipulando a distribuição de escalas. Mesmo após sua exoneração formal, permaneceu de fato no cargo, em claro abuso de poder.

Outro beneficiário direto foi o genro do prefeito, Vinícius Leão, segundo médico mais bem pago com dinheiro público, o que evidencia o uso da terceirização como instrumento de favorecimento pessoal e político.

Conselho Municipal de Saúde ignorado

Os aditivos foram feitos sem anuência ou consulta prévia ao Conselho Municipal de Saúde, o que viola a Lei nº 8.142/90 e fere os princípios de controle social e participação cidadã. Em um dos casos, o Conselho autorizou um aumento de 10%, mas, em seguida, a prefeitura aplicou novo reajuste sem nova deliberação — um desrespeito institucional deliberado.

Terceirização usada para lucro e manipulação

Enquanto médicos concursados recebiam R$ 685 por plantão, os da empresa da nora do prefeito recebiam R$ 1.669,58, diferença de 143%. Essa disparidade escancara a desvalorização do servidor público em favor de interesses privados, familiares e políticos. A terceirização, que deveria ser excepcional e técnica, foi usada como meio de enriquecimento indireto do núcleo político do prefeito.

Prefeitura ignorou ilegalidades e omitiu fraudes

O relatório também aponta irregularidades no processo licitatório, com indícios de direcionamento, vazamento de propostas e omissão da prefeitura diante de recursos de empresas concorrentes derrotadas. A Procuradoria Jurídica do Município emitiu pareceres formais, mas nada fez para barrar os aumentos sucessivos nem questionou os conflitos de interesse familiares.

O prefeito não pode alegar desconhecimento: ele comandava o esquema

Todas as provas colhidas demonstram que Claudiomar Portugal sabia, autorizava e se beneficiava politicamente da estrutura montada. Criou cargos para favorecer aliados, manteve a empresa mesmo diante de denúncias e promoveu reajustes contratuais em ano eleitoral com justificativas genéricas, desafiando a legislação e a moralidade administrativa.


Conclusão

O relatório da CPI não deixa margem para dúvidas: o prefeito Claudiomar Portugal não é vítima de perseguição, tampouco um gestor inocente. Ele é o epicentro de um esquema de favorecimento, desvio de finalidade e afronta à legalidade. A população de Acreúna, os órgãos de controle e o Ministério Público têm agora a responsabilidade de agir com rigor, exigindo a responsabilização de todos os envolvidos — inclusive com a cassação do mandato do prefeito, se confirmadas as violações legais e constitucionais

Elogiar Corrupção Virou Negócio em Acreúna

Enquanto provas se acumulam contra o prefeito Claudiomar Portugal, aliados tentam transformar bajulação em moeda política — deslegitimando a verdade 

A crise política em Acreúna atingiu um novo patamar de distorção da realidade. Após uma Comissão Parlamentar de Inquérito comprovar — com documentos, depoimentos e laudos técnicos — graves irregularidades na construção de casas populares e no contrato milionário com a empresa Castro Herênios, ligada à nora do prefeito, o que se esperava era um mínimo de responsabilidade pública. Mas o que se vê, em vez disso, é uma tentativa vergonhosa de transformar bajulação em escudo de impunidade.


Circulam pelas redes vídeos de empresários e apoiadores do prefeito Claudiomar Portugal elogiando sua gestão, como se não estivéssemos diante de um dos escândalos mais bem documentados da história recente da cidade. Não se trata de opinião política ou disputa eleitoral. Trata-se de fatos:


  • O uso indevido de uma área pública fora da zona habitacional legal (ZEIS);
  • A contratação de empresa da própria família do prefeito (a nora como sócia);
  • A ausência total de critérios legais para doação das casas, com denúncias de troca por apoio político e R$ 20 mil em dinheiro;
  • A falta de audiências públicas, de estudo ambiental e de autorização legislativa específica;
  • E uma tentativa clara de instrumentalizar um programa social para fins eleitorais.



O relatório da CPI é extenso, técnico, minucioso. Não é panfleto político, é denúncia fundamentada. Já o que fazem os aliados do prefeito nas redes é puro teatro — e um teatro bem mal ensaiado. Enquanto as provas mostram um prefeito que violou o Plano Diretor, a Lei de Improbidade Administrativa e o Estatuto da Cidade, surgem empresários dizendo frases decoradas, gravadas em vídeos amadores, como se a população fosse incapaz de ver a manipulação.


A pergunta é: qual o preço de um elogio?


Porque, em Acreúna, há quem esteja trocando sua credibilidade por favores, contratos, proteção ou simplesmente a promessa de continuar próximo ao poder. E isso não é novo. É o velho método de tentar calar a verdade pela força da propaganda. Mas agora, a cidade mudou. A Câmara Municipal mostrou coragem ao investigar. E o povo de Acreúna está atento.


Elogiar a gestão Claudiomar, diante de tudo que foi revelado, não é apenas desonestidade intelectual. É cumplicidade. É tentar deslegitimar o papel do Legislativo, que fez o que o Ministério Público deveria estar fazendo: investigar e apontar crimes.


A verdade é simples: se há inocência, que se prove nos autos — não em vídeos de empresários sorridentes. E se há culpa, que venha a cassação. Porque Acreúna não pode mais ser governada com base em conchavos, favores e escambos eleitorais. A cidade precisa de seriedade, não de teatro.


Prefeito de Acreúna Divulga Pesquisa com Empresa Irregular e Ignora Vice-Prefeito

Claudiomar Portugal anuncia 86,3% de aprovação com dados questionáveis e sem dividir palco com Adelio Prado. Empresa contratada está inapta por omissão fiscal.



Uma propaganda divulgada recentemente pela gestão do prefeito Claudiomar Portugal, de Acreúna-GO, acende um alerta vermelho sobre a lisura e a legalidade na administração pública. O material, que destaca um suposto índice de 86,3% de aprovação, foi elaborado com base em uma pesquisa conduzida por uma empresa inapta perante a Receita Federal — o que, além de levantar dúvidas sobre a credibilidade do levantamento, pode configurar graves irregularidades legais.


📉 Empresa inapta e pesquisa sem validade legal

A responsável pela pesquisa é a empresa IPM – Imprensa Pesquisa e Marketing, de Fábio A. da Silva, registrada sob o CNPJ 39.237.900/0001-92, cujo status atual é "INAPTA por omissão de declarações" desde 12 de agosto de 2024. Isso significa que a empresa não está autorizada a emitir notas fiscais, assinar contratos ou realizar qualquer operação formal — incluindo prestação de serviços à administração pública.


⚖️ Quais os crimes e consequências?

1. Improbidade administrativa (Lei nº 14.230/2021)

Contratar ou utilizar serviços de empresa irregular fere os princípios da legalidade, moralidade, eficiência e impessoalidade, configurando ato de improbidade administrativa.

  • Consequência: perda da função pública, suspensão dos direitos políticos (até 14 anos), multa e proibição de contratar com o poder público.

2. Crime contra a Lei de Licitações (Lei nº 14.133/2021)

Mesmo que a contratação tenha sido por dispensa de licitação ou convênio informal, o gestor público tem a obrigação de verificar a regularidade fiscal e jurídica do contratado.

  • Art. 337-L: “Fraude na execução do contrato” – usar empresa inidônea para prestar serviço ao poder público pode ser enquadrado como crime.

  • Pena: reclusão de 3 a 6 anos e multa.

3. Responsabilidade Eleitoral (Lei nº 9.504/1997)

Caso a pesquisa tenha sido usada com finalidade eleitoral, como autopromoção em período vedado, e tenha sido registrada ou divulgada com dados falsos ou por empresa sem credenciamento, o gestor pode responder por:

  • Crime Eleitoral (Art. 33, §4º): divulgação de pesquisa fraudulenta.

  • Pena: detenção de até 1 ano e multa.

Além disso, a Justiça Eleitoral pode determinar:

  • Cassação de candidatura, caso o ato configure abuso de poder político.

  • Inelegibilidade por 8 anos (Lei da Ficha Limpa).


📊 Números manipulados?

A própria peça publicitária apresenta inconsistências. O gráfico oficial da pesquisa aponta:

  • 41% “Bom”

  • 34% “Ótimo”
    ➡️ Total de 75% de avaliação positiva.

Entretanto, o material publicitário ostenta 86,3% de aprovação, sem explicar a origem dessa diferença. Isso reforça a suspeita de manipulação dos dados para autopromoção, agravando ainda mais a situação.



🤝 Vice-prefeito escanteado

Outro detalhe não passou despercebido no meio político: o prefeito aparece sozinho na propaganda, sem qualquer menção ao vice-prefeito Adelio Prado, seu companheiro de chapa e substituto legal em caso de afastamento. A ausência levanta especulações sobre um racha político interno e pode representar descontentamento nos bastidores da base aliada.


Quando uma gestão precisa inflar números com empresas fantasmas e apagar aliados para se autopromover, o que se revela não é aprovação — é desespero.

domingo, 3 de agosto de 2025

Nepotismo e Fraudes: Contrato da Saúde em Acreúna com Empresa Ligada ao Prefeito de Rio Verde Subiu 498%

Documentos e depoimentos revelam rede de favorecimento envolvendo a nora, o genro e aliados políticos do Prefeito em contratos milionários com a saúde municipal, afrontando a lei e esvaziando o controle social.


A investigação sobre os contratos da saúde municipal escancarou um esquema de favorecimento que mistura interesses pessoais, enriquecimento de aliados e uso político de recursos públicos. As provas colhidas – documentos oficiais, depoimentos e registros administrativos – confirmam que a Prefeitura atuou de forma conivente e deliberada para beneficiar parentes diretos do Prefeito e sócios de empresa contratada para gerir os serviços médicos.

Nepotismo escancarado e afronta à lei

A empresa Castro Herênio Serviços Médicos LTDA, contratada pela Prefeitura, tem como sócia Marília de Paula Freire, nora do Prefeito. O caso configura nepotismo indireto, em flagrante violação à Súmula Vinculante nº 13 do STF, que veda a nomeação de parentes para cargos ou contratos na administração pública. O mais grave é que a gestão tinha pleno conhecimento da composição societária, evidenciando conivência direta do Chefe do Executivo.

Conflito de interesses e autobenefício

Outra sócia da empresa, Camila Pereira Fernandes, foi nomeada pelo próprio Prefeito como Diretora Técnica do Hospital Municipal. A partir da nomeação, o contrato passou a receber aditivos sucessivos, e Camila passou a elaborar escalas de plantões privilegiando a si mesma com o maior número de pagamentos. Mesmo após sua exoneração formal, ela continuou exercendo a função de fato, como comprovam atos administrativos de 18 de junho de 2025.

Genro beneficiado e uso político da saúde

O segundo médico mais favorecido nos plantões pagos pela Prefeitura é Vinícius Leão, genro do Prefeito. O caso revela um sistema de vantagens pessoais e políticas, mantido com dinheiro público em detrimento dos servidores concursados e da população atendida pelo SUS.

Contrato multiplicado em 498% sem respaldo técnico

Contrato Administrativo nº 059/2022 sofreu sete aditivos, saltando de R$ 3,6 milhões para R$ 22 milhões – um aumento de 498%, muito acima do limite legal de 25% previsto na Lei nº 8.666/93. Em 2024, ano eleitoral, dois aditivos consecutivos elevaram os valores em mais de 20%, baseados em fundamentos genéricos e juridicamente frágeis, sem anuência do Conselho Municipal de Saúde.

Licitação direcionada e omissão deliberada

Pregão Eletrônico nº 063/2021 apresentou indícios claros de fraude: empresas concorrentes com sócios ligados entre si, suposto vazamento de propostas e omissão da Prefeitura diante de recursos impugnatórios apresentados por licitantes derrotadas. Tudo indica que a licitação foi montada para beneficiar a empresa ligada à família do Prefeito.

Desvalorização do servidor e terceirização predatória

Enquanto médicos concursados recebiam R$ 685 por plantão, os profissionais da empresa contratada ganhavam R$ 1.669,58 – uma diferença de 143%. O modelo de terceirização adotado transformou o atendimento médico em instrumento de lucro, violando princípios do SUS e o próprio Código de Ética Médica, além de fragilizar o controle social e a transparência.

Prefeito sabia e participou ativamente

As provas demonstram que o Prefeito não só tinha conhecimento, como também participou ativamente da manutenção do esquema: criou cargos em comissão para beneficiar a sócia da empresa e manteve os contratos mesmo após nomear médicos concursados, ignorando a obrigação de priorizar servidores efetivos.

Opinião: A saúde como moeda de troca

O escândalo revela como a saúde municipal foi usada como moeda de troca política e meio de enriquecimento de aliados, em total desprezo pela moralidade administrativa. Trata-se de um esquema que afronta a Constituição, a Lei de Licitações e os princípios mais básicos de probidade.

Agora, cabe ao Ministério Público e ao Judiciário agirem com firmeza para responsabilizar não apenas o Prefeito, mas todos os envolvidos, recuperando os recursos desviados e devolvendo à população o direito a um serviço de saúde digno e livre de conchavos políticos.

sábado, 2 de agosto de 2025

Abilio Brunini: O “Novo Bolsonaro” do Centro-Oeste Que Une Direita Raiz,


Prefeito de Cuiabá desponta como liderança nacional ao enfrentar debates ideológicos com firmeza, ética inquestionável e apoio maciço do agro e da base conservadora.

A interrupção da fala da professora Maria Inês (UFMT) durante a Conferência Municipal de Saúde de Cuiabá, em 30 de agosto, colocou o prefeito Abilio Brunini (PL) sob os holofotes nacionais. Ao corrigir a docente por usar o termo neutro “todes” e afirmar com firmeza “Aqui é todos ou todas”, Brunini não apenas marcou posição contra a linguagem neutra, mas consolidou sua imagem como um político de direita combativo, sem medo de enfrentar o discurso progressista.


Um líder conservador diferente

Diferente de Jair Bolsonaro, conhecido por um estilo mais explosivo e por uma trajetória política marcada por polêmicas, Brunini surge como uma versão mais articulada e intelectualmente preparada da direita raiz. Com histórico de gestão íntegra, sem manchas em sua vida pública e elogiado pela probidade administrativa, o prefeito de Cuiabá alia firmeza ideológica a um perfil técnico e pragmático.

Sua base de apoio se concentra especialmente no agro, setor que vê em Brunini um defensor fiel dos interesses do campo e das políticas que fortalecem a produção e a liberdade econômica. Além disso, ele vem conquistando a admiração de bolsonaristas históricos, que o enxergam como um sucessor natural de Bolsonaro, mas com maior preparo e capacidade de diálogo político.


O episódio que ampliou seu protagonismo

O confronto com Maria Inês, registrado em vídeo e viralizado nas redes sociais, dividiu opiniões. Se por um lado críticos acusaram Brunini de censura, por outro ele foi amplamente aplaudido por eleitores conservadores, que enxergaram na sua postura a defesa da tradição da língua portuguesa e o combate ao que chamam de “ideologia de gênero”.

Após o evento, Brunini declarou: “Não podemos permitir a desconstrução da nossa língua por ideologias”. A fala reforça seu alinhamento com pautas caras à direita, mas transmitida com racionalidade e objetividade – características que o diferenciam do estilo mais inflamado de Bolsonaro.


O símbolo da nova direita

Com perfil gestor, postura ética e liderança carismática, Brunini desponta como um nome viável para ocupar espaços maiores na política nacional. Sua imagem de político probo, sem escândalos e com resultados administrativos sólidos, o coloca como um potencial herdeiro do bolsonarismo – mas com maior capacidade intelectual e preparo estratégico.

Brunini representa um novo capítulo para a direita brasileira: um líder que, sem abrir mão dos valores conservadores, consegue articular, administrar e inspirar confiança em setores decisivos como o agro e o empresariado. Se Bolsonaro abriu caminho para a direita no poder, Brunini pode ser o nome capaz de consolidá-la com inteligência e eficiência.

Prefeitura de Nerópolis Falha na Comunicação e Deixa Pequenos Empreendedores no Prejuízo em Festa da Cidade

O caso da confeiteira Kamila Santos expõe a falta de planejamento e respeito da gestão municipal com comerciantes locais, levantando questionamentos sobre a transparência e a prioridade dada aos pequenos negócios.


A festa de comemoração dos 77 anos de Nerópolis, que deveria ser um momento de alegria e celebração, tornou-se um verdadeiro pesadelo para pequenos empreendedores locais. O caso da confeiteira Kamila Santos, dona da empresa “Amor Doce”, viralizou nas redes sociais após ela relatar o prejuízo financeiro sofrido por ter sido impedida de vender seus produtos já produzidos para o evento.

Kamila investiu cerca de R$ 800 em infraestrutura para montar sua barraca, além de adquirir doces e bebidas suficientes para os quatro dias de festividades. Segundo ela, o investimento foi feito com base na experiência de anos anteriores, quando nunca houve qualquer restrição ou cobrança para a venda no evento.

“Fui pega de surpresa. Não houve nenhum aviso prévio. Produzi os doces com carinho, pensando no público, e só depois fui informada de que não poderia vendê-los”, desabafou Kamila em um vídeo que rapidamente ganhou repercussão na internet.

Além de perder o investimento em bebidas, a confeiteira ficou com boa parte dos doces encalhados, já que foram preparados exclusivamente para a festa.

Falta de Planejamento e Respeito ao Pequeno Empreendedor

O caso de Kamila expõe um grave problema de gestão e comunicação por parte da Prefeitura de Nerópolis. A decisão de impedir a venda de produtos no evento foi tomada sem aviso prévio, prejudicando não só Kamila, mas também outros comerciantes locais.

A falta de transparência e de um planejamento adequado levanta suspeitas sobre a organização dos eventos da prefeitura. Em vez de fortalecer o comércio local, a gestão municipal acabou sufocando quem depende dessas oportunidades para complementar a renda.


Silêncio da Prefeitura e Indignação Popular

Até o momento, a Prefeitura de Nerópolis não se pronunciou oficialmente sobre o ocorrido, o que aumenta ainda mais a indignação da população. Nas redes sociais, internautas saíram em defesa da confeiteira, questionando a falta de comunicação clara e o despreparo da administração municipal em lidar com empreendedores locais.


O episódio reacendeu o debate sobre a falta de apoio aos pequenos comerciantes em eventos públicos e a prioridade que as prefeituras dão (ou deixam de dar) a quem realmente movimenta a economia da cidade.


Opinião: Um Retrato da Falta de Respeito ao Pequeno Negócio

O caso de Kamila não é um episódio isolado. Ele simboliza a realidade enfrentada diariamente por pequenos empreendedores que, sem apoio, enfrentam a burocracia e decisões arbitrárias de gestores públicos.

Em vez de estimular a geração de renda local, a Prefeitura de Nerópolis preferiu agir de forma autoritária e desorganizada, tirando o sustento de quem investiu com confiança no evento. É inadmissível que decisões que afetam diretamente a vida de cidadãos trabalhadores sejam tomadas sem diálogo, sem planejamento e sem respeito.


Cabe agora à gestão municipal dar explicações à população, rever suas práticas e criar regras claras e transparentes, para que situações como essa não se repitam. Nerópolis precisa valorizar seus empreendedores locais, e não jogá-los ao prejuízo por pura falta de gestão.


👉 E você, morador de Nerópolis, já viveu algo parecido? Sua voz também precisa ser ouvida!