
Wesley Suspencar entrou na disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa carregando um patrimônio que poucos candidatos possuem: alcance nas redes sociais.
Mas campanha eleitoral não é feita apenas de seguidores.
Nas últimas semanas, a movimentação política de Wesley passou a chamar atenção pelas diferentes articulações. Uma das alianças publicamente anunciadas foi com a deputada federal Magda Mofatto, que esteve inclusive na abertura de seu comitê em Rio Verde.
Agora, Wesley também aparece ao lado do candidato a deputado federal Delegado Waldir.
A movimentação provoca uma questão inevitável: Wesley está ampliando sua rede política ou procurando uma composição capaz de transformar popularidade digital em votos?
Essa diferença é fundamental.
Seguidores representam audiência. Eleição exige votos distribuídos, estrutura partidária, lideranças, presença territorial e capacidade de mobilização.
Sem pesquisas comparáveis realizadas em momentos diferentes ou outros indicadores objetivos, não é possível afirmar que Wesley esteja eleitoralmente crescendo ou diminuindo. Mas as mudanças nas articulações são fatos políticos que podem — e devem — ser observados.
A candidatura que nasceu cercada de expectativa agora entra numa fase diferente: a hora de mostrar se a força das redes consegue chegar às urnas.
E essa resposta não será dada pelo número de seguidores.
Será dada pelo eleitor.
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