ELEIÇÕES 2026 | Levantamento divulgado nesta terça-feira (22) aponta Daniel com 40,3%, Marconi com 29,4% e Wilder Morais com 17,7%. Nenhum candidato alcança a maioria absoluta dos votos válidos nos percentuais apresentados pela pesquisa.
A disputa pelo Governo de Goiás apresenta um cenário compatível com a realização de segundo turno entre Daniel Vilela (MDB) e Marconi Perillo (PSDB), segundo os números da pesquisa Igape/Record News divulgados nesta terça-feira, 22 de setembro.
O levantamento, realizado pelo Instituto Gazeta de Pesquisas (Igape), a pedido da TV Atual, afiliada da Record News, aponta Daniel Vilela com 40,3% das intenções de voto, seguido por Marconi Perillo, com 29,4%, e Wilder Morais (PL), com 17,7%.
A diferença entre Daniel e Marconi é de 10,9 pontos percentuais. Já Marconi aparece 11,7 pontos à frente de Wilder.
Os percentuais divulgados mostram que nenhum dos candidatos alcança a maioria absoluta dos votos válidos, condição necessária para vencer a eleição para governador no primeiro turno. Pela legislação eleitoral, caso nenhum concorrente ultrapasse 50% dos votos válidos nas urnas, os dois mais votados disputam uma nova votação.
VEJA OS NÚMEROS COMPLETOS DA PESQUISA
|
Candidato |
Intenção de voto |
|
Daniel Vilela (MDB) |
40,3% |
|
Marconi Perillo (PSDB) |
29,4% |
|
Wilder Morais (PL) |
17,7% |
|
Luis Cesar Bueno (PT) |
6,8% |
|
Luciana Amorim (UP) |
0,7% |
|
Danilo da Silva (PCO) |
0,4% |
|
Branco/nulo |
1,1% |
|
Não sabe/não opinou |
3,6% |
Fonte: pesquisa Igape divulgada pela Record Brasília em 22 de setembro de 2026.
DANIEL E MARCONI CONCENTRAM QUASE 70% DAS INTENÇÕES DE VOTO
Somados, Daniel Vilela e Marconi Perillo registram 69,7% das intenções de voto dos entrevistados.
Os três primeiros colocados, incluindo Wilder Morais, concentram 87,4% das respostas.
A distribuição dos percentuais permite observar uma diferença de 10,9 pontos entre Daniel e Marconi e de 11,7 pontos entre Marconi e Wilder.
Luis Cesar Bueno, candidato do PT, registra 6,8%. Luciana Amorim, da Unidade Popular, aparece com 0,7%, enquanto Danilo da Silva, do PCO, tem 0,4%.
Os entrevistados que declararam voto branco ou nulo representam 1,1%. Outros 3,6% não souberam responder ou não opinaram.
SEGUNDO TURNO: O QUE DIZ A LEGISLAÇÃO?
O principal dado da pesquisa está na distribuição das intenções de voto entre os candidatos.
Excluindo brancos, nulos e indecisos, Daniel Vilela registra aproximadamente 42,3% dos votos válidos estimados, enquanto Marconi Perillo alcança 30,9%.
Wilder Morais aparece com aproximadamente 18,6%.
Portanto, considerando exclusivamente os percentuais divulgados, nenhum candidato ultrapassa a metade dos votos válidos.
Segundo o Tribunal Superior Eleitoral, a eleição para governador exige maioria absoluta dos votos válidos. Quando esse percentual não é alcançado no primeiro turno, realiza-se uma segunda votação entre os dois candidatos mais votados.
A pesquisa, entretanto, não apresenta uma simulação específica de segundo turno entre Daniel e Marconi. Os números retratam exclusivamente a intenção de voto no primeiro turno e não permitem antecipar o resultado definitivo da eleição.
DISPUTA SERÁ DECIDIDA NAS URNAS EM OUTUBRO
O primeiro turno das eleições de 2026 está marcado para 4 de outubro. Caso seja necessária uma segunda votação para o Governo de Goiás, ela ocorrerá em 25 de outubro, conforme o calendário eleitoral.
Até lá, os percentuais poderão sofrer alterações, inclusive em razão da margem de erro e das mudanças nas preferências dos eleitores.
A pesquisa Igape oferece uma fotografia da disputa entre os dias 14 e 19 de setembro, período em que foram realizadas as entrevistas.
FICHA TÉCNICA
O levantamento ouviu 2 mil eleitores entre 14 e 19 de setembro de 2026. A margem de erro informada é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
Segundo a publicação da Record Brasília, a pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número GO-04214/2026.
Os dados da pesquisa foram reproduzidos da publicação encaminhada ao Blog do Cleuber Carlos. O registro informado ainda depende de conferência independente na base oficial do TSE.
BLOG DO CLEUBER CARLOS — O BLOG QUE É NOTÍCIA
Nenhum comentário:
Postar um comentário