O Vila Nova perdeu mais uma partida no campeonato brasileiro da série B e chega a 6 jogos sem vitória e sem marca sequer um gol. A derrota desta vez aconteceu para a Ponte Preta, em Campinas, pelo placar de 1x0. O fato lamentável da partida aconteceu aos 47 minutos do segundo tempo.
O gandula da Ponte fez cera ao repor uma bola em jogo, coisa que acontece a anos no estádio da Ponte Preta, Waldemar Lemos cobrou uma reposição rápida, e começou uma confusão e gandulas da Ponte agrediu o médico do Vila Nova com um tapa na cara. Após o incidente, o gandula é retirado de campo pela Polícia Militar.
“Foi uma safadeza o que fizeram, não dá para admitir que coisas assim aconteçam no futebol. Era uma equipe de gandulas orientada a retardar o jogo, e isso me irritou muito. Não tem ninguém otário aqui, estavam prejudicando meu trabalho e fui defender o clube mas esse tipo de coisa não dá. Infelizmente Série B é assim”, desabafou o técnico do Vila Nova Waldemar Lemos.
Ele ainda revelou que, através do clube, entrará com as providências necessárias para punir o gandula agressor: “Agrediram o nosso médico. Temos a cena filmada, dá para provar tudo o que aconteceu. Agora cabe à nós tomar as providências que têm que ser tomadas. Exijo respeito porque eu respeito todo mundo. Achei necessário tomar uma providência nessa questão e fui tomar satisfações, sem qualquer agressão ou coisa do tipo. O que aconteceu não foi certo e vamos tomar as providências”. Finalizou Waldemar em entrevista coletiva.
Este tipo só continua acontecendo em Campinas porque tem a conivência da polícia e árbitros e STJD. É comum, principalmente no estádio da Ponte Preta torcedores agressões verbais de torcedores da Ponte Preta.
Durante 20 anos de crônica esportiva, o único estádio que sempre tive "nojo" de trabalhar foi no estádio da Ponte Preta.
No sábado, o Vila Nova recebe o América-RN, às 16h20, no Serra Dourada, em Goiânia.
“Foi uma safadeza o que fizeram, não dá para admitir que coisas assim aconteçam no futebol. Era uma equipe de gandulas orientada a retardar o jogo, e isso me irritou muito. Não tem ninguém otário aqui, estavam prejudicando meu trabalho e fui defender o clube mas esse tipo de coisa não dá. Infelizmente Série B é assim”, desabafou o técnico do Vila Nova Waldemar Lemos.
Ele ainda revelou que, através do clube, entrará com as providências necessárias para punir o gandula agressor: “Agrediram o nosso médico. Temos a cena filmada, dá para provar tudo o que aconteceu. Agora cabe à nós tomar as providências que têm que ser tomadas. Exijo respeito porque eu respeito todo mundo. Achei necessário tomar uma providência nessa questão e fui tomar satisfações, sem qualquer agressão ou coisa do tipo. O que aconteceu não foi certo e vamos tomar as providências”. Finalizou Waldemar em entrevista coletiva.
Este tipo só continua acontecendo em Campinas porque tem a conivência da polícia e árbitros e STJD. É comum, principalmente no estádio da Ponte Preta torcedores agressões verbais de torcedores da Ponte Preta.
Durante 20 anos de crônica esportiva, o único estádio que sempre tive "nojo" de trabalhar foi no estádio da Ponte Preta.
No sábado, o Vila Nova recebe o América-RN, às 16h20, no Serra Dourada, em Goiânia.

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