sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

Gugu Nader é Atacado Por Cães do Chiqueiro Político de Itumbiara

Sou filho de Itumbiara, nascido nas barracas do Paranaíba, que na adolescência subia no caminhão de boia fria, e que encarou sozinho os desafios da vida para chegar no topo da cadeia alimentar da imprensa em Goiás. 

Realizei três copas do mundo, cobri durante 12 anos a seleção brasileira, sendo um dos principais integrantes das Feras do Kajuru por 20 anos, fui pioneiro em muitas coisas na imprensa em Goiás, desde as primeiras matérias no jornal folha de notícias , do amigo Ernando Lopes, conquistei todas as honrarias possíveis, mérito legislativo na câmara municipal de Goiânia, da Assembleia legislativa, medalha Pedro Ludovico Teixeira e mérito Anhangüera. Na imprensa em Goiás, hoje não enxergo ninguém a minha frente.

Na política Discípulo de Zé Gomes da Rocha, com quem caminhei por 18 anos, afilhado de Álvaro Soares Guimarães, afilhado de Marconi Perillo, amigo irmão de Cairo Batista. Amigo de Gugu Nader e Dr  Rezende e parceiro inseparável de Demostenes Torres por 20 anos

Enfrentei embates com políticos, juízes, empresários, desembargadores, procuradores, promotores, advogados e delegados. Mas sempre procurei me manter afastado das disputas em Itumbiara porque sempre foram disputas entre amigos.

Mas a partir de hoje essa história vai mudar.


Os ataques coordenados contra Gugu Nader não são crítica política. São método. Engenharia de desgaste. Velha política com ferramentas novas.


E quando o ataque vira método, neutralidade vira cumplicidade e neste momento estou deixando de ser omisso e saindo em defesa de Gugu Nader.


Falo como jornalista. Com certeza o mais  processados de Goiás — não por erro, mas por enfrentar os poderosos e não se acovardar diante de pressões e retaliações. Os embates, nunca me intimidaram. Me deram envergadura.


Por isso deixo claro:

Gugu Nader é meu amigo pessoal, desde que seu pai, Nadir Nader era presidente do Itumbiara. Nunca precisou de minha amizade para ajudá-lo na política, Mas sempre conversamos e se aconselhou comigo para tomar algumas decisões.  Disputas políticas são saudáveis e necessárias, por entender isso, por Itumbiara ser uma cidade onde as disputas políticas são travadas entre amigos, sempre procurei manter certa distância. 

Isso agora vai mudar, posso assegurar ao prefeito Dione Araújo e seus aliados, que vocês não estão preparados.

Os Ataques

Grupos de WhatsApp, vídeos manipulados e presença de servidor público levantam suspeitas graves sobre uso da máquina para difamação política no sul de Goiás

O que está em curso no submundo da política goiana não é debate, não é divergência e não é crítica. É operação. Uma engrenagem montada para destruir reputações, manipular percepções e interferir no jogo eleitoral por meio da mentira organizada.


Prints, vídeos e mensagens que circulam em grupos de WhatsApp de Itumbiara, Caldas Novas e Morrinhos expõem uma campanha coordenada de ataques contra o deputado estadual Gugu Nader, baseada em conteúdo audiovisual manipulado, insinuações rasteiras e linguagem deliberadamente ofensiva.

Não há espontaneidade.

Não há acaso.

Há repetição, direcionamento e objetivo político explícito.

Os registros analisados indicam que os ataques cumprem dupla função: desgastar a imagem pública do parlamentar e, paralelamente, abrir espaço político para o nome do genro do prefeito de Itumbiara, apresentado de forma artificial como pré-candidato a deputado estadual.

Isso não é coincidência. É método.

O detalhe institucional que transforma o escândalo em caso de Estado

Entre os integrantes de um dos grupos mais ativos — ironicamente chamado “Aconteceu em Morrinhos” — aparece  um servidor público que outrora atacava o prefeito e hoje recebe dinheiro público  para puxar o saco do prefeito e atacar o deputado. 

Esse dado muda tudo.

Quando um agente público, pago com recursos do contribuinte frequenta grupos onde circulam ataques direcionados, vídeos falsos e conteúdos potencialmente criminosos, a discussão deixa de ser política e passa a ser institucional, administrativa e possivelmente penal.

A pergunta não é retórica. É objetiva:

👉 O poder público municipal está sendo tolerante, omisso ou conivente com a difamação política digital?

Silêncio, nesse caso, não é neutralidade.

É posição.

Deepfake não é brincadeira. É crime — e crime grave

Não se trata de opinião. Trata-se de direito.

Especialistas em direito digital e eleitoral são uníssonos: a produção e disseminação de vídeos falsos (deepfakes) com finalidade política configura múltiplas infrações, entre elas:


  • Crimes contra a honra (calúnia e difamação);
  • Crimes eleitorais de alta gravidade;
  • Possível falsidade ideológica;
  • Uso indevido de meios de comunicação para fins eleitorais.


Quem tenta relativizar isso sob o manto da “liberdade de expressão” ou ignora a lei ou aposta na impunidade.


Deepfake não é sátira.

Não é crítica.

É engenharia de mentira.

Velha política, novas ferramentas — o mesmo desprezo pela democracia

O episódio escancara algo que Goiás conhece bem:

a velha política do ataque pessoal, agora turbinada por tecnologia, grupos fechados e desinformação viral.

O discurso moralista evapora quando os bastidores revelam difamação organizada, silêncio cúmplice e conveniência política.

Se for confirmada — como os indícios sugerem — a utilização direta ou indireta de estruturas públicas, agentes públicos ou funções institucionais nesse processo, o caso ultrapassa o campo do embate eleitoral e entra no território da responsabilização administrativa, eleitoral e judicial.

O que vem agora — e quem terá coragem de responder

O material já está em circulação.

Os prints existem.

Os vídeos estão identificados.

Os participantes estão mapeados.

Agora, as perguntas que realmente importam:

  • Quem coordena essa operação?
  • Quem financia essa engrenagem?
  • Quem se beneficia politicamente do ataque

E a pergunta mais incômoda de todas:

👉 Quem vai responder por isso?

Porque há uma certeza inescapável:

quando a política abandona o debate e escolhe o ataque, não é o adversário que perde.

👉 É a democracia local que apodrece.


O Blog do Cleuber Carlos seguirá acompanhando, cobrando e expondo — sem anestesia — os desdobramentos deste caso.

Na política, você não atira pedra na direção de quem tem um canhão mirando sua cabeça para revidar as pedradas.



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