Na quinta-feira, 10 de julho de 2025, uma megaoperação da Polícia Civil prendeu 32 pessoas envolvidas num esquema de compra de dados bancários na dark web e fraudes, que já causou prejuízo total de R$ 164 milhões às instituições financeiras. Entre os detidos está uma influenciadora goiana — presa em um luxuoso apartamento no Rio de Janeiro — e seu marido, acusados de aplicar golpes que somam R$ 15 milhões .
Como funcionava
De acordo com a delegada Bárbara Buttini, o grupo atuava desde abril de 2023, adquirindo informações como números de cartão e dados pessoais por criptomoedas. Com isso, falsificavam documentos e abriam contas, sacando os valores obtidos por meio de empresas de fachada — o chamado “caixa dois”. A operação, que mobilizou 180 policiais, cumpriu 43 mandados de busca e apreensão e bloqueou R$ 112 milhões ().
Investimento na ostentação
Nas redes sociais, a influenciadora mostrava uma rotina de luxo: fotos, vídeos e mansões. Alegadamente, sua vida glamourosa era sustentada pelos ganhos ilícitos. Segundo a polícia, ela e o marido são responsáveis por cerca de R$ 15 milhões das fraudes ().
Quem é a influenciadora?
Até o momento, os nomes não foram revelados pela polícia, e o g1 não conseguiu contato com a defesa. Perfis apontam que se trata de um casal rico, ligado a empreendimentos e conteúdo de “vida de alto padrão” — mas o mistério persiste. A imprensa local fala em cobertura de luxo no Rio, mas falta identificar nomes ou marcas específicas conhecidas. Há especulações em portais menores, mas nada confirmado por fontes oficiais.
Opinião do blog
A prisão deste casal é emblemática não só pela cifra envolvida (R$ 15 milhões atribuídos a eles), mas pelo esquema sistêmico de enriquecimento rápido à custa de vidas alheias. A influência nas redes serviu de fachada para legitimar riqueza obtida ilegalmente. Esse caso precisa servir de alerta: o que parece luxo pode encobrir crime organizado sofisticado — e nós, consumidores de conteúdo digital, temos papel ao duvidar de narrativas brilhantes demais para serem verdade.
O que esperar a seguir?
- Identificação oficial: os detidos ainda não tiveram nomes divulgados. O Boletim de Ocorrência e fontes na investigação podem trazê-los à tona em breve.
- Desdobramentos jurídicos: espera-se pedido de habeas corpus pelos advogados e um longo trâmite judicial, incluindo bloqueios, perícias e, possivelmente, delação premiada no grupo.
- Investigação ampliada: a rede pode se estender além dos 32 presos. A polícia afirmou que há ramificações em Goiás, Distrito Federal e Rio — esse pode ser só o início de uma limpeza profunda no setor das fraudes digitais.
Conclusão: uma história que mistura crime, ostentação e tecnologia — com consequências reais para o sistema financeiro nacional. O blog Cleuber Carlos acompanhará de perto qualquer avanço na identificação e responsabilização desse casal influente.

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