sexta-feira, 5 de novembro de 2021

Hospital da Morte? Albert Einstein em Goiânia é Acusado de Negligência e Descaso no Tratamento de Pacientes Que Morreram na UTI Com Covid


O Hospital Israelita Albert Einstein em Goiânia, está sendo questionado na justiça por familiares de pessoas que foram a óbito nas dependências do Hospital. Algumas familiares acusam o hospital de contribuir e até provocar a morte das pessoas por procedimentos inadequados e negligência médica. 

O hospital que conquistou um status de excelência em São Paulo, está tendo a sua imagem severamente arranhada, depois que vídeos de procedimentos na UTI foram obtidos, via judicial por uma família e revelaram que o tratamento dispensado ao paciente, se assemelha muito mais a um matadouro do que de um hospital de excelência.

Enfermeiro manipulando medicamentos e pacientes sem luvas, equipamentos apitando com falta de medicamentos por mais de 10 minutos. Pacientes sendo usados como lixeiras, com material descartável sobre seus corpos. Pacientes tendo sua barriga socadas pelos enfermeiro para forçar a defecar. 

Médico plantonista que recebe diária de R$ 1.500,00  para cuidar de paciente  na UTI, mas que não comparecia todos os  dias para  ver o paciente. O médico em questão é Marcelo Fouad Rabahi, que está sendo acionado judicialmente por uma família e tem contra ele diversas outras acusações,  denúncias e reclamações de familiares de pessoas que foram a óbito sob sua responsabilidade médica.

Contra o hospital pesa seríssimas denúncias como equipamentos estragados deixando pacientes em situação de risco. 
Falta de comunicar a Anvisa sobre os rumores de ACINETOBACTER, superbactéria que prolifera por até 6 meses numa parte metálica por exemplo. 
Prisma estragado. Raio X 2 vezes no dia. Paciente com diagnostico negativo para  Covid durante grande parte do período de internação e na véspera do óbito com diagnóstico positivo de covid. 

Em resumo o paciente entrou com diagnóstico de Covid, após certo tempo de internação, vários exames de Covid deram negativo e na véspera do óbito, quando a morte era certa, novo exame com diagnóstico positivo de Covid.

 Essas são algumas atrocidades reveladas pelas câmeras do próprio hospital e questionadas na justiça pelos familiares.

Um grupo de familiares que questionam os procedimentos e responsabilizam o hospital pela morte de seus parentes, criou um grupo de Whatsapp para trocar informações e questionar os procedimentos adotados pelo Albert Einstein em Goiânia.

Antes de publicar a matéria, entramos em contato com assessoria de imprensa do Albert Einstein em São Paulo que pediu um prazo para se manifestar  manifestar, mas não fez.  

 Além de não se manifestar na reportagem,  funcionários do Albert Einstein entraram em contato com parente das vítimas  tentando tratar do assunto de forma interna, afim de evitar exposição na mídia. Em resumo, o Albert Einstein está tentando esconder a sujeira embaixo do tapete.


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