segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

Novas Regras Para Eleição 2020 de Prefeitos e Vereadores

Em outubro deste ano, mais de 153 milhões de eleitores devem ir às urnas para eleger prefeitos, vice-prefeitos e vereadores. A quase 10 meses das eleições municipais, pré-candidatos começam a se organizar nos estados, e as eleições movimentam os bastidores da política. Neste ano, o pleito terá regras novas, muitas delas criadas em razão da popularização das redes sociais ou em decorrência de problemas identificados pela Justiça Eleitoral em experiências internacionais e nacionais. A principal alteração se refere às campanhas pela internet e às fake news. Apesar de a votação ocorrer apenas em outubro, o lançamento de pré-candidatos está autorizado, e políticos e partidos devem observar as regras para não infringirem a legislação.

Os eleitores estão espalhados por 26 unidades da Federação. Apenas no Distrito Federal não haverá votação, tendo em vista o caráter específico da unidade federativa. No entanto, no resto do país, o pleito exigirá esforço do Poder Público para organizar e fiscalizar as eleições. Além da quantidade de candidatos ser maior e a votação ter características mais regionais, a fiscalização virtual é um desafio.

A prática de fake news com fins eleitorais foi criminalizada no ano passado. Pode ser preso e até ter a candidatura suspensa o concorrente que espalhar informações inverídicas sobre a campanha de adversários, com o intuito de ganhar vantagem na disputa. Em junho, o Congresso aprovou pena de dois a oito anos de prisão para quem cometer essa prática, inclusive eleitores. A punição foi vetada pelo presidente Jair Bolsonaro, mas o Parlamento derrubou o veto e alterou a decisão promulgada em lei. A legislação prevê punição para “quem, comprovadamente ciente da inocência do denunciado e com finalidade eleitoral, divulga ou propaga, por qualquer meio ou forma, o ato ou fato que lhe foi falsamente atribuído”.



Antes da norma, a previsão era de seis meses para quem caluniasse um candidato durante a campanha eleitoral, ofendendo-lhe a honra ou decoro. A advogada Samara Ohanne, especialista em direito eleitoral, afirma que a propagação de informação falsa fica caracterizada se o autor tiver intenção de cometer o crime ou se a Justiça entender que havia meios de saber que se tratava de fato inverídico. “As fake news baseadas em calúnia têm pena alta, de restrição de liberdade. É preciso comprovar na Justiça que a pessoa tinha conhecimento da falsidade das declarações ou meios de saber se o conteúdo difundido era falso ou não”, explica.

Existem diferentes regras para a fase anterior ao pleito. A campanha eleitoral, por exemplo, só será permitida a partir de 15 de agosto. No entanto, está liberado o lançamento de pré-candidatos. A arrecadação de doações por meio de vaquinhas virtuais só estará autorizada a partir de maio, destaca Ohanne. “A captação de recurso pode ser feita via internet a partir de 15 de maio. Ainda não podem ser feitos pedidos de voto, mas, sim, de apoio financeiro. Se a candidatura for indeferida, os recursos voltam automaticamente aos doadores.”

Proibições

Neste ano, fica proibida a distribuição de materiais de campanha, como camisetas, chaveiros, bonés, canetas, brindes, cestas básicas ou outros itens. Também está proibido fazer propaganda de qualquer tipo em cinemas, clubes, lojas, centros comerciais, templos, ginásios e estádios. A regra inclui pinturas, placas, faixas, cavaletes e bonecos. Também não será permitido fixar material de campanha no sistema de iluminação pública, sinalização de tráfego, viadutos, passarelas, pontes e paradas de ônibus, árvores, muros e cercas.

Pela internet, será liberado o impulsionamento de conteúdo eleitoral por candidatos e partidos. Essa prática, porém, é vedada aos eleitores. No dia da votação, não poderá ocorrer a publicação de conteúdo, que, neste caso, se caracteriza como boca de urna, explica Clever Vasconcelos, doutor em direito e promotor de Justiça em São Paulo. “Nesta eleição, tem a boca de urna eletrônica. No dia da eleição, não se podem fazer postagens nas redes sociais. Isso vale para o candidato e para qualquer pessoa. Se fizer, pode incidir em crime”, afirma.

As eleições municipais, destaca Vasconcelos, são mais complexas para o poder público. “Nos municípios é muito complicada a fiscalização. A abordagem do político é muito próxima do eleitor. Tomamos muito cuidado com isso (crimes eleitorais), mas enfrentar problemas faz parte do jogo”, afirma.


Altera a Lei nº 9.504, de 30 de setembro de 1997, a fim de estabelecer os limites de gastos de campanha para as eleições municipais.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1º A Lei nº 9.504, de 30 de setembro de 1997, passa a vigorar com as seguintes alterações:
Art. 18-C.  O limite de gastos nas campanhas dos candidatos às eleições para prefeito e vereador, na respectiva circunscrição, será equivalente ao limite para os respectivos cargos nas eleições de 2016, atualizado pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), aferido pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ou por índice que o substituir.
Parágrafo único.  Nas campanhas para segundo turno das eleições para prefeito, onde houver, o limite de gastos de cada candidato será de 40% (quarenta por cento) do limite previsto no caput deste artigo.”
“Art. 23.  .............................................................................................................
............................................................................................................................
§ 2º-A.  O candidato poderá usar recursos próprios em sua campanha até o total de 10% (dez por cento) dos limites previstos para gastos de campanha no cargo em que concorrer.
..................................................................................................................” (NR)
Art. 2º  Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. 
Brasília, 3 de outubro de 2019; 198o da Independência e 131o da República. 
JAIR MESSIAS BOLSONARO
Jorge Antonio de Oliveira Francisco
André Luiz de Almeida Mendonça
Este texto não substitui o publicado no DOU de 3.10.2019 - Edição extra-B
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Atlético-GO Contratou Goleiro Jean e Daí?



Bastou o Atlético anunciar a contratação do goleiro Jean do São Paulo, para alguns torcedores e torcedoras ocuparem as redes sociais para reclamar porque o atleta agrediu a esposa no final de ano, quando o casal estava de férias nos EUA. 

O Atlético contratou um bom goleiro e quem não gostou da contratação certamente não entende nada de futebol e usa de falso moralismo para ficar de mimimi nas redes sociais. 

Se os clubes de futebol fossem contratar somente jogadores que são exemplos dentro e fora de campo,  não teríamos jogadores suficientes para disputar os campeonatos regionais e brasileiros.

O Atlético Clube Goianiense anunciou seu décimo segundo reforço para 2020. Está tudo certo entre Dragão e São Paulo, e o goleiro Jean. O jogador que já treina no rubro negro, chega por por empréstimo junto à equipe paulista até o final da temporada. Mesmo com vínculo com o tricolor até 2022, o atleta de 24 anos não deve mais defender o clube, já que teve seu contrato suspenso na última quinta-feira (9) e foi liberado para procurar uma nova equipe. A informação é da repórter Nathália Freitas.

Jean foi preso no dia 18 de dezembro nos Estados Unidos acusado de agredir a esposa Milena Bemfica durante as férias da família na cidade de Orlando. O jogador foi solto sem precisar pagar fiança, com a promessa de comparecer na audiência marcada para o dia seguinte.

Apesar de solto, continuará respondendo processo no país norte-americano pelo crime de violência doméstica. O mesmo acontecerá no Brasil e, mesmo Milena não prestando queixa contra o goleiro, ele precisará manter distância da mulher e ter supervisão de terceiros ao visitar as filhas.

Logo após o ocorrido, o São Paulo pensou em rescindir o contrato, mas preferiu aplicar uma suspensão válida até o final deste ano. Com isso, o Atlético Goianiense terá de arcar com os salários do atleta durante este período.

Antes de chegar ao Morumbi, Jean se destacou com a camisa do Bahia, clube que foi revelado. Lá subiu para o profissional e conquistou um Campeonato Baiano e também uma Copa do Nordeste. Seu grande ano foi em 2017, onde defendeu o Tricolor de Aço em 56 partidas.

No ano seguinte trocou Salvador pela capital paulista, mas não se firmou na equipe titular e disputou apenas 18 partidas. Em 2019 o número foi ainda mais baixo, com apenas 1 jogo e sendo o reserva imediato de Tiago Volpi. Além das equipes profissionais, Jean também vestiu a amarelinha durante o Mundial sub-20 de 2015.

Ficha Técnica

Nome: Jean Paulo Fernandes Filho
Data de nascimento: 26/10/1995 (24 anos)
Naturalidade: Salvador, Bahia.
Peso: 79 kg
Altura: 1,87m

Suspeita de "Rachadinha" Com Salário de Funcionária no Gabinete do Senador Jorge Kajuru

O silêncio do senador Jorge Kajuru em relação as denunciais de  "rachadinha" do senador Flávio Bolsonaro pode ter um bom motivo. A possível pratica do mesmo crime  em seu gabinete no senado federal.

Kajuru tem em seu gabinete no senado e no escritório de apoio em Goiânia 25 funcionários comissionados,  com salários que variam de R$ 2.249,07 a R$ 22.943,73 de acordo com o portal da transparência.





O blog recebeu em novembro de 2019, a denuncia que o senador Jorge Kajuru havia colocado em seu gabinete uma funcionária, ADRIANA CRISTINA RODRIGUES ABRÃOfilha do locutor Edson Rodrigues, com o salários de R$ 17.000,00 mensais, sendo que deste valor R$ de acordo com a denúncia R$ 10.000,00 seriam repassados para o locutor. 

Iniciamos as devidas investigações, para checar  se existia alguma relação entre a contratação de Edson Rodrigues para equipe Feras do Kajuru com a contratação da funcionária para trabalhar no gabinete de Kajuru.

ADRIANA CRISTINA RODRIGUES ABRÃO  aparece a primeira vez na folha de pagamento do gabinete do senador  no mês de maio de 2019 com salário de R$ 4.135,19 para exercer a função de auxiliar parlamentar.

No mês seguinte ela obteve um aumento e passou a receber R$ 6.747,22 e no mês de setembro o salário dela passou a ser de R$ 19.080,82.

Após tomar conhecimento que o salário da filha de edson Rodrigues era motivo de investigação, Kajuru reduziu o salário dela em dezembro para R$ 9.952,71.
Não existe como compravar que parte do salário que a filha recebia era repassado para o pai como pagamento para trabalhar na equipe feras do Kajuru, mas o senador no mímico deve vir a publico e explicar a constante variação no salário da funcionaria que saltou em alguns meses de R$ 4.135,19 para R$ 19.080,82. Qual justificativa para tamanho aumento?

Veja a relação dos funcionários comissionados de Kajuru no Senado Federal

Comissionados (25)

Funcionários Comissionados
FuncionárioFunção Nome da Função
JAIR WELLINGTON PIMENTAAP-10ASSISTENTE PARLAMENTAR INTERMEDIÁRIO
ADRIANA CRISTINA RODRIGUES ABRÃOAP-07AUXILIAR PARLAMENTAR PLENO
ROGÉRIO PAZ LIMAAP-07AUXILIAR PARLAMENTAR PLENO
GABRIEL CRUVINEL BARBOSAAP-06AUXILIAR PARLAMENTAR INTERMEDIÁRIO
GEOVANNA SANTOS BARBOSAAP-04AJUDANTE PARLAMENTAR SÊNIOR
LUCAS RODRIGUES DA SILVAAP-04AJUDANTE PARLAMENTAR SÊNIOR
JULIA NUNES DE SÁ NETAAP-03AJUDANTE PARLAMENTAR PLENO
LEVI MONÇÃO JÚNIORAP-03AJUDANTE PARLAMENTAR PLENO

Funcionários Comissionados
FuncionárioFunção Nome da Função
CAROLINE TOMÁS DA LUZSF02ASSESSOR PARLAMENTAR
EDUARDO ARITANA DE OLIVEIRASF02ASSESSOR PARLAMENTAR
MARCELLO NOGUEIRA CRUVINELSF02ASSESSOR PARLAMENTAR
ROBERTO GONÇALVESSF02ASSESSOR PARLAMENTAR
MURILO DE SOUZA ARRAISSF02CHEFE DE GABINETE COMISSIONADO
CLÁUDIO GERALDO BOECHAT MAGALHÃESSF01SECRETÁRIO PARLAMENTAR
RENATA DAYRELL DE LIMA CAMPOSSF01SECRETÁRIO PARLAMENTAR
JOSÉ LUIZ DATENA JUNIORAP-11ASSISTENTE PARLAMENTAR PLENO
LAERTE MARQUES POVOA VASQUESAP-10ASSISTENTE PARLAMENTAR INTERMEDIÁRIO
LUMA ROSA PASCHOALATOAP-10ASSISTENTE PARLAMENTAR INTERMEDIÁRIO
MARCO ALEXANDRE PAIM SILVAAP-10ASSISTENTE PARLAMENTAR INTERMEDIÁRIO
SIMONE ZÁCARI MAGALHÃESAP-10ASSISTENTE PARLAMENTAR INTERMEDIÁRIO
VICTOR DE OLIVEIRA CAMPOSAP-10ASSISTENTE PARLAMENTAR INTERMEDIÁRIO
RAUL GUSTAVO SILVA SOUSAAP-08AUXILIAR PARLAMENTAR SÊNIOR
PALOMA OLIVEIRA SOUSAAP-07AUXILIAR PARLAMENTAR PLENO
HELDO VITOR MULATINHOAP-05AUXILIAR PARLAMENTAR JÚNIOR
JÉSSICA EDILAINE CARDOSOAP-01AJUDANTE PARLAMENTAR JÚNIOR

Jornal Opção Expõe as Vísceras da Unimed Goiânia

O Jornal Opção realizou reportagem expondo as vísceras da Unimed Goiânia. 

A Cooperativa entrou no radar da policia depois da Operação Metástase e de uma série de reportagens do blog do Cleuber Carlos denunciando irregularidades por parte de diretores da cooperativa.

Recentemente trazido para o “olho do furacão” com a Operação Metástase, deflagrada pela Polícia Civil de Goiás, que apurou irregularidades e desvios referentes a um contrato com o Instituto de Assistência dos Servidores do Estado de Goiás (Ipasgo), o Instituto Goiano de Oncologia e Hematologia, o Ingoh, está envolvido também em um imbróglio com a maior operadora de planos de saúde do Brasil, a Unimed. A unidade de Goiânia da cooperativa de trabalho médico é alvo de uma ação na Justiça por parte de profissionais que denunciam supostas irregularidades nas auditorias de contas apresentadas pelo Ingoh, o que teria gerado superfaturamento de materiais de consumo e aprovação de exames de maneira anômala e sem qualquer verificação, além de tratamento desigual ao instituto em relação às demais clínicas credenciadas e médicos hematologistas cooperados.
Jornal Opção teve acesso ao processo, que tramita na 21ª Vara Cível de Goiânia desde o início de maio deste ano. A ação, movida por 20 médicos hematologistas da capital, tem caráter de Produção Antecipada de Provas. No processo, os profissionais exigem a entrega de todas as faturas e auditorias apresentadas à Unimed pela empresa Ingoh nos últimos cinco anos.
Conforme relatado pelos médicos na petição inicial do processo, no dia 25 de janeiro deste ano foram pegos de surpresa por denúncias que chegaram até eles por duas médicas que integram o departamento de auditoria da Unimed. De acordo com as profissionais, foram constatadas irregularidades nas cobranças de serviços prestados pelo Ingoh e seus respectivos médicos, o que comprometeria a validade da auditagem realizadas nas contas prestadas pelo instituto à cooperativa.
Entre as atribuições da Diretoria de Auditoria Médica da Unimed está a de auditar as faturas emitidas pelas clínicas credenciadas dos serviços prestados pelos médicos cooperados à rede da operadora. Através desse método de fiscalização, fica comprovado, ou não, se de fato os procedimentos declarados foram realizados e custaram o equivalente ao apresentado à cooperativa.
Conforme as auditoras, o Ingoh, clínica que presta serviços especializados em hematologia, teria obtido vantagens indevidas junto à Unimed em detrimento das clínicas concorrentes, uma vez que seus médicos e procedimentos não seriam submetidos às regras de fiscalização e auditoria impostas aos outros institutos.
Os médicos alegam na ação que, em diversos meses do ano, todas as contas apresentadas pelo Ingoh foram pagas integralmente sem passar por qualquer auditoria no departamento responsável da Unimed. Os profissionais apontam no processo que os carimbos dos médicos auditores sequer constavam nas contas prestadas à operadora de planos de saúde.

Contas foram pagas sem fazer auditoria, dizem médicos

Ação cível de autoria de grupo de médicos surgiu em maio de 2019 | Foto: Reprodução/Projudi
A conduta em questão, de acordo com os médicos, teria trazido prejuízos astronômicos à cooperativa, além de explicitar um “tratamento desigual aos demais cooperados que, por suas vezes, contribuem de maneira inexorável a fortalecer a cooperativa, em respeito ao princípio de cooperação”.
Em um caso descrito pelas médicas auditoras que trouxeram a denúncia, haveria a aprovação por parte da Unimed de repetidos exames de biópsia de medula óssea para um único paciente no mês de setembro do ano passado. Uma vez que o exame gera um ato de coleta de material, a agulha de mielograma, usada para aspiração da medula óssea, teria sido trocada pela agulha de biópsia óssea.
A substituição teria provocado um superfaturamento, cujo valor gira em torno de R$ 320 por cada unidade de agulha utilizada. Ao invés de ser repassado para os médicos responsáveis pelo procedimento, o pagamento era feito para o Ingoh e somava-se à quitação dos demais materiais necessários para a realização do exame, como consta na denúncia.

Médicas alegam que foram excluídas de comissão de auditagem por gestor da Unimed

Ingoh alega que a ação cível é movida por “concorrentes inescrupulosos” | Foto:
Inteirados do teor da denúncia feita pelas auditoras da Unimed, os médicos, antes de moverem a ação cível, elaboraram uma representação e a encaminharam ao presidente da Administração da Unimed, Breno Álvares de Faria Pereira, e ao Conselho de Administração da Unimed. No documento, os profissionais teriam solicitado a abertura de um procedimento administrativo para apurar a veracidade do conteúdo dos casos expostos.
Foi pedido também que a gestão da cooperativa disponibilizasse, no prazo de cinco dias, todas faturas e auditorias apresentadas à Unimed pelo Ingoh nos últimos cinco anos. Porém, segundo os médicos, transcorrido o prazo especificado na representação, a resposta que retornou da presidência da Unimed foi uma contranotificação que informava sobre a criação de um Conselho Administrativo Autônomo para a averiguação das denúncias apresentadas e a possibilidade de ajuizamento de ações contra os denunciantes pelos crimes de calúnia e difamação.
Os profissionais, insatisfeitos e ofendidos com a resposta, teriam, então, enviado uma nova notificação à presidência da Unimed solicitando, desta vez, garantia da participação das médicas auditoras na comissão mencionada. Entretanto, segundo relatado na inicial do processo, o presidente teria recusado categoricamente o pedido de inclusão das médicas. Além disso, Breno de Faria teria negado o envio dos documentos solicitados com a alegação de segredo de Justiça.
De acordo com o advogado que representa os médicos no processo, “as denúncias fustigadas debruçam-se sobre direito material atrelado a todos os profissionais médicos que, como dito, se esforçam na manutenção da Cooperativa Médica Unimed Goiânia, a fim de que esta possa cumprir suas funções sociais”. O último andamento do processo foi registrado no dia 18 de novembro, quando a ação foi suspensa por determinação da Justiça pelo prazo de 200 dias.
O advogado, na petição inicial, também alega que a Unimed, por meio de seu presidente, Breno de Faria, ao tomar conhecimento das denúncias, “ao invés de determinar a entrega da documentação, ou ao menos dar conhecimento aos autores, preferiu em tom ameaçador negar-lhes acesso, inclusive, sobre os trabalhos que estão sendo desempenhados pela ‘Comissão de Autônoma’, pois, sequer o número do Processo Administrativo Disciplinar (PAD) foi fornecido”.
Operação Metástase apura irregularidades em contrato do Ipasgo com o Ingoh
O Ingoh se viu no centro de uma operação policial que investiga irregularidades num contrato do instituto há menos de duas semanas.
Na manhã do dia 12 de dezembro, quinta-feira, a Polícia Civil de Goiás deflagrou uma operação para apurar a suspeita de desvio de R$ 50 milhões do Ipasgo, plano de saúde dos servidores estaduais, que ocorreu, conforme apontado pelas investigações, no âmbito do contrato de prestação de serviço do órgão com o Ingoh.
A operação foi batizada de Metástase e cumpriu, na ocasião, 20 mandados de busca e apreensão. Segundo o delegado Rômulo Figueiredo, titular do Grupo Especial de Combate à Corrupção (Geccor), a polícia investiga cinco mortes de pacientes que podem ter sido causadas por “aplicação de tratamento quimioterápico inadequado com objetivo de angariar vantagem indevida” dentro do esquema que levou à deflagração da operação. Em nota divulgada na época, o Ipasgo informou que apoiava a operação e que o esquema investigado ocorria em “gestões passadas”. Já o Ingoh declarou que recebeu as informações sobre a operação com “total tranquilidade” e que colaborava com as investigações.

Sindicância realizada não encontrou irregularidades, alega Unimed

Médico Breno de Faria diz não ter conhecimento dos casos relatados | Foto: Unimed Goiânia
Jornal Opção procurou a Unimed Goiânia e solicitou esclarecimentos a respeito das acusações levantadas pelos médicos hematologistas no processo cível.
Em e-mail enviado à assessoria da cooperativa, a reportagem questionou pontos específicos como a denúncia de aprovação indevida de repetidos exames do mesmo tipo para um paciente em um só mês; da suposta ausência de auditoria nas contas apresentadas pelo Ingoh em 2018; de pagamentos feitos diretamente ao Instituto de Oncologia ao invés de serem realizados aos médicos; e, por fim, da recusa por parte do presidente da cooperativa de responder às solicitações dos profissionais e disponibilizar as faturas e auditorias do Ingoh feitas nos últimos cinco anos, assim como de incluir as médicas auditoras na Comissão Autônoma criada.
Em resposta, a Unimed Goiânia, na figura do Conselho de Administração, admitiu ter sido notificada extrajudicialmente por “alguns médicos cooperados solicitando providências no sentido de averiguar a existência de possíveis irregularidades concernentes à auditoria das contas e faturas relacionadas aos prestadores de serviços de hemoterapia e afins”.
A cooperativa informou que prontamente o Conselho de Administração “decidiu instaurar a abertura de uma sindicância interna por meio de um procedimento administrativo, que teve a coordenação do Conselho Fiscal (órgão social eleito para esse fim, reconhecido e determinado por lei), com a participação do coordenador do Conselho de Especialidades, de duas médicas hematologistas e de membros da Diretoria, dando transparência e maior celeridade em todos os trâmites necessários”. E finaliza com a afirmação de que, no que concerne à conclusão dos trabalhos, “a comissão não identificou nenhuma irregularidade”.
O presidente da Unimed Goiânia também foi procurado. Diante dos questionamentos feitos pela reportagem, o Breno de Faria respondeu que não tinha conhecimento dos casos relatados mas que, de qualquer forma, não tinha autorização para emitir posicionamento individual, uma vez que as perguntas já haviam sido respondidas por meio da nota assinada pelo Conselho de Administração da Unimed.
Jornal Opção também entrou em contato com o Ingoh, que respondeu à reportagem por meio de nota. O instituto argumenta que a ação proposta pelos médicos hematologistas trata-se “de mais uma demanda irresponsavelmente movida por concorrentes inescrupulosos que, pela falta de técnica profissional e capacidade de se posicionar no mercado, optaram por atacar a credibilidade de profissionais de duas instituições”, em referência à Unimed.
O Ingoh também afirma que “há várias décadas presta relevantes serviços médicos no Estado” e que a “acusação irresponsável foi arquivada, segundo informações preliminares, por ausência de qualquer mácula ou dúvida nos trabalhos desenvolvidos pelo Ingoh”. O instituto alega que os auditores e representantes “que a concorrência pretendia ou chegou a incluir na eventual Comissão, são vinculados a entidades médicas concorrentes e, mais uma vez, possuem um caráter irrefutável de criar tumulto processual e funcional no ambiente médico goiano”.
Na nota enviada ao Jornal Opção, o Ingoh também afirma que “caberá à Justiça, em momento oportuno, responder como obtiveram [os médicos autores da ação] acesso e distorceram dados sigilosos comerciais e médicos”. “Em tempo: todas as sociedades empresárias e gestoras das denúncias caluniosas, irresponsáveis e reincidentes, serão uma a uma, incluindo seus respectivos médicos, responsabilizadas, no momento oportuno, nos âmbitos administrativo, cível e penal”, finaliza.

Record mostra vídeo de agressão de cantor Victor contra ex-mulher: veja imagens!

O programa Domingo Espetacular, da TV Record, exibiu neste domingo, 12, um vídeo que mostra o cantor sertanejo Victor Chaves, da dupla Victor e Leo, agredindo a ex-mulher, a empresária Poliana Bagatini. O caso ocorreu em fevereiro de 2017.

As imagens reproduzidas pela Record são de câmeras de segurança do prédio onde o casal morava em Belo Horizonte. No dia da agressão, Poliana estava grávida de quatro meses do segundo filho.

Poliana teria discutido com a sogra, que morava no andar de baixo. Após a discussão, as imagens mostram ela indo para o elevador e tentando digitar o código de segurança para subir ao apartamento, onde estava a filha. Sua cunhada, Paula Chaves, também entra no elevador.

Em seguida, Victor puxa as duas para fora, fazendo com que Poliana caísse no chão. Victor leva uma das pernas em direção a ela, como um chute.

Todas as cenas fazem parte do processo contra o cantor. Victor foi condenado no final do ano passado por agressão sem deixar lesões aparentes. No entanto, a pena foi apenas de 18 dias de prisão simples em regime aberto, que pode ser convertida em trabalhos comunitários.



domingo, 12 de janeiro de 2020

Jornal Opção Publica Fake News Sobre a Eleição em Hidrolândia

O Jornal opção já foi uma boa fonte de informação dos bastidores da politica goiana, mas parece que o jornal perdeu suas fontes e consequentemente sua credibilidade. 
Neste domingo o Jornal Opção publicou uma matéria Fake News sobre os bastidores da disputa pela sucessão do prefeito Paulinho em Hidrolândia.

A matéria que não tem assinatura do repórter, exatamente porque é uma fake news e quem escreveu sabe disso, passa várias informações falsas. Não tenho dúvida que não é por desinformação e incompetência de quem a escreveu, mas sim, escreveu sabendo que estava publicando uma Fake News, certamente atendendo pedido $$$$$.


A Matéria informa falsamente que Paulinho,  por ser Presidente da AGM,  não fica na prefeitura ou na cidade, o que é uma mentira proposital ou algo escrito por alguém tão desinformado que não merece ser chamado de jornalista.

Quem tem o mínimo de informação sobre o prefeito,  sabe muito bem que ele é madrugador e todos os dias,  antes das 7:00hs,  já rodou por toda cidade,  vistoriando as obras e  depois  está no gabinete, despachando com auxiliares e populares. 

As agendas na AGM geralmente são com horários marcados e o prefeito não demora mais do que meia hora para se deslocar de Hidrolândia para atender prefeitos na sede da entidade.

Sobre a sucessão em Hidrolândia,  o repórter mostra total desconhecimento sobre a realidade ou como desconfio $$$$,  sabe muito bem o que está fazendo.

Prefeito Paulinho, Primeira dama Luciana,
Fernando Nazaré e sua esposa  Arlete Carneiro Guedes
A matéria afirma falsamente que Paulinho não tem candidato a sucessão. Que o vereador José Délio  é favoritaço e que o prefeito pode apoiar Bruno do Posto. Três mentiras de uma FAKE NEWS com letras maiúsculas do Jornal Opção.

Primeiro, José Délio não é favorito, longe disso, sua candidatura corre risco porque não tem grupo político definido e se colocou na condição de oposição ao prefeito Paulinho, que tem aprovação superior a 80% da sua administração e obteve 70% dos votos da última eleição.  Paulinho tem um grupo forte e coeso para a eleição, com um legado fácil de ser defendido, com muita coisa para mostrar. Esses simples fatos, deixam claro, que qualquer candidato apresentado pelo prefeito Paulinho entra na disputa como favorito!

Segundo,  Paulinho não irá apoiar Bruno do Posto, porque são grupos políticos antagônicos. No entanto,  Paulinho reconhece que Bruno do Posto é mais político que José Délio. Tem uma legado politico da última eleição e deve ser o adversário mais difícil a ser superado, com José Délio ficando em terceiro lugar. 

Terceiro, Paulinho tem candidato a prefeito,  este será apresentado a população no próximo dia 22 de janeiro,  em reunião marcada para acontecer na casa do prefeito. Trata-se do empresário Fernando Nazaré.

Fernando Nazaré é um bem sucedido empresário que acabou de lançar mais um bairro no município com 400 lotes, 80% vendidos.  Advogado, administrador de empresas com pós graduação.  Produtor rural e presidente do Sindicato Rural de Hidrolândia.

 Fernando Nazaré foi vereador, presidente da Câmara Municipal  e vice-prefeito de  Paulinho. 

Político, com perfil técnico de família tradicional no município, Fernando Nazaré, não tem rejeição. 

Com expressivo apoio político dos deputados, Adriano Baldy e Alexandre Baldy,  Virmondes Cruvinel (Mais votado na cidade), José Mário Schneider, Amauri Ribeiro e principalmente do prefeito Paulinho.

Fernando Nazaré deverá ter como vice, o atual presidente da Câmara Municipal, Wellington do Chico Branco, o campeão de votos de Nova Fátima. 



A matemática é simples. A cidade está com contas em dias, salários pagos dentro do mês trabalhado, ruas asfaltadas, maquinários novos, estradas vicinais em perfeito estado de conservação e inúmeras obras entregues. Outras em andamento,  como construção e reformas de três praças, entrega e inauguração do hospital municipal programada para mês de julho.   Saúde e educação com alto índice de aprovação pela população.

 As pesquisas apontam que Paulinho transfere para qualquer candidato que ele apoiar, no mínimo  30% dos votos  que ele teve na última eleição, onde ele obteve 8.550 votos, de um total de 12. 575 votos validos.

Logo, não precisa ser especialista para saber que Fernando Nazaré,  já larga na frente com 3 mil votos do apoio do prefeito, sem contar o fato dele ser de família tradicional, o principal bairro da cidade (Nazaré) leva o nome da sua família e do forte apoio politico que terá, não é difícil imaginar quem irá ganhar a eleição em Hidrolândia. 

Dá próxima vez que fizer uma reportagem Jornal Opção, busque informação e publique verdade, não FAKE NEWS sob o risco de ser desmarcado e desmoralizado como fiz agora e farei sempre que necessário,  para o bem da informação. 





Canadá, Cultura Secular com Diversidade

1 – Vancouver
Toronto, Vancouver, Quebec. Língua inglesa e francesa. Em um mesmo território. Cultura secular. Diversificada. Com o respeito à pluralidade e à tolerância. Justin Trudeau, um primeiro-ministro de linhagem progressista. Em Tempos Sombrios. No Brasil, Europa, Velho Mundo, Oriente Médio e até nos EUA. Ele é apóstolo em defesa do ‘Welfare State’. O Estado do Bem-Estar Social. Ávido por atrair mão de obra do Brasil. Nas artes, espetáculos, literatura. 

3 – Quebec
2 – Toronto
Patrícia Martins, advogada de Goiânia, especialista em Direito Internacional, expert em políticas de Estado para a imigração de brasileiros ao Canadá, informa, com exclusividade, que o fluxo em direção ao País da América do Norte, a ‘Meca do Novo Emprego’, pago em dólares, teria crescido 88% no ano de 2019. É que o País da América do Norte adota a medida como planejamento estratégico. Para aquecer a economia. A exigência é de uma mão de obra qualificada

                 Patrícia Martins

_ A categoria econômica é a que pode permitir que nascidos no Brasil possam requerer o visto de trabalho. Depois, é formulado o pedido de residência permanente. 

Nascida em Goiânia, graduada na PUC e com amplo espaço no mercado, em Toronto, Patrícia Martins revela também que a perspectiva do Canadá é elevar. O que? Os níveis anuais de imigração. A ideia é pular para 340 mil. Já em 2020. Ano que vem. Como? Uma medida a ser executada é a redução e desburocratização do processo, que demora hoje 24 meses. Para um ano, frisa. “Mais: 80% do crescimento populacional é resultado da imigração”, relata ela.

- Relatório de novembro de 2018, da ‘Statistics Canada’, registra que 430 mil vagas de empregos estavam disponíveis e não foram preenchidas naquele ano.