🚨 ESCÂNDALO SOBRE RODAS: A RIFA DO PORSCHE, MARRONE, O SOBRINHO BRENO E O NOME DE LUCAS LUCCO EM DEPOIMENTO POLICIAL
Vídeo de propaganda com artistas vendeu rifas de um Porsche que nunca foi sorteado. Agora, Eliel Levistone é investigado, GT7 Experience é questionada, e Lucas Lucco revela à polícia que se recusou a participar por desconfiar da legalidade do projeto.
🎥 A PROMESSA: UM PORSCHE NA SUA GARAGEM
"Transformar sonhos em realidade." Foi com essa promessa que a GT7 Experience, através de vídeos com artistas e marketing nas redes sociais, impulsionou a venda de rifas para um Porsche de luxo. Mas o que começou como uma ação de “experiência exclusiva” se transformou em escândalo policial e frustração coletiva.
🎥 OS VÍDEOS QUE ILUDIRAM
O vídeo de divulgação mais compartilhado traz o cantor Marrone, da dupla Bruno & Marrone, e seu sobrinho, o também cantor Breno Ferreira, promovendo entusiasticamente o sorteio do Porsche. O uso da imagem de celebridades impulsionou as vendas de rifas por todo o país.
A participação dos artistas ajudou a gerar confiança no projeto. Mas nenhuma rifa foi sorteada. Nenhum prêmio entregue. Nenhum ganhador anunciado. A frustração tomou conta dos compradores.
No perfil da GT7 Experience (@gt7experience), o cantor Marrone, seu sobrinho, também cantor Breno Ferreira e o influenciador "seu Valdemar", aparecem promovendo o sorteio do veículo.
❌ O SORTEIO QUE NUNCA ACONTECEU
Apesar da forte divulgação, o sorteio não ocorreu. Nenhum vencedor foi anunciado, nenhum prêmio foi entregue. Participantes começaram a cobrar explicações, e o silêncio da organização aumentou a desconfiança.
Até que, dias após denúncias públicas, a GT7 Experience publicou um comunicado nos stories do Instagram, admitindo que a operação foi suspensa por insuficiência de vendas:
"Vendemos apenas 4% da quantidade disponibilizada. Iniciamos e estamos finalizando o processo de restituição de todas as cotas adquiridas. Caso você não tenha recebido sua restituição, só nos chamar no DIRECT, passar a chave Pix e o CPF de compra."
Apesar da promessa de devolução, diversos compradores relatam que ainda não receberam os valores pagos.
💰🎤 ENVOLVIMENTO DE FAMOSOS E O SILÊNCIO DE MARRONE
A participação de Marrone como “garoto-propaganda” do sorteio levanta dúvidas: sabia ele da possível fraude? Até o fechamento desta matéria, o cantor não se manifestou publicamente. Fontes ligadas à equipe jurídica de Marrone estariam monitorando o caso com preocupação, temendo danos à imagem pública do artista.
📜 POLÍCIA INVESTIGA E LUCAS LUCCO DÁ DETALHES CHOCANTES
🎤 Depoimento de Lucas Lucco
Em depoimento à Polícia Civil, o cantor Lucas Lucco afirmou que foi convidado por Eliel Levistone para participar da promoção da rifa do Porsche. No entanto, ao analisar a proposta, Lucas percebeu inconsistências e decidiu não se envolver. Ele também mencionou que Eliel apresentou Breno Ferreira, sobrinho do cantor Marrone, como participante do projeto.
Essas informações corroboram as alegações de que Eliel Levistone seria o principal responsável pela organização da rifa não realizada
Segundo ele, foi o próprio Eliel quem apresentou Breno Ferreira (sobrinho de Marrone) como alguém que já estaria envolvido na campanha. Essa revelação desmonta a narrativa de que a GT7 seria um projeto coletivo e impessoal, indicando que Eliel Levistone pode ser o verdadeiro cérebro da operação.
Ação Judicial Aponta Eliel Levistone Como Responsável Por Rifa da Porsche
O escândalo envolvendo a rifa da Porsche promovida pela GT7 Experience ganhou contornos ainda mais graves após a revelação de um processo judicial em andamento no Tribunal de Justiça de Goiás, que confirma as denúncias de estelionato.
Trata-se do Processo nº 6148885-29.2024.8.09.0051, movido por Karyne Valério Assunção contra Eliel Levistone Silva e Souza, o suposto mentor da operação.
Segundo consta nos autos, Karyne teria adquirido cotas de uma rifa promovida por Eliel, cujo prêmio anunciado seria um Porsche Cayman GT4. O sorteio, entretanto, nunca aconteceu. Ainda de acordo com a petição inicial, nenhum valor foi restituído à autora, que agora busca na Justiça reparação por danos financeiros e morais.
Esse processo confirma que:
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Eliel Levistone operava diretamente a venda de cotas;
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Havia promessa explícita de sorteio do Porsche;
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O sorteio não foi executado;
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Há prejuízo direto a consumidores lesados.
O caso tramita no TJGO e ainda não houve sentença definitiva, mas reforça juridicamente o que já foi denunciado na esfera policial e amplamente divulgado pelo Blog do Cleuber Carlos.
Processo Judicial Identificado
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Partes envolvidas:
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Autora: Karyne Valério Assunção
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Réu: Eliel Levistone Silva e Souzajusbrasil.com.br
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Resumo: O processo trata de uma ação judicial movida por Karyne Valério Assunção contra Eliel Levistone Silva e Souza. A autora alega ter adquirido cotas de uma rifa promovida por Eliel, cujo prêmio seria um Porsche Cayman GT4. No entanto, o sorteio não foi realizado conforme prometido, e o valor pago não foi restituído.
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Status: O processo está em andamento no Tribunal de Justiça de Goiás.
⚖️ Enquadramento jurídico: possível estelionato segundo o Código Penal
Diante dos fatos apresentados — divulgação de rifa de um veículo Porsche Cayman GT4, não realização do sorteio, ausência de restituição aos compradores e indícios de ocultação dos responsáveis legais — o caso pode ser tipificado como crime de estelionato, conforme previsto no artigo 171 do Código Penal Brasileiro, que dispõe:
Art. 171 – Obter, para si ou para outrem, vantagem ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil, ou qualquer outro meio fraudulento:
Pena – reclusão, de um a cinco anos, e multa.
No presente caso, a conduta atribuída a Eliel Levistone, de promover a venda de rifas sob promessa de sorteio com premiação de alto valor, utilizando a imagem de celebridades como instrumento de indução ao erro, preenche os elementos típicos da infração penal:
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Vantagem ilícita: arrecadação de valores sem entrega do prêmio;
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Prejuízo alheio: participantes lesados financeiramente;
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Erro induzido por meio fraudulento: uso de propaganda com artistas, omissão de informações legais e ausência de sorteio.
Além disso, o fato de a empresa GT7 Experience não apresentar CNPJ, responsáveis legais ou autorização oficial para realizar sorteios reforça a caracterização de fraude estruturada.
Casos como este podem ainda configurar associação criminosa (art. 288 do CP), caso se comprove que mais de uma pessoa agia de forma articulada para obter vantagens indevidas.
📌 SE VOCÊ TAMBÉM FOI VÍTIMA:
Entre em contato com a redação do Blog do Cleuber Carlos ou diretamente com a Polícia Civil de Goiás. Guarde comprovantes de pagamento, prints de divulgação da rifa e qualquer outro material que possa ser usado como prova.
📍 Seguimos acompanhando esse caso com exclusividade. Novas atualizações em breve.



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