quinta-feira, 2 de abril de 2026

RIO VERDE: ATÉ QUANDO MP, PF E MPF IGNORARÃO O CASO CASTRO HERÊNIOS?

Há momentos em que o problema deixa de ser a denúncia e passa a ser a ausência de resposta a ela.

O conjunto de reportagens publicadas ao longo dos últimos meses não tratou de ilações, suposições ou versões políticas. Tratou de documentos. Tratou de contratos. Tratou de vínculos societários e de um volume financeiro que ultrapassa a casa dos R$ 200 milhões por ano envolvendo a empresa Castro Herênios em contratos com prefeituras do Sudoeste goiano.

Rio Verde, Acreúna, Quirinópolis e Santa Helena não aparecem aqui por acaso. Aparecem porque, quando colocados em sequência, revelam um padrão de presença contratual que exige, no mínimo, escrutínio institucional sério.

E é exatamente nesse ponto que o caso começa a incomodar.

No município de Acreúna, há contrato firmado com assinatura vinculada a Wellington Carrijo, atual prefeito de Rio Verde, que, à época, figurava como administrador da empresa. Não se trata de interpretação. Trata-se de registro documental.

A isso se soma outro dado igualmente relevante: a composição societária da Castro Herênios indica que a esposa de Wellington Carrijo detém cerca de 60% das cotas da empresa. Ou seja, não se está diante de uma relação distante ou indireta. Há um elo objetivo entre o núcleo político e a estrutura empresarial que mantém contratos com múltiplos municípios.

Esse conjunto de informações — contratos, vínculos societários e movimentação financeira expressiva — não ficou restrito ao campo jornalístico. Foi formalmente levado à Polícia Federal, em Jataí, e ao Ministério Público Federal.

Protocolado. Documentado. Entregue. E, até aqui, o que se tem de concreto? Silêncio.

Nenhuma ação visível. Nenhuma medida pública conhecida. Nenhum movimento que sinalize, ao menos, abertura de apuração compatível com a gravidade dos elementos apresentados.

E é nesse vazio que o caso ganha uma segunda camada, ainda mais sensível.

Enquanto as denúncias permanecem sem resposta institucional clara, o jornalista responsável pelas reportagens passou a enfrentar três ações judiciais movidas pelo prefeito Wellington Carrijo, nas esferas cível e criminal, com alegações de difamação, calúnia e pedidos de indenização por danos morais.

Não é um detalhe. É um fato central.

Porque cria um cenário que precisa ser enfrentado com seriedade: denúncias documentadas são encaminhadas às autoridades competentes, enquanto a reação mais imediata recai sobre quem denunciou.

Não se trata aqui de antecipar juízo de culpa. Não se afirma irregularidade sem apuração. Esse não é o papel do jornalismo responsável.

Mas também não é papel do jornalismo silenciar diante de uma sequência objetiva de fatos:

— existência de contratos recorrentes com uma mesma empresa em múltiplos municípios

— vínculo societário direto com o núcleo familiar de agente político

— assinatura contratual vinculada ao próprio agente que hoje ocupa cargo público

— movimentação financeira superior a R$ 200 milhões anuais

— documentação formalmente apresentada à Polícia Federal e ao Ministério Público Federal

— e, em paralelo, judicialização direcionada ao autor das denúncias

Diante disso, a pergunta deixa de ser retórica.

Passa a ser institucional. O que falta para que a Polícia Federal e o Ministério Público Federal adotem medidas concretas diante de um conjunto documental dessa natureza?

Qual é o critério de prioridade quando contratos, vínculos e cifras dessa magnitude são formalmente levados ao conhecimento das autoridades?

Por que, até aqui, o movimento mais visível não é a apuração — mas a reação judicial contra quem publicou?

O silêncio, em casos assim, não é neutro. Ele comunica. Comunica demora. Comunica ausência de resposta. Comunica, sobretudo, um desalinhamento entre a gravidade dos fatos apresentados e a velocidade institucional esperada.

E isso precisa ser dito com todas as letras. Não se está diante de um conflito político local. Está-se diante de um caso que envolve recursos públicos, estrutura empresarial conectada a agente político e atuação em múltiplos municípios.

Isso exige mais do que silêncio. Exige ação. A credibilidade das instituições de controle não se sustenta apenas no que investigam, mas também no que deixam de investigar — especialmente quando provocadas formalmente.

E aqui a provocação foi feita. Com documentos.

Com nomes. Com números. Agora, o que está em jogo não é apenas o conteúdo das denúncias.

É a resposta — ou a ausência dela — por parte de quem tem o dever constitucional de apurar.

NOMEAÇÃO NA GOINFRA REVELA DOMÍNIO DE ZÉ MARIO NA INFRAESTRUTURA

NOMEAÇÃO NA GOINFRA ESCANCARA AVANÇO DO AGRO DENTRO DO NÚCLEO DE INFRAESTRUTURA EM GOIÁS

Há nomeações que não são apenas administrativas — são movimentos políticos em estado puro.

O decreto publicado no Diário Oficial desta quarta-feira (2) oficializa a nomeação de Alexandro Alves dos Santos para a vice-presidência da GOINFRA. No papel, trata-se de um cargo comissionado. Na prática, o gesto revela muito mais: a consolidação de um eixo de poder onde infraestrutura e agronegócio passam a operar de forma ainda mais integrada dentro do governo estadual.

A mensagem pública do nomeado não deixa margem para dúvida. Ao agradecer diretamente a José Mário Schreiner — uma das figuras mais influentes do agro goiano — e à deputada Marussa Boldrin, Alexandro sinaliza de forma explícita a origem política da sua ascensão.

Não é apenas gratidão. É alinhamento.

E esse alinhamento tem implicações.

A GOINFRA é hoje um dos centros nervosos da execução de políticas públicas em Goiás, responsável por obras, logística e investimentos estruturais. Ao inserir um nome diretamente vinculado ao núcleo do agronegócio em sua vice-presidência, o governo não apenas ocupa um cargo — redefine prioridades, influencia decisões e reposiciona forças dentro da máquina pública.

O discurso de “humildade” e “compromisso” segue o roteiro tradicional. Mas o conteúdo político está nas entrelinhas: trata-se de uma ocupação estratégica, que amplia o raio de influência de um setor que já possui peso decisivo na economia e na política do estado.

A pergunta que emerge não é sobre a capacidade individual do nomeado.

É sobre o desenho institucional que está sendo montado.

Quando infraestrutura e agro passam a compartilhar o mesmo eixo de comando, o que se constrói não é apenas estrada, ponte ou logística.

Constrói-se poder.

E, em Goiás, esse movimento está longe de ser casual.


GOINFRA VIRA MOEDA DE PODER: INDICAÇÃO DE “XANDÃO DO AGRO” ESCANCARA ARRANJO PARA ACOMODAR FAEG SEM ENTREGAR O COMANDO

Movimento combina vice “de confiança” de José Mário Schreiner com nome técnico na Agricultura e revela estratégia de controle político sobre estruturas bilionárias do Estado

Há movimentos políticos que não precisam ser anunciados. Eles se impõem pela lógica interna — e, principalmente, pelas conexões que carregam.

A possível nomeação de “Xandão do Agro” para a vice-presidência da Goinfra não é um gesto isolado. É uma peça dentro de um arranjo mais amplo, onde o governo busca acomodar o agronegócio sem, no entanto, abrir mão do controle efetivo da máquina.

Sem histórico relevante na gestão pública, Xandão não chega pelo currículo técnico. Chega pela proximidade com José Mário Schreiner. E, no ambiente político, isso basta. Não como detalhe — mas como credencial central.

A operação é clara: oferecer ao presidente da FAEG o “sabor de vice”, mantendo-o próximo do centro decisório, mas sem entregar a caneta. Um movimento que atende, sinaliza, mas delimita.

Paralelamente, a articulação para a Secretaria de Agricultura segue outro roteiro. O nome ventilado, Ademar Leal, carrega trânsito no setor, mas não está organicamente vinculado à estrutura da federação. A escolha, se confirmada, reforça o desenho: dialogar com o agro, absorver pressão política, mas evitar a concentração formal de poder nas mãos da entidade.

Quando analisados em conjunto, os dois movimentos deixam de ser coincidência. São engrenagens de uma mesma estratégia: acomodar interesses relevantes sem ceder o eixo de comando.

E é aqui que a Goinfra ganha peso real.

Não se trata de um cargo secundário. A autarquia é ponto de passagem de contratos vultosos, obras estruturantes e decisões que impactam diretamente o fluxo de investimentos públicos. Controlar a Goinfra é, na prática, controlar uma das veias mais sensíveis da administração estadual.

Nesse contexto, a montagem de uma vice alinhada politicamente, combinada com uma secretaria “técnica”, não é improviso. É arquitetura de poder.

O discurso público pode falar em equilíbrio. Mas, nos bastidores, o que se desenha é outra coisa: uma engenharia de contenção. Dá-se espaço, mas não se entrega domínio. Abre-se a porta, mas se mantém a chave.

O problema não está, necessariamente, na legalidade do movimento. Está no método.

Quando relações pessoais passam a pesar mais do que critérios técnicos na ocupação de estruturas estratégicas, a fronteira entre gestão pública e acomodação política deixa de ser nítida. E quando isso ocorre em áreas que movimentam bilhões e estruturam o desenvolvimento do Estado, o alerta deixa de ser retórico.

Passa a ser institucional.

Porque, no fim, o ponto central não é quem será nomeado.

É entender quem, de fato, passará a influenciar — ainda que sem assinatura formal — as decisões que saem de dentro dessas estruturas.


Gugu Nader Rompe Com Caiado e Filia no PSDB de Marconi

TERREMOTO POLÍTICO EM ITUMBIARA: GUGU NADER ROMPE COM A BASE DE CAIADO E PODE ESTAR PUXANDO UMA DEBANDADA


A saída do deputado estadual Gugu Nader da base do governador Ronaldo Caiado, logo no início de um novo ciclo político, está longe de ser apenas mais uma movimentação dentro da janela partidária. O gesto, ao mesmo tempo rápido e cirúrgico, carrega um peso político que vai além da decisão individual e começa a produzir ruídos mais amplos dentro do próprio grupo governista.


Ao se filiar ao PSDB, sob a órbita do ex-governador Marconi Perillo, Gugu não apenas muda de partido. Ele muda de campo político — e faz isso em um momento sensível: o início de um novo governo, quando, em tese, a base ainda deveria estar consolidada.


É justamente esse timing que transforma o movimento em algo mais relevante.


Na política, romper cedo nunca é neutro. Não é um gesto de conveniência momentânea, mas de leitura antecipada. E, nesse caso, a leitura parece clara: reposicionamento antes que o custo de saída se torne maior — ou que o ambiente interno se torne menos previsível.


Mas o ponto que começa a chamar atenção nos bastidores não é apenas a saída em si.


É o efeito que ela pode provocar.


Interlocutores do meio político já tratam o movimento como um possível gatilho — não necessariamente imediato, mas simbólico — de uma reorganização mais ampla dentro da base. Porque, na dinâmica política, raramente um movimento desse tipo acontece de forma isolada. Ele costuma abrir espaço, testar ambiente e, principalmente, autorizar outros movimentos que estavam represados.


Em outras palavras:

Gugu pode não ser apenas mais um a sair. Pode ser o primeiro a sair.


E isso muda completamente a leitura do episódio.


A filiação ao PSDB também não é casual. O partido, que busca reconstruir espaço em Goiás, especialmente fora dos grandes centros, ganha com a chegada de um parlamentar com base eleitoral consolidada em Itumbiara — um município que historicamente tem peso político regional. Ao mesmo tempo, reforça o desenho de um campo oposicionista que começa a se reorganizar com vistas a 2026.


Do lado governista, o movimento inevitavelmente gera desconforto. Não apenas pela perda pontual de um deputado, mas pelo sinal que se projeta: o de que há fissuras em um momento em que a expectativa era de estabilidade.


Porque, no fundo, a política funciona por sinais.


E alguns sinais são mais fortes do que discursos.


A saída de Gugu Nader, no início do jogo, não é apenas uma troca de legenda. É uma mensagem. E, dependendo de como for interpretada nos bastidores, pode marcar o início de um processo mais amplo — silencioso no começo, mas potencialmente ruidoso ao longo do tempo.


Se isso vai se consolidar como uma debandada ou permanecer como um movimento isolado, ainda é cedo para afirmar.


Mas uma coisa já está posta:

quando o primeiro se levanta da mesa, os demais passam, inevitavelmente, a olhar em volta.


quarta-feira, 1 de abril de 2026

XANDÃO DO AGRO NA GOINFRA EXPÕE O MODELO DE PODER QUE OPERA POR DENTRO — E NÃO PELO DISCURSO

Há movimentos políticos que não precisam de anúncio oficial para serem compreendidos. Eles se revelam na forma como são construídos — e, principalmente, nas conexões que carregam.

A possível ascensão de “Xandão do Agro” à vice-presidência da GOINFRA não é, em si, apenas uma escolha administrativa. É um gesto político que precisa ser lido dentro de um arranjo maior, onde infraestrutura, agronegócio e poder institucional passam a operar em camadas sobrepostas.

E é justamente nesse ponto que o caso deixa de ser pontual. Porque, paralelamente a essa movimentação, o governo articula a indicação de um secretário de Agricultura historicamente vinculado ao presidente da FAEG — uma das estruturas mais influentes do agronegócio goiano. A coincidência, aqui, não é detalhe. É método.

Quando se observa os dois movimentos em conjunto, o que emerge não é improviso. É alinhamento.

A GOINFRA, responsável por contratos robustos, obras estratégicas e execução de investimentos de alto impacto, passa a dialogar diretamente com um núcleo político que também avança sobre a formulação da política agrícola do Estado. Não se trata apenas de ocupação de cargos. Trata-se de integração de interesses.

E isso exige atenção. Porque governos que operam nesse modelo — em que o mesmo eixo de influência ocupa simultaneamente estruturas distintas — tendem a produzir decisões menos fragmentadas e mais coordenadas. O problema é quando essa coordenação se dá sem transparência equivalente.

É aí que surge o ruído institucional. Não por ilegalidade presumida, mas pela lógica.

Quando os mesmos grupos orbitam, ao mesmo tempo, os centros de decisão e os ambientes de interesse direto, a fronteira entre política pública e representação setorial começa a se tornar difusa.

E em um Estado onde contratos, obras e políticas agrícolas movimentam cifras expressivas, essa difusão não pode ser tratada como algo natural.

Ela precisa ser explicada. Porque, no fim, a questão não é quem assume. É a quem essa estrutura responde — e com que nível de independência real.

GOINFRA REABILITA EMPRESA IMPEDIDA DE LICITAR NO APAGAR DAS LUZES

NO APAGAR DAS LUZES, DECISÃO NA GOINFRA REACENDE DÚVIDAS SOBRE CRITÉRIOS E INTERESSES EM LICITAÇÕES

Há decisões administrativas que passam despercebidas. Outras, porém, carregam peso político, simbólico e institucional suficiente para exigir leitura mais atenta — sobretudo quando ocorrem no apagar das luzes.

Foi exatamente nesse contexto que um ato envolvendo a GOINFRA passou a levantar questionamentos relevantes sobre critérios, timing e eventuais beneficiários.

Sob a estrutura da Secretaria de Infraestrutura, à época comandada por Adib Elias, foi formalizada a revogação de impedimento que recaía sobre a construtora CCB — empresa que, até então, estava impossibilitada de participar de novas licitações.

A mudança não foi trivial.

Na prática, a decisão reabilita a empresa para voltar ao mercado público em um momento sensível, reabrindo portas que estavam oficialmente fechadas.

E é justamente aqui que o caso deixa de ser burocrático para entrar no campo político.              A CCB é associada a um grupo empresarial ligado a um empreiteiro de sobrenome Vilela — o que, por si só, não configura irregularidade, mas insere o episódio dentro de um ambiente onde relações, conexões e influência sempre merecem escrutínio público.

O ponto central, portanto, não está apenas na revogação.

Está no contexto. Está no momento. Está na escolha de fazer disso um dos últimos atos de gestão.

Porque decisões dessa natureza, quando tomadas na reta final, inevitavelmente levantam uma pergunta que não pode ser ignorada: foi um ato técnico — ou um movimento que atende a interesses previamente alinhados?

Não se trata de acusação. Trata-se de lógica institucional.

Em qualquer ambiente público minimamente transparente, mudanças que alteram a condição de empresas em processos licitatórios exigem motivação clara, publicidade efetiva e, sobretudo, rastreabilidade.

Sem isso, o que se cria não é apenas dúvida.É ruído. 

E no setor de infraestrutura — onde contratos são milionários e os efeitos se estendem por anos — ruído não é detalhe. É sinal.

RT SOLUÇÕES CORPORATIVAS SURGE COMO UM DOS NOMES MAIS CONSISTENTES EM SEGURANÇA ESTRATÉGICA NO BRASIL

Empresa consolida atuação baseada em inteligência, gestão de risco e contrainteligência e passa a ocupar espaço entre as consultorias mais relevantes do setor corporativo

Há um movimento silencioso em curso no ambiente corporativo brasileiro — e ele não está nos balanços financeiros, nem nas campanhas de marketing. Está na forma como grandes organizações passaram a tratar um ativo que, até pouco tempo, era subestimado: a segurança estratégica.

Nesse novo cenário, empresas que operam apenas no campo operacional já não atendem à complexidade dos riscos contemporâneos. O mercado passou a exigir inteligência, leitura antecipada de ameaças, capacidade de resposta e, sobretudo, estrutura técnica para proteger não apenas patrimônio, mas reputação, informação e continuidade de negócios.

É exatamente nesse ponto que a RT Soluções Corporativas começa a se destacar.

Com uma proposta centrada na integração entre tecnologia, inteligência e planejamento estratégico, a empresa se posiciona em um nível acima da segurança convencional. Não se trata de vigilância, mas de arquitetura de proteção corporativa. Não se trata de reação, mas de antecipação.

A atuação da RT cobre um espectro que vai da análise de vulnerabilidades à estruturação de centros de comando e controle, passando por gestão de crises, segurança cibernética, inteligência corporativa e contrainteligência — áreas que, no atual ambiente empresarial, deixaram de ser diferenciais para se tornarem pilares de sobrevivência institucional.

O diferencial, no entanto, não está apenas no portfólio técnico.

Está na forma como a empresa organiza essa entrega.

Ao estruturar soluções integradas — que conectam segurança física, digital e estratégica — a RT se aproxima de um modelo adotado por grandes consultorias internacionais, onde o foco deixa de ser o problema isolado e passa a ser o ecossistema de risco como um todo.

Esse tipo de abordagem ainda é raro no Brasil.

E é justamente por isso que empresas com esse perfil começam a ganhar protagonismo.

Outro ponto que chama atenção é a qualificação da liderança. Com formação em áreas como Direito, gestão de projetos e especializações em segurança pública, inteligência e contrainteligência, os responsáveis pela operação carregam experiência prática em ambientes críticos — um ativo que não se constrói no discurso, mas na vivência.

Em um país onde crises institucionais, vazamentos de dados, riscos reputacionais e vulnerabilidades operacionais se tornaram parte do cotidiano corporativo, a tendência é clara: empresas que não estruturarem inteligência de segurança tendem a reagir tarde — e pagar caro por isso.

Nesse contexto, a RT Soluções Corporativas passa a ocupar um espaço relevante dentro de um mercado que ainda está em consolidação no Brasil, mas que já é tratado como estratégico nas principais economias do mundo.

Não por acaso, o modelo adotado pela empresa dialoga diretamente com práticas internacionais de governança, compliance e gestão de risco — incluindo aderência a padrões como LGPD e normas ISO — o que reforça sua capacidade de atuar em ambientes corporativos mais exigentes.

Mais do que oferecer serviços, a RT se posiciona como parceira na proteção da operação, da informação e da reputação das organizações.

E isso, no ambiente atual, deixou de ser diferencial.

Passou a ser necessidade.