sexta-feira, 17 de outubro de 2025

Herdeiro do Gol: Paulo Vinícius, Filho do Ex-Goleiro Paulo Sérgio(Paulinho) Assina Com o Santos

De pai para filho: Paulo Vinícius, filho do ex goleiro do São Paulo, Paulo Sérgio  assina com o Santos.


Paulo Vinícius, natural de Hidrolândia (GO), é filho do ex-goleiro Paulo Sérgio e acaba de assinar contrato de três anos com o Santos FC, o clube que revelou Pelé e Neymar. A nova geração da família Rezende mostra que talento e disciplina correm no sangue.



Hidrolândia, no interior de Goiás, volta a ser destaque no cenário esportivo nacional. O jovem goleiro Paulo Vinícius Ishizuka Rezende, de apenas 14 anos, acaba de assinar um contrato de formação com o Santos Futebol Clube, a lendária equipe que revelou craques como Pelé, Neymar, Robinho e Diego Ribas.

Mas o que mais chama atenção nessa história não é apenas o talento do garoto, e sim o legado que ele carrega nas luvas: Paulo é filho do ex-goleiro Paulo Sérgio, que defendeu grandes clubes do futebol brasileiro, como Vila Nova, Sport Recife e São Paulo Futebol Clube, ao lado de ídolos como Rogério Ceni e Zetti.

Com 1,87m de altura, reflexo apurado e uma maturidade impressionante para a idade, o jovem goleiro começou sua trajetória no FC Estrela, de São Luiz de Montes Belos (GO), onde foi destaque nas competições Copa Goiás e Goiânia Cup 2024. Seu desempenho despertou o interesse do Santos, que o integrou oficialmente à base após passagem pelo Atlético-MG e Vila Nova-GO.


A solenidade aconteceu no CT Rei Pelé, no último dia 11 de outubro, e contou com a presença do presidente Marcelo Teixeira e ex-jogadores históricos como Negreiros, Lalá e Clodoaldo. O evento foi noticiado pelo Globo Esporte, marcando o início oficial da jornada santista do goleiro goiano.

Além do talento sob as traves, Paulo Vinícius mantém uma rotina admirável fora de campo. O jovem atleta fala inglês e italiano fluentemente e, atualmente, estuda espanhol, conciliando o esporte com os estudos regulares — um exemplo de disciplina e foco para sua geração.


Em um tempo em que o futebol brasileiro clama por novos ídolos, histórias como a de Paulo Vinícius reacendem a esperança de que a garra e a paixão herdadas dos pais ainda são o segredo dos grandes talentos.

Do pai que brilhou nos gramados ao filho que sonha defender  gigantes do futebol, o destino parece traçado: o gol da vida sorri novamente para a família Rezende.


Prefeito de Nerópolis Deixa Crianças Autistas Sem Atendimento


💔 Abandono Injustificável: o prefeito de Nerópolis vira as costas para crianças autistas e destrói um trabalho de anos


Quando o poder público fecha os olhos para o sofrimento das famílias, o que resta é a indignação de quem ainda acredita em justiça e humanidade.


O que está acontecendo em Nerópolis é mais do que uma irregularidade administrativa — é uma tragédia silenciosa que atinge em cheio dezenas de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e suas famílias.

O prefeito, que não repassa há três meses os valores devidos ao Instituto Therapies Love Kids, decidiu agora rescindir unilateralmente o contrato, sem justificativa plausível, sem processo administrativo regular e sem se importar com o impacto humano dessa decisão.


A instituição, que há mais de uma década atua em Goiás no atendimento multiprofissional de crianças com autismo, mantém uma equipe formada por psicólogos, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos e pedagogos. São profissionais que dedicam a vida a transformar pequenos avanços em grandes conquistas. E agora veem todo esse trabalho ser interrompido por um gesto político, arbitrário e cruel.



❌ Descaso e ilegalidade disfarçados de decisão administrativa


Segundo a nota oficial emitida pela Therapies Love Kids, o descredenciamento foi feito de maneira abrupta, sem defesa prévia, sem contraditório, sem auditoria técnica e sem motivação legal, em violação direta à Constituição Federal e à Lei nº 9.784/99, que garante o devido processo administrativo.


Pior: a divulgação do ato nem sequer ocorreu por meios oficiais — foi espalhada em grupos de WhatsApp por pessoas ligadas à Secretaria Municipal de Saúde, numa clara tentativa de denegrir a imagem da instituição que, ironicamente, vinha sustentando financeiramente o serviço público de reabilitação infantil, mesmo sem receber os repasses devidos.


Ou seja, o município deve há 75 dias e ainda tenta culpar a clínica pelo próprio inadimplemento.



💡 A verdade técnica: quem mais faz é quem menos recebe


Enquanto o contrato previa apenas três sessões semanais, a clínica, por decisão técnica, ampliou para cinco sessões, sem cobrar um centavo a mais do município.

Fez isso porque entende que o autismo não espera, o desenvolvimento não pode parar, e cada dia sem terapia significa um retrocesso doloroso para famílias que lutam com amor e esperança.


Essa dedicação não é discurso — é compromisso. O relatório contábil mostra que a unidade de Nerópolis opera com prejuízo, arcando com custos que o poder público deveria cobrir.

Mesmo assim, a prefeitura preferiu romper o contrato e abandonar as crianças, em vez de resolver o débito que já se arrasta por meses.



⚖️ O silêncio que machuca


Não há argumento jurídico capaz de justificar tamanha insensibilidade.

Quando o Estado deixa de garantir terapias essenciais a crianças com autismo, ele viola o artigo 196 da Constituição, que assegura o direito à saúde, e o artigo 227, que impõe à família, à sociedade e ao poder público o dever de proteger a criança “com absoluta prioridade”.


Mas, em Nerópolis, a prioridade parece ser outra: a perseguição política e a vaidade de quem confunde gestão com autoritarismo.


A decisão do prefeito não é apenas um erro administrativo — é uma sentença de retrocesso para dezenas de meninos e meninas que dependem de estímulo, rotina e cuidado contínuo.

Cada sessão perdida representa um atraso no desenvolvimento cognitivo, na fala, na socialização e na autonomia dessas crianças.

E tudo isso por pura omissão de quem jurou governar para todos.



💬 Vozes que precisam ser ouvidas


A Therapies Love Kids anunciou que tomará todas as medidas legais cabíveis:

protocolará recurso administrativo, acionará o Ministério Público e o Tribunal de Contas e ingressará com ações judiciais contra o município de Nerópolis.

Mas enquanto o processo tramita, as famílias ficam sem atendimento e os profissionais, sem poder trabalhar.


É desumano que uma decisão política coloque em risco o desenvolvimento de crianças com autismo, que já enfrentam diariamente tantos desafios.



🕊️ A esperança ainda fala mais alto


Mesmo diante da injustiça, a nota encerra com dignidade:


“Não nos calaremos diante de arbitrariedades que prejudiquem famílias vulneráveis e desrespeitem profissionais dedicados à inclusão e ao desenvolvimento infantil. A verdade prevalecerá.”


Que assim seja.

Porque Nerópolis precisa lembrar que a grandeza de um governo se mede pela forma como ele trata os mais vulneráveis — e, nesse teste, o atual prefeito acaba de falhar com estrondo.



Por Cleuber Carlos – Blog do Cleuber Carlos

Opinião | Investigação | Justiça Socia

quinta-feira, 16 de outubro de 2025

Ana Paula expõe a verdade: Daniel Vilela é só um herdeiro sem luz própria


O desabafo da filha de Iris Rezende escancara o fim de uma era — o MDB perdeu sua alma e seu líder virou coadjuvante político de Ronaldo Caiado

Ana Paula Rezende rompe o silêncio e expõe o esvaziamento do partido que o pai construiu; sem Iris, Maguito ou Caiado, Daniel é apenas um herdeiro sem luz própria

Durante sessão na Câmara Municipal de Goiânia, na quarta-feira (15), Ana Paula Rezende, filha do ex-governador Iris Rezende, fez um discurso emocionado — e devastador para o atual comando do MDB.

Com voz firme, ela denunciou o abandono do partido em relação ao Memorial Iris Rezende, obra que conduz com esforço pessoal e sem apoio da legenda.


O partido que meu pai ajudou a construir não contribuiu com um centavo. A história do meu pai é maior do que qualquer partido”, declarou Ana Paula, emocionada.


A frase ecoou como um grito de indignação e despedida simbólica do MDB de Iris — um partido que, sob o comando de Daniel Vilela, perdeu a alma, a coragem e a liderança histórica que o consagrou como o maior símbolo político de Goiás.


O MDB ajoelhado: do orgulho à submissão


Nos tempos de Iris e Maguito Vilela, o MDB era sinônimo de força, trabalho e lealdade. Hoje, é um puxadinho do Palácio das Esmeraldas.

Daniel Vilela, vice-governador de Ronaldo Caiado, transformou a legenda em um satélite do União Brasil, entregando o protagonismo em troca de um cargo subalterno.


Nos bastidores, emedebistas históricos lamentam a metamorfose: o partido que liderou Goiás por décadas agora vive à sombra do poder e sob o silêncio constrangido de quem teme desagradar o governador.

Sem Iris e sem Maguito, Daniel se sustenta apenas na herança do sobrenome — mas sem luz própria, sem voz e sem liderança.


Arrogância e decadência

Fontes internas descrevem Daniel como arrogante, centralizador e autoritário, tratando o MDB como se fosse uma herança de família.

A crítica de Ana Paula foi mais que um desabafo pessoal — foi um ato político de ruptura com o projeto personalista e submisso de Daniel, que tenta reescrever a história do partido apagando as vozes que o tornaram grande.


O silêncio do MDB diante do apelo da filha de Iris é simbólico: o partido que deve sua história a um estadista agora nega o próprio passado.

Enquanto Daniel sonha em suceder Caiado, o MDB agoniza, órfão de ideias, de militância e de respeito popular.


Um herdeiro sem legado


Daniel não é Iris — e tampouco Maguito.

É apenas um herdeiro de sobrenome, sem obra, sem carisma e sem história própria.

A diferença é que Iris e Maguito construíram pontes — políticas e humanas — enquanto Daniel ergue muros dentro do próprio partido.


Com Iris, o MDB era o povo; com Daniel, virou protocolo de gabinete.

Sem Caiado, o partido some; sem Iris, perde a alma; e com Daniel, perde o rumo.


🖋️ Por Cleuber Carlos

Blog do Cleuber Carlos — O Blog Que é Notícia


Escola Pública Virou Negócio de Família: a manobra que escancara o patrimonialismo em São Miguel do Araguaia


Lei aprovada com quórum irregular, sem licitação e com favorecimento direto ao irmão do prefeito transforma patrimônio público em extensão de empreendimento privado. O silêncio da Câmara e do Ministério Público amplia o escândalo.


📚 Um escândalo jurídico travestido de “incentivo à educação”

São Miguel do Araguaia acaba de protagonizar um dos episódios mais graves de violação à moralidade pública de sua história recente. O prefeito Jeronymo José de Siqueira Neto sancionou a Lei Municipal nº 1.224/2025, que autoriza a cessão integral da Escola Municipal Faria — com salas, equipamentos, mobiliário e estrutura pública — para uso exclusivo da UNISMA Faculdade, empresa privada ligada a seu próprio irmão.


O texto, aprovado às pressas pela Câmara Municipal, foi vendido à população como uma “parceria educacional”, mas, na prática, trata-se de uma transferência disfarçada de patrimônio público para fins particulares, sem licitação, sem contrapartida financeira e sem justificativa técnica.

⚖️ A manobra por trás da lei

A cronologia da aprovação revela um verdadeiro roteiro de desrespeito institucional:


  • Duas sessões extraordinárias foram realizadas no mesmo dia, separadas por apenas 30 minutos;
  • O projeto foi aprovado com apenas 5 votos favoráveis, número inferior ao quórum mínimo de 6 exigido pela Lei Orgânica Municipal;
  • Nenhum vereador exigiu parecer jurídico ou avaliação patrimonial do imóvel;
  • E o mais grave: a lei concede o uso do prédio por 10 anos, prorrogáveis por mais 10, o que na prática significa 20 anos de domínio privado sobre um bem público municipal.

Em qualquer cidade minimamente comprometida com a legalidade, esse seria o bastante para anular o processo legislativo e abrir uma investigação imediata.

🧮 A violação da Lei Orgânica e o vício de origem

O parecer jurídico obtido com base na própria Lei Orgânica de São Miguel do Araguaia (Lei de 2022) é taxativo:

  • O quórum foi insuficiente (5 votos em vez de 6);
  • A tramitação foi irregular, pois ocorreu em duas sessões extraordinárias no mesmo dia;
  • E a matéria tratava de cessão de bem público, que exige lei complementar aprovada por maioria absoluta e processo licitatório prévio.

Ou seja: a lei é formal e materialmente inconstitucional, além de ferir frontalmente os princípios da legalidade, moralidade e impessoalidade previstos no art. 37 da Constituição Federal.

🧩 Quando o interesse público vira negócio de família

A denúncia mais grave, no entanto, é a de conflito de interesses.

A UNISMA Faculdade São Miguel do Araguaia Ltda., beneficiada com o uso gratuito da escola, tem entre seus sócios o irmão do prefeito Jeronymo Siqueira.


Isso configura nepotismo indireto e enriquecimento ilícito por uso de bem público, tipificados como atos de improbidade administrativa pelos artigos 9º, 10 e 11 da Lei 8.429/1992, e como crime de responsabilidade nos termos do Decreto-Lei 201/67.


Na prática, o prefeito está cedendo patrimônio municipal para favorecer o próprio clã familiar, utilizando o argumento de “apoio à educação superior” como fachada para privatização disfarçada.


🏫 Escola pública convertida em campus particular


A Escola Municipal Faria, localizada no Setor Maria Rita, foi cedida integralmente à faculdade.

A cessão inclui:


  • Salas de aula e laboratórios de informática;
  • Secretaria, sala de professores e área de convivência;
  • Móveis e equipamentos públicos adquiridos com recursos da educação básica.

Não há aluguel, taxa de uso ou contrapartida social prevista.

O único “benefício” mencionado é a autorização para que servidores municipais usem as instalações “quando possível” — uma compensação simbólica que beira o deboche institucional.

🔇 Câmara omissa, MP silente


Apesar da gravidade, nenhum vereador apresentou requerimento para impugnar a lei.

O presidente da Câmara, que deveria resguardar a legalidade do processo legislativo, permitiu a votação com quórum insuficiente e não questionou o conflito de interesses.


O Ministério Público de Goiás, por sua vez, ainda não se manifestou oficialmente.

Mas, diante do conteúdo da Lei nº 1.224/2025, é inevitável a abertura de inquérito civil por violação aos princípios da administração pública, conforme prevê o art. 129, III, da Constituição Federal.

💣 Um caso emblemático de patrimonialismo municipal


O episódio escancara o velho vício das administrações interioranas: tratar a máquina pública como extensão de interesses familiares.

Em São Miguel, a escola deixou de ser um espaço de ensino público para se tornar um ativo privado a serviço de parentes do prefeito, em um claro retrocesso ético e institucional.


Não se trata de “erro administrativo” ou “mal-entendido jurídico”.

Trata-se de um ato político consciente, articulado e ilegal, com o objetivo de consolidar o poder familiar sobre o patrimônio público.

🗣️ Opinião do Blog do Cleuber Carlos

A Lei nº 1.224/2025 é uma aberração jurídica e moral.

Não há qualquer justificativa plausível para ceder uma escola pública equipada — construída com o suor do contribuinte — a uma empresa privada de um parente do prefeito.


A Câmara Municipal tornou-se cúmplice por omissão, e o prefeito, autor direto de um ato de improbidade administrativa em potencial.

Enquanto isso, o povo de São Miguel continua sem investimentos em educação infantil, infraestrutura e transporte escolar — vendo seu patrimônio ser transformado em negócio de família.

⚠️ O que vem a seguir

O Blog do Cleuber Carlos encaminhará este parecer à Promotoria de Justiça de São Miguel do Araguaia, recomendando a abertura de inquérito civil público para apuração de improbidade, lesão ao erário e nulidade da lei.

E se o Ministério Público permanecer inerte, o caso será levado às instâncias superiores de controle, como o TCM-GO e o MP Estadual em Goiânia.


Porque o que está em jogo não é apenas uma escola — é o respeito à lei, à moralidade pública e à própria noção de que o poder pertence ao povo, e não às famílias que se alternam no comando do municípios.