quinta-feira, 2 de março de 2023

Mais de 18 milhões de mulheres sofreram alguma forma de violência em 2022, mostra pesquisa do Fórum Brasileiro de Segurança Pública


Todas as formas de violência contra a mulher apresentaram crescimento acentuado no último ano, de acordo com a quarta edição da pesquisa "Visível e Invisível: a Vitimização de Mulheres no Brasil", encomendada junto ao Instituto Datafolha
18,6 milhões de mulheres foram vítimas de algum tipo de violência ou agressão em 2022, o equivalente a um estádio de futebol com capacidade para 50 mil pessoas por dia;
Entre as mulheres que sofreram violência no último ano, a média foi de quatro agressões no período. Entre mulheres divorciadas a média foi de 9 agressões
14 mulheres foram agredidas fisicamente por minuto no ano passado;45% das mulheres vitimizadas não buscaram ajuda;
46,7% das brasileiras passaram por alguma forma de assédio sexual no ano passado, o maior índice da série histórica;
33,4% das brasileiras com mais de 16 anos sofreram violência física e/ ou sexual de parceiros íntimos ou ex-companheiros em algum momento da vida. Este valor é bastante superior à média global, de 27% segundo a OMS.

São Paulo, 2 de março de 2023 – A quarta edição da pesquisa “Visível e Invisível: a Vitimização de Mulheres no Brasil”, realizada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, traz dados inéditos sobre diferentes formas de violência física, sexual e psicológica sofridas pelas brasileiras no ano passado. Em comparação com as pesquisas anteriores, todas as formas de violência contra a mulher apresentaram crescimento acentuado em 2022. Segundo o levantamento, 28,9% das brasileiras sofreram algum tipo de violência de gênero em 2022, a maior prevalência já verificada na série histórica, 4,5 pontos percentuais acima do resultado da última pesquisa. Os dados permitem estimar que cerca de 18,6 milhões de mulheres brasileiras foram vitimizadas no período, o equivalente a um estádio de futebol com capacidade para 50 mil pessoas lotado todos os dias. Em média, as mulheres que foram vítimas de violência relataram ter sofrido 4 agressões ao longo do ano, mas entre as divorciadas a média foi de 9 vezes.

A pesquisa “Visível e Invisível: a Vitimização de mulheres no Brasil” foi encomendada junto ao Instituto Datafolha, com apoio da Uber pela segunda edição consecutiva, e ouviu 2.017 pessoas com mais de 16 anos, entre homens e mulheres, em 126 municípios brasileiros, no período de 09 a 13 de janeiro de 2023.

“Estamos diante de um crescimento agudo de formas graves de violência física, que podem resultar em morte a qualquer momento. Neste sentido, embora os dados de feminicídios e homicídios dolosos de mulheres do ano de 2022 ainda não estejam disponíveis, não será surpresa se nos depararmos com o crescimento de ambas as modalidades de violência letal contra as mulheres. Infelizmente, o Brasil ficou mais inseguro para todas nós”, explica Samira Bueno, diretora executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

De acordo com os resultados da pesquisa, 11,6% das mulheres entrevistadas foram vítimas de violência física no ano passado, o que representa um universo de cerca de 7,4 milhões de brasileiras. Isso significa que 14 mulheres foram agredidas com tapas, socos e pontapés por minuto. Entre as outras formas de violência citadas, as mais frequentes foram as ofensas verbais (23,1%), perseguição (13,5%), ameaças de violências físicas (12,4%), ofensas sexuais (9%), espancamento ou tentativa de estrangulamento (5,4%), ameaça com faca ou arma de fogo (5,1%), lesão provocada por algum objeto que lhe foi atirado (4,2%) e esfaqueamento ou tiro (1,6%).

A pesquisa também trouxe um dado inédito: uma em cada três brasileiras com mais de 16 anos sofreu violência física e sexual provocada por parceiro íntimo ao longo da vida. São mais de 21,5 milhões de mulheres vítimas de violência físicaou sexual por parte de parceiros íntimos ou ex-companheiros, representando 33,4% da população feminina do país. A média global, de acordo com a Organização Mundial de Saúde, fica em 27%. Se considerarmos também os casos de violência psicológica, 43% das mulheres brasileiras já foram vítimas do parceiro íntimo. Mulheres negras, de baixa escolaridade, com filhos e divorciadas são as principais vítimas.

Principal agressor é o ex

Pela primeira vez, o estudo apontou o ex-companheiro como o principal autor da violência (31,3%), seguido pelo atual parceiro íntimo (26,7%). O autor da violência é conhecido da vítima na maior parte dos casos (73,7%).

Assim, o lugar menos seguro para as mulheres é a própria casa – 53,8% relataram que o episódio mais grave de agressão dos últimos 12 meses aconteceu dentro de casa. Esse número é maior do que o registrado na edição de 2021 da pesquisa (48,8%), que abrangeu o auge do isolamento social durante a pandemia de Covid-19. Outros lugares onde houve episódio de violência foram a rua (17,6%), o ambiente de trabalho (4,7%) e os bares ou baladas (3,7%).

Diante do questionamento sobre a reação à violência, a maioria (45%) das mulheres não fez nada. Em pesquisas anteriores, em 2017 e 2019, esse número foi de 52%. É digno de nota que a maioria das vítimas ainda permanece em silêncio.

“Na pesquisa aqui apresentada, 45% das mulheres vítimas de violência relataram não terem tomado atitudes diante da agressão mais grave que sofreram, e 38% afirmaram que “resolveram a situação sozinhas”. Mas o que significa “resolver sozinha” uma violência? Quão solitária e desamparada está a mulher que “resolve sozinha” a violência que sofre? Por que isso acontece? Sabemos que as relações marcadas por abuso e violência são relações inseridas numa espiral com potencial apenas de crescer, nunca de diminuir. Por isso é tão preocupante que quase metade das vítimas fique em silêncio”, completa Juliana Martins, coordenadora institucional do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

O número de mulheres que foi até uma Delegacia da Mulher aumentou em relação a 2021, passando de 11,8% naquele ano para 14% em 2023. Outras formas de denúncia foram ligar para a Polícia Militar (190) (4,8%), fazer um registro eletrônico (1,7%) ou entrar em contato com a Central de Atendimento à Mulher pelo Disque 180 (1,6%).

As razões citadas pelas mulheres que não procuraram as autoridades foram: 38% resolveram sozinhas, 21,3% não acreditavam que a polícia pudesse oferecer solução e 14,4% julgaram que não tinham provas suficientes.

O levantamento traz ainda as ações que as brasileiras consideram importantes para o enfrentamento da violência doméstica: punição mais severa para os agressores (76,5%), acesso a especialistas em saúde mental, como psicólogos (72,4%), suporte legal e serviços que orientem a mulher vitimizada (69,4%), ampliação da divulgação de campanhas para conscientização e orientação sobre denúncias de violência doméstica para homens e mulheres (67,9%), garantir acesso a necessidades básicas para mulheres em situação de violência (67,2%).

Assédio sexual

O assédio sexual é uma expressão da violência sexual, caracterizada como manifestação sensual ou sexual, alheia à vontade da pessoa a quem se dirige. A pesquisa mostrou que 46,7% das brasileiras sofreram assédio em 2022. São 30 milhões de mulheres que relataram ter sofrido algum tipo de assédio; 26,3 milhões de mulheres ouviram cantadas e comentários desrespeitosos na rua (41,0%) ou no ambiente de trabalho (18,6% - 11,9 milhões), foram assediadas fisicamente no transporte público (12,8%) ou abordadas de maneira agressiva em uma festa (11,2%).

Além da gravidade dos dados apresentados, preocupa ainda que a análise da série histórica indique os maiores níveis de prevalência por assédio sexual já relatados ao longo de todas as pesquisas. Comparando a atual pesquisa com os dados de 2021, o crescimento na prevalência de assédio foi de nove pontos percentuais, passando de 37,9% para 46,7%. Neste período, todas as formas de assédio listadas apresentaram crescimento.

Armas de fogo e facas

A pesquisa também apontou o crescimento das ameaças perpetradas com faca ou arma de fogo na comparação com o levantamento de 2021. A prevalência, que era de 3,1% em 2021, chegou a 5,1% na pesquisa mais recente. Ao projetar estes dados, temos uma população feminina atingida por ameaças com arma de fogo que saltou de cerca de 2,2 milhões de mulheres há dois anos para 3,3 milhões na pesquisa atual. “Não é possível mensurar se o resultado é consequência do aumento substancial de facas e outras armas brancas na sociedade brasileira, mas sabemos que o país teve recorde de registros de armas de fogo, o que pode se refletir no número de ameaças retratadas pela pesquisa”, completa Samira Bueno.

Percepção sobre violência doméstica

Todos os entrevistados foram questionados sobre suas percepções sobre a violência de gênero e 65% dos brasileiros acham que a violência contra a mulher aumentou em 2022. Quando comparamos as respostas de homens e mulheres, verificamos diferenças significativas. De modo geral, mulheres apresentaram maior percepção sobre crescimento da violência contra a mulher (70,6%) do que os homens (59,4%).

"Para a Uber, apoiar iniciativas como essa pesquisa faz parte de um compromisso firmado com as mulheres brasileiras de combater a violência de gênero e fortalecer projetos que são referência no tema. O trabalho realizado pelo Fórum é fundamental para pautar um debate qualificado sobre os desafios de segurança pública no Brasil, entender os fatores que intensificam a violência contra a mulher na sociedade, e, consequentemente, pensar em ações de enfrentamento eficazes." Natália Falcón, Gerente de Comunicação da Uber para Segurança e Enfrentamento à Violência contra a Mulher.

Metodologia
A “Visível e Invisível: a Vitimização de mulheres no Brasil” foi encomendada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública junto ao Instituto Datafolha, com apoio da Uber. O levantamento quantitativo foi realizado a partir da abordagem pessoal dos entrevistados em pontos de fluxo populacionais. As entrevistas foram realizadas mediante a aplicação de questionário estruturado, elaborado pelo FBSP, com cerca de 20 minutos de duração.

A pesquisa teve um módulo específico de autopreenchimento, com questões sobre vitimização aplicadas somente às mulheres. As entrevistadas que aceitaram participar deste módulo responderam sozinhas as questões diretamente no tablet, após orientação.

O universo da pesquisa é a população adulta brasileira de todas as classes sociais com 16 anos ou mais. O módulo de vitimização foi aplicado apenas com mulheres. A pesquisa considera a prevalência medida que representa a aferição do número de casos existentes em uma população, em um dado período. A abrangência é nacional, incluindo Regiões Metropolitanas e Cidades do Interior de diferentes portes, em todas as Regiões do Brasil. As entrevistas foram realizadas em 126 municípios de pequeno, médio e grande porte, no período de 09 a 13 de janeiro de 2023.

A amostra total nacional foi de 2.017 entrevistas. A amostra total de mulheres foi de 1.042 entrevistas, sendo que destas 818 aceitaram responder o módulo de autopreenchimento. Ambas as amostras permitem a leitura dos resultados no total do Brasil, pelas regiões: Sudeste, Sul, Nordeste e Norte/ Centro-Oeste. A margem de erro para o total da amostra nacional é de 2,0 pontos para mais ou para menos. A margem de erro para o total da amostra de mulheres participantes do autopreenchimento é de 3,0 pontos para mais ou para menos.

Para acessar a pesquisa na íntegra, acesse o site do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Sobre o FBSP

O Fórum Brasileiro de Segurança Pública foi constituído em março de 2006 como uma organização não-governamental, apartidária, e sem fins lucrativos, cujo objetivo é construir um ambiente de referência e cooperação técnica na área de atividade policial e na gestão de segurança pública em todo o País. Composto por profissionais de diversos segmentos (policiais, peritos, guardas municipais, operadores do sistema de justiça criminal, pesquisadores acadêmicos e representantes da sociedade civil), o FBSP tem por foco o aprimoramento técnico da atividade policial e da governança democrática da segurança pública. O FBSP faz uma aposta radical na transparência e na aproximação entre segmentos enquanto ferramentas de prestação de contas e de modernização da segurança pública.

Sobre a Uber e o combate à violência de gênero

A Uber possui um compromisso público com as brasileiras voltado para o enfrentamento à violência contra a mulher e, desde 2018, vem investindo em projetos construídos com organizações que são referência no tema. Para fazer sua parte e ajudar a endereçar esse problema social que é tão complexo e sistêmico, a Uber entendeu que era necessário ir além dos investimentos em tecnologias e processos pensados para sua plataforma, e ouvir e trabalhar em conjunto com os especialistas no tema, capazes de oferecer uma perspectiva mais abrangente.

quarta-feira, 1 de março de 2023

MEGA-SENA PODE PAGAR R$ 9 MILHÕES NESTA QUARTA-FEIRA (01)

prêmio é suficiente para comprar mais de 90 de carros elétricos
.

Nesta quarta-feira (01), a Mega-Sena pode pagar o prêmio de R$ 9 milhões. O sorteio do concurso 2.569 será realizado a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo (SP), com transmissão ao vivo pelo canal da CAIXA no YouTube e no Facebook das Loterias CAIXA.



Aplicado na Poupança da CAIXA, o prêmio garante ao ganhador R$ 60,8 mil de rendimento no primeiro mês. Caso queira adquirir uma frota de carros elétricos zero quilômetro, com preço inicial de R$ 98 mil (fonte: Tabela FIP), será possível comprar mais de 90 unidades desses veículos.



As apostas na Mega-Sena podem ser feitas até as 19h do dia do sorteio nas lotéricas de todo o país, no portal Loterias CAIXA e no app Loterias CAIXA, além do Internet Banking CAIXA para clientes do banco. O valor de uma aposta simples da Mega é de R$ 4,50.



Canais oficiais de apostas:



Os canais autorizados pelas Loterias CAIXA para venda de produtos lotéricos e registro de apostas são as mais de 13 mil lotéricas CAIXA espalhadas pelo Brasil, o portal Loterias CAIXA, o app Loterias CAIXA, disponível gratuitamente para usuários IOS e Android, além do Internet Banking CAIXA, exclusivo para apostas de clientes da CAIXA na Mega-Sena. As Loterias CAIXA não reconhecem apostas sem seu devido comprovante, impresso nas lotéricas, emitido pelo app Loterias CAIXA ou Portal Loterias CAIXA.



O Bolão CAIXA só é comercializado, com toda a segurança e com a entrega do recibo original de cota, nas Lotéricas CAIXA, não estando disponível nos canais eletrônicos. Para o Bolão CAIXA, a lotérica poderá cobrar uma Tarifa de Serviço adicional de até 35% do valor da cota. Verifique os valores das apostas nas lotéricas CAIXA ou no site das Loterias CAIXA.

Em parceria com a Nestlé, Mais1.Café lança croissant recheado com pasta de KitKat



Nova opção de acompanhamento pode ser degustada em todas as unidades da franquia pelo país

Mais1.Café, maior rede de cafeterias to go do Brasil, anuncia a chegada do croissant recheado com pasta de KitKat. A novidade, já disponível em todas as unidades da franquia, é mais uma parceria de sucesso da rede com a Nestlé. O doce faz parte do cardápio de acompanhamento da Mais1.Café, que conta com pão de queijo, coxinha, cookie, outros sabores de croissant, pastel de belém e donuts importados da Europa. 

"Buscamos oferecer um produto de altíssima qualidade produzido com os melhores ingredientes e com gosto inconfundível, como o chocolate KitKat. Tudo de um jeito prático, fácil e muito gostoso, que complemente o nosso cardápio e fidelize os consumidores a partir da experiência de degustar um dos doces mais consumidos do país dentro de massa folhada do croissant", explica Vinicius Delatorre, diretor operacional e sócio-fundador da Mais1.Café. 

Essa não é a primeira vez que o doce é incorporado ao menu da rede. Dentro das opções de bebidas, é possível encontrar também o Super Cappuccino KitKat. 

Considerada uma das 50 maiores franquias do Brasil, a Mais1.Café está presente em todos os cantos do país.  Para consultar a unidade mais próxima, acesse o site.

Sobre Mais1.Café 

A Mais1.Café, maior rede de cafés to go do Brasil, fundada em dezembro de 2019 pelos empresários Alan Parise, Gare Marques, Hilston Guerim e Vinícius Delatorre nasceu com a proposta de ser uma franquia de cafeterias cujas operações se baseiam no conceito “to go”, que em livre tradução significa “para levar”. O objetivo é otimizar a experiência do cliente por meio de um atendimento totalmente personalizado e digitalizado. A rede oferece bebidas da mais alta qualidade em várias opções, desde o clássico coado até drinques gelados com café de grão especial. Para acompanhar as bebidas, o cardápio tem salgados e doces importados da Europa que possibilitam diversas combinações para potencializar tal experiência. Atualmente, a Mais1.Café está presente em mais de 220 cidades, em 25 estados brasileiros e no Paraguai, e conta com mais de 600 unidades confirmadas no Brasil. Para 2023, a expectativa da rede é chegar a 900 lojas em todo o território nacional. Saiba mais aqui. 

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2023

Crac Fez Um Belo Campeonato Mas Morreu na Praia


O Crac de Catalão surpreendeu no campeonato goiano, realizando uma campanha muito boa na fase classificatória, conseguindo ficar entre os quatro primeiros colocados e por consequência, conquistou o direito de decidir nas quartas de final em casa. 

     O desempenho do time em campo, refletiu nas arquibancadas em Catalão. O Crac foi o time de melhor presença de público no interior. O time realizou grandes jogos, mesmo quando não conseguiu sair de campo com a vitória. Com uma bela campanha, o craque ficou entre os 4 primeiros colocados do campeonato, tendo como adversário nas quartas de final, a Aparecidense que fez uma campanha inferior a do Crac.

     No entanto, no jogo de ida contra a Aparecidense, o jogadores do Crac entraram em campo de santo alto e tomaram uma goleada de 3x0, sendo praticamente eliminado do campeonato.

     Faltou aos jogadores do Crac poder de concentração e espírito de decisão no momento mais importante do campeonato. 

    De nada adiantou a bela campanha na primeira fase, diante uma eliminação vergonhosa no primeiro jogo das quartas de final.

   Pode se dizer muita coisa, que ainda não acabou. Que mesmo sendo difícil o Crac ainda pode reverter a situação. Que nada é impossível no futebol, etc e etc. Tudo papo de boleiro. O Crac não tem time para golear a Aparecidense, mesmo o jogo sendo em Catalão. Acabou, a diretoria do Crac, se quiser economizar dinheiro, pode liberar os boleiros que passaram vergonha em Aparecida de Goiânia.

  Em 2023 no campeonato goiano, o Crac nadou, nadou e morreu na praia.


domingo, 26 de fevereiro de 2023

Professor Alcides alia-se ao governo de Ronaldo Caiado


O deputado federal Professor Alcides Ribeiro Filho (PL) aderiu à base do governador Ronaldo Caiado (UB) após encontro no Palácio Pedro Ludovico Teixeira, ocorrido na tarde desta sexta-feira (24).

Os dois já vinham conversando e se aproximando desde o ano passado e apararam definitivamente as arestas e selaram a paz neste encontro.

“Estou fincado nas bases do governo de Ronaldo Caiado”, afirmou o deputado.

Ele justificou a aliados que Ronaldo Caiado conseguiu o equilíbrio fiscal do Estado, faz um bom governo, tem recursos para investir em obras e tem preocupações com o setor social. Portanto, explicou, não há motivo para ficar na oposição a um governo que está dando certo e tem o respeito da sociedade.

“Estou na base do governador Ronaldo Caiado desde o dia 2 de outubro do ano passado. Acabou a campanha e já comecei a apoiá-lo”, acrescentou o parlamentar.

A aliança dos dois pode provocar o afastamento do deputado do grupo político liderado pelo ex-prefeito Gustavo Mendanha (Patriota).

Com 33 Milhões no Caixa Crea-GO Tem Sua Pior Administração em 50 Anos

O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Goiás, Crea-GO, nos seus mais de 50 anos de existência, já passou por diversas administrações, algumas com avanços significativos que colocaram o CREA-GO como referência nacional nos serviços prestados a seus associados e consolidou o CREA-GO como uma das instituições mais respeitadas. Ser presidente do CREA-GO é ter uma posição de destaque e respeito perante a sociedade, que dá direito em participar das decisões que impactam na vida das pessoas, crescimento das cidades e desenvolvimento da produção e industrialização do estado de Goiás.

Ao mesmo tempo que o cargo de presidente do CREA-GO tem suas benesses, ele também traz consigo grandes responsabilidades, que mal geridas, impactam negativamente no trabalho de engenheiros e agronomos.  Isso é o que acontece na atual gestão do presidente do CREA-GO Lamartine Moreira Júnior está realizando a pior gestão do CREA-GO em 50 anos de sua existência, mesmo tendo no caixa da institução R$ 33 milhões de reais.



O CREA- Conselho Regional de Engenharia e Agronomia é uma autarquia especial federal descentralizada com autonomia administrativa e financeira, que opera em todos os estados do País, para execução uniforme e objetiva das atribuições básicas do Sistema.


Outrora com destaque nacional, o CREA-GO está à deriva, desmoronando a cada dia, e virando pó... pó não, nadando no dinheiro com mais de 33 milhões em caixa,  em 31/07/2022. 

Mesmo com dinheiro sobrando no caixa,  Lamartine  votou para aumentar,  antes  da virada do ano, o valor das Anuidades pessoa física/ jurídica e taxas de ART.

Lamartine participa de evento no Amazonas

Enquanto grande parte dos Engenheiros nos últimos 5 anos viraram uber por falta de oportunidades e da crise na economia do país, o atual presidente, ocupa grande parte do seu tempo com viagens e lives em busca de likes. Gastando o dinheiro da institução para viver ostentando, ao mesmo tempo que vota pelo aumento das anuidades, que os engenheiros e agronomos fazem sacrificio para pagar, por conta da pandemia e a crise que ela gerou.


Lamartine vive viajando o país, recebendo diárias e jetons, transformando em salário informal, para atender interesses políticos dos grandes estados,  em troca de apoio para continuar no poder, vota contra os profissionais que estão de sol à sol, fazendo seus projetos, obras e plantando para terem uma boa colheita. Enquanto o presidente do CREA-GO vive administraivamente de forma nababesca, os engenheiros e agronomos pagam taxas mais onerosas e lidam com alta carga tributária desse país. 

Lamartine está desconectado com a realidade dos engenheiros e agronomos no  mundo pós pandemia. 

O CREA-GO está, revoltando  profissionais que sustentam a máquina. Com imenso apetite arrecadador, a atual administração está priorizando multar  as empresas e protesta-las. Tudo pelo dinheiro. 

Priorizar protesto em cartório, com 33 milhões no caixa, é uma uma corvardia sem tamanho, falta de sensibilidade com profissionais que são a razão da existência da instituição. 

O presidente do CREA-GO, ao mesmo tempo que enfia a mão no bolso de engenheiros e agronomos,  deixa sem aumento de data base os funcionários da instituição há mais de 2 anos. Além disso, persegue funcionários que discordam da sua ações com gestor. Engavetando todas denúncias que chegam até a ouvidoria e confea. 

Lamartine determinou o monitoramento politico de um grupo de mais 20 colaboradores, claramente praticando assédio moral. Ele responde somente as manifestações do MPF e MPT. Já assinou TAC com medo de processos por improbidade administrativa. 

Por conta de sua administração desatrosa, Lamartine está  sendo considerado o pior presidente da história do CREA-GO, em menos de 2 anos, tendo os dias contados e riscados do calendário para o término do mandato.

Sem experiência administrativa em empresas públicas e com pouca experiência no setor privado, Lmartine  vive sendo teleguiado por um grupo de marketeiros e profissionais da comunicação, que não conhecem o dia a dia dos profissionais da Engenharia, Agronomia e Geociências. Estratégias de marketing que chicoteam o lombo dos engenheiros que há cada dia está vendo na praça editais de concursos públicos e o mercado oferecerem salário de Pedreiro para profissionais que estudaram 5 anos, sem o mínimo de dignidade e não sendo defendidos pelo conselho, que só se preocupa em arrecadar e multar na sua profissão, estão deixando de registrar seus diplomas e tentando buscar outros mercados, por enxergar um conselho pelego, que apenas atende os interesses pessoais de alguns e não de todos.

Internet cortada

O Conselho goiano que sempre compartilhou tecnologias com outros regionais do país, hoje se vê no meio do caos, com site fora do ar, sistema de ART com problemas para arrecadação e sem internet, ..... é essa realidade que começamos por aqui:


Em Junho de 2022, o contrato da empresa de fornecimento de internet para as Inspetorias do interior, não foi renovado por ter passado despercebido, até o corte pela empresa e paralisação por mais de 60 dias, tendo as suas atendentes que fechar as portas e irem para suas casas, para usar  internet residencial, até que fossem providenciados modem com pacotes de 40GB, sendo reduzido para 200KB. Este é uma exemplo claro de como  o profissional filiado ao CREA-GO está pagando a conta sem retorno, não tendo o apoio do chat on line, atendimento e

orientação das atendentes e nem estrutura física adequada paa trabalhar. O CREA  da tecnologia, é apenas uma peça publicitária. Uma ação de marketing nas redes sociais para promover um presidente virtual.

Com uma visão retrogada  de ser o dono do CREA-GO e usando a instituição para atender seus interesses pessoais regados a  mordomias para familiares e amigos, no inicio de sua gestão, Lamartine gastou   mais de R$ 300 mil reais, (dados no site da transparência do conselho), se não foi retirado do ar, como sempre faz e não atualizam mensalmente, com a reforma do gabinete da presidência, com troca de mobiliário e decorações da preferência do presidente virtual,  mesmo não dando expediente no conselho, pois faz a maioria das reuniões on line,  para que não seja cobrado pelos corredores.  

Caminonete Ranger
O presidente do Crea tem  2 carros Toyota Corolla oficiais para atender a presidência e mais 2 para atender a diretoria, mesmo assim,  em meados de novembro foi publicado edital para compra de uma camionete modelo Ranger 2022 no valor de 282 mil para atender as perícias e viagens particulares no campo e interior, visando aumento de clientes(reeleição do presidente), chegando no dia 12/12 /2022 conforme foto e placa.

Em Breve novos capítulos, relatos e provas documentais de 2 anos de terror no Crea-GO.

Que os profissionais fiquem vigilantes no site da transparência e cobrem respostas dos órgãos competentes para que nada fique impune.


Estaremos vigilante para as questões administrativas do CREA-GO e o espaço está aberto para manifestação do atual presidente caso tenha interesse.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2023

Ministro Estima em Até R$ 120 Milhões o Investimento Federal em Ações no Litoral Paulista

Cálculo de Waldez Góes leva em conta iniciativas interministeriais em curso e planos de trabalho dos municípios para auxílio e reconstrução. Navio aeródromo da Marinha aporta em São Sebastião e se soma a esforços humanitários

O ministro da Integração e Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, com o ministro de Portos e Aeroportos, Márcio França e o prefeito de São Sebastião, Felipe Augusto, na chegada do navio Atlântico ao litoral norte paulista. Foto: MIDR


O ministro da Integração e Desenvolvimento Regional (MIDR), Waldez Góes, afirmou nesta quinta-feira, 23/2, que o esforço integrado do Governo Federal para auxílio aos municípios do litoral norte paulista pode chegar a um total de R$ 120 milhões em recursos. O cálculo envolve as diferentes ações de assistência humanitária já realizadas e os planos de trabalho que estão sendo preparados pelos municípios para reconstrução das estruturas danificadas.

“Temos já basicamente mensurado, da parte do Governo Federal, entre tudo o que já foi empregado até agora, em torno de R$ 60 milhões, aí envolvidas despesas com efetivo e operações de Exército, Marinha, Defesa Civil, repasses de Portos e Aeroportos e da Receita Federal, além das ações de vários outros ministérios”, disse Góes.

Adicionalmente, existem os planos de trabalho voltados para liberação de recursos da Defesa Civil que estão em fase de formulação pelos municípios. São projetos que descrevem as necessidades de ajuda humanitária e os valores estimados para recuperação de infraestrutura e reconstrução das áreas danificadas. Um deles, no valor de R$ 7 milhões, já foi liberado.

“A própria Defesa Civil, pelo que conhece do tamanho do desastre, mesmo ainda não tendo sido mensurado tudo, a partir do que irá receber de planos de ajuda humanitária, de planos de restabelecimento e de planos de reconstrução, a gente está se preparando para ir a R$ 50 milhões ou R$ 60 milhões para Defesa Civil”, completou Waldez Góes.

O ministro concedeu uma coletiva de imprensa nesta quinta a bordo do navio aeródromo Atlântico, que aportou na orla de São Sebastião (SP). Maior embarcação da Marinha do Brasil, o navio conta com quase mil profissionais marinheiros, dos quais 150 vão poder ajudar nas buscas de pessoas em condição de isolamento e no atendimento em saúde.

Equipado com seis helicópteros, três embarcações de desembarque de viaturas e pessoal e lanchas de transporte de pessoal, o navio conta ainda com um hospital de campanha para até 200 leitos e especialistas em ortopedia, cirurgia geral, anestesia, clínica geral, farmácia, odontologia e auxiliares de laboratório.​​


“Estamos entregando toda essa capacidade às autoridades locais. Essa estrutura pode ser empregada de acordo com a necessidade do município”, afirmou Waldez Góes, que na coletiva foi acompanhado do ministro de Portos e Aeroportos, Márcio França.


“É importante ressaltar que todos esses equipamentos podem ficar aqui ou em terra. Esse hospital de campanha e os profissionais da área médica podem se deslocar para lugares onde forem mais necessários”, explicou Márcio França.


HABITAÇÃO -- O ministro Waldez Góes relatou, ainda, que o Governo Federal agendou reuniões com autoridades dos seis municípios que tiveram o estado de calamidade oficializado no litoral norte de São Paulo (São Sebastião, Caraguatatuba, Guarujá, Bertioga, Ilhabela e Ubatuba). Uma das prioridades é discutir o tema das reconstruções de habitações para pessoas em condição de vulnerabilidade que perderam todos os pertences em função das fortes chuvas que atingiram a região no último fim de semana.




Segundo o ministro do MIDR, as ações podem envolver tanto recursos da Defesa Civil para essa rubrica quanto iniciativas voltadas para o Minha Casa, Minha Vida, programa que foi retomado pela gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e está sob gestão do Ministério das Cidades.




“Estamos defendendo duas frentes. Uma com a prefeitura, para reconstruir as casas dos que perderam 100% do que tinham. Podemos utilizar alguns dos planos da prefeitura com recursos da Defesa Civil para isso, dentro de uma situação de calamidade homologada, e rapidamente entrar em fase de construção”, explicou Góes.




Em outra frente, segundo o ministro, é importante que o município identifique terrenos apropriados para a construção de moradias populares, para que aí seja possível estabelecer parcerias via Minha Casa, Minha Vida. Segundo o prefeito de São Sebastião, Felipe Augusto, o município já tem mapeadas três áreas em fase final de estudos de viabilidade, que juntas somariam mais de 580 unidades habitacionais.


Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República

terça-feira, 21 de fevereiro de 2023

Morre em Goiânia Dona Iris Araújo Ex Esposa de Iris Rezende







Emedebista foi primeira-dama de Goiás e de Goiânia

Morreu nesta terça-feira (21), a ex-primeira-dama e ex-deputada federal Dona Íris de Araújo, aos 79 anos. Ela estava internada no Hospital Albert Einstein, em Goiânia.

Dona Íris foi submetida a uma cirurgia no pulmão neste final de semana, mas não resistiu às complicações.

Dona Iris foi deputada federal, primeira-dama de Goiânia e de Goiás durante os mandatos de Iris Rezende, que foi prefeito da Capital goiana e governador

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2023

Coopergoiás Altera Estatuto Para Ampliar Área de Atuação Em São Simão, Acreúna e Vianópolis


A Coopergoiás, Cooperativa dos produtores familiares  de  organismos e derivados aquáticos do Centro Oeste, sediada em São Simão GO, realizará no domingo 26/02/2023 Assembleia Geral  Extraordinária e Assembleia Geral para alteração no estatuto, alteração do quadro social, alteração do nome fantasia visando a ampliação de suas atividades com abertura de filial em Acreúna e Vianópolis. 
Prestação de contas e elaboração do plano de atividades para 2023 e eleição e posse do Conselho Fiscal.

A Coopergoiás irá implantar, em parceria com o governo federal, um projeto de verticalização da piscicultura no estado de Goiás. O projeto inclui a produção de Alevinos, fábrica  de ração, engorda de peixes, frigorifico de peixe, curtume e graxaria.

Além disso a cooperativa também vai implantar um projeto de agricultura familiar integrado, onde o produtor vai se receber orientação e assistência técnica para produzir alimentos e a cooperativa vai cuidar da comercialização dos produtos.

A primeira cidade a adotar o sistema de produção de alimentos integrados da agricultura familiar    é Acreúna. 

     Além do consumo de alimentos da agricultura familiar na merenda escolar, a prefeitura de Acreúna vai lançar o cartão da agricultura familiar, onde familias carentes cadastradas receberam um cartão com crédito para comprar alimentos produzidos e comercializados na feira do produtor da agricultura familiar.   

Em São Simão a Cooperativa, em parceria com o Ministério da Pesca e apoio da Spic Brasil, vai iniciar a implantação do projeto a ALEVINAR na região de Itaguaçu. 

 




quarta-feira, 15 de fevereiro de 2023

O Cartel da Confecção e Comercialização de Uniformes Para Alunos dos Colégios Militares


Com o crescimento do número de colégio militares e o reconhecimento da qualidade do ensino que muitas vezes supera os colégios privados que cobram uma fortuna dos pais, cresceu também a demanda por confecções de uniformes usados pelos alunos.

Só que a oferta e diversificação dos fornecedores não acompanhou essa demanda, ocasionando em um número pequeno de empresas que fabricam em comercializam os uniformes dos colégios militares. Em resumo existe veladamente um monopólio e uma cartelização da fabricação e comercialização desdes uniformes. Com alinhamento de preços e com a qualidade cada dia mais inferior.

Como em todo setor onde nao existe concorrência, o consumidor sai perdendo e o cartel lucrando.

A pratica adotada é de pagamento antecipado e longa espera para receber os produtos.

 Na loja Regallo que fica próxima ao colégio militar Hugo de Carvalho Ramos, no Jardim Goias, a vendedora diz sem constrangimento que o prazo de entrega é de 15 dias úteis, isso com pagamento antecipado.

Já o uniforme, muitas vezes vendido a pronta entrega é de péssima qualidade. Uma calça comprada em uma semana, teve a costura aberta na semana seguinte.

Embora as empresas que fabricam e comercializam uniformes escolares dos colégios militares tenham custo de produção e qualidade diferentes do material usado, os preços de venda são sempre os mesmos. Evidêncializando a formação de um cartel.

Passou da hora do Procon fiscaliza com mais seriedade este cartel e o Ministério Público investigar quem são os donos destas lojas e se existe favorecimento dos colégios militares para a formação deste cartel.
Enquanto o Procon e Ministério Publico não agir com rigor os pais de alunos vão continuar sendo reféns deste cartel.