
A guerra revelada pelo Blog do Cleuber Carlos em “Sexo, multas e guerra em condomínio de luxo” ganhou novo capítulo. A disputa começou durante a gestão anterior e não foi provocada por destituição.
O antigo síndico cumpriu o mandato de dois anos. Ao fim, uma assembleia elegeu a nova administração: uma empresa assumiu como síndica e um condômino foi eleito subsíndico.
A reunião passou a ser questionada. Um dos pontos é a participação de um magistrado como presidente da assembleia. Moradores sustentam que a sessão teria sido manipulada e sua condução influenciou o resultado. Caberá à Justiça avaliar se houve irregularidade. A participação como condômino não comprova ilegalidade.
Menos de 30 dias depois, decisão judicial determinou o afastamento do novo subsíndico. Não foi o antigo síndico que perdeu o cargo nem houve substituição direta entre os dois.
O processo questiona a eleição e a possibilidade de o subsíndico ocupar a função. Segundo relatos, as normas internas impediriam a posse de condômino envolvido em irregularidades. A alegação depende de julgamento definitivo e direito de defesa.
Também é questionada a contratação da administradora, empresa com relatos de problemas em outros condomínios. O Blog buscará contratos, atas e sua manifestação.
O caso envolve disputa anterior à eleição, assembleia contestada e decisão judicial. O condomínio atravessa crise administrativa e de imagem.
As perguntas continuam: a eleição foi regular? O magistrado poderia presidir a assembleia? O subsíndico estava impedido? Quais interesses movimentam essa guerra?
Novos documentos podem revelar capítulos delicados.
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