segunda-feira, 17 de agosto de 2026

DESESPERO POR UMA VAGA: RECÉM-NASCIDA AGUARDA TRANSFERÊNCIA E FAMÍLIA FAZ APELO POR UTI EM GOIÁS

SAÚDE | Bebê nascida no último dia 14 está internada na Maternidade Municipal Aristina Cândida, em Senador Canedo. Pedido de internação hospitalar aparece no sistema do SUS como “em regulação”, enquanto família busca ajuda para conseguir transferência.

Uma família vive momentos de angústia em busca de atendimento hospitalar para uma bebê recém-nascida internada em Senador Canedo, na Região Metropolitana de Goiânia.

Documentação encaminhada ao Blog do Cleuber Carlos mostra que a criança nasceu em 14 de agosto de 2026 e está internada na Maternidade Municipal Aristina Cândida.

No sistema de regulação do SUS, o pedido de internação hospitalar aparece como “em regulação”, sob o protocolo 2026-0285812-7.

A família afirma que busca uma vaga para transferência da recém-nascida e relata ter recebido informações de que poderia haver disponibilidade em outras unidades hospitalares.

Em mensagens encaminhadas ao Blog, uma familiar pede ajuda: “Eu precisava muito da sua ajuda pra conseguir uma vaga na UTI pra minha sobrinha que acabou de nascer.”

Em áudios posteriores, ela menciona possíveis vagas em hospitais de Goiânia e afirma que estaria encontrando dificuldades para efetivar a transferência.

O relato, entretanto, precisa ser esclarecido oficialmente.

A existência de um leito físico em determinada unidade não significa necessariamente que exista vaga regulada e adequada às necessidades clínicas da criança. Em casos neonatais, fatores como nível de complexidade, equipamentos disponíveis, equipe especializada e condições para receber o paciente são determinantes.

Mas uma pergunta precisa ser respondida com urgência:

O que está impedindo a transferência dessa recém-nascida?

O caso exige atenção especialmente por envolver uma criança com apenas três dias de vida e cuja família afirma necessitar de vaga em unidade de terapia intensiva.

O Blog do Cleuber Carlos buscará esclarecimentos junto à Prefeitura de Senador Canedo, Secretaria de Estado da Saúde e órgãos responsáveis pela regulação para saber qual é a situação atual do pedido, que tipo de leito foi solicitado, qual a classificação de prioridade da paciente e se existem unidades aptas a recebê-la.

Enquanto a burocracia da regulação segue seu curso, uma família espera por uma resposta — e, quando se trata de um recém-nascido, cada minuto pode fazer diferença.


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