ELEIÇÕES 2026 | Escritor aparece com mais que o dobro das intenções de voto de Ronaldo Caiado no cenário sem Pablo Marçal e começa a se distanciar do bloco dos candidatos que tentam romper a polarização entre Lula e Flávio Bolsonaro.
Augusto Cury deixou de ser apenas uma candidatura alternativa para se transformar em um nome que começa a pesar na disputa pela Presidência da República.
Na pesquisa BTG/Nexus, Cury alcançou 11% das intenções de voto e assumiu isoladamente a terceira colocação no cenário sem Pablo Marçal.
Lula lidera com 39%, seguido por Flávio Bolsonaro, com 33%. Depois aparece Cury, com 11%.
A distância para os demais chama atenção.
Ronaldo Caiado tem 5%, menos da metade do índice alcançado pelo escritor. Renan Santos aparece com 3%, enquanto Romeu Zema e Samara Martins registram 1% cada.
A presença de Pablo Marçal praticamente não altera a força de Cury.
Nesse cenário, Lula aparece com 37%, Flávio Bolsonaro com 31% e Augusto Cury permanece com os mesmos 11%. Caiado chega a 6%, enquanto Marçal e Renan Santos têm 3% cada.
O dado político é relevante: Cury começa a abrir uma espécie de terceira faixa na eleição.
Ainda está distante dos dois líderes, mas já construiu vantagem considerável sobre os demais candidatos que disputam espaço fora da polarização.
E existe outro componente importante: o crescimento aconteceu rapidamente. Cury aparecia com apenas 2% na rodada anterior do BTG/Nexus, divulgada em 24 de agosto. Agora chegou a 11%.
É um salto de nove pontos percentuais em aproximadamente uma semana.
Se essa trajetória será mantida pelas próximas pesquisas ainda precisa ser observado. Mas o retrato atual já produz um fato político impossível de ignorar:
Augusto Cury entrou nos dois dígitos, deixou Caiado, Zema e Renan Santos para trás e, neste momento, ocupa sozinho o terceiro lugar na corrida pelo Palácio do Planalto.
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