quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Ministério Público Promove o Caos Politico Administrativo em Acreúna

Acreúna, cidade com cerca de 20 mil habitantes, fica a 150 km de Goiânia, definitivamente não tem estabilidade politico administrativa, como consequências, a população sofre com a falta de infra-estrutura e tem que conviver com serviços públicos precários e ruas esburacadas. 

Na cidade vários grupos políticos se revezam em denunciantes e denunciados, não importa o partido politico ou a pessoa que esteja no poder. A instabilidade política e administrativa nos últimos anos tem levado a cidade a um retrocesso na geração de empregos e crescimento econômico.

Entra prefeito, sai prefeito e os métodos políticos não mudam. Quem está no poder é denunciado e quem está na oposição é o denunciante da hora,  que depois passa a ser denunciado. O círculo vicioso se instalou na cidade sob a anuência do Ministério Público e poder judiciário,  que incentivam a pratica do denuncismo e são co-responsáveis pela instabilidade politico administrativa na cidade.

Prova disso foi a denuncia do Ministério Público, acolhida pelo Juiz de Direito que afastou do cargo o ex-prefeito Rogério Sandim. Denuncia que não prosperou nas instâncias superiores. Sandim foi considerado inocente,  mas já havia sofrido as consequências da denuncia infundada do Ministério Publico e foi cassado pela Câmara Municipal em consequência da pratica do denuncismo do MP. 

Quem vai pagar o prejuízo politico, financeiro e pessoal da denuncia quem não prosperou, mas que provocou sérios danos as pessoas e a própria cidade?

Esse mesmo Ministério Público que agora, novamente com uma denuncia frágil e inconsistente pede o afastamento do prefeito Edmar Neto, provocando novamente a instabilidade política no município,  precisa ser mais criterioso e cuidadoso ao apresentar uma denuncia para afastar do cargo alguém eleito legitimamente pela população. Em Acreúna está instalada a Ditadura do Poder Judiciário que    adotando a pratica do denuncismo barato revoga a vontade do povo com uma simples canetada.

Não é a primeira vez que chamo a atenção do Conselho Nacional de Justiça para o que acontece na cidade de Acreúna como podem conferir na matéria publicada em 24 de novembro de 2014 com o título - Acreúna- Justiça ou Perseguição .

Vou repetir as minhas palavras para mostrar que tanto naquele caso como agora estou tendo o mesmo posicionamento e sendo coerente, sem me deixar levar por paixões políticas. 

"A Justiça não é cega, não é surda-muda, não é burra mas pode muitas vezes ser injusta. A justiça quando usada para perseguir, beneficiar ou aplicada seletivamente não é justiça.

O que acontece na cidade de Acreúna merece ser olhado com atenção pelo Conselho Nacional de Justiça.

O prefeito eleito na última eleição, Rogério Sandim, foi afastado do cargo por 180 dias, pelo juiz de direito Reinaldo Dutra sob argumento de que precisava afastar o prefeito do cargo, para investigar melhor um suposto caso de  improbidade administrativa, atendendo solicitação da Promotora do Ministério Publico Anna Edesa.

Que a nossa legislação não é boa isso é sabido por todos, mas em qualquer situação onde primeiro se pune para depois investigar se foi mesmo cometido crime, não me parece ser a forma correta de fazer justiça, principalmente porque ao ser afastado, o prefeito já está punido duplamente: Por deixar o cargo e por desgate politico." 


O poder Judiciário não está acima do poder Executivo e nem do Legislativo. O poder judiciário deixa de cumprir o seu papel como aplicador das leis,  quando promove ações que comprovadamente geram injustiças e prejuízos a comunidade. 

A denuncia que afastou o  prefeito Edmar Neto é frágil, quem está dizendo isso é alguém que sempre condenou as práticas de Edmar Neto, portanto,  posso falar com isenção política. Provavelmente a decisão do magistrado será reformada em instância superior e mais uma vez o caos políticos administrativo e insegurança jurídica estará instalada em Acreuna. 

Mesmo que a decisão não seja reformada, a presença do vice prefeito no cargo de prefeito, deve ser curta, pois existe uma ação que tramita na Justiça Eleitoral para cassar a chapa de Edmar Neto e Claudiomar e se ocorrer o afastamento definitivo de Edmar Neto, essa ação deve ser acelerada e uma nova eleição marcada para começar tudo novamente com o patrocínio do Ministério Público.







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