Aclamado pela crítica esportiva e bem recebido pela população goiana, complexo deve ser administrado pela Agetop em parceria com a UEG
>Editorial do jornal O Popular diz que governo estadual encontrou solução criativa para a gestão do local, que voltou a receber o carinho da população
Uma das maiores obras do governo estadual entregues à população goiana em 2016, o Centro de Excelência do Esporte Arquiteto Eurico Godoi já opera há mais de quatro meses, e contabiliza seis grandes partidas de futebol e dois treinos no campo do Estádio Olímpico Pedro Ludovico Teixeira.
O Estádio foi inaugurado no dia 8 de agosto, com jogo de futebol entre ex-jogadores e artistas. Em setembro, o Atlético fez um treino de reconhecimento do gramado e, dias depois, jogou contra o Joinville o primeiro jogo oficial do Estádio Olímpico. Atlético e Joinville empataram por 1 a 1, pela Série B do Brasileiro. Em outubro, o Vila Nova também fez um treino de reconhecimento do gramado do Olímpico e, dois dias depois, jogou contra o Oeste, vencendo por 1 a 0, na 29ª rodada da Série B do Brasileiro.
Em novembro, o Goiás estreou o campo do Olímpico ao jogar contra o Joinville, e venceu por 3 a 2. No dia seguinte, Atlético venceu o Tupi por 5 a 3, e conquistou o título da Série B. O time fez o último jogo deste ano no Olímpico com vitória sobre o Bahia por 2 a 1. Desde que foi inaugurado, o Centro de Excelência e, em particular, o Estádio Olímpico, têm sido aclamados pela crítica esportiva e bem recebidos pelos torcedores do futebol goiano, que lotam as arquibancadas nos jogos. O complexo também recebeu elogios de grandes dirigentes do futebol goiano, como Hailé Pinheiro (Goiás), que afirmou que o governador Marconi Perillo marcou um gol de placa ao entregar o Centro de Excelência. “Uma obra majestosa, melhor do que o Serra Dourada”, avaliou, na inauguração.
Os presidentes dos clubes de futebol também registraram seus elogios ao complexo em entrevistas à imprensa. Ao jornal O Popular (edição do dia 25 de dezembro), o presidente do Goiás, Sergio Rassi, disse que o Olímpico é o estádio mais moderno que passou nos testes que o clube fez. Adson Batista, diretor de futebol do Atlético, afirmou que trata-se de uma grande obra.
O Governo de Goiás investiu R$ 155 milhões na construção do Estádio Olímpico, que integra o Centro de Excelência do Esporte. A área construída é de 33.682,02 metros quadrados, com capacidade para 13.400 cadeiras na arquibancada, estacionamento para 378 vagas, sanitários, quatro salas de aquecimento, quatro vestiários, dois depósitos de materiais esportivos, sala para exame antidoping e exame médico, enfermaria, área de segurança, vestiário para gandulas e para administração.
O Centro de Excelência conta, ainda, com o Laboratório de Capacitação e Pesquisa, Parque Aquático e Ginásio Rio Vermelho. O Laboratório de Capacitação e Pesquisa Dráulas Vaz tem mais de 10 mil metros quadrados de área construída; três quadras oficiais para treinamento, capacitação e formação de atletas, 14 salas de aula para alunos e treinadores, laboratório, biblioteca, sala de estudo, academia, sanitários, alojamento masculino e feminino, auditório com capacidade para 200 pessoas, secretaria, restaurante, lanchonete, cinco salas comerciais, área de convivência e sala de processamento de dados. O Parque Aquático e o Ginásio Rio Vermelho serão inaugurados no próximo ano.
Na inauguração do Centro de Excelência, o governador Marconi Perillo afirmou que tratava-se de uma obra feita com muito capricho para Goiás e para o Brasil. Pontuou, também, que o programa Bolsa Atleta, do governo estadual, permitiria que mais de 100 atletas ficassem internos lá.
Editorial do O Popular diz que governo estadual encontrou solução criativa para a gestão do Centro de Excelência
Editorial do jornal O Popular, publicado na edição de domingo (25), afirma que o governo estadual encontrou solução criativa ao propor gestão compartilhada do Centro de Excelência do Esporte entre a Agência Goiana de Transportes e Obras (Agetop), e a Universidade Estadual de Goiás (UEG), por meio da Escola Superior de Educação Física e Fisioterapia de Goiás (Eseffego), que entrará com o conhecimento de seu corpo docente.
“O Centro de Excelência do Esporte terá novo modelo de gestão, financeiramente mais equilibrado e sem encurtar os benefícios sociais. (...) Trata-se de uma solução criativa, que dá relevância social a um espaço que retomou sua cota de carinho junto à população, voltando a sediar jogos de futebol e agora fomentando a evolução esportiva”, diz o editorial.
O Popular, na mesma data, traz também matéria nas páginas 18 e 19 detalhando o modelo proposto pelo governo estadual, que deve resultar em economia de R$ 700 mil por mês. A matéria detalha como o espaço será gerido, e relembra os jogos realizados no Estádio Olímpico.
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