terça-feira, 24 de novembro de 2015

Vila Nova Realiza Eleição Para Definir Presidente Executivo e Deliberativo

A festa pela conquista do bicampeonato da Série C do Brasileiro vai até o fim do ano para a torcida vilanovense. Aos jogadores, resta definir seus destinos em 2016 e entrar de férias. Mas, para a diretoria, o trabalho árduo continuará por, pelo menos, mais uma semana. No dia 1º de dezembro, os conselheiros definirão o presidente executivo e do Conselho Deliberativo que assumirão o clube no biênio 2016/17. Duas chapas foram registradas ontem para o Conselho.

Ontem foi a data limite para inscrições de chapas para a presidência do Conselho Deliberativo e para o Conselho de Orientação e Fiscalização (COF). Carlos Alberto Barros, atual presidente do Conselho apresentou sua chapa. Recentemente, Barros havia reforçado que pretendia deixar o cargo. Ele chegou a pensar em sair antes mesmo do fim do mandato, mas foi convencido a ficar. Curiosamente, Barros mudou de ideia e concorrerá à reeleição, assim como a atual composição do COF, que tem seu filho, Fábio Brasil.

Do outro lado, estará o empresário Ecival Martins encabeçando uma chapa para o Conselho Deliberativo, que se destaca também por ser composta por duas mulheres – Doricélia Rocha e Rozana Parreira (Filha de Valter Parreira). Os ex-presidentes Wilson Balzacchi e Geso Oliveira tinham manifestado intenção de se candidatarem, mas declinaram em favor de Ecival, que revelou apoiar a reeleição de Guto Veronez, atual presidente executivo.

De acordo com o estatuto do Vila, o pleito será realizado na terça e as chapas para a presidência executiva poderão ser inscritas até essa data. A eleição para o Conselho e para o COF é realizada e, em seguida, será escolhida a diretoria executiva.

No início do mês, Guto afirmou, por meio do Facebook, que não concorreria à eleição. Ele cumpre mandato tampão após renúncia de Rodrigo Nogueira, no fim de 2014.

A outra chapa para concorrer ao COF é encabeçada por Magid Fleury, que justificou a candidatura dizendo que, apesar de não reprovar a administração de Guto Veronez, é crítico à falta de transparência nas administrações do Conselho e do COF.

Fonte: O Popular

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