Para evitar a combinação de depoimentos, foram levados para outra ala da carceragem da PF na capital paranaense o irmão de Dirceu, Luiz Eduardo de Oliveita e Silva, e um ex-assessor dele, Roberto Marques.
Na ala de Dirceu, estão presos, em celas distintas, outros três acusados da Lava Jato: o doleiro Alberto Youssef e os ex-diretores da Petrobras Nestor Cerveró e Jorge Luiz Zelada.
Os federais analisam o material recolhido nas batidas de busca e apreensão realizadas nesta segunda feira. Precisam dizer até sexta-feira ao juiz Sérgio Moro se desejam converter as prisões do irmão e do ex-assessor de Dirceu de temporária, com duração de cinco dias, em preventiva, por tempo indeterminado.
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