Ao afirmar, durante entrevista ao programa Roda Viva, transmitido em rede nacional pela TV Cultura de São Paulo, que “a Celg é o petrolão de Goiás”, sem apresentar uma única prova, o senador Ronaldo Caiado mostrou para o Brasil que é irresponsável e leviano.
Um senador da República não tem o direito de esbravejar acusações sem apresentar as devidas comprovações. Caiado não exibiu nada – nenhum documento, nenhuma informação, nenhuma testemunha, nada, nada.
Pelo contrário, bate no PT mas não explica seu apoio ao PMDB, que tem Michel Temer como vice-presidente. Esse é o Caiado velho de guerra que bateu com uma mão e escondeu a outra. Esse é o Caiado que o povo de Goiás conhece muito bem e o Brasil vai conhecendo aos poucos.
Caiado não disse porque mudou de lado, porque durante décadas combateu o PMDB e agora se uniu ao PMDB de Iris Rezende. Caiado não consegue explicar o seu apoio ao PMDB de Goiás que apoia o PT.
Ficou, como sempre, no campo das bravatas e ainda desfiou comentários que exemplificam a sua falta de informações sobre o processo de privatização da Celg, que caminha para ser vendida por R$ 8 bilhões de reais, no mínimo, com metade desses recursos permanecendo nos cofres do governo de Goiás para investimentos na infraestrutura do Estado.
Caiado disse que “entregaram a Celg”, como se a empresa fosse ser retirada do território goiano, e que “os goianos ficaram com a dívida”, outra afirmação sem sentido, já que os cofres estaduais vão arrecadar muito mais do que foi assumido em operações de crédito, conjuntamente com o governo federal, para regularizar a situação da companhia e permitir a sua venda pelo maior preço possível.
Um senador da República não tem o direito de esbravejar acusações sem apresentar as devidas comprovações. Caiado não exibiu nada – nenhum documento, nenhuma informação, nenhuma testemunha, nada, nada.
Pelo contrário, bate no PT mas não explica seu apoio ao PMDB, que tem Michel Temer como vice-presidente. Esse é o Caiado velho de guerra que bateu com uma mão e escondeu a outra. Esse é o Caiado que o povo de Goiás conhece muito bem e o Brasil vai conhecendo aos poucos.
Caiado não disse porque mudou de lado, porque durante décadas combateu o PMDB e agora se uniu ao PMDB de Iris Rezende. Caiado não consegue explicar o seu apoio ao PMDB de Goiás que apoia o PT.
Ficou, como sempre, no campo das bravatas e ainda desfiou comentários que exemplificam a sua falta de informações sobre o processo de privatização da Celg, que caminha para ser vendida por R$ 8 bilhões de reais, no mínimo, com metade desses recursos permanecendo nos cofres do governo de Goiás para investimentos na infraestrutura do Estado.
Caiado disse que “entregaram a Celg”, como se a empresa fosse ser retirada do território goiano, e que “os goianos ficaram com a dívida”, outra afirmação sem sentido, já que os cofres estaduais vão arrecadar muito mais do que foi assumido em operações de crédito, conjuntamente com o governo federal, para regularizar a situação da companhia e permitir a sua venda pelo maior preço possível.
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