O secretário de Infraestrutura, Cidades e Assuntos Metropolitanos, João Balestra, visitou o município de Cocalinho (MT) nesta sexta-feira para vistoriar a construção e voltou com a notícia de que 68% do projeto está concluído. Segundo Balestra, há 100 funcionários trabalhando no canteiro, e outros 40 se juntarão ao grupo na semana que vem para trabalhar no turno da noite.
Além da ponte, o governo de Goiás também trabalha na pavimentação da GO-454, rodovia que liga a obra à GO-164 e que deve ser entregue pela Agência Goiana de Transportes e Obras Públicas (Agetop) em julho de 2014. O governo do Mato Grosso, por sua vez, determinou a licitação para pavimentação da MT-326, que ligará o estado vizinho à ponte.
HISTÓRICO
Depois de licitado, o projeto básico foi questionado pelo DNIT e pela Ahitar (empresa que administra as hidrovias do Tocantins e do Araguaia). Para autorizá-lo e transformá-lo em projeto executivo, exigiram que o vão livre debaixo da ponte, por onde passariam as barcaças, fosse maior. Chegou-se a um acordo para mudar o local da obra e aumentar o vão, cuja altura passou de 12,3 para 15 metros e cuja largura passou de 45 para 117 metros.
Com as adequações, o valor do contrato, que era de R$ 37 milhões, caiu para pouco mais de R$ 32 mi. Permaneceu o mesmo valor a ser investido pelo consórcio (pouco mais de R$ 12 milhões). O Estado, por sua vez, comprometeu-se a arcar com R$ 18,4 milhões – valor que, com reajustes e correções previstos no contrato, passou para R$ 26,4 milhões. A esse total, foi incorporado o valor de R$ 1,67 milhão – a ser pago pelo consórcio – para construir os acessos à ponte.
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