Ministério Agricultura

domingo, 19 de março de 2017

Aparecidense Lidera o Campeonato Goiano

O 2º Turno da 1ª Fase do Goianão 2017 está concluído. A 5ª e última Rodada teve dois jogos ontem, sábado, dia 18 de março, sendo encerrada neste domingo, dia 19 de março, com as demais três partidas.
Os resultados: Iporá 2x1 Rio Verde e Vila Nova 0x1 Aparecidense ontem, e Crac 0x3 Atlético, Goiás 1x1 Anápolis e Itumbiara 0x0 Goianésia, hoje.
A rodada registra uma marca histórica e inédita nos 74 anos de história do Goianão. A Aparecidense assume a liderança da competição, saindo da lanterna à liderança em seis rodadas, fato sem precedentes nestas quase sete décadas e meia da competição.

O quarteto da faixa de classificação à Fase Semifinal continua inalterado pela 5ª rodada seguida, porém a Aparecidense é a nova líder, com o Goiás caindo para segundo, o Atlético subindo para terceiro e o Vila Nova caindo para quarto, o que implica dizer que em relação à rodada anterior, os hipotéticos confrontos semifinais não foram modificados, mas agora são provenientes de posições que foram alteradas, Aparecidense (1º) x Vila Nova (4º) e Goiás (2º) x Atlético (3º) ao passo que antes era Goiás (1º) x Atlético (4º) e Aparecidense (2º) x Vila Nova (3º).
A faixa do rebaixamento por sua vez foi alterada por completo, deixando-a Itumbiara e Anápolis em detrimento de Crac e Rio Verde, este voltando à mesma após seis rodadas de ausência e ‘assumindo’ a lanterna do Campeonato pela 1ª vez. È a terceira rodada seguida em que a faixa do rebaixamento é modificada.
Agora vem o 3º e último Turno da 1ª Fase, quando teremos apenas em jogos de ida, os confrontos dentro dos respectivos grupos A e B.
São cinco rodadas de quatro partidas cada, sendo que em cada uma delas, acontece a folga de dois times, um de cada grupo, portanto quatro jogos para cada equipe, dois como mandante e outros dois como mandado.
Esses 20 jogos irão definir as cinco aspirações que estão em jogo na competição nesta 1ª Fase.
- classificação à Fase Semifinal: Aparecidense, Goiás, Atlético e Vila Nova tem tudo para sacramentar a condição de semifinalistas.
- fuga do rebaixamento: exceção feita ao quarteto da faixa de classificação à Fase Semifinal, os demais seis times continuam ameaçados, sendo a vantagem de quatro pontos adquirida pelo Goianésia em relação às duas equipes da faixa do rebaixamento, bem considerável.
- confrontos semifinais: completamente indefinidos, inclusive, mantido o atual quarteto da faixa de classificação à Fase Semifinal, quaisquer dois dos seis confrontos possíveis pode acontecer.

- vagas para a Copa do Brasil/2018: praticamente a única dúvida é saber se a Aparecidense vai efetivamente conquistá-la, que fatalmente iria gerar uma quarta vaga goiana, uma vez que dentre Goiás, Atlético e Vila Nova, o que perder vaga para o time de Aparecida de Goiânia, a ganharia através das 10 vagas destinadas ao ranking da CBF.

- vagas para o Brasileiro da Série D/2018: uma das três vagas já é da Aparecidense enquanto os demais seis times postulantes ainda lutam pelas outras duas vagas.

sábado, 18 de março de 2017

Polícia Rodoviária Federal Faz Apreensão de Caminhão Com 7,5 Toneladas de Maconha

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) encontrou neste sábado (18) mais de 7,5 toneladas de maconha em uma carreta na BR-060, em Rio Verde, no sudoeste de Goiás. O motorista, de 53 anos, confessou aos policiais que recebeu R$ 20 mil para transportar a droga de Campo Grande para Goiânia.

Inicialmente, a PRF havia calculado que a carga pesava 6 mil toneladas. Horas depois, informou que o peso exato é de R$ 7.540 mil kg. Segundo a corporação, esta é a maior apreensão de maconha nas rodovias federais que cortam o estado.


O motorista foi abordado porque “apresentou nervosismo” ao passar por um bloqueio da PRF. De acordo com os policiais, ao ser parado, ele disse que não transportava nada na carreta.
Quando os policiais abriram o compartimento de carga, encontram vários fardos de tabletes de maconha. Embaixo da droga havia pacotes de farelo de soja. "Ele sequer se preocupou em esconder a droga", disse ao G1 o inspetor da PRF Newton Morais.


A PRF informou que vai levar a droga e o motorista para a Central de Flagrantes da Polícia Civil em Rio Verde.

Artilheiro do Goiás na Temporada Léo Gamalho Teve Fratura Confirmada no Pé

O atacante Léo Gamalho, artilheiro do time na temporada com 11 gols marcados, está fora dos próximos jogos do time esmeraldino. Depois da partida contra o Cuiabá, na última quinta-feira, foi constatada fratura no primeiro dedo do pé direito. Com isso, ele deve ficar em tratamento por duas semanas. 
É provável que Léo Gamalho desfalque o Verdão nos jogos contra Anápolis, Crac, Vila Nova e Iporá e retorne contra o Itumbiara, na última rodada da fase de classificação do Campeonato Goiano, ou diante do Fluminense, no confronto da quarta fase da Copa do Brasil. O médico Bruno Favaron está otimista com a recuperação do artilheiro. 
- Não há como dizer um prazo exato. O Léo tem um histórico de recuperações rápidas, ele é um jogador muito dedicado durante o tratamento – disse o médico.
O Goiás joga contra o Anápolis neste domingo. Aylon deve ser mantido entre os titulares. Juan retorna depois de ter cumprido suspensão na Copa do Brasil. Everton Sena e Marcelo Rangel estão suspensos. A provável formação tem Ivan; Pedro Bambu, Fábio Sanches, David Duarte e Patrick; Victor Bolt, Léo Sena e Juan; Carlos Eduardo, Tiago Luís e Aylon.

Rafael Cruz é Atração no Jogo Entre Vila Nova e Aparecidense

O lateral direito Rafael Cruz que já brilhou com a camisa do Atlético-GO voltou a jogar um bom futebol neste campeonato goiano e é um dos responsáveis pela campanha impressionante da Aparecidense lidera o campeonato no seu grupo, deixando o Atlético em 2º lugar.

 Neste sábado a Aparecidense vai jogar no estádio Serra Dourada contra o Vila Nova, local onde Rafael Cruz foi escolhido diversas vezes melhor jogador em campo, vestindo a camisa do Atlético.  A campanha do Vila nova é irregular a da Aparecidense não. Até o momento Rafael é o melhor lateral direito do campeonato goiano. Vila nova, Atlético e Goiás não tem um lateral jogando o que está jogando Rafael Cruz. Pela campanha e momento que atravessa a Aparecidense, pode se apontar o ligeiro favoritismo para o time sem torcida, no entanto o vila costuma ressurgir das cinzas.

Além de Rafael  Cruz, Aparecidense tem no seu elenco outro jogador que foi ídolo no Atlético, o meia Elias. 

O jogo será um divisor de águas tanto para Aparecidense e para o Vila Nova. Quem vencer estará credenciado a disputar o título da temporada. 



Os maiores absurdos encontrados pela PF na Carne Fraca

Deflagrada nesta sexta-feira pela Polícia Federal, a Operação Carne Fraca se deparou com uma série de irregularidades praticadas por frigoríficos no país, desde os empreendimentos de pequeno porte às gigantes do setor BRF e JBS.
A investigação, baseada sobretudo em grampos da PF, identificou carnes com salmonela, podres e vencidas, o uso de ácido ascórbico, uma substância cancerígena, para “maquiar” produtos, além do uso de carne de cabeça de porco na produção de linguiças e até o suposto uso de papelão para reforçar a mistura transformada em salsicha.
Veja abaixo os maiores absurdos encontrados na operação:

Carne com salmonela

A investigação da Carne Fraca grampeou debates entre o agente de inspeção federal Carlos Cesar e o auxiliar operacional em agropecuária Carlos Augusto Goetzke, conhecido como Carlão, em que eles ponderam sobre o destino de uma carga de 18 toneladas de carne de peru infectada com salmonela, do frigorífico Souza Ramos: fabricar mortadela ou ração?
“Chega a causar náuseas a naturalidade com a qual ambos tratam a destinação a ser dada para a carne podre, com salmonela e altamente imprópria para consumo – colocar no digestor ou fazer mortadela”, afirmam os investigadores.
Diálogos interceptados pela PF também mostram um diretor da BRF, André Baldissera, conversando com um interlocutor identificado como Fabrício sobre a retenção de contêineres na Itália. Com base nos áudios, a investigação concluiu que as autoridades sanitárias da Europa haviam identificado no carregamento “traços de uma das variações da bactéria salmonela” e, por isso, havia vetado a entrada dos alimentos.
Carne podre e vencida
Em uma conversa interceptada pela Polícia Federal entre Idair Piccin e Normélio Peccin, dois dos sócios do frigorífico Peccin, os empresários demonstram estar impressionados com a resiliência de uma peça de presunto podre, que quase não aparenta a condição. “Não tem cheiro de azedo”, garante um deles:
Normélio: Tu viu aquele presunto que subiu ali ou não chegou a ver?
Idair: Ah, eu não vi. Cheguei lá, mas o Ney falou que tá mais ou menos . Não tá tão ruim.
Normélio: Não. Não tá. Fizemos um processo, até agora eu não entendo, cara, o que é que deu naquilo ali. Pra usar ele, pode usar sossegado. Não tem cheiro de azedo. Nada, nada, nada.
Conforme a apuração da Polícia Federal, até mesmo Daniel Gonçalves Filho e Maria do Rocio, os dois líderes do esquema no Paraná, ficavam preocupados com o funcionamento o frigorífico Larissa, do empresário Paulo Sposito, tamanha era a “ausência de qualidade” em sua produção.
Em um diálogo com um funcionário, Sposito não se mostra surpreso com a substituição de etiquetas de validade em um carga de carnes de barriga ou com a utilização de carnes vencidas há três meses para a produção de outros alimentos. “Se é que se pode chamar de alimento algo composto por restos não mais aptos ao consumo humano”, observa a PF.

Ácido ascórbico como ‘maquiagem’

O frigorífico Peccin, que teve duas unidades interditadas pela investigação, uma em Curitiba e outra em Jaraguá do Sul, tinha um ingrediente secreto em seus produtos. Segundo a ex-auxiliar de inspeção Daiane Marcela Maciel, a empresa promovia “maquiagem de carnes estragadas com a substância cancerígena ácido ascórbico”, truque empregado na produção de salsichas e linguiças, além de usar quantidades de carne muito menores que o indicado em seus produtos e complementá-los com outras substâncias.
O Peccin também mantinha carnes sem rótulos ou refrigeração e falsificava notas de compra do produto.

Cabeça de porco na linguiça

Uma das interceptações telefônicas da operação flagrou Idair Piccin e sua mulher, Nair, combinando a compra de 2.000 quilos de carne de cabeça de porco para a fabricação de linguiças, prática que é proibida.
Piccin até chega a ponderar a respeito da proibição, mas a mulher diz que conseguiu negociar as duas toneladas da carne por um bom preço e que o marido deveria utilizá-la para “fechar uma carga”.
“É, pega , nós vamos fazer o quê? Só que na verdade usar no que? Vai ter que enfiar um pouco em linguiça ali”, concorda o empresário, preso nesta sexta-feira, assim como sua mulher

Papelão na mistura

A investigação também grampeou uma conversa em que dois funcionários da BRF supostamente conversam sobre a suposta inclusão de papelão em carnes utilizadas para processar salsichas, conhecida como CMS.
Funcionário: O problema é colocar papelão lá dentro do cms também né. Tem mais essa ainda. Eu vou ver se eu consigo colocar em papelão. Agora se eu não consegui em papelão, daí infelizmente eu vou ter que condenar.
Funcionário 2: Ai tu pesa tudo que nós vamos dar perda. Não vamos pagar rendimentos isso.
Segundo a empresa, no entanto, os homens discutiam a embalagem do produto, e não sua composição.

Carne Fraca: entenda o que pesa contra cada frigorífico

Considerada a maior operação da história da Polícia Federal, a Carne Fraca, deflagrada nesta sexta-feira, desmantelou um esquema de pagamento de propina envolvendo funcionários do Ministério da Agricultura e empresários do ramo alimentício para relaxar a fiscalização e conseguir a liberação de licenças. A operação teve como alvos frigoríficos de pequeno porte e as gigantes BRF e JBS, que sentiram reflexos em suas ações, que tiveram uma forte desvalorização na Bolsa de Valores ao longo do dia.
Diante das informações de que produtos estragados estavam sendo liberados ao consumo, o governo precisou se mobilizar para tranquilizar a população e avisar que “não há razão para pânico”, pois nem todas os frigoríficos do país estavam envolvidas nos casos investigados. Por fim, tomou como providências a interdição de três frigoríficos — um da BRF e dois da Peccin — e o afastamento de 33 funcionários. Entenda o que pesa especificamente sobre cada empresa.

BRF

A empresa se tornou alvo por irregularidades no frigorífico de Mineiros (GO), fabricante de carne de aves, e pelo envolvimento no esquema do  seu gerente de Relações Institucionais, Roney Nogueira dos Santos, alvo de mandado de prisão preventiva. A ele foram atribuídos os crimes de corrupção, passiva e ativa, concussão, peculato, prevaricação, advocacia administrativa, falsificação e adulteração de substância ou produtos alimentícios e lavagem de dinheiro.
O inquérito traz indícios — não muito claros — de que material impróprio foi utilizado na produção de alimentos da BRF. É citado especificamente um diálogo entre Santos e um fiscal do Ministério da Agricultura, em julho de 2016,  em que ele fala sobre “reprocessar” aproximadamente 700 quilos de mortadela considerada inadequada.
Diálogos interceptados pela PF também mostram o envolvimento de outro diretor da BRF — André Baldissera. Ele aparece conversando com um interlocutor identificado como Fabrício sobre a retenção de contêineres na Europa. Com base nos áudios, a investigação concluiu que as autoridades sanitárias da Europa haviam identificado no carregamento “traços de uma das variações da bactéria salmonella” e, por isso, havia vetado a entrada dos alimentos.
O que diz a BRF 
A empresa divulgou uma nota, ressaltando que “cumpre as normas” e tem “rigorosos processos e controles”. “A BRF informa que (…) está colaborando com as autoridades para o esclarecimento dos fatos. A companhia reitera que cumpre as normas e regulamentos referentes à produção e comercialização de seus produtos, possui rigorosos processos e controles e não compactua com práticas ilícitas. A BRF assegura a qualidade e a segurança de seus produtos e garante que não há nenhum risco para seus consumidores, seja no Brasil ou nos mais de 150 países em que atua”, diz o texto. 
Mandados
Roney Nogueira dos Santos (gerente de Relações Institucionais e Governamentais): prisão preventiva
André Baldissera (diretor): prisão preventiva
José Roberto Pernomiam Rodrigues Júnior (vice-presidente): prisão preventiva
Luis Guaraná (funcionário): condução coercitiva
Sede da empresa: mandados de busca e apreensão
Unidade de Mineiros (GO):  interdição 
Seara, da JBS
Flávio Evers Cassou, funcionário da Seara Alimentos, do grupo JBS, é acusado do crime de corrupção ativa por ter pago propina à chefe do Serviço de Inspeção de Produto de Origem Animal (Sipoa) no Paraná e a dois fiscais agropecuários. Ele foi contratado pela empresa depois de dez anos como fiscal.
Em troca de produtos como cortes de carnes nobres e de frango, os funcionários públicos não fiscalizavam cargas da empresa, incluindo remessas à China e ao Chile.
O que diz a Seara
Por meio de nota, a JBS, dona da Seara, diz que “não há nenhuma medida judicial contra os seus executivos”.  A empresa informa ainda que sua sede não foi alvo dessa operação e que a ação ocorreu em três unidades produtivas da Companhia, sendo duas delas no Paraná e outra em Goiás. “A JBS e suas subsidiárias atuam em absoluto cumprimento de todas as normas regulatórias em relação à produção e à comercialização de alimentos no país e no exterior e apoia as ações que visam punir o descumprimento de tais normas”, diz a empresa.
Mandados:
Flávio Evers Cassou (funcionário): prisão preventiva
Sedes da empresa (duas no Paraná e uma em Goiás): busca e apreensão

Frigorífico Peccin

Os responsáveis pelo frigorífico Peccin, Idair Antonio Piccin, Nair Peccin e Normélio Peccin, além de José Eduardo Nogalli Gianetti, representante da empresa, são investigados por crimes contra a saúde pública e corrupção ativa. Os quatro foram presos preventivamente nesta sexta-feira e duas unidades do grupo, interditadas.
Interceptações telefônicas flagraram Piccin e sua mulher, Nair, combinando a compra de 2.000 quilos de carne de cabeça de porco para a fabricação de linguiças, prática que é proibida.
Em outra conversa interceptada, Idair Piccin e Normélio Peccin conversam sobre a reutilização de uma peça de presunto podre. Segundo as investigações, o frigorífico também pagava propina a fiscais agropecuários lotados no Serviço de Inspeção de Produto de Origem Animal (Sipoa) do Paraná.
O que diz a Peccin
Procurada, a empresa afirmou que não vai se pronunciar no momento.
Mandados:
Idair Antonio Piccin (sócio): prisão preventiva
Nair Peccin (sócia): prisão preventiva
Normélio Peccin Filho (sócio): prisão preventiva
José Eduardo Nogalli Gianetti (representante): prisão preventiva
Duas empresas do grupo (em Curitiba e Jaraguá do Sul (SC): interdição

Frigorífico Larissa

O frigorífico Larissa entrou na mira das investigações por causa do seu dono, Paulo Rogério Sposito, suspeito da prática dos crimes de corrupção passiva e ativa, lavagem de dinheiro e adulteração e alteração de substância de produtos alimentícios.
A PF interceptou diálogos em que, segundo os autos, ele não “demonstra nenhuma surpresa” em ser informado sobre a troca de etiquetas de validade em carga de carnes de barriga, e com o uso de carnes vencidas há três para produção de outros alimentos.
Segundo o inquérito, Paulo, que foi candidato a deputado federal por São Paulo em 2010, é próximo de Daniel Gonçalves Filho, apontado pela PF como o chefe do esquema, a quem recorria quando precisava resolver algum problema na fiscalização de sua empresa.  
O que diz a Larissa
Procurada pela reportagem, não quis se pronunciar.
Mandados
Paulo Rogério Sposito (prisão preventiva)
Sede da empresa (busca e apreensão)

Governo entrega tablets para capacitação profissional de alunos kalunga



Raquel Teixeira representou o Governador Marconi Perillo no evento 

Equipamentos foram entregues pela Seduce nesta sexta, 17/3, na comunidade da Fazenda Riachão, em Monte Alegre de Goiás, durante lançamento do programa Qualificampo 


A jovem Quitiane Fernandes de Souza, 22 anos, aluna do Colégio Estadual Kalunga II, foi a primeira estudante a receber um dos 200 tablets adquiridos pelo Governo de Goiás,  por meio da Secretaria de Educação, Cultura e Esporte de Goiás (Seduce) para levar ensino técnico profissional aos estudantes kalunga das comunidades de Monte Alegre de Goiás, Cavalcante e Iaciara. 
O equipamento foi entregue a ela pela secretária Raquel Teixeira, que representou o governador Marconi Perillo nesta sexta-feira, 17/3, durante lançamento do programa Qualificampo na Fazenda Riachão, no município de Monte Alegre de Goiás. Coordenado pela equipe do Núcleo de Organização e Atendimento Educacional (Nuoaed) da Seduce, o programa foi criado com a proposta de levar capacitação profissional a todos os alunos da rede pública estadual que moram na zona rural por meio da modalidade EaD (ensino a distância). 
O curso disponibilizado aos estudantes kalunga foi o de técnico em Meio Ambiente, que tem duração de dois anos e carga horária de 1.200 horas e contará com encontros presenciais quinzenais no pólo de apoio instalado no C. E. Kalunga II. Além da unidade educacional e suas duas extensões mantidas na região, também receberão os tablets alunos kalunga dos municípios de Cavalcante e Iaciara. 
Estudante do 3º ano do Ensino Médio, Quitiane mora em uma comunidade há seis quilômetros da escola onde estuda. Feliz por receber o tablet novo, ela acredita que o presente vai estimular ainda mais seu interesse pelos estudos, já que não possui notebook nem computador de mesa em casa, e só costuma acessar a internet pelo smartphone. 
Oportunidade
No lançamento do programa, a secretária Raquel Teixeira destacou que o curso técnico em Meio Ambiente foi pensado, a pedido do governador Marconi Perillo, levando em conta o arranjo produtivo local e é uma iniciativa que está inserida na proposta do novo Ensino Médio do Ministério da Educação (MEC). 
Ela destacou ainda a importância da tecnologia na democratização do acesso ao conhecimento. “Dentro deste pequeno equipamento, vocês vão encontrar uma chance maravilhosa que vai contribuir para abrir as portas do mercado de trabalho. Nós estamos dando a vocês o apoio didático e pedagógico e uma oportunidade, mas é o esforço próprio de cada um que vai fazer a diferença nesse curso”. 
 Antes de fazer a entrega dos tablets aos jovens kalunga, a secretária fez uma visita a dona Procópia dos Santos Rosa, 84 anos, que reside na Fazenda Riachão e é uma quilombola muito conhecida e respeitada. Na conversa com a vovó kalunga, Raquel lembrou que, em 1999, quando ocupava também o cargo de secretária de Educação de Goiás, foi preciso muito esforço para convencer o Ministério da Educação (MEC) de que o transporte escolar naquela região só era possível com a compra de burros. “Foi uma etapa muito difícil de convencimento porque era um pedido totalmente inusitado”. 
“E como deputada federal, eu me lembro que a senhora fez muito por nós ao lutar pela criação do Bolsa Escola, que depois virou Salário Escola e até hoje ajuda muitas famílias aqui da região”, acrescentou a merendeira Teodora Fernandes de Castro Moreira, que trabalha em uma das extensões criadas pela Seduce para garantir o acesso das crianças e jovens kalunga à educação pública. 
Chefe do Nuoaed, João Batista Peres Júnior explica que para atender as comunidades kalunga, que tem dificuldade de acesso à internet, a Seduce elaborou uma forma de atendimento diferenciado em EaD. “Os alunos terão acesso ao material offline, ou seja, os módulos do curso serão atualizados a cada 15 dias durante as aulas presenciais no pólo”. Ele explica ainda que outros dois cursos já estão em andamento pelo Qualificampo, que são o de Infraestrutura Escolar e de Lazer, que possuem pólos de apoio em Goiânia, São Miguel do Araguaia, Minaçu, Porangatu, Novo Gama e Uruaçu. 
Além da secretária Raquel Teixeira e de João Batista Peres Júnior e sua equipe, diversos alunos e professores kalunga, o lançamento do Qualificampo contou também com as presenças do assessor especial para Inclusão Social Produtiva e Diversidade na Educação Profissional do MEC, Franklin Nascimento, e da coordenadora da Educação no Campo, Indígena e Quilombola da Seduce, Valéria Cavalcante da Silva Souza. 
Fazenda Riachão
Para chegar à comunidade kalunga da Fazenda Riachão é necessário deixar a rodovia asfaltada que passa por Monte Alegre de Goiás e se embrenhar em uma estrada de terra que, no princípio, não dá o mínimo sinal de que a viagem será longa e cansativa. 
São apenas 82 km a serem percorridos, mas o sobe e desce imposto pelos vales e montanhas, além dos muitos buracos e pedras pontiagudas, fazem a ‘aventura’ durar quase duas horas. O ponto positivo é o lindo cenário, onde do nada surgem casinhas de adobe cobertas de folhagens secas, cachoeiras que saltam do alto das montanhas e diversos cursos de água. Por causa das barreiras naturais do caminho, o percurso até o Colégio Estadual Kalunga II só consegue ser vencido por veículos com tração nas quatro rodas ou pelas caminhonetes Marruás, que a Seduce adquiriu em setembro do ano passado para transportar merenda escolar, material didático e as equipes pedagógicas que dão suporte às comunidades quilombolas da região de Monte Alegre de Goiás e Cavalcante. 
Benefícios
A entrega dos três veículos Marruás e o primeiro encontro de formação de professores quilombolas, realizado em Campos Belos no mês de setembro de 2016, integram uma série de ações desenvolvidas atualmente pelo Governo de Goias, por meio da Seduce, que tem levado diversos benefícios aos estudantes da zona rural do estado, e que compreende as populações quilombolas, indígenas e os demais que residem fora das áreas urbanas. 
Na última semana deste mês, a secretária anunciou a realização do segundo encontro de formação de professores, que também será realizado em Campos Belos de Goiás. Com essa iniciativa, a Seduce atende um dos pedidos feitos por dona Procópia, que era capacitar cada vez mais os educadores que atuam na educação quilombola. 
 Comunicação  Setorial da Seduce/ Goiânia, 18/03/2017

 Fotos Mônica  Salvador

Jogador da Chapecoense é agredido Por Empresário

Depois da derrota da Chapecoense para o Lanús, pela Libertadores, Apodi sofreu outro duro golpe nesta sexta-feira. O jogador foi agredido com socos quando deixava a Arena Condá rumo ao CT Água Amarela, onde a Chapecoense se reapresentou. Apodi foi abordado pelo empresário Norberto Arruda que o questionou sobre uma suposta dívida.

O empresário aguardava Apodi na saída da Arena, onde os jogadores estiveram nesta sexta-feira em sessão de fotos para o álbum do Campeonato Brasileiro. Os dois começaram a conversar, e quando chegaram perto do carro do jogador, houve a agressão com socos no rosto. Alguns jogadores da Chapecoense que passavam na hora (como Nenén, Reinaldo e Moisés) e seguranças tentaram apartar e acalmar os ânimos. Apodi treinou no CT, mas também foi até uma delegacia registrar boletim de ocorrência.

Norberto Arruda é ex-jogador, com passagens por Grêmio e Internacional. O empresário procurou por Apodi, na última quarta e quinta-feira, no hotel onde a Chapecoense se hospeda na véspera dos jogos. No entanto, não conseguiu contato com o lateral pelo fato de a equipe estar em regime de concentração.

Apodi treinou nesta sexta após o incidente (Foto: Isadora Stentzler/Voz)

A Chapecoense emitiu o seguinte comunicado sobre o caso:

NOTA DE ESCLARECIMENTO:
A Associação Chapecoense de Futebol esclarece que o jogador Apodi foi agredido na saída da Arena Condá no início da tarde de hoje.

O jogador tomou as providências cabíveis logo após ocorrido. 

O Clube comunica em tempo que dará todo apoio necessário ao atleta.

Globoesporte.com.br

sexta-feira, 17 de março de 2017

Encontro do PP, com presença de Marconi, praticamente confirma Wilder na chapa da base em 2018

O Partido Progressista (PP) realizou na tarde sexta-feira encontro regional, que contou a presença de mais de 100 prefeitos e do governador Marconi Perillo. O evento foi realizado na fazenda do senador Wilder Morais, em Nerópolis, e já pode ser considerado um marco do início da consolidação da chapa governista para 2018.

Marconi afirmou que Wilder vem trabalhando muito por Goiás e conquistando espaço por merecimento. Em discurso, Marconi disse que, em 2018,  vai votar em José Eliton governador e em Wilder Morais para o Senado. A declaração do governador é um retrato do peso político que o PP tem hoje na base e assim sobra apenas uma vaga para o Senado, que pode ser do próprio Marconi.

O clima foi de total entrosamento  entre Marconi, Eliton e Wilder Morais. O presidente da Assembleia Legislativa, José Vitti (PSDB), também presente no encontro, afirmou que base trabalha intensamente para permanecer unidade e afirmou que o evento serviu para praticamente consolidar Wilder nesta "chapa competitiva".

Publicado resultado final do concurso para agente prisional penitenciário

A Escola de Governo Henrique Santillo, da Secretaria de Gestão e Planejamento de Goiás, antecipou a publicação do resultado final do concurso para agente de segurança prisional. O resultado pode ser conferido no Diário Oficial desta sexta-feira​ (17/03). Os candidatos aprovados devem aguardar a homologação do concurso, prevista para ser publicada até o dia 27 de março.

O concurso previsto no Edital 001/14 é para o provimento de 305 vagas para agente de segurança prisional, mais 156 de cadastro reserva. Todos para nível superior e com remuneração de R$ 2.847,23.

Segurança

Além do concurso para Agentes de Segurança Prisional, o Governo de Goiás realiza também outros certames para a segurança pública: cadetes e soldados Polícia Militar; agentes, escrivães e delegados da Polícia Civil; cadetes e soldados do Corpo de Bombeiros. No total, são 3.325 vagas para a área.

O governador Marconi Perillo também autorizou a realização de concurso para o Procon-GO. De acordo com o secretário de Gestão e Planejamento, Joaquim Mesquita, essas medidas demonstram o esforço do governo estadual que, mesmo em meio à maior crise econômica da história recente do País, tem conseguido realizar concursos e nomeações, como no caso da Universidade Estadual de Goiás (UEG).