terça-feira, 18 de agosto de 2026

50 KG DE SKUNK NO ALPHAVILLE: O QUE LEVOU A INTELIGÊNCIA DA PM AO INTERIOR DO CONDOMÍNIO?

INVESTIGAÇÃO | Cerca de 50 quilos de skunk foram apreendidos e três pessoas acabaram presas em um dos condomínios mais exclusivos de Goiânia. Informação de que o veículo teria entrado como visitante e recebido a droga dentro do residencial abre uma série de perguntas ainda sem respostas oficiais.

A apreensão de aproximadamente 50 quilos de skunk no Alphaville Flamboyant Araguaia, em Goiânia, pode esconder uma história maior do que aquela revelada inicialmente pela ocorrência policial.

A operação envolveu equipes da Polícia Militar, incluindo COINT — Comando de Inteligência — e ROTAM. Três pessoas foram presas e um Volkswagen Polo foi apreendido.

O ponto que chama atenção, entretanto, está nas circunstâncias anteriores ao flagrante.

Segundo informações publicadas pelo GYN Notícias, o Polo teria entrado no condomínio como visitante e sido carregado com a droga já no interior do residencial.

Se essa informação for confirmada oficialmente, surge a primeira grande pergunta:

Onde estavam os aproximadamente 50 quilos de skunk antes de serem colocados no veículo?

O CARRO ENTROU PARA VISITAR QUEM?

O Alphaville possui controle de acesso. Por isso, outra informação passa a ser fundamental para reconstruir o episódio: qual foi o procedimento utilizado para autorizar a entrada do Polo e qual destino foi informado no momento do acesso?

A existência de uma autorização de entrada, por si só, não significa envolvimento do responsável pela autorização em qualquer crime.

Mas o registro pode ajudar a polícia — e a investigação jornalística — a estabelecer o percurso do automóvel dentro do condomínio.

Que horas o Polo entrou? Quem estava no carro? Para onde seguiu? Quanto tempo permaneceu no residencial? Onde ocorreu o suposto carregamento?

São perguntas ainda sem respostas públicas.

COMO COINT E ROTAM CHEGARAM AO POLO?

Há outro elemento que merece atenção.

Não se tratava de um veículo abordado aleatoriamente em uma avenida.

O Polo estava dentro de um condomínio fechado, e a operação contou com participação de uma estrutura de inteligência da Polícia Militar.

Como os policiais chegaram especificamente àquele automóvel?

O Polo já estava sendo acompanhado antes de entrar? Algum dos ocupantes era investigado? A inteligência recebeu informação sobre uma retirada de drogas? Os policiais sabiam que o veículo entraria no Alphaville?

Até agora, as circunstâncias que levaram as equipes policiais até o condomínio não foram esclarecidas publicamente.

TRÊS PRESOS, MAS QUEM SÃO ELES?

Outro ponto permanece sem resposta.

Embora três pessoas tenham sido presas e encaminhadas para os procedimentos policiais, suas identidades não constam das informações públicas localizadas até o momento.

Os nomes são relevantes não para antecipar culpa além do que consta no flagrante, mas para compreender quem eram os ocupantes do automóvel, seus eventuais antecedentes e possíveis vínculos com pessoas ou endereços relacionados à ocorrência.

Também circula em publicação relacionada ao caso referência ao RAI nº 48395238. O Blog do Cleuber Carlos busca confirmação documental do número e, principalmente, acesso à narrativa da ocorrência.

É esse documento que poderá esclarecer pontos fundamentais: motivo da abordagem, local exato, identificação dos conduzidos, circunstâncias da atuação da inteligência e eventuais diligências realizadas antes e depois da apreensão.

UMA RESIDÊNCIA ENTRA NO RADAR — MAS SEM ACUSAÇÃO

O GYN Notícias publicou ainda que a ocorrência aconteceu nas proximidades de uma residência que, segundo suas fontes, pertenceria a uma das filhas de um empresário já falecido que atuava nos setores da construção civil e agropecuário.

Até agora, porém, não existe confirmação oficial de relação entre a proprietária desse imóvel, os três presos e a droga apreendida.

Esse cuidado é fundamental.

Estar próximo ao local de uma ocorrência ou eventualmente autorizar a entrada de um visitante não constitui, isoladamente, prova de participação em crime.

O que precisa ser esclarecido é outra coisa: de onde efetivamente saiu a droga?

OS 50 QUILOS SÃO A CHAVE

Se ficar comprovado que o Polo entrou no Alphaville sem o entorpecente e recebeu os aproximadamente 50 quilos de skunk dentro do condomínio, necessariamente haverá uma origem para essa carga.

E descobrir essa origem pode ser mais importante do que o próprio flagrante do automóvel.

A pergunta que permanece é simples — e ainda não foi respondida:

Se o carro entrou como visitante e foi carregado lá dentro, onde estavam os 50 quilos de skunk e como a inteligência da Polícia Militar sabia onde encontrar o veículo?

O Blog do Cleuber Carlos continuará buscando o RAI, a identificação dos presos e os elementos que permitam reconstruir o percurso do Polo e as circunstâncias que levaram COINT e ROTAM ao interior do Alphaville.

A investigação continua.
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segunda-feira, 17 de agosto de 2026

BANDEIRAS DE GRACINHA SÃO RETIRADAS, MENDANHA SE AFASTA DE CAIADO E CRISE NA BASE ACENDE ALERTA PARA O SENADO

ELEIÇÕES 2026 | Episódio no Entorno pode ser mais do que uma confusão de campanha. Relação entre Gustavo Mendanha e o grupo de Ronaldo Caiado acumula ruídos, enquanto uma eleição de dois votos transforma aliados em concorrentes diretos. Gracinha lidera pesquisas, mas a cadeira ainda não está garantida.

O episódio envolvendo a retirada de bandeiras de Gracinha Caiado durante a mobilização política no Entorno pode ter exposto publicamente uma tensão que já vinha sendo percebida nos bastidores da base governista.

Segundo relato publicado pelo Goiás 24 Horas, após um desentendimento envolvendo Jocilene do Mangão, esposa do prefeito de Novo Gama, Carlinhos do Mangão, bandeiras de Gracinha teriam sido retiradas da mobilização e Mangão permaneceu no veículo de Gustavo Mendanha.

Isoladamente, poderia parecer apenas uma confusão de campanha.

O problema é o contexto.

A CRISE NÃO COMEÇOU NO ENTORNO

A relação política entre Mendanha e o núcleo caiadista já vinha apresentando sinais de desconforto.

Na convenção, Mendanha não teve espaço para discursar, episódio interpretado politicamente como demonstração da dificuldade existente em torno de sua candidatura ao Senado.

Mendanha decidiu permanecer na disputa e passou a construir sua candidatura própria dentro da base.

Agora surge outro episódio simbólico.

Em Luziânia, Mendanha discursou antes da chegada de Ronaldo Caiado e Gracinha. Quando os dois chegaram ao evento, o ex-prefeito de Aparecida já havia deixado o local.

Somado ao episódio das bandeiras, o que poderia ser tratado como coincidência passa a alimentar uma pergunta inevitável:

existe realmente uma chapa unificada para o Senado dentro da base?

O PROBLEMA DO SEGUNDO VOTO

Essa pergunta é fundamental porque Goiás elege dois senadores em 2026.

Cada eleitor poderá votar em dois candidatos diferentes.

Isso muda completamente a lógica da eleição.

Um candidato pode possuir eleitorado extremamente fiel como primeiro voto e, mesmo assim, perder a eleição se não conseguir penetrar no eleitorado dos adversários como segunda opção.

É exatamente por isso que a movimentação de Mendanha merece atenção.

Ex-prefeito de Aparecida de Goiânia e liderança política fortemente identificada com o município, Mendanha possui uma base eleitoral própria que não depende exclusivamente da estrutura de Caiado.

Se seus eleitores escolherem Mendanha e distribuírem o segundo voto entre Vanderlan Cardoso, Gustavo Gayer, Zacharias Calil ou outros candidatos, Gracinha perde justamente aquilo que a estratégia governista mais precisa: a transferência cruzada do segundo voto.

O mesmo problema pode ocorrer entre eleitores de Gayer e de outros candidatos.

AS PESQUISAS MOSTRAM UMA ELEIÇÃO ABERTA

Gracinha continua liderando os principais levantamentos.

A Quaest de julho mostrou Gracinha com 20%, Vanderlan com 10%, Zacharias Calil e Gayer com 9% e Mendanha com 6%.

Mas havia um número ainda mais importante: 31% estavam indecisos.

Outros levantamentos apresentam configurações diferentes. O Paraná Pesquisas registrou Gracinha com 35,1%, Vanderlan com 25,8%, Gayer com 21,2%, Calil com 19,8% e Mendanha com 15,5%.

Ou seja: existe liderança de Gracinha, mas existe também uma enorme disputa pela composição das duas vagas.

VANDERLAN PODE SE BENEFICIAR DA GUERRA DOS GUSTAVOS

Aqui aparece um componente estratégico.

Enquanto Mendanha, Gayer e Gracinha possuem eleitorados com identidades políticas fortes, Vanderlan pode tentar ocupar uma posição transversal na disputa pelo segundo voto.

Isso não significa que hoje esteja matematicamente garantido ou que todas as pesquisas o coloquem como principal segundo voto — os levantamentos divergem sobre isso.

Mas significa que, numa eleição com duas escolhas, um candidato capaz de aparecer como opção complementar para diferentes eleitorados pode crescer sem necessariamente liderar o primeiro voto.

É justamente aí que a fragmentação da base governista pode produzir consequências inesperadas.

GRACINHA CORRE RISCO?

Sim, politicamente existe risco. Mas ainda não há pesquisa posterior ao episódio que permita afirmar que Gracinha esteja efetivamente caindo.

O alerta está em outra parte.

Gracinha possui a força eleitoral de Caiado, estrutura partidária e liderança nas pesquisas. Entretanto, começa a campanha enfrentando algo que talvez não estivesse previsto no roteiro: concorrência dentro da própria base pela segunda cadeira.

Mendanha não é apenas mais um candidato.

Tem capital eleitoral próprio, experiência majoritária e uma fortaleza chamada Aparecida de Goiânia.

Se a tensão observada desde a convenção se transformar em afastamento político e outras lideranças começarem a reproduzir o gesto ocorrido no Entorno, retirando bandeiras de Gracinha e direcionando suas estruturas para Mendanha, o problema deixará de ser episódico.

Poderá transformar-se em movimento.

E eleições proporcionais ao Senado com duas vagas possuem uma característica perigosa: a liderança isolada não basta. É preciso sobreviver à combinação dos dois votos do eleitor.

Hoje, Gracinha continua liderando.

Mas entre liderança nas pesquisas e cadeira garantida existe uma distância enorme.

E a crise envolvendo Mendanha pode estar mostrando que a maior ameaça à candidatura de Gracinha talvez não venha apenas da oposição.

Pode nascer dentro da própria base que deveria ajudá-la a chegar ao Senado.



MARÇAL CONSEGUIU REGISTRAR CANDIDATURA, MAS AINDA PODE SER BARRADO: ENTENDA A BATALHA QUE SERÁ DECIDIDA NO TSE

ELEIÇÕES 2026 | Liminar abriu caminho para Pablo Marçal registrar candidatura à Presidência pelo PRTB, mas não eliminou as condenações que o deixam inelegível. Caso pode transformar o TSE no palco de uma das principais disputas jurídicas desta eleição.

Pablo Marçal conseguiu entrar oficialmente no jogo presidencial de 2026, mas sua permanência na disputa ainda está longe de estar garantida.

O PRTB protocolou no sábado (15) o pedido de registro da candidatura de Marçal à Presidência, tendo Leonardo Avalanche como vice. O movimento só foi possível depois de uma liminar da Justiça Eleitoral paulista reconhecer provisoriamente sua filiação ao partido com efeitos retroativos a 4 de abril, prazo necessário para disputar a eleição.

A decisão, entretanto, precisa ser entendida corretamente: Marçal conseguiu registrar a candidatura, mas isso não significa que seu registro já esteja definitivamente deferido pelo TSE. (Poder360⁠)

A LIMINAR NÃO DERRUBOU A INELEGIBILIDADE

Existem duas discussões jurídicas diferentes.

A primeira envolve a filiação partidária. A defesa sustentou que problemas relacionados ao sistema impediram a formalização da filiação dentro do prazo. O juiz Gustavo Nardi, da 428ª Zona Eleitoral de Santana de Parnaíba, concedeu a liminar reconhecendo provisoriamente a filiação retroativa.

Essa decisão é provisória e pode ser posteriormente modificada ou derrubada. (Folha de S.Paulo⁠)

O problema mais grave para Marçal, porém, está em outro processo.

O empresário carrega condenações eleitorais decorrentes da campanha à Prefeitura de São Paulo em 2024. A própria Justiça Eleitoral paulista já o condenou à inelegibilidade por oito anos em ações envolvendo abuso de poder político e econômico, uso indevido dos meios de comunicação e outras acusações eleitorais. (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo⁠)

Portanto, resolver a filiação ao PRTB não resolve automaticamente a inelegibilidade.

O PLACAR DE 4 A 3 QUE MANTÉM MARÇAL VIVO

Um dos pontos mais importantes para entender a batalha que chegará a Brasília é uma das condenações mantidas pelo TRE-SP.

No processo relacionado à utilização de concursos e premiações para impulsionar cortes de vídeos durante a campanha de 2024, a condenação foi mantida pelo Tribunal paulista por apertados 4 votos a 3. Marçal recorreu ao TSE. (Folha de S.Paulo⁠)

Esse placar é politicamente e juridicamente relevante.

Três integrantes do próprio TRE-SP entenderam de maneira diferente da maioria. Isso demonstra que existe controvérsia jurídica concreta sobre a caracterização das condutas atribuídas a Marçal.

Não significa que ele vencerá em Brasília, mas oferece à defesa argumentos para tentar convencer os ministros do TSE a modificar ou suspender a decisão.

MAS EXISTE UM PROBLEMA AINDA MAIOR

Marçal não enfrenta apenas uma decisão desfavorável.

Há diferentes condenações decorrentes da eleição municipal de 2024. Consequentemente, derrubar apenas uma delas pode não ser suficiente para assegurar definitivamente sua elegibilidade.

Esse é provavelmente o maior obstáculo jurídico da candidatura presidencial.

Para chegar à eleição sem a barreira da inelegibilidade, sua defesa precisará neutralizar as decisões capazes de impedir o registro — seja conseguindo sua reversão no julgamento dos recursos, seja obtendo decisões cautelares que suspendam seus efeitos.

ENTÃO MARÇAL É OU NÃO É CANDIDATO?

Neste momento, existe pedido de registro de candidatura protocolado, mas sua situação jurídica ainda depende da Justiça Eleitoral.

E essa diferença é fundamental.

O eleitor verá Marçal fazendo campanha e disputando espaço político, mas o destino definitivo de sua candidatura poderá ser decidido nos tribunais. A legislação eleitoral exige filiação dentro do prazo, mas também determina a observância das causas de inelegibilidade. (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo⁠)

A liminar representou uma importante vitória para Marçal porque permitiu que ele chegasse até a porta da eleição.

Agora começa a batalha realmente decisiva: convencer o TSE de que pode atravessá-la.

ANÁLISE DO BLOG

Considerando o quadro atual, não é correto afirmar nem que Marçal já está definitivamente habilitado para disputar a Presidência, nem que sua candidatura inevitavelmente será derrubada.

Existe caminho jurídico para sua defesa, especialmente onde há decisões divididas como o julgamento de 4 a 3.

Por outro lado, o conjunto de condenações torna a situação consideravelmente mais difícil.

Hoje, portanto, a candidatura presidencial de Pablo Marçal está viva, mas sob forte risco jurídico.

E o capítulo decisivo dessa história deverá ser escrito em Brasília, no Tribunal Superior Eleitoral.

Blog do Cleuber Carlos


EXCLUSIVO: JUSTIÇA ELEITORAL NOTIFICA PRESIDENTE DA CÂMARA DE ACREÚNA E MANDA DAR CUMPRIMENTO INTEGRAL À DECISÃO DE TOFFOLI

ACREÚNA | Ofício expedido nesta segunda-feira (17) é endereçado diretamente a Marta Silva Alves e comunica oficialmente a suspensão integral dos efeitos do acórdão do TRE-GO. Documento aumenta a pressão para o retorno dos vereadores e pode atingir também o comando da Câmara Municipal.

O caso que abalou a política de Acreúna ganhou um novo e decisivo capítulo nesta segunda-feira (17). Documento obtido com exclusividade pelo Blog do Cleuber Carlos mostra que a Justiça Eleitoral comunicou oficialmente à presidente da Câmara Municipal, Marta Silva Alves, a decisão do ministro Dias Toffoli que suspendeu integralmente os efeitos e a execução do acórdão do Tribunal Regional Eleitoral de Goiás.

O Ofício nº 97 – 128ZGO, expedido pela 128ª Zona Eleitoral de Acreúna, é nominalmente dirigido a Marta e não deixa dúvidas sobre a finalidade da comunicação.

Por ordem da juíza eleitoral Monique Ivanoski de Oliveira, a Câmara foi informada de que Toffoli deferiu a tutela cautelar antecedente no TSE para “suspender integralmente os efeitos e a execução do acórdão” proferido pelo TRE-GO.

O trecho seguinte é ainda mais significativo: a comunicação é realizada “a fim de que lhe seja dado integral cumprimento”.

MARTA ESTÁ OFICIALMENTE COMUNICADA

O novo documento muda substancialmente o cenário político.

Até então poderia existir discussão sobre a forma pela qual a Câmara tomaria conhecimento e executaria a decisão do TSE. Agora há uma comunicação oficial da própria Justiça Eleitoral, datada de 17 de agosto e endereçada diretamente à presidente do Legislativo.

Com isso, ganha força a expectativa pelo imediato restabelecimento dos efeitos jurídicos decorrentes da decisão de Toffoli.

A suspensão integral do acórdão que atingiu Julinho de Arantina, Paraibinha e Diego Smith abre caminho para o retorno dos três à Câmara.

Mas existe uma questão ainda mais explosiva: a Presidência da Casa.

Se Julinho deixou a Presidência justamente em consequência da decisão do TRE-GO agora integralmente suspensa, a discussão jurídica passa a alcançar também seu retorno ao comando do Legislativo.

QUEM DEVE PRESIDIR A CÂMARA?

Marta ocupa atualmente a Presidência. Entretanto, se sua chegada ao cargo decorreu diretamente do afastamento de Julinho provocado pelo acórdão suspenso, surge uma pergunta inevitável:

com a suspensão integral dos efeitos daquele acórdão, Julinho também deve ser reconduzido à Presidência?

Essa poderá ser a próxima batalha caso não exista cumprimento espontâneo.

O que o documento desta segunda-feira elimina é qualquer dúvida relevante sobre a ciência institucional da decisão: a presidente da Câmara foi formalmente comunicada pela Justiça Eleitoral.

Eventual resistência deliberada ao cumprimento poderá provocar novas medidas judiciais e discussão sobre responsabilidades, embora qualquer enquadramento pessoal dependa da conduta concreta, da existência de ordem específica e dos requisitos previstos em lei.

ACREÚNA AGORA ESPERA O CUMPRIMENTO

A decisão de Toffoli já produziu uma reviravolta política. Agora, a Justiça Eleitoral levou formalmente seu teor à mesa da Presidência da Câmara.

A pergunta que movimenta Acreúna deixa de ser se Marta conhece a decisão.

A pergunta agora é: quando a decisão do TSE será integralmente cumprida — e quem estará sentado na cadeira de presidente da Câmara depois disso?

O Blog do Cleuber Carlos acompanha o caso e trará novos desdobramentos com exclusividade.