sexta-feira, 24 de abril de 2020

A LUA é Mais Velha Que a Terra e Não Gira

Na década de 60, enquanto o Homem conquistava o espaço e fazia suas primeiras expedições lunares, Isaac Asimov, professor de bioquímica na Universidade de Boston, já repercutia a estranha ideia de que a Lua não seria um objeto cósmico natural, mas sim, um satélite artificial colocado na órbita terrestre há milhares de anos por alguma inteligência superior.
Por mais absurda que possa parecer tal proposição, a verdade é que a cada dia que nossa tecnologia avança, mais e mais cientistas modernos afirmam que Asimov estava correto e defendem a polêmica tese de que a Lua, na verdade, esconde um dos maiores segredos de todos os tempos, capaz de mudar para sempre o rumo e o entendimento sobre a humanidade. E isso, não apenas por um único motivo, mas por dezenas de diferentes evidências científicas, que podem ser assim resumidas:
1) A LUA É OCA:
Em seu livro “Moongate: descoberta Suprimidas do Programa Espacial Americano”, o engenheiro nuclear William Brian II descreve que evidencias recolhidas durante experiências sísmicas realizadas pelo programa Apolo, evidenciam que a Lua é Oca e, em todo o lugar em que ela não é oca, ela seria fantasticamente rígida.
Confirmando estas observações, apurou-se que a densidade da Lua é 3.34 gm/cm3, ao passo que o da terra é de 5.5 gm/cm3 . Ou seja, a densidade da Lua seria de apenas 60% da densidade da Terra, o quê, na palavras do cientista da NASA, Dr. Gordon MacDonald, indica que “o interior da Lua seria de alguma forma oco, e não uma esfera homogênea”.
Na mesma linha, o químico Dr. Harold Urey apontou que esta densidade da Lua só pode ser devida a enormes cavidades existentes em seu interior. E esta mesma conclusão é tirada por diversos outros cientistas como o Dr. Sean C. Solomon do MIT – Massachusetts Institute of Technology que afirmou que “Os experimentos sobre a órbita lunar aperfeiçoaram o conhecimento do campo gravitacional lunar e indicaram a assustadora possibilidade da Lua ser oca”.
E porque este fato seria assim tão “assustador” como mencionou Dr. Solomon?
Nas palavras do famoso astrônomo Carl Sagan, simplesmente porque “um satelite natural não pode ser um objeto oco”.
Em novembro de 1969, durante a expedição da Apollo 12, a NASA fez um experimento interessante para um estudo sísmico na Lua: deixou o módulo lunar colidir com o solo, causando um impacto equivalente a 1 tonelada de TNT. Estranhamente, as ondas de choque do impacto (terremoto artificial) demonstraram que lua soou como um sino, em uma reverberação que durou quase uma hora. Como afirmou Ken Johnson, supervisor dos dados e controle de foto do departamento, “a Lua igualmente balançou de uma forma tão precisa que era como se ela tivesse um gigante amortecedor hidráulico em seu interior”.
Este experimento foi repetido pela Apollo 13, com resultados ainda mais impressionantes. Os instrumentos sísmicos registraram reverberações que duraram mais de 3 horas e vinte minutos e que viajaram a uma profundidade de 40 quilômetros, levando a conclusão de que a Lua de fato tem um núcleo muito sutil, se tiver núcleo.
2) SUPERFÍCIE REFORÇADA CONTRA QUAISQUER IMPACTOS:
Sendo a Lua oca, seria natural que impactos de meteoritos a despedaçassem com enorme facilidade. Porém, para espanto geral da comunidade científica, descobriu-se que o oposto acontece com sua superfície, que é inexplicavelmente muito mais resistente do que a mais fantástica previsão.
A “casca” lunar funcionaria como um incrível escudo protetor.
Estes dados são facilmente medidos pela “profundidade das crateras” existentes na Lua. Em resumo, quando um meteorito cai na Terra, por exemplo, ele sofre uma natural “desaceleração” pelo atrito do ar ao entrar na atmosfera. Isso faz com que ele atinja o solo mais fragmentado e com menor velocidade. A partir daí, há estudos matemáticos que fazem a relação direta entre o diâmetro da cratera com sua profundidade (largura e profundidade do buraco causado pelo impacto do meteorito no solo). Uma vez que a Lua não tem atmosfera, o esperado é que as crateras lunares fossem muito mais profundas e avassaladoras do que as da Terra. Porém, surpreendentemente ocorre o contrário. Lá, os impactos são imensamente “menores”. E por qual motivo isso acontece? Descobriu-se que o material com que a superfície da Lua é formado é tão extraordinariamente resistente que crateras com mais de 290 km de diâmetro não ultrapassam 6,5km de profundidade. Se a Lua fosse um pedaço de rocha homogêneo, estes buracos deveriam ser ao menos 4 ou 5 vezes maiores.
Como se isso não bastasse, o solo das crateras, ao invés de serem côncavos, são geralmente planos ou convexos, o que confirma esta enorme “resistência” do solo lunar.
Só neste fato existem dois grandes mistérios: a confirmação de que a Lua não é homogênea e a observação de que sua verdadeira composição é um verdadeiro mistério. Mikhail Vasin e Alexandre Shcervakov propuseram com base em uma série de estudos, que a crosta da Lua seria protegida por uma inexplicável camada de Titânio, que estaria homogeneamente espalhada a uns 32 km de profundidade.
Ou seja, o centro da Lua que seria oco, é ainda protegido do impacto de meteoros ou bombas por uma impenetrável camada de um material incrivelmente resistente. Alguma semelhança com o que seria esperado de uma “estação espacial” com tecnologia extremamente avançada? Pois certamente, nenhuma semelhança guarda com o que se esperaria de um satélite “natural”.
Não por acaso que Dr. Robert Jastrow, o primeiro presidente da comissão da Exploração Lunar da NASA, também afirmou que “a Lua de fato pode ser um satélite artificial, criado por alguma “inteligência desconhecida”.
3) METAIS DA SUPERFÍCIE MAIS PESADOS QUE OS DO CENTRO:
A Geologia ensina que os objetos mais pesados afundam e os menos pesados ficam mais para a superfície. Porém, contrariando também esta regra básica, na Lua acontece o oposto. Tanto as constatações diretas (amostras recolhidas) quanto as matemáticas, demonstram que os metais existentes na superfície da Lua são mais pesados do que os do centro.
Na Lua, enquanto sua superfície é composta 80% por titânio, o seu centro é mais sutil ou oco. Isso não faz nenhum sentido!
Como disse D. L. Anderson, professor de Geofísica e diretor do laboratório sismológico do Instituto de Technologia da California: “A Lua é feita ao avesso. A composição de seu centro e de sua superfície deveriam ser exatamente ao contrário”.
Curioso observar-se, ainda, que não existe essa quantidade de Titânio no planeta Terra inteiro!
Seria mais uma evidência de estarmos tratando de uma espaçonave, inteligentemente construída com esse propósito?
4) A LUA TEM ELEMENTOS QUE NÃO DEVERIAM ESTAR LÁ:
Mikhail Vasin e Alexandre Shcervakov, da Academia Soviética e ciência, chegaram até a escrever um artigo denominado: “A lua é uma criação de Extraterrestres Inteligentes?”
Tão arriscado “tema” para pessoas do mundo científico não era sem razão. Entre diversas outras coisas, eles questionavam a absoluta estranheza da existência de certos materiais na Lua como: titânio (como a Lua poderia ser tão dura e conter uma taxa de titânio tão elevada?), Latão (que é conhecidamente um metal “processado”); Urânio 236 e 237 Neptunium (que NUNCA foram encontrados naturalmente. O urânio 236 é um tipo de rejeito nuclear radioativo e o neptunium 237 é radioativo e subproduto de reatores nucleares e da produção de plutônio).
Igualmente curioso, que o titânio da Lua (que por si só já não deveria existir nestas assombrosas quantidades) é dez vezes mais rico do que o Titânio encontrado no planeta Terra
De onde então vieram estes elementos lunares?
Dr. Harold Urey (Prêmio Nobel de Química) desabafou: “Estou absolutamente pasmo com as rochas da Lua, em particular seu conteúdo de Titânio”.
5) INEXPLICADA ORIGEM DA LUA:
É possível que o Homem não tenha descoberto até hoje de ONDE veio a Lua?
A resposta é um sonoro SIM. Não apenas é possível como isto é um fato. A própria origem da Lua permanece até hoje um grande mistério. Afinal , se ela é um corpo natural, de ONDE ela veio?
Existem 3 teorias clássicas que tentam explicar sua origem. Porém, curiosamente nenhuma delas é minimamente satisfatória, o que deixa os cientistas sem uma resposta unânime até os presentes dias. Essas 3 teorias seriam: i) a Lua era uma parte da Terra que se soltou por decorrência de um grande impacto. Porém, se a Lua tivesse a mesma origem da Terra, seria IMPOSSÍVEL ela ter uma composição tão diferente da terrestre. Como visto, a lua é composta por metais e elementos que não são encontrados naturalmente na Terra, ou que, se o são, são em índices infinitamente inferiores. ii) a Lua teria sido formada ao mesmo tempo que a Terra pela mesma nebulosa primordial. Neste caso, o problema seria exatamente o mesmo da primeira teoria. As composições químicas destes dois corpos celestes precisariam ser semelhantes, o que não são, iii) a Lua estaria vagando pelo espaço e, em determinado momento, teria sido atraída pela gravidade da Terra. O problema desta teoria é matemático. A chance disso acontecer, em especial com um satélite que tem um tamanho de ¼ do da Terra, e ainda criar uma órbita circular (e não bastante elíptica ou excêntrica) é praticamente nula. Como ressaltou Isaac Asimov:
“Ela (a Lua) é grande demais para ter sido (gravitacionalmente) capturada pela Terra. As chances dessa captura ter ocorrido e de que a Lua em seguida tenha tomado uma órbita quase circular ao redor da Terra é pequena demais para sequer ser considerada”.
Então, de ONDE veio a Lua?
As palavras de Irwin Shapiro (Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics), demonstram bem esta inconformidade: “A melhor explicação para a Lua é um erro de observação. A Lua Não existe… Ela é tão extraordinária que todas as explicações para sua presença são tão frágeis e complicadas que nenhuma delas pode ser minimamente considerada”.
Na mesma linha segue Robin Brett, respeitável cientista da NASA, ao afirmar que “parece mais fácil explicar a não existência da Lua do que a sua Existência.”
Percebe-se portanto, que não é por acaso, nem por falta de evidências, que a quarta teoria sobre a origem da Lua, qual seja, a de que ela teria sido colocada na órbita da Terra de forma inteligente, está sendo a cada dia mais acatada e respeitada por cientistas ao redor de todo o mundo.
6) A LUA É MAIS VELHA DO QUE A TERRA:
Como visto, não se sabe de onde a Lua veio e nem como ela entrou na órbita terrestre. Porém, datações de carbono demonstram, contra todas as expectativas, que enquanto a Terra tem 4,6 bilhões de anos, a Lua teria 5,3 bilhões. Ou seja, ela JÁ EXISTIA em algum lugar do Universo 700mil anos antes da existência do próprio planeta Terra, e teria vindo para cá, não se sabe quando nem como.
7) A ÓRBITA DA LUA DESAFIA TODA LÓGICA CIENTÍFICA:
Curiosamente, a Lua não gira como um corpo celeste natural. Ela é o único satélite conhecido que tem uma órbita perfeitamente estacionária e circular, girando assim de forma absolutamente diferente à esperada e observada em outras luas do sistema solar.
O mais surpreendente, é que justamente por causa disso, ela gira na forma e velocidade EXATAS para acompanhar o movimento de translação terrestre, o que faz com que NUNCA possamos ver o seu Lado Oculto.
Sim, pois desde que nascemos, só o que conseguimos ver é o MESMO lado da Lua, noite após noite, enquanto o seu lado “detrás”, chamado de Lado Oculto, permanece misterioso para qualquer ser humano que viva no planeta Terra.
Seria de se esperar que, ainda que fossem poucos metros ao longo de décadas, a lua tivesse um giro ao menos levemente desassociado em relação ao da Terra, que fosse lentamente revelando esta face oculta. Mas não é o que acontece! De maneira inexorável, a Lua gira sempre EXATAMENTE na forma e velocidade necessárias para garantir que seu lado obscuro NUNCA se vire para o planeta Terra.
A possibilidade matemática desta coincidência é virtualmente NULA. Neste cenário, se for trazido o elemento “inteligência” ao fato, ter-se-ia 100% de certeza de que algo esteja sendo escondido da humanidade no Lado Oculto da Lua.
8) CARACTERÍSTICAS GRAVITACIONAIS ANORMAIS:
O centro gravitacional da Lua está 6000 pés mais perto da Terra do que o seu centro magnético. Esta discrepância é tão grande (daquilo que se esperaria) que os cientistas não conseguem explicar como a Lua consegue se manter nesta sua órbita perfeita sem alterações.
Igualmente estranho, é que as características gravitacionais da Lua correspondem ao exato número para que ela não escape à gravidade da terra sendo aos poucos puxada pelo Sol, como seria o de se esperar com base na lei Gravitacional universal.
Por fim, a expedição apolo VIII registrou que havia uma força gravitacional muito maior quando voavam perto das áreas oceânicas da Lua do que nas outras regiões, gerando “inconsistências gravitacionais”. Normalmente, a gravidade de um corpo celeste é distribuída de forma bem homogênea ao seu redor, não sendo porém o que acontece na Lua, o que demonstra que ela não é um corpo homogêneo em seu interior.
9) MARES LUNARES E CRATERAS COM ORIGEM INEXPLICADA:
Evidências demonstram que algumas crateras da Lua foram criadas por procedimentos internos, ou seja, não teriam sido originadas por impactos de meteoritos, mas sim por movimentos tectônicos. Porém, o que chama atenção é que esta constatação contraria outra: a de que a Lua nunca foi quente suficiente para gerar vulcões.
Nesta mesma contradição estão os mares lunares, que são gigantes extensões supostamente formadas por lava endurecida. Porém, como isso seria possível em um corpo celeste que “não tem lava em seu interior?”
O Dr. S. Ross Taylor (geoquímico de analises químicas lunares) explica a impossibilidade dessa formação de maneira natural: “Se dissessem que uma região do tamanho do Texas teria de ser coberta com rocha derretida contendo fluido de Titânio, ninguém esperaria que fosse possível haver na Terra calor suficiente para isso acontecer. E ninguém nunca sequer insinuou que a Lua possa ser mais quente do que a Terra. O que então poderia distribuir Titânio deste jeito (na Lua)? Uma altamente avançada tecnologia desenvolvida e operada por entidades imensamente mais desenvolvida do que a humana”.
10) ROCHAS MAGNETIZADAS SEM CAMPO MAGNÉTICO:
Outra característica que faz crer que a Lua foi “projetada” é a de que, embora não tenha um campo magnético próprio, as rochas lunares são magnetizadas.
11) ASSIMETRIA GEOGRÁFICA:
No lado escuro da Lua (aquele que não pode ser visto da Terra) existem uma diversidade de montanhas e irregularidades geográficas. Porém, justamente na face visível da Lua, é que estão 80% das áreas oceânicas. Esta disparidade e coincidência intriga os cientistas. Mais uma vez, parece que por algum motivo proposital estas características entre os dois lados da Lua (o secreto e o não secreto) foram “preparadas”.
PORQUE A LUA TERIA SIDO COLOCADA INTELIGENTEMENTE AO ENTORNO DA TERRA?
Diante das desconcertantes evidências científicas, a pergunta natural que vem a mente é: por que então alguma inteligência superior teria colocado a Lua na órbita da terra?
As respostas para isso são intermináveis, mas vale mencionarmos as mais comuns:
i) Para proteger o Planeta Terra – a Lua funcionaria como um escudo, contra explosões solares, cataclismas cósmicos e muitos meteoros que impactariam nosso planeta se não tivessem antes sido atraídos pela Lua.
ii) Para servir como um laboratório alienígena responsável pelo desenvolvimento da raça humana. A partir da base lunar, em especial com estruturas construídas ao lado oculto da Lua, seriam feitas observações de todas as naturezas, inclusive testes de DNA e desenvolvimento das espécies.
Ao pensarmos em uma civilização controladora e manipuladora de DNAs, poderíamos ver Adão e Eva criados “à imagem e semelhança” do seu Criador direto.
iii) Para permitir a Vida na Terra – O escritor britânico Christopher Knight comenta que não apenas a Lua é um objeto “impossível” de existir naturalmente com suas características, como ela gera vantagens exclusivas para os seres humanos, que teriam viabilizado nossa vida na Terra. A Lua agiria como um “estabilizador” perfeito para produzir as quatro estações do ano, para manter a água líquida em quase todo planeta, para regular fluxos internos do corpo humano, entre diversos outros fatores.
Edgar Mitchell, astronauta que participou da missão Apollo 14, e o sexto homem a caminhar na Lua, disse em relação à possível participação de extraterrestres em nossas vidas: “depois de viajar pelo espaço, eu estou totalmente convencido de que alienígenas estão nos observando. Eu não sei quantos são, de onde nem como fazem isso, mas eles nos observam. Nós víamos estas naves o tempo todo”.
PORQUE O HOMEM NÃO VOLTOU À LUA NOS ÚLTIMOS 45 ANOS?
Esta é uma pergunta impossível de qualquer pessoa comum não se fazer. Afinal, com uma tecnologia já desenvolvida desde a década de 60, e com milhares e milhares de estudos pendentes em todas as esferas da ciência (gravitacional, magnética, sísmica, geológica, sustentabilidade, energética, cósmica, desenvolvimento de estações espaciais, colonização, biológica, etc) por que o Homem não voltou à Lua desde 1972?!
Aquela geração que foi a Lua, com computadores cuja capacidade não extrapolavam uma atual calculadora de bolso, hoje já é falecida ou, os mais jovens de então, são no mínimo sexagenários.
É crível dizer que todas as gerações seguintes não se interessaram em ir para Lua? Os novos cientistas não tiveram mais nada a acrescentar aos experimentos e evidências trazidas há quase meio século? Tal assertiva seria tão estúpida e inocente quanto dizer que o homem deveria ter deixado de utilizar e desenvolver seus aviões nos últimos 50 anos. Mas é claro que a atividade aérea continuou. E porque a atividade aeroespacial lunar parou?
Temos de aceitar o fato de que o “abandono” das missões lunares não foi sem um ótimo motivo.
Quando a presença do Homem na Lua começou a se tornar mais constante, e este começou o seu natural processo de “pesquisas”, caminhando sobre sua superfície, fotografando, recolhendo amostras, jogando módulos lunares contra o solo gerando impactos equivalente a bombas de TNT, e “mudando o status quo” de uma humanidade que não conseguia sair do solo terrestre, certamente algum tipo de “comunicação” com estes “donos” da Lua aconteceu, que acabou mudando nossa atitude.
Extraoficialmente, afirmam que Armstrong teria dito que “nós fomos avisados para ficar fora (da Lua)”.
Maurice Chatelain, ex-chefe do Sistema de Comunicações da NASA, confirmou detalhes como que “Armstrong de fato havia reportado ter visto OVNIs na beira de uma cratera (lunar). Isso era amplamente conhecido dentro da NASA”
Fomos “gentilmente convidados” a nos retirar de lá? Governos teriam sido “avisados” para não mais retornarem ao nosso satelite? Ou será que as missões lunares continuam acontecendo até hoje, mas nos últimos 45 anos de forma altamente secreta por “incluirem” alguma forma de comunicação direta com alienígenas?
O cientista da NASA Dr. Farouk El-Baz descreveu isso da melhor forma quando afrimou: “Nem toda descoberta foi anunciada ao público”.
Uma coisa não podemos negar: termos sido intimados a não voltar, ou as missões espaciais terem continuado de forma secreta, são possibilidades que fazem muito mais sentido do que a primeira, a de que “simplesmente não fomos mais para a Lua por pura falta de interesse”. Que há algo não revelado nisso tudo, é ÓBVIO e EVIDENTE. Só não vê quem não quer.
Não há sentido lógico, econômico, politico ou estratégico algum em estarmos simplesmente “ignorando a Lua”. O que então está nos impedindo de voltar lá? Ou o que faz as agências espaciais tornarem qualquer viagem à Lua um evento altamente secreto?
No final de tudo, é curioso como que a extravagante teoria de que a Lua seria uma “nave-mãe” trazida ao planeta Terra há milhares de anos por uma inteligência superior é a única que, até o presente momento, explica perfeitamente todas as “estranhezas” lunares.
E você? Como enxerga a Lua?
Autor: Daniel Kaltenbach

Sérgio Moro Delatou Bolsonaro

Crime de responsabilidade: prevaricação, falsidade ideológica, tráfico de influência, obstrução da justiça, abuso de autoridade, e contando ...

A demissão foi motivada pela decisão de Bolsonaro de trocar o diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo, indicado para o posto pelo agora ex-ministro. A Polícia Federal é vinculada à pasta da Justiça.

Ao anunciar a demissão, em pronunciamento na manhã desta sexta-feira no Ministério da Justiça, Moro afirmou que disse para Bolsonaro que não se opunha à troca de comando na PF, desde que o presidente lhe apresentasse uma razão para isso.

"Presidente, eu não tenho nenhum problema em troca do diretor, mas eu preciso de uma causa, [como, por exemplo], um erro grave", disse Moro.

Moro disse ainda que o problema não é a troca em si, mas o motivo pelo qual Bolsonaro tomou a atitude. Segundo o agora ex-ministro, Bolsonaro quer "colher" informações dentro da PF, como relatórios de inteligência.

"O grande problema é por que trocar e permitir que seja feita interferência política no âmbito da PF. O presidente me disse que queria colocar uma pessoa dele, que ele pudesse colher informações, relatórios de inteligência. Realmente, não é papel da PF prestar esse tipo de informação", disse Moro.

De acordo com Moro, ele disse para Bolsonaro que a troca de comando na PF seria uma interferência política na corporação. Ele afirmou que Bolsonaro admitiu isso.

"Falei para o presidente que seria uma interferência política. Ele disse que seria mesmo", revelou Moro.

O agora ex-ministro contou que Bolsonaro vem tentando trocar o comando da PF desde o ano passado.
"A partir do segundo semestre [de 2019] passou a haver uma insistência do presidente na troca do comando da PF."


Moro afirmou que sai do ministério para preservar a própria biografia e para não contradizer o compromisso que assumiu com Bolsonaro: de que o governo seria firme no combate à corrupção.


"Tenho que preservar minha biografia, mas acima de tudo tenho que preservar o compromisso com o presidente de que seríamos firmes no combate à corrupção, a autonomia da PF contra interferências políticas", declarou.




'Não assinei exoneração'




Moro afirmou ainda que ao contrário do que aparece no "Diário Oficial", ele não assinou a exoneração de Valeixo, nem o diretor-geral da PF pediu para sair. Na publicação, consta a assinatura do então ministro e a informação de que Valeixo saiu "a pedido".



"Eu não assinei esse decreto e em nenhum momento o diretor da PF apresentou um pedido oficial de exoneração", disse.






'Carta branca'




Moro também disse que, quando foi convidado por Bolsonaro para o ministério, o presidente lhe deu "carta-branca" para nomear quem quisesse, inclusive para o comando da Polícia Federal.


"Foi me prometido na ocasião carta branca para nomear todos os assessores, inclusive nos órgãos judiciais, como a Polícia Rodoviária Federal e Polícia Federal", afirmou o agora ex-ministro.


No anúncio, Moro chegou a se emocionar e a ficar com a voz embargada. Foi quando ele disse que havia pedido ao presidente uma única condição para assumir cargo: que sua família ganhasse uma pensão caso algo de grave lhe acontecesse no exercício da função.



"Tem uma única condição que coloquei. Eu não ia revelar, mas agora isso não faz sentido. Eu disse que, como estava saindo da magistratura, contribuí durante 22 anos, pedi que, se algo me acontecesse, que minha família não ficasse desamparada", disse Moro.

Demissão do diretor da PF


Moro foi surpreendido com a publicação da exoneração de Valeixo nesta sexta-feira. Fontes ligadas ao ministro disseram que ele não assinou a exoneração, apesar de o nome dele constar, ao lado do nome de Bolsonaro, no ato que oficializou a saída de Valeixo.


Moro foi anunciado como ministro de Bolsonaro em novembro de 2018, logo após a eleição presidencial. O magistrado ganhou notoriedade como juiz de processos da Operação Lava Jato, entre os quais o que condenou o ex-presidente Lula no caso do triplex do Guarujá.


Na oportunidade, Bolsonaro garantiu autonomia a Moro na escolha de cargos de segundo e terceiro escalão. O ministro teria “carta branca” no combate à corrupção.


"Conversamos por uns 40 minutos e ele [Moro] expôs o que pretende fazer caso seja ministro e eu concordei com 100% do que ele propôs. Ele queria uma liberdade total para combater a corrupção e o crime organizado, e um ministério com poderes para tal", declarou Bolsonaro à época.


"É um ministério importante e, inclusive, ficou bem claro em conversa entre nós que qualquer pessoa que porventura apareça nos noticiários policiais vai ser investigada e não vai sofrer qualquer interferência por parte da minha pessoa", acrescentou Bolsonaro.

Interferências

Após o início do governo, Moro e Bolsonaro tiveram uma relação marcada por episódios de interferência do presidente no ministério. Bolsonaro chegou a dizer que tinha poder de veto nas pastas, pois “quem manda” no governo é ele.

Um dos episódios de interferência ocorreu em fevereiro de 2018, quando Moro, após reclamação de Bolsonaro, revogou a nomeação de Ilona Szabó para o Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária.

Sérgio Moro Deixa Governo Bolsonaro e Torna-se Potencial Candidato a Presidência do Brasil

Ao deixar o Ministério da Justiça por não aceitar interferência política, o ministro Sérgio Moro, torna-se potencial candidato a presidente do Brasil.

Com biografia limpa e apoio da maioria do brasileiros, Sérgio Moro só não será candidato a presidente se não quiser, apoio popular não lhe faltará.

Sérgio Moro Deixa o Ministério da Justiça

Depois da demissão do diretor da polícia federal, o Ministro Sérgio Moro convocou uma coletiva de imprensa na manhã desta sexta feira, onde anunciou sua saída do governo federal.

O ex-juiz anunciou na manhã desta sexta-feira que deixará o Ministério da Justiça. O pedido de demissão aconteceu horas depois do presidente Jair Bolsonaro exonerar o diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Leite Valeixo, que é próximo a Moro. "Falei ao presidente que seria uma interferência política, e ele falou que seria mesmo."

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, anunciou a demissão nesta sexta-feira (24). O ex-juiz federal deixa a pasta após um ano e quatro meses no primeiro escalão do governo do presidente Jair Bolsonaro.

A demissão foi motivada pela decisão de Bolsonaro de trocar o diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo, indicado para o posto pelo agora ex-ministro. A Polícia Federal é vinculada à pasta da Justiça.

Ao anunciar a demissão, em pronunciamento na manhã desta sexta-feira no Ministério da Justiça, Moro afirmou que disse para Bolsonaro que não se opunha à troca de comando na PF, desde que o presidente lhe apresentasse uma razão para isso.

"Presidente, eu não tenho nenhum problema em troca do diretor, mas eu preciso de uma causa, [como, por exemplo], um erro grave", disse Moro.

Moro disse ainda que o problema não é a troca em si, mas o motivo pelo qual Bolsonaro tomou a atitude. Segundo o agora ex-ministro, Bolsonaro quer "colher" informações dentro da PF, como relatórios de inteligência.

"O grande problema é por que trocar e permitir que seja feita interferência política no âmbito da PF. O presidente me disse que queria colocar uma pessoa dele, que ele pudesse colher informações, relatórios de inteligência. Realmente, não é papel da PF prestar esse tipo de informação", disse Moro.

De acordo com Moro, ele disse para Bolsonaro que a troca de comando na PF seria uma interferência política na corporação. Ele afirmou que Bolsonaro admitiu isso.

"Falei para o presidente que seria uma interferência política. Ele disse que seria mesmo", revelou Moro.

O agora ex-ministro contou que Bolsonaro vem tentando trocar o comando da PF desde o ano passado.
"A partir do segundo semestre [de 2019] passou a haver uma insistência do presidente na troca do comando da PF."


Moro afirmou que sai do ministério para preservar a própria biografia e para não contradizer o compromisso que assumiu com Bolsonaro: de que o governo seria firme no combate à corrupção.


"Tenho que preservar minha biografia, mas acima de tudo tenho que preservar o compromisso com o presidente de que seríamos firmes no combate à corrupção, a autonomia da PF contra interferências políticas", declarou.




'Não assinei exoneração'




Moro afirmou ainda que ao contrário do que aparece no "Diário Oficial", ele não assinou a exoneração de Valeixo, nem o diretor-geral da PF pediu para sair. Na publicação, consta a assinatura do então ministro e a informação de que Valeixo saiu "a pedido".



"Eu não assinei esse decreto e em nenhum momento o diretor da PF apresentou um pedido oficial de exoneração", disse.






'Carta branca'




Moro também disse que, quando foi convidado por Bolsonaro para o ministério, o presidente lhe deu "carta-branca" para nomear quem quisesse, inclusive para o comando da Polícia Federal.


"Foi me prometido na ocasião carta branca para nomear todos os assessores, inclusive nos órgãos judiciais, como a Polícia Rodoviária Federal e Polícia Federal", afirmou o agora ex-ministro.


No anúncio, Moro chegou a se emocionar e a ficar com a voz embargada. Foi quando ele disse que havia pedido ao presidente uma única condição para assumir cargo: que sua família ganhasse uma pensão caso algo de grave lhe acontecesse no exercício da função.



"Tem uma única condição que coloquei. Eu não ia revelar, mas agora isso não faz sentido. Eu disse que, como estava saindo da magistratura, contribuí durante 22 anos, pedi que, se algo me acontecesse, que minha família não ficasse desamparada", disse Moro.

Demissão do diretor da PF


Moro foi surpreendido com a publicação da exoneração de Valeixo nesta sexta-feira. Fontes ligadas ao ministro disseram que ele não assinou a exoneração, apesar de o nome dele constar, ao lado do nome de Bolsonaro, no ato que oficializou a saída de Valeixo.


Moro foi anunciado como ministro de Bolsonaro em novembro de 2018, logo após a eleição presidencial. O magistrado ganhou notoriedade como juiz de processos da Operação Lava Jato, entre os quais o que condenou o ex-presidente Lula no caso do triplex do Guarujá.


Na oportunidade, Bolsonaro garantiu autonomia a Moro na escolha de cargos de segundo e terceiro escalão. O ministro teria “carta branca” no combate à corrupção.


"Conversamos por uns 40 minutos e ele [Moro] expôs o que pretende fazer caso seja ministro e eu concordei com 100% do que ele propôs. Ele queria uma liberdade total para combater a corrupção e o crime organizado, e um ministério com poderes para tal", declarou Bolsonaro à época.


"É um ministério importante e, inclusive, ficou bem claro em conversa entre nós que qualquer pessoa que porventura apareça nos noticiários policiais vai ser investigada e não vai sofrer qualquer interferência por parte da minha pessoa", acrescentou Bolsonaro.

Interferências

Após o início do governo, Moro e Bolsonaro tiveram uma relação marcada por episódios de interferência do presidente no ministério. Bolsonaro chegou a dizer que tinha poder de veto nas pastas, pois “quem manda” no governo é ele.

Um dos episódios de interferência ocorreu em fevereiro de 2018, quando Moro, após reclamação de Bolsonaro, revogou a nomeação de Ilona Szabó para o Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária.


Cientista política, mestra em estudos de conflito e paz pela Universidade de Uppsala (Suécia) e fundadora do Instituto Igarapé, Ilona Szabó atuou na ONG Viva Rio e foi uma das coordenadoras da campanha nacional de desarmamento.


Bolsonaro é a favor de facilitar o acesso da população a armas e ignorou sugestões feitas pelo ministro da Justiça para o decreto das armas.

Valeixo

A situação da PF também abalou a relação entre Bolsonaro e Moro. O presidente pretendia desde o ano passado tirar Valeixo do comando do órgão.


Delegado de carreira, Valeixo foi superintendente da PF no Paraná e atuou na Lava Jato. A experiência o fez ser escolhido por Moro para chefiar a PF.


A liberdade que Moro teve para escolher Valeixo e superintendentes regionais da PF foi minada aos poucos. Em agosto de 2018, sem o conhecimento da cúpula da Polícia Federal, Bolsonaro anunciou a troca do superintendente do Rio de Janeiro.


A fala gerou ameaça de entrega de cargos na PF. A troca na superintendência ocorreu, mas Moro e Valeixo continuaram nas suas funções.


Coaf


A relação entre ministro e presidente também foi abalada, segundo o jornal "O Globo", pelo fato de Moro ter pedido ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, a revisão de uma decisão que restringiu o compartilhamento de relatórios do Coaf com os ministérios públicos e a Polícia Federal.


O movimento do ministro irritou o presidente Jair Bolsonaro, pois a liminar atendia a um pedido da defesa do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente.


Um relatório do Coaf apontou movimentações atípicas de Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. A defesa argumentou que dados dessas movimentações foram repassados ao Ministério Público sem a autorização judicial.


No caso do Coaf, a transferência do órgão para o Banco Central levou à queda de um dos principais aliados de Moro na Lava Jato, o auditor Roberto Leonel, demitido do comando da estrutura.

Coronavírus

Com a pandemia do novo coronavírus, Moro e Bolsonaro deram outros sinais de descompasso.


Moro defendeu em falas públicas o isolamento como forma de tentar conter o contágio, mais alinhado ao que dizia o ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.


Bolsonaro, por sua vez, fala em isolar somente idosos e pessoas com doenças crônicas. Ele prega a volta do comércio, a retomada das aulas e reabertura de fronteiras com Uruguai e Paraguai.

Supremo

Visto por analistas políticos como um possível postulante ao Planalto em 2022, desde a escolha para chefia a pasta da Justiça, Moro figurou como um possível indicado por Bolsonaro para as duas vagas no STF que serão abertas com as aposentadorias dos ministros Celso de Mello e Marco Aurélio Mello.


Bolsonaro costumava elogiar o perfil de Moro, mas também declarou o desejo de indicar um ministro "terrivelmente evangélico" para a Corte.

Perfil

Nascido em 1972 em Maringá, no norte do Paraná, Moro ganhou visibilidade como juiz da 13ª Vara Federal Criminal de Curitiba – especializada em crimes financeiros e de lavagem de dinheiro.


Ele ficou conhecido nacionalmente por ser o juiz responsável pelos processos da Lava Jato na primeira instância.


Antes da operação, Moro trabalhou no caso Banestado e atuou como auxiliar da ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Rosa Weber, em 2012, no caso do Mensalão do PT.


A Operação Lava Jato, que teve a 1ª fase deflagrada em 17 de março de 2014, começou com a investigação de lavagem de dinheiro em um posto de combustíveis e chegou a um esquema criminoso de fraude, corrupção e lavagem de dinheiro na Petrobras. Posteriormente, a ação alcançou outras estatais.


Em mais de quatro anos de Lava Jato, o magistrado sentenciou 46 processos, que condenaram 140 pessoas por crimes como corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa.



Entre os políticos condenados 13ª Vara Federal de Curitiba estão o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o deputado cassado e ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (MDB).


Doleiros, ex-diretores da Petrobras e empresários ligados a grandes empreiteiras do país também já foram condenados por Moro.

Coronavírus em Goiás 453 Casos Confirmados e 23 Mortes

453 casos de coronavírus foram confirmados em Goiás até a tarde desta 5ª feira (23). Até agora, 23 óbitos já foram registrados no Estado.

Esses são os dados mais recentes retirados dos boletins do Ministério da Saúde, da Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO), das secretarias municipais e da Associação de Hospitais de Alta Complexidade de Goiás (Ahpaceg).

O Laboratório de Saúde Pública Dr. Giovanni Cysneiros (Lacen) analisa, em média, 100 amostras coletadas de pessoas com suspeita de infecção pelo novo vírus por dia.

O resultado fica pronto entre 24 e 48 horas.

Discrepância entre os números oficiais e a quantidade real de infectados

De acordo com especialistas, há uma discrepância entre os números oficiais do governo e a quantidade real de infectados e mortos devido a complicações da Covid-19.

Confira alguns dos motivos apontados para essas diferenças:


Calcula-se que até 80% dos infectados por coronavírus tenham sintomas leves e podem não perceber que estão doentes, não procurando o sistema de saúde em busca de 1 exame;
Em muitas cidades, apenas pacientes dos grupos de risco são testados, devido à escassez dos exames;
Um estudo nos EUA apontou que o número de infectados pode ser até 5 vezes maior do que o dado oficial.

Prefeito de Goiânia Iris Rezende Entrou na Justiça Cobrando Pagamento de Impostos da População

Diferente de muitos prefeitos que prorrogaram os prazos para pagamento de impostos, devido a crise da pandemia do coronavírus, o prefeito de Goiânia  Iris Rezende cobra da população o pagamento de impostos de acordo com o calendário fiscal.


Iris Rezende não baixou nenhum decreto neste sentido, pelo contrário, entrou na justiça, através da procuradoria do município para derrubar liminar que prorrogava os prazos durante o decreto de calamidade pública na saúde. 

O site oficial da prefeitura publicou com destaque matéria com decisão da justiça determinando o pagamento, exatamente porque a prefeitura não prorrogou os prazos.

Se Iris Rezende tivesse baixado decreto prorrogando os prazos, não haveria sequer necessidade de ingressar das  empresas  entrarem na justiça


Os impostos devidos à Prefeitura de Goiânia devem ser pagos dentro dos prazos definidos pela Portaria Nº 197/2019, que fixa o Calendário Fiscal aplicável aos tributos municipais para o exercício de 2020. A decisão é do Tribunal de Justiça de Goiânia (TJ-GO), em resposta à pedido feito por uma empresa para alterações nas datas de vencimento de tributos enquanto vigorar o Decreto Municipal de Calamidade Pública. O desembargador Walter Carlos Lemes, presidente do TJ, no entanto, entende que a prorrogação dos prazos provocaria "grave lesão à economia pública" e violaria o interesse público num cenário onde há grande elevação nas despesas com saúde em decorrência da pandemia provocada pelo Coronavírus (Covid-19).


A empresa, que atua no setor de educação superior, acionou o poder judiciário para prorrogar os vencimentos do Imposto Sobre Serviços (ISS) referente ao período de março a julho, bem como para postergar por 90 dias os parcelamentos tributários que ela tem em vigência, referentes a impostos devidos e não pagos entre 2014 e 2018. Ambos os pedidos foram negados. A concessão, segundo o desembargador, implicaria "em nítida possibilidade de dano à economia e à ordem pública, notadamente diante das mudanças no cenário socioeconômico do país em decorrência da situação de emergência em saúde pública com o novo Coronavírus. Como efeito, a grave lesão à economia é reforçada pela inegável possibilidade de efeito multiplicador de pedidos idênticos, visto que empresas diversas poderão pleitear a mesma abstenção", concluiu. Antes, o pedido da empresa havia sido acatado liminarmente pela 4a Vara da Fazenda Pública.


Para a suspensão da liminar, a Procuradoria Geral do Município de Goiânia (PGM) apresentou ao poder judiciário a análise do cenário socioeconômico da Capital; alegou que a empresa não comprovou insuficiência financeira para honrar com os compromissos fiscais preestabelecidos; demonstrou a essencialidade dos impostos para fins de existência de receitas suficientes à implementação de políticas de saúde; além da taxatividade legal dos Códigos Tributário Nacional (CTN) e Municipal (CTM) no que tange ao fato gerador e às datas de pagamento expressos em lei, que impõem aos contribuintes a obrigação de quitar as obrigações fiscais dentro do prazo legal. Segundo a PGM, os tributos retratam a principal fonte arrecadatória do Estado. Eventuais medidas liminares ou decisões judiciais de méritos que atentem contra a arrecadação, no atual contexto atingiriam diretamente o plano estratégico do Município de Goiânia para o enfrentamento da crise causada pela pandemia do Covid-19, refletindo de forma imediata em serviços públicos essenciais.


Estudo realizado pela Secretaria Municipal de Finanças (Sefin) aponta que só este mês a queda na arrecadação deve chegar a R$ 54,6 milhões. Se considerado o impacto das alterações nas datas de pagamento do Simples Nacional, decidida pela União, e do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), feita pelo Governo de Goiás, a queda deve atingir a casa dos R$ 78 milhões. Só nos primeiros 17 dias úteis após a vigência do decreto estadual que impôs à população isolamento social preventivo, a arrecadação da Capital recuou 24,48%. Diante desse quadro, o poder público municipal adotou, no último dia 13, procedimentos emergenciais para reduzir em aproximadamente 15% o custo mensal da remuneração dos quase 50 mil servidores municipais, ativos e inativos. 


As medidas, que visam salvar vidas, minimizar o reflexo econômico da crise mundial e preservar a qualidade dos serviços prestados aos goianienses, são respostas à perda brusca de receita. Os esforços da Prefeitura de Goiânia são para garantir a disponibilidade de caixa necessária à proteção da saúde dos munícipes e à manutenção em dia dos salários dos servidores públicos, inclusive da equipe que trabalha na linha de frente do combate à pandemia, como médicos, enfermeiros e garis. 


"As medidas adotadas agora são circunstanciais e necessárias. Precisamos garantir investimentos onde hoje é necessário e que a prefeitura continue funcionando. Nossos esforços são para assegurar recursos para Saúde, assistência social, funcionamento dos serviços e os salários dos servidores. No início da gestão, também precisamos tomar medidas enérgicas para conter o déficit e deu certo", avalia o secretário de Finanças de Goiânia, Alessandro Melo. No dia 17 de março o poder público já havia contingenciado R$ 133 milhões, restringido as despesas de custeio, suspendido a emissão de novos empenhos e vedado a realização de obrigações cujos pagamentos afetem as disponibilidades orçamentária e financeira. 


A Secretaria Municipal de Finanças, inclusive, criou um sistema de monitoramento das perdas de receita e dos atenuantes que podem compensá-las. O objetivo é, a partir dessas informações, definir as medidas que devem ser adotadas para garantir os recursos necessários à proteção a vida dos munícipes, à assistência social e à remuneração dos servidores públicos, mesmo em caso de agravamento da crise.

Bolsonaro demitiu Maurício Valeixo diretor da Polícia Federal indicado por Sergio Moro


Demissão do diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Leite Valeixo, expõe ruptura entre Bolsonaro e Moro, que tem seus planos político e sua permanência como ministro prejudicados
Demissão de diretor-geral da PF torna casamento político entre Moro e Bolsonaro uma fratura exposta

A demissão do diretor-geral da Polícia Federal (PF), Maurício Leite Valeixo, foi desenhada, apagada e desenhada de novo nos últimos dias. É o típico modo vaivém de Jair Bolsonaro, que esboça uma crise com Sergio Moro desde o ano passado. Ontem o impasse se tornou público e a ruptura entre o presidente da República se tornou fratura exposta. A exoneração acabou se concretizando na madrugada e publicada do Diário Oficial da União desta sexta-feira (24), com data de 23. Saiu como “a pedido” de Valeixo. Moro irá se pronunciar logo mais às 11h.

Bolsonaro desenvolve um conexão direta com seus seguidores por meio das redes sociais. Quando lhe faltam convicções, lança um balão de ensaio, testa a repercussão e depois dá o passo seguinte. Ou um passo atrás. Foi assim com o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta.

Com Sergio Moro o vai-não-vai é mais antigo. E mais complexo.

O presidente da República tem nas costas um processo de investigação relacionado à fraude eleitoral pelo uso indevido de dinheiro empresarial e do disparo ilegal em massa de fake news em redes. E tem em casa três filhos envolvidos em condutas que não combinam com defensores da moral e dos bons costumes. Da suspeita de contratação de assessores para desviar-lhes os salários – a chamada rachadinha – a de articulação de um gabinete do ódio.
Fardo

Sergio Moro tem seu cálculo político prejudicado. Não conseguiu manter as aparências do casamento político até a próxima nomeação para o Supremo Tribunal Federal. Ou se demite e abre mão de uma caneta que proporciona poderes em torno de uma vasta estrutura ministerial. Ou se arrasta por mais um tempo, um tanto mais desmoralizado e desgastado – depois de se associar ao que tem de pior na política para avançar algumas casas no jogo do poder.

A demissão de Maurício Leite Valeixo se concretizou sem que houvesse ainda um substituto a ser apresentado.

É possível que a união já tenha proporcionado capital político o bastante para ambos. Para Bolsonaro, rendeu a eleição para a presidência da República, quando Moro tirou Lula da eleição por meio de uma condenação à prisão sem crime e sem provas.

Para Moro, um salto da condição de juiz de primeira instância para o comando da cadeia da estrutura de Justiça do poder Executivo. O próximo passo, a trajetória na mais alta corte do Judiciário, o Supremo Tribunal Federal, ainda estaria por começar.

A indicação de Sergio Moro para ministro do STF, no lugar do decano Celso de Mello, que será aposentado em agosto, já não está mais garantida. Tampouco está descartada. Afinal, pouco se sabe dos termos do processo de divórcio entre o presidente e seu quase-ex-ministro da Justiça.


quinta-feira, 23 de abril de 2020

Alex Collier Nada é o que parece ser quando se descobre a verdade

Tudo que exige de você obediência através do temor é uma forma de dominação e de forma nenhuma deseja que você se torne livre. Pelo contrário, quer ter o domínio de sua vida. O que parece ser bom, na verdade é o mal. 


Pena que não evoluímos o suficiente para entender isso. Vivemos sob o domínio do medo e completamente engados!


Ninguém é dono de nossas vidas! Somos escravos de nossa própria ignorância exatamente por que não sabemos de onde viemos e para onde vamos...apenas achamos....

Alex Collier e Sua Importância

Alex Collier é um senhor que fala há vários anos sobre a existência de civilizações, não apenas extraterrestres, mas multidimensionais, segundo ele, mais evoluídas, dizendo que ele próprio é contatado por seres da Constelação de Andrômeda.

Na primeira entrevista realizada em 1994, Alex Collier prediz o ocorrido com as torres gêmeas, fala um pouco sobre sua experiência vivendo com os humanos da Constelação de Andrômeda, dentre outras coisas que não são trazidas normalmente a público, como a presença extraterrestre no planeta (as diferentes raças alienígenas que estão interagindo com a Terra), o controle reptiliano nos governos do nosso mundo, a agenda reptiliana, a relação deles e nossos líderes mundiais, a elite draconiana de Orion, a história da Lua e as bases em Marte. Fala sobre o desaparecimento de crianças, explica que a Terra é um ser vivo e conta parte da história da nossa raça humana de maneira abreviada.

Em outras entrevistas na internet ele destaca que nossa alma não nasceu aqui nesse planeta Terra. A alma de ninguém nasceu aqui. Estamos aqui virtualmente de forma física por escolha própria ou estamos presos aqui por algum motivo de vidas anteriores.

Ele nos conta que seres de Andrômeda lhe contaram tudo sobre ele e suas vidas passadas e que ele teria uma missão em particular e essa seria a de informar as pessoas na hora certa (nesse momento atual) sobre suas genéticas. Ele também explica que somos seres especiais. Somos oriundos de misturas de 22 raças diferentes (isso explica porque somos chineses, negros, altos, baixos).

Alguns de nós escolheram estar aqui neste momento porque a única maneira de fazer qualquer mudança real, sem intervenção direta, seria para alguns de sua espécie, entrar num corpo físico para efetuar mudanças significativas para toda comunidade da Galáxia.

O problema dessas mudanças são os grupos dos “regressores” e suas agendas, e a nossa falta de interesse nas coisas que importam realmente, dando nosso poder de decisão nas mãos de quem não se importa com o coletivo e nem tem interesse que a raça se desenvolva.

Muito do que é falado por ele pode parecer absurdo para alguns, mas veja com a perspectiva de que nenhum de nós pode ter certeza do que realmente acontece no mundo, por isso temos que colher toda a informação possível e organizar, sempre ponderando todos os lados.

Para poder avaliar se algo faz sentido ou não, precisamos ver o todo e não nos limitarmos a ver só a parte cômoda. Precisamos ter a informação para então decidir o que fazer com essa informação.

Há muitos vídeos e artigos pela internet sobre ele, suas entrevistas (legendadas), sua história e sua importante mensagem para a humanidade.

Assim como Corey Goode, Emery Smith, David Wilcock, William Thompkins e muitos outros informantes e denunciantes dos Programas Espaciais Secretos, Alex Collier é um dos verdadeiros heróis de nossa Era.