domingo, 17 de julho de 2016
Policial Reage a Assalto e Mata um Ladrão e Prende Outro
Náutico Sofre Novo Atropelamento no Serra Dourada: Desta Vez Foi o Goiás
Torcedor do Botafogo Foi Assassinado Por Torcedores do Flamengo
Paulo Henrique Ganso Deixa o São Paulo e Assina Com o Sevilha
sábado, 16 de julho de 2016
Vila Nova Consegue Empate no Sul
O Vila Nova conseguiu um bom resultado fora de casa ao empatar com o Brasil de Pelotas no Rio Grande de Sul. O Vila Nova saiu na frente e abriu 2x0 ainda no primeiro tempo, mas acabou cedendo o empate. Vitor Bolt foi expulso aos 5 minutos do segundo tempo e deixou o Vila Nova em situação complicada.
Paula Rousseff, Filha de Dilma Rousseff Usa Dinheiro do Povo Para Cumprir Compromissos Pessoais
Quem banca essa estrutura é o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência. Ou seja, o contribuinte. Nas últimas semanas, reportagem de ISTOÉ flagrou os carros oficiais entrando e saindo do condomínio Vila de Leon, zona sul de Porto Alegre, onde moram os familiares de Dilma, para levá-los a compromissos do dia a dia. A rotina dos Rousseff segue um padrão. O 6 de julho dos descendentes da presidente afastada não foi muito diferente dos dias anteriores. Às 18h30, uma quarta-feira, o Fusion blindado escoltado pelo Ford Edge também à prova de balas trouxe a família de volta ao lar, depois de transportá-la para uma série de atividades pessoais. No dia seguinte, às 9h da manhã, os mesmos carros já estavam de prontidão na porta da casa da filha de Dilma para mais uma jornada por Porto Alegre. No dia 12/07 às 13h40, Rafael Covolo, marido de Paula, foi buscar um dos filhos na escola. Como de praxe, com o carro oficial. Um automóvel pago com dinheiro público os escoltou até o retorno para casa. O Fusion levava a placa IVF – 3267 (normalmente é esta ou a IVG – 1376) e o Edge IUF – 3085. Se consultados nos registros do DETRAN, os prefixos figurarão como “inexistentes”. Sim, são placas frias ou vinculadas, inerentes aos chamados carros oficiais de representação.7 de julho. 9h – Dois veículos oficiais, um para transporte e outro para escolta , buscam os familiares de Dilma no condomínio onde moram
Nos locais freqüentados por Paula Rousseff, em geral, há um alvoroço quando ela desembarca com o carro oficial e os seguranças em volta. Embora a filha da presidente afastada tente manter a discrição, não há como não reconhecê-la. O aparato em torno dela desperta a atenção dos funcionários. O atendente da unidade do “Bicho Pet Store”, localizada no bairro Menino de Deus, zona sul de Porto Alegre, diz que Paula é uma cliente assídua. Costuma levar para procedimentos de banho e tosa um cachorro de pequeno porte, semelhante a um shitzu. “A filha da presidente sempre vem ao petshop acompanhada de um monte de seguranças”. O mesmo serviço de transporte vip bancado pelo governo, composto por carro oficial e escolta, a conduz até o “Studio Martim Gomes Pilates”, na Vila Assunção. “Dona Paula vem aqui com freqüência. É nossa cliente”, atesta um funcionário da clínica. A equipe do salão Oikos Hair, também no bairro da Vila Assunção, é mais comedida ao falar de Paula. Questionada por ISTOÉ, uma secretária disse: “A Dilma já veio aqui também. Parou de vir faz tempo (…) Sobre a dona Paula …por razão de segurança não posso desmentir nem confirmar nada”.6 de julho. 18h30 – Carros oficiais deixam os Rousseff em casa, um condomínio na zona sul de porto alegre
A mordomia de Paula Rousseff e Rafael Covolo, além de constituir inaceitável privilégio, é também uma benesse totalmente ilegal. A legislação é clara. Reza o artigo 3º do decreto 6.403 de março de 2008, baixado pelo ex-presidente Lula: os veículos oficiais de representação – como os que transportam a família de Dilma – são utilizados exclusivamente pelo presidente da República, pelo vice-presidente, pelos Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica e pelo Chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas e por ex-presidentes da República. A única exceção que permitira que filhos de presidente desfrutassem desse privilégio é se fossem usados os chamados carros oficiais de transporte institucional. Com um condicionante: “se razões de segurança o exigirem”. Não é o caso, definitivamente. Primeiro porque carro institucional não possui escolta armada nem placa vinculada ou fria, como os veículos que servem a família de Dilma. Ainda de acordo com instrução normativa do Contran, veículo institucional é identificado com a expressão “governo federal” na cor amarelo ouro e tarja azul marinho. Nenhum dos carros usados por Paula e Rafael Covolo exibe esta inscrição. Mesmo que eles utilizassem esse tipo de veículo, haveria uma outra barreira de cunho legal.
7 de julho. 17h – veículos bancados pelo governo buscam o neto de Dilma na escola. no trajeto, o Ford Edge (acima) escolta o Ford Fusion blindado
14 de julho. 11h30 – O Ford Fusion oficial aguarda um dos filhos de Paula Rousseff em frente à escolaTUDO EM CASA Dilma com a filha e o neto, durante evento no Planalto
Três dias antes de deixar a Presidência, em 2010, Lula fez questão de assegurar aos seus filhos a dispensável regalia do passaporte diplomático. Revelada pela imprensa, a esperteza engoliu o dono. Em novembro de 2013, a Justiça determinou a apreensão dos passaportes e o recolhimento dos mesmos pelo Itamaraty. Depois do impeachment de Dilma, o tema voltou à baila com a apimentada discussão sobre eventuais mordomias a que a presidente teria direito afastada do cargo. Uma ação civil pública questionou o uso por Dilma de aviões da FAB. A Justiça até permitiu o deslocamento com os jatos da Força Aérea Brasileira, desde que custeados pela própria mandatária afastada. Recentemente, apoiadores do PT se cotizaram para bancar as viagens. Pela trilha da carruagem, hoje já abóbora, haja crowdfunding militante (a popular vaquinha) para sustentar os privilégios de petistas e congêneres que ainda insistem em se refestelar com as benesses do Estado.Polícia Civil prende 8 suspeitos por roubo a residências e comércio, em Rio Verde

Criminosos agiam com violência, ameaçavam vítimas e há casos de estabelecimentos comerciais que foram assaltados mais de uma vez pelo mesmo grupo. Operação foi realizada pelo Grupo Especial de Repressão a Crimes Patrimoniais (Gepatri), com apoio do Grupo Repressão a Narcóticos (Genarc), ambos da 8ª Delegacia Regional de Rio Verde
Foram apreendidos durante a operação objetos roubados como televisores, jóias, aparelhos eletrônicos e rodas de veículos. O delegado responsável pelo Gepatri, Adelson Candeo, afirma que os criminosos agiam com violência, ameaçavam as vítimas e há casos de estabelecimentos comerciais que foram assaltados mais de uma vez pelo mesmo grupo.
As investigações começaram há um mês com a busca de filmagens feitas por meio de câmeras de segurança de estabelecimentos comerciais que foram assaltadas. Nas imagens de dois roubos ocorridos em um mesmo supermercado, aparecem Wasley Silva e Manoel Filho. Eles também estão nas imagens de um posto de combustíveis durante outro assalto.Governo de Goiás Apresenta Cronograma do Cartão Metrobus
sexta-feira, 15 de julho de 2016
Bomba: Magda Mofatto Declara Que Será Candidata a Prefeita de Caldas Novas
Em junho, GIH de Aparecida alcançou resolutividade de homicídios dez vezes mais que média nacional
Enquanto índice geral no Brasil é de 8% dos casos de assassinatos
solucionados, Especializada chegou à marca histórica de 81,25%
dos inquéritos concluídos e remetidos ao Poder Judiciário
O Grupo de Investigações de Homicídios (GIH) de Aparecida de Goiânia, vinculado à 2ª Delegacia Regional de Polícia (2ª DRP), alcançou no mês de junho de 2016 a marca histórica de 81,25% de resolutividade dos casos de assassinato cometidos no município. O número é dez vezes maior que a média nacional, cerca de 8%.
Nos primeiros seis meses de 2016, a média de casos remetidos pelo GIH de Aparecida de Goiânia ao Poder Judiciário foi de 62,7%. Em janeiro, o percentual foi de 50%. Já nos meses de fevereiro e abril desse ano, por exemplo, foram 75% dos casos de homicídios solucionados.
De acordo com o titular da 2ª Delegacia Regional de Polícia, delegado André Fernandes de Almeida, o ótimo desempenho do GIH de Aparecida de Goiânia deve-se a uma reformulação estratégica na atuação dos delegados. Ele explica que, para simplificar o trabalho, o município foi dividido em quatro Áreas Integradas de Segurança Pública (AISPs). “Cada uma dessas quatro regiões fica sob a responsabilidade de um delegado, o que facilita a coleta e manuseio das informações”, relata.
O delegado André Fernandes explica o quanto esse trabalho impacta as famílias de vítimas de assassinatos no município. “Essa resolutividade dos homicídios é um alento para os familiares que esperam que os criminosos paguem pelos crimes cometidos”, afirma ao destacar também a contribuição do GIH na queda nos índices de criminalidade, uma vez que a polícia acaba por retirar das ruas assassinos que, porventura, estariam dispostos a cometer novos crimes.
Corroborando a análise do titular da 2ª DRP, dados da Coordenação de Análise Criminal do Observatório da Secretaria de Segurança Pública e Administração Penitenciária (SSAP) indicam que houve queda de 23,81% nos casos de homicídios em Aparecida de Goiânia em comparação entre os meses de junho de 2016 e 2015. O percentual aumenta se analisado o período entre janeiro de 2016 e junho do mesmo ano: a queda no número de homicídios é de 56,76%, ou seja, foram registrados 16 casos no mês passado, contra 37 no início do ano.
Neste contexto, também é imprescindível detalhar os casos de tentativa de homicídio. Quando comparados os meses de junho de 2015 e junho de 2016, a redução é de 55% (18 casos no ano passado; 8 agora). O número de junho deste ano merece ainda mais destaque por ser o menor desde 2011, quando foram contabilizadas 22 tentativas de homicídio em Aparecida de Goiânia; o maior foi em 2013, com 40 registros.
Comprometimento
De acordo com o titular do GIH, delegado Anderson Pimentel, o sucesso nas investigações e, consequentemente, na resolução dos casos de homicídios em Aparecida de Goiânia ocorre graças ao comprometimento, dedicação e empenho das equipes de policiais que atuam no município. Ele cita, por exemplo, o revezamento feito pelas equipes auxiliares que vão aos locais dos crimes e, simultaneamente ao trabalho da equipe responsável pela AISP, colhe informações que ajudam a solucionar os casos com mais celeridade.
Quanto às áreas pré-estabelecidas citadas anteriormente, Anderson Pimentel ressalta o que ele classifica como “laços e vínculos que são criados na região”, o que promove uma maior participação da comunidade no sentido de ajudar na elucidação desses crimes. “O cidadão estabelece uma relação de confiança e credibilidade não somente com a Polícia Civil, mas com todo o aparato de segurança do Estado”, relata. “Nós procuramos tratar as vítimas e seus familiares da forma mais humanizada possível, cumprindo as leis e respeitando os direitos”.
“Sempre digo que nosso trabalho é pautado pelo mote de ‘sermos a diferença’ na vida de outras pessoas. E esse comprometimento é visível no trabalho de cada um que trabalha na delegacia”, enfatiza Anderson Pimentel.
Em junho, Goiás registra menor número de homicídios em quatro anos
Na comparação entre janeiro (250 casos) e junho de 2016 (174), o índice de homicídio doloso (quando há intenção de matar) em Goiás teve queda expressiva, de 30,40%, revelam dados da Coordenação de Análise Criminal do Observatório da Secretaria de Segurança Pública e Administração Penitenciária (SSPAP).
São os menores registros dos últimos quatro anos. De acordo com o vice-governador e titular da pasta, José Eliton, a curva criminal descendente em Goiás é resultado de medidas implementadas pela SSPAP no combate à criminalidade. Dentre elas estão: integração entre as forças policiais, investimentos em inteligência e tecnologia, além de uma determinação no sentido de repressão a todo tipo de crime praticado no Estado.
A queda acentuada pode ser observada também na comparação entre os meses de maio e junho de 2016, que aponta uma redução de 13,86%. Se comparados junho de 2015 com o mesmo mês de 2016, o resultado configura uma queda de 14,29%. Se a contagem for feita levando-se em consideração apenas os meses de junho desde o ano de 2011, este é o que apresenta melhores resultados entre todos os demais, em cinco anos









