sábado, 18 de junho de 2016

Prefeitura de Senador Canedo Interdita Festa EURO Marcada Para Este Sábado

A Prefeitura de Senador Canedo divulgou um termo de interdição da Festa Euro, marcada para acontecer neste sábado (18) na cidade. Segundo o documento, foi apontada como irregularidade a realização da festa em recinto fechado de acesso ao público “sem a devida licença emitida pela Prefeitura Municipal”.

Mais cedo, um grupo de moradores fez um abaixo-assinado para tentar impedir a realização do evento. De acordo com o G1, o documento foi entregue ao Ministério Público, alegando que o setor seria afetado pela poluição sonora e também pela circulação de uma grande quantidade de pessoas, colocando em risco a segurança dos habitantes da região.

O evento de música eletrônica, que tem uma estimativa de público de 3 mil pessoas, está marcado para começar às 23h59min de sábado (18/6) com previsão de término às 10h de manhã de domingo (19). Em nota à imprensa, os organizadores da festa afirmaram que todas as providências legais estariam sendo tomadas para a realização do evento e que já foi dada a entrada a um recurso administrativo na Prefeitura Municipal de Senador Canedo, além de um mandado de segurança.

Confira a nota na íntegra:

NOTA À IMPRENSA:

Os organizadores da Festa EURO, que acontece neste sábado, dia 18, na Estância Euro, localizada no município de Senador Canedo, vem a público dizer que todas as providências legais foram e estão sendo tomadas para a realização do evento.

Foi dada a entrada a um recurso administrativo na Prefeitura Municipal de Senador Canedo e também um mandado de segurança. E aguardam agora as respostas dos poderes público e judiciário para a realização do evento dentro de todas as conformidades legais.

Att.: Organização / Festa EURO.

Fonte: Jornal O Popular

Sabrina Sato Surge em Foto Nua na Internet

A fotógrafa Pedrita Junckes causou um alvoroço no Instagram ao compartilhar com seus seguidores uma foto em que Sabrina Sato aparece nua, usando apenas adesivos cor de rosa e a mão para se cobrir.


Pedrita Junckes não explicou de que ensaio a imagem de Sabrina Sato fazia parte e apenas legendou a foto com a palavra “unpublished” (não publicada, em português).




Há cerca de uma semana, a fotógrafa Pedrita Junckes acompanhou Sabrina Sato em uma viagem ao Marrocos, onde a apresentadora gravou algumas matérias ao ser convidada pelo Consulado do Marrocos para participar do carnaval de lá.

OAS Diz Que Lula Ofereceu Vantagens Em Troca de Obras no Sítio e no Triplex

A disposição do juiz Sérgio Moro desde a semana passada, o arsenal de provas preparado por agentes federais e investigadores contra o ex-presidente Lula será robustecido em breve pelo que os procuradores da Lava Jato classificam de a “bala de prata” capaz de aniquilar o petista. O tiro de misericórdia – a julgar pelo cardápio de revelações ofertado durante as tratativas para um acordo de delação premiada – será desferido pelo empresário Léo Pinheiro, um dos sócios do grupo OAS. Conforme apurou ISTOÉ junto a integrantes da força-tarefa da operação Lava Jato em Curitiba, ao se dispor a desfiar com profusão de detalhes a maneira como se desenvolveram as negociações para as obras e reformas no sítio em Atibaia e no tríplex do Guarujá, tocadas pela OAS, Pinheiro já forneceu antecipadamente algumas das peças restantes do quebra-cabeças montado desde o surgimento das primeiras digitais de Lula no esquema do Petrolão.


Diz respeito às contrapartidas aos favores prestados pela empreiteira ao ex-presidente. De acordo com o relato preliminar de Pinheiro, em troca das obras no sítio e no tríplex do Guarujá, o petista se ofereceu para praticar tráfico de influência em favor da OAS no exterior. A OAS acalentava o desejo de incrementar negócios com o Peru, Chile, Costa Rica, Bolívia, Uruguai e nações africanas. Desenvolto no trânsito com esses países, Lula se prontificou a ajudá-los. Negócio fechado, coube então ao petista escancarar-lhes as portas. Ou, para ser mais preciso, os canteiros de obras. Se até meados de 2008 a OAS engatinhava no mercado internacional, hoje a empresa possui 14 escritórios e toca 20 obras fora do País – boa parte delas conquistada graças às articulações do ex-presidente petista.
Tráfico de influência quando praticado por um agente público é crime. Torna-se ainda mais grave quando em troca do auxílio são ofertados favores privados provenientes de uma empresa implicada num dos maiores escândalos de corrupção da história recente do País, o Petrolão. As revelações de Pinheiro, segundo procuradores da Lava Jato, ferem Lula de morte. O empreiteiro planeja deixar claro ainda que Lula é o real proprietário tanto do sítio em Atibaia quanto do tríplex no Guarujá. Assim, o ex-presidente estará a um passo de ser formalmente acusado pelos crimes de ocultação de patrimônio, lavagem de dinheiro e tráfico de influência. Um futuro julgamento, provavelmente conduzido pelo juiz Sergio Moro, poderá resultar em condenação superior a dez anos de reclusão.
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Ainda durante as negociações para o acordo de delação premiada, Pinheiro prometeu detalhar o mal contado episódio do aluguel patrocinado pela OAS de 10 contêineres destinados a armazenar o acervo museológico do ex-presidente da República. O que se sabia até agora era que a empreiteira havia gasto R$ 1,3 milhão para guardar os objetos retirados do Palácio do Planalto, do Palácio da Alvorada e da Granja do Torto durante a mudança do ex-presidente. Parte dos itens ficou acondicionada em ambiente climatizado, em um depósito da transportadora Granero em Barueri, na região metropolitana de São Paulo. O restante foi armazenado a seco, em outro balcão no Jaguaré, na capital paulista. De lá, os itens foram transportados para o sítio em Atibaia. Elaborado de forma dissimulada para escamotear o seu real beneficiário, o contrato celebrado pela OAS com a transportadora Granero ao custo R$ 21.536,84 por mês por cinco anos tratava da “armazenagem de materiais de escritório e mobiliário corporativo de propriedade da Construtora OAS Ltda”. Segundo apurou ISTOÉ, além de, obviamente, confirmar mais um préstimo a Lula, Pinheiro já disse que as negociações ocorreram quando o petista ainda ocupava a Presidência da República, em dezembro de 2010.
A se consumar o que foi esquadrinhado no acordo para a delação de Pinheiro, pela primeira vez será possível estabelecer que Lula cultivou uma relação assentada na troca de favores financeiros com a OAS quando ainda era o mandatário do País. O depoimento desmontará o principal argumento utilizado por advogados ligados ao PT sempre quando confrontados com informações sobre a venda de influência política por Lula no exterior para empresas privadas nacionais: o de que não constitui ilícito o fato de um ex-servidor público viabilizar negócios de empresas privadas nacionais com governos estrangeiros. No “toma lá, dá cá” entre o petista e a OAS, o “dá cá” ocorreu quando Lula encontrava-se no exercício de suas funções como presidente da República.
O que o ex-presidente da OAS já antecipou aos procuradores é apenas um aperitivo. O prato principal descerá ainda mais amargo para Lula e virá a partir dos depoimentos propriamente ditos. Obviamente, não basta apenas o delator falar. É necessário fornecer provas sobre os depoimentos, sem as quais o aspirante à delação premiada não se credencia para a diminuição da pena. Quanto a isso, tudo está tranqüilo e favorável para o empreiteiro. E desfavorável para Lula. Pinheiro está fornido de documentos, asseguram os investigadores. Promete entregar todos eles. Dessa forma, mais uma tese de defesa do petista será demolida. Ficará comprovado que tanto o sítio em Atibaia como o tríplex no Guarujá pertenceriam mesmo a Lula. No papel, o sítio é de propriedade dos empresários Jonas Suassuna e Fernando Bittar, irmão de Kalil Bittar, sócio de Lulinha. Na prática, era Lula e sua família quem usufruíam e ditavam as ordens no imóvel. O enredo envolvendo o apartamento no Guarujá é mais intrincado, mas não menos comprometedor para família Lula da Silva. Além de abundantes indicativos relacionando Lula ao tríplex, reunidos num processo pelo MP-SP, há uma imagem já tornada pública que registra um encontro do próprio Léo Pinheiro com Lula. A foto, tirada do hall de acesso aos apartamentos, registra uma vistoria padrão de entrega de chaves, segundo depoimento prestado por Wellington Carneiro da Silva, à época o assistente de engenharia da OAS, responsável por fiscalizar as obras do Edifício Solaris. No depoimento, ele disse que o imóvel estava em nome da OAS, mas sabia que a família a morar no apartamento seria a de Lula. Pinheiro confirmará à força-tarefa da Lava Jato que o imóvel foi um regalo ao petista e que a pedido do ex-presidente assumiu obras da Bancoop, pois a cooperativa estava prestes a dar calote nos compradores dos apartamentos.
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CLIQUE PARA AUMENTAR (Crédito:Reprodução)
Nos últimos dias, Lula voltou a entoar como ladainha em procissão a fábula da superioridade moral. Reiterou que “não há ninguém mais honesto” do que ele. Como se vê no desenrolar das negociações para a delação, Pinheiro, simpatizante do PT e com quem Lula viveu uma relação de amizade simbiótica desde os tempos do sindicalismo, o fará descer do pedestal ético erguido por ele próprio com a contribuição dos seus fiéis seguidores. O acordo ainda não está sacramentado, mas flui como mel. Para os investigadores não pairam dúvidas: Pinheiro provará que Lula se beneficiou pessoalmente dos esquemas que fraudaram a Petrobras. Os relatos e documentos apresentados pelo executivo, hoje um dos sócios da OAS, poderão reforçar uma das denúncias contra Lula que a Lava Jato pretende apresentar por crimes relacionados ao Petrolão. Seriam pelo menos três. Já haveria elementos comprobatórios, segundo investigadores, para implicar Lula por corrupção passiva e lavagem de dinheiro por favores recebidos não só da OAS como da Odebrecht. Resta saber o momento em que as denúncias seriam apresentadas, uma vez que podem resultar numa condenação superior a dez anos de cadeia. Há uma vertente da Lava Jato que prefere aguardar o desfecho da tramitação do impeachment da presidente Dilma Rousseff no Senado. Seria uma maneira de evitar uma possível convulsão social no País, antes do desenlace do julgamento tido como crucial para os rumos políticos nacionais. Outro grupo, por ora majoritário, não admite que o critério político prevaleça sobre o técnico. Por isso, Lula anda insone, segundo interlocutores próximos.
Mensagens apreendidas no celular de Léo Pinheiro já evidenciavam a influência de Lula em favor da OAS fora do País, conforme revelou o empreiteiro nas tratativas para a delação. Constam do relatório de cerca de 600 páginas encaminhados pela Polícia Federal à Procuradoria-Geral da República no início deste ano. Nas mensagens, Pinheiro conversava com seus funcionários para decidir viagens do ex-presidente ao exterior e já mencionava a contribuição dele em obras fora do Brasil. No capítulo “Brahma”, codinome cunhado pelo empresário para se referir a Lula, a PF listou pelo menos nove temas de interesse de Pinheiro que teriam sido abordados com o petista. Entre eles estão programas no Peru, na Bolívia, no Chile, no Uruguai e na Costa Rica. São citados numa mensagem encontrada pela PF o “Programa Peru x Apoio Empresarial Peruano e Empresas Brasileiras”, o “Apoio Mundo-África” e a “Proposta Mundo-Bolívia”. Num torpedo de Jorge Fortes, diretor da OAS, para Leo Pinheiro, dias depois de a presidente da Costa Rica, Laura Chinchilla, ter anunciado o cancelamento da concessão outorgada à empreiteira para a construção de uma estrada avaliada em US$ 523,7 milhões, ele diz o seguinte: “Presidente Lula está preocupado porque soube que o Ministério Público vai entrar com uma representação por causa da Costa Rica”. Num SMS para Pinheiro, em novembro de 2013, César Uzeda, executivo da OAS, diz que colocou um avião à disposição para Lula embarcar rumo ao Chile ao meio dia. “Seria bom você checar com Paulo Okamotto (presidente do Instituto Lula) se é conveniente irmos no mesmo avião”. No mesmo conjunto de mensagens, o ex-presidente da OAS diz para um funcionário da empreiteira: “Lula está procurando saber sobre obras da OAS no Chile”. Na delação, o empresário promete confirmar que as trocas de mensagens se referiam mesmo à atuação de Lula em favor da OAS no exterior.
À Lava Jato interessa perscrutar os segredos mais recônditos de Lula. E Léo Pinheiro possuía intimidade suficiente para isso. O empreiteiro foi apresentado a Lula no início da década de 1980. Quando o petista ingressou na política, o empreiteiro logo marcou presença como um dos principais doadores de campanha. A ascensão de Lula ao Palácio do Planalto foi acompanhada da projeção da OAS no mercado interno. Dono de acesso irrestrito aos gabinetes do poder, Pinheiro se referia a Lula como “chefe”. A relação se deteriorou quando o empresário foi privado de sua liberdade. O sócio da OAS apostava no prestígio de Lula para livrá-lo do radar da Lava Jato. Ameaçado de morte num diálogo cifrado com um carcereiro no Complexo Médico-Penal de Curitiba, o empresário tomou a decisão de fazer do testemunho sua principal arma de defesa e trilha para salvação. Sobrará para Lula.
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Rodolfo Buhrer/La Imagem/Fotoarena

Ex-ministros do PT também estão nas mãos de Moro

O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), também encaminhou semana passada para o juiz Sérgio Moro, de Curitiba, apurações envolvendo os ex-ministros Jaques Wagner (Chefia de Gabinete da Presidência), Ideli Salvatti (Direitos Humanos) e Edinho Silva (Comunicação Social) e o ex-presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli. Uma das investigações envolvendo Wagner surgiu de depoimento do ex-diretor da Petrobras, Nestor Cerveró, que em delação premiada apontou recebimento de propina na Petrobras junto com Gabrielli. O material sobre Ideli Salvatti também é baseado na delação de Cerveró, que apontou que ela usou cargo no governo para renegociar uma dívida de R$ 90 milhões de uma transportadora de Santa Catarina com a BR Distribuidora, uma subsidiária da Petrobras. Na delação, ele diz que “imagina que a ministra Ideli e outros políticos” receberam propina no negócio. O caso de Edinho Silva é fundamentado na delação do ex-presidente da construtora UTC Ricardo Pessoa. Aos investigadores, ele narrou encontro em que o ex-ministro teria pressionado por doações para a campanha da presidente afastada Dilma Rousseff nas eleições de 2014.

Governador do Rio de Janeiro Decreta Estado de Calamidade Pública nas Finanças do Estado


O governador em exercício, Francico Dornelles (PP), decretou estado de calamidade pública no estado, em razão da grave situação financeira. O decreto foi publicado nesta sexta-feira (17), em uma edição extraordinária do Diário Oficial.

O decreto foi acordado em um jantar entre Dornelles e o presidente interino, Michel Temer (PMDB), na noite desta quinta-feira (16), no Palácio Jaburu. Ele serve, entre outras medidas, como justificativa legal para a União repassar o presente de R$ 3 bilhões ao Rio de Janeiro.

No texto, Dornelles afirma que a crise impede o cumprimento das obrigações assumidas para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos no estado, autorizando as "autoridades competentes a adotar medidas excepcionais necessárias à racionalização de todos os serviços públicos essenciais".


O decreto também estabelece que cada autoridade competente editará atos normativos necessários à regulamentação do estado de calamidade pública.


Como justificativa, o governo afirma que a crise pode provocar colapso na segurança pública, saúde, educação, mobilidade e gestão ambiental". Cita ainda que as delegações estrangeiras começam a chegar este mês para aclimatação para os Jogos.


O presidente da Assembleia Legislativa, Jorge Picciani (PMDB), que também estava no jantar com Dornelles e Temer, não quis comentar o decreto.

Carta branca

Na prática, a medida autoriza o estado, entre outras atribuições, a contrair empréstimos emergenciais sem a autorização da Assembleia Legislativa.


Presidente da Comissão de Tributação da Alerj, Luiz Paulo (PSDB) afirma que o decreto dá uma "carta branca" ao governador e secretários pelos próximos meses.


"O estado poderá conseguir recursos, com a União ou bancos privados, sem que se leve em consideração a sua capacidade de endividamento. Além disso, secretários poderão suspender contratos e fechar outros sem licitação. É uma carta-branca pelos próximos três meses", explicou o tucano. "É a primeira vez que vejo o estado decretar calamidade pública por colapso na administração financeira".


Terceira Fase da Operação Tríade Atinge Raiz de Organizações Criminosas


Ação fiscaliza estabelecimentos comerciais que negociam peças e acessórios de veículos na Vila Canaã, região Sudoeste de Goiânia. Trabalho é coordenado pelas forças policiais e de inteligência da Secretaria de Segurança Pública e Administração Penitenciária e quebra ciclo vicioso que os delitos promovem. Raciocínio é que cidadão que compra peças de origem duvidosa, financia e alimenta a corrente de atos criminosos

Em ação organizada pelas forças policiais e de inteligência da Secretaria de Segurança Pública e Administração Penitenciária (SSPAP), foi realizada nesta sexta-feira (17/06) a terceira etapa da Operação Tríade. O principal objetivo é fiscalizar estabelecimentos comerciais que negociam peças e acessórios de veículos. A intervenção se deu na Vila Canaã, região Sudoeste de Goiânia. O balanço consta a recuperação de um veículo, um mandato de prisão preventiva cumprido, três crimes contra a ordem tributários lavrados e um bloqueador de sinal de celular, usado costumeiramente em furtos de caminhões, apreendido. 
A Operação Tríade é um duro golpe em organizações criminosas responsáveis por furto e roubo em todo o Estado. Além disso, quebra-se o ciclo vicioso de delitos que a cadeia promove. O raciocínio é que o cidadão que compra peças de origem duvidosa, financia e alimenta a corrente de atos delituosos.

As atividades desta sexta-feira foram coordenadas pela Delegacia Estadual de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos Automotores (DERFRVA), que tem como titular o delegado Adriano Sousa Costa. Envolveu as polícias Civil, Militar, Técnico-Científica, Corpo de Bombeiros e Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz). 
 
De acordo com o delegado responsável, a operação enfraquece associações criminosas responsáveis por furto e roubo de veículos. “Estes resultados demonstram que as forças policiais trabalham de forma efetiva e conjunta”, disse. “O Estado está presente e segue o combate efetivo contra todas as formas de criminalidade”, afirma. “O recado foi dado”, finaliza. 

A Operação Tríade já abrangeu 10 municípios: Ceres, Goianira, Inhumas, Itaberaí, Jaraguá, Nerópolis, Petrolina, Rialma, Rianápolis e Uruana. Quatorze lojas foram interditadas por falta de alvará de funcionamento. Já na primeira etapa, realizada em março deste ano, 34 locais que não apresentaram a documentação necessária para o funcionamento acabaram lacrados. 

Ação conjunta  
No combate ao crime organizado, principalmente ligado a roubo e furto de veículos, as forças policias têm obtido seguidos êxitos. Apenas nos últimos dois meses, o Batalhão de Operações Especiais de Goiás (Bope) prendeu, em 13/05, Charles Andrade da Silva, conhecido como Charlão da Canaã, um dos maiores clonadores de veículos da região metropolitana de Goiânia. No último mês, também foi desarticulada uma associação criminosa, situada na Rua Manoel Silva, no setor Vila Regina. Já em abril, foram presos em flagrante Sandro Oliveira de Jesus Júnior e Taffarel da Silva, responsáveis por desmanche de veículos roubados nas proximidades da Vila Canaã.

José Eliton Avaliza Benefícios Para Aposentadoria de Policiais Civis

Vice-governador e secretário de Segurança Pública e Administração Penitenciária reuniu-se com integrantes de associações e de sindicatos da categoria no Palácio Pedro Ludovico Teixeira. Ele anunciou despacho favorável da SSPAP à aposentadoria com permanência da integralidade e paridade dos proventos e ao abono de permanência


O vice-governador e secretário de Segurança Pública e Administração Penitenciária, José Eliton, recebeu, na manhã desta sexta-feira (17/06), representantes de sindicatos e associações ligadas à Polícia Civil. Apresentaram demandas da categoria - principalmente aquelas vinculadas à aposentadoria dos policiais civis -, obtiveram a anuência e apoio do vice-governador e secretário, e ainda destacaram avanços e investimentos feitos na corporação desde que José Eliton assumiu a Pasta, em 25 de fevereiro deste ano. A reunião foi acompanhada pelo delegado licenciado e deputado federal João Campos e pelo diretor-geral da Polícia Civil, Álvaro Cássio.

No encontro, o vice-governador e titular da SSPAP manifestou despacho favorável da Secretaria de Segurança Pública e Administração Penitenciária à aposentadoria especial – o “especial” é termo definido pela Constituição Federal por se tratar de atividade de risco - com permanência da integralidade e paridade dos proventos e também ao abono de permanência que seria pago aos profissionais que se aposentam mas que querem continuar trabalhando.

O delegado licenciado e deputado federal João Campos destacou que este posicionamento da SSPAP vai mitigar a espera de policiais civis que aguardavam a tramitação do processo de aposentadoria – há casos em que o profissional adiou a solicitação na expectativa de resolução destes entraves. João Campos ainda ressaltou o reflexo do abono de permanência junto ao efetivo, uma vez que o policial civil, ainda que aposentado, poderia continuar no cargo.

Segundo a presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de Goiás (Sindepol), Silvana Nunes, essas eram reivindicações antigas da categoria. “O que percebemos, a partir de agora, é que temos nossos direitos reconhecidos e assegurados. A solução acordada hoje traz justiça e celeridade aos processos de aposentadoria que estavam paralisados”, concluiu.

Além do Sindepol – representado pela delegada Silvana Nunes -, também participaram do encontro o presidente da Associação dos Delegados de Polícia (Adpego), Waldson Ribeiro; o presidente da União dos Policiais Civis (Ugopoci), José Virgílio; o presidente da Associação dos Papiloscopistas Policiais (Appego), Juliana Soares; o presidente da Associação dos Peritos e Médicos Legistas (ASPECGO), Antônio Macedo; o presidente do Sindicato dos Peritos Criminais e Médicos Legistas (Sindipericias), Rony Castilho; entre outros servidores da Polícia Civil que também integram sindicatos e associações.

Reconhecimento

O delegado-geral de Polícia Civil, Álvaro Cássio dos Santos, aproveitou a reunião para agradecer ao vice-governador e secretário pelos benefícios e avanços proporcionados à categoria. “Em nome da Polícia Civil, quero agradecê-lo por tudo que tem feito por esta corporação. Nossos policiais se sentirão ainda mais motivados”, disse. “Esses despachos [favoráveis e relacionados às aposentadorias dos policiais] foram de suma importância e vão nos ajudar significativamente, pois temos excelentes policiais que podem contribuir ainda mais com a instituição [falando especificamente do abono de permanência]”, finalizou.

Outros participantes da reunião adotaram tom semelhante em seus pronunciamentos. E elencaram investimentos feitos pelo Governo do Estado em pouco mais de quatro meses em que José Eliton está à frente da SSPAP. Incluindo desde a inauguração da Delegacia em Senador Canedo, passando por entrega de novos armamentos, e o anúncio de troca da frota utilizada pelas forças policiais.

A título de ilustração, somente no dia 13 de junho último, foram entregues 70 submetralhadoras SMT, 704 pistolas semiautomáticas e 484 coletes balísticos modelo feminino para agentes de delegacias localizadas no Entorno do Distrito Federal. 


José Eliton Discute Medidas Para Garantir Mais Segurança no Eixo Anhanguera


Vice-governador e secretário de Segurança Pública e Administração Penitenciária manteve reunião com representantes das polícias Civil e Militar, Metrobus e Consórcio da Rede Metropolitana de Transporte Coletivo (RMTC). Ações serão intensificadas para coibir criminalidade no transporte coletivo



O vice-governador e secretário de Segurança Pública e Administração Penitenciária (SSPAP), José Eliton, manteve reunião na quinta-feira (16/06) com representantes das polícias Civil e Militar, Metrobus e Consórcio da Rede Metropolitana de Transporte Coletivo (RMTC). Um dos principais objetivos do encontro foi discutir estratégias para garantir mais segurança aos passageiros que utilizam o Eixo Anhanguera.



Ficou acertado que serão executadas ações de combate ao crime nos terminais, plataformas e ônibus que integram a linha do transporte. As medidas serão implementadas pelas forças policiais do Estado e os gestores responsáveis pelo Eixo Anhanguera. 



De acordo com José Eliton, o esforço conjunto servirá para coibir a criminalidade nas áreas atendidas pelo transporte. Para ele, o encontro serviu, especialmente, para garantir que ações neste sentido sejam efetivamente cumpridas. “Nosso foco é combater os crimes em suas mais diversas áreas. Vamos continuar na execução de ações cada vez mais intensas para que a sociedade tenha garantida sua tranquilidade tão merecida”, afirma.



Na reunião, também foi destacado o trabalho de videomonitoramento que já é realizado pelo Centro Integrado de Comando e Controle (CICC) da Secretaria de Segurança Pública e Administração Penitenciária (SSPAP), por meio de parceria com a Metrobus, que soma esforços com os policiais que trabalham nas ruas e, juntos, combatem a ação de criminosos.



Comandante de Policiamento da Capital, tenente-coronel Ricardo Rocha ressaltou que a Polícia Militar tem intensificado cada vez mais a presença no Eixo Anhanguera, assim como nas demais regiões de Goiânia. Segundo ele, a corporação está à disposição das ações que serão realizadas para coibir a criminalidade no eixo. 



O presidente da Metrobus, Marlius Braga Machado, ressaltou que a reunião foi bastante positiva. “Esse alinhamento de ações é fundamental para que a criminalidade seja combatida”, assegura. Ele elogiou a aproximação entre as autoridades de segurança com os gestores do transporte coletivo da Avenida Anhanguera. Afirma que problemas como a greve dos funcionários da Guarda Civil Metropolitana, por exemplo, podem dificultar a segurança dos usuários do Eixo Anhanguera, mas que está bastante otimista com a disponibilidade das forças policiais do Estado em enfrentar a criminalidade.



Também participaram da reunião o delegado-geral da Polícia Civil, Álvaro Cássio; o chefe do Estado Maior da PM, coronel Sílvio Vasconcelos; o diretor da Metrobus, Ricardo Jayme; e pelo consórcio RMTC, o diretor executivo Leomar Avelino e o gerente de Segurança, Sandro Guimarães.

Policia Apreende Mais de Meia Tonelada de Maconha em Aparecida de Goiânia


Foram presos Aglailson Januário do Nascimento e Charles Alberto Fernandes Manzotte; droga é originária do Paraguai e seria distribuída na Região Metropolitana. Na quinta-feira, GRAer estouro laboratório de drogas no Jardim Novo Mundo

Equipes do Grupo de Intervenção Rápida e Ostensiva (GIRO) da Polícia Militar de Goiás prenderam nesta quinta-feira (16/06) dois traficantes com cerca de 540 kg de maconha em Aparecida de Goiânia. Segundo informações da Polícia Militar, a droga é originária do Paraguai e seria distribuída na Região Metropolitana e cidades vizinhas.

Além da grande quantidade de droga apreendida, na casa de um dos suspeitos a polícia encontrou ainda duas balanças de médio e grande porte, utilizadas para a pesagem dos entorpecentes. As drogas apresentam embalagens de cores variadas, identificadas segundo o teor de pureza e qualidade, que influenciaria no valor de comércio.

Foram presos Aglailson Januário do Nascimento, de 26 anos, e Charles Alberto Fernandes Manzotte, de 36. De acordo com o comandante do GIRO, Major Elder Joaquim da Costa, o primeiro possui várias passagens por diversos crimes - tráfico de drogas é um deles. 
A operação

Homens do GIRO chegou até o local onde estava a droga logo após a prisão de Aglailson. “Os policiais perceberam que o celular do suspeito informava a chegada de várias mensagens, o que chamou a atenção das equipes. Ao verificar o teor da conversa, percebeu-se que tratava de avisos para que o criminoso fosse ao local indicado buscar os entorpecentes”, relatou major Elde
De porte das informações e endereço, os policiais seguiram para a casa do segundo suspeito, Charles Manzotte, que no momento da abordagem tentou fugir, mas foi contido pelas equipes policiais. Os dois suspeitos seguem presos e a polícia continuará com as investigações para saber se existem mais pessoas envolvidas nos crimes de receptação e comércio de drog

GRAer

Outra força especializada da Polícia Militar, o Grupo de Radiopatrulha Aérea (GRAer) estourou, na tarde desta quinta-feira, laboratório de drogas no Jardim Novo Mundo. Na residência foram encontrados cerca de 20 kg de cocaína pronta para o consumo e comércio, insumos, uma metralhadora, pistolas de calibre restrito, outras armas de fogo, munição, além de R$ 50 mil em espécie

Os policiais chegaram ao local após captura de um foragido da justiça e por meio de entrevistas com moradores do setor, que o ligou ao comércio de entorpecentes. Renato Pereira do Nascimento, de 25 anos, estava foragido desde o ano passado quando cumpria pena no regime semiaberto

FOTOS: Comunicação Social PM5 

Governo de Goiás Firma Acordo Com o Banco Mundial Para Avaliação das OSs na Educação


O governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado de Educação, Cultura e Esporte (Seduce), firmou, na manhã desta sexta-feira, 17, um acordo com convênio com o Banco Mundial para cooperação no desenvolvimento, implementação e avaliação do programa de gestão compartilhada das escolas estaduais com as OSEs (Organizações Sociais Educacionais). Para o governador Marconi Perillo, a participação da organização vai dar condições a Goiás de trabalhar com mais segurança e com maior eficiência: “Ter o selo do Banco Mundial será muito importante para esse projeto. Tenho certeza que essa experiência será, daqui a alguns anos, comemorada pelo Banco Mundial como uma história de sucesso que ajudou a transformar a educação em todo o Brasil”.

A solenidade ocorreu no 10º andar do Palácio Pedro Ludovico Teixeira e contou com a presença do diretor do Banco no Brasil, Martin Raiser, de consultores da instituição e da secretária de Educação Raquel Teixeira. Marconi afirmou que sua maior motivação na última eleição foi o desafio de mudar a Educação no Estado com ênfase na qualidade. “Quero mudar completamente a cultura da gestão da Educação no nosso país. O Brasil já perdeu tempo demais por medo de quebrar paradigmas e fazer mudanças. O que me move na vida pública é a vontade de quebrar paradigmas”.

Raiser lembrou a importância da Educação no desenvolvimento de um país e parabenizou Marconi e sua equipe pela “ousadia” e “vontade” de transformar a área. “O experimento que vocês estão começando em Goiás é verdadeiramente novo e importante. Tenho muita satisfação em acompanhá-lo. Sabemos que o problema na educação no Brasil não é falta de recursos, mas sim a administração deles. Agradecemos esta oportunidade de trabalharmos em parceria com Goiás”, afirmou.

O trabalho em conjunto do Banco Mundial e o Estado de Goiás, por intermédio da Seduce, pretende compartilhar conhecimento, ideias e lições aprendidas; planejar atividades conjuntas em áreas de interesse comum; conjugar esforços e capacidades; utilizar da melhor maneira os recursos e facilidades e periodicamente avaliar a efetividade de trabalharem em conjunto. O Banco vai orientar o Estado no aperfeiçoamento de um modelo que inédito no Brasil. "Não existe nenhum tipo de acordo financeiro envolvido, o Banco Mundial e o Governo de Goiás fizeram um acordo técnico para o desenvolvimento das escolas através das OSEs", esclareceu a secretária.

No modelo de gestão compartilhada, as OSEs receberão recursos por número de alunos atendidos, para gerenciar não só a infraestrutura e a manutenção da escola, mas também para apoiar o desenvolvimento das atividades pedagógicas definidas pela SEDUCE, incluindo a seleção de professores. A contrapartida o aumento de eficiência na gestão da escola, por meio de modelos de gestão mais flexíveis e ganhos de escala; e a criação de um ambiente para a inovação pedagógica e alcance de resultados.

Para o Governo, a parceria engrandece uma missão que é fazer na escola pública um modelo ágil e eficiente. “Queremos uma escola em que o aluno pobre tenha a mesma qualidade das escolas particulares”, reafirmou Raquel. “Vamos repassar às OSs na Educação os recursos que hoje gastamos por aluno. Portanto, será um recurso baseado no número de alunos. Nós teremos economia na gestão para bons resultados e uma gestão eficiente. A Secretaria será a grande condutora do processo pedagógico e as OSEs atuarão na eficiência de gestão. Ganham os alunos, os pais, os professores e o Estado. Isso que se pretende em um mundo moderno: oferecer à população gratuitamente um serviço público de qualidade”, observou Raquel. 

De acordo com ela, o edital do programa das OSs na Educação deve ser publicado rapidamente, pois já se encontra na Casa Civil e na Procuradoria Geral do Estado (PGE): "Acredito que em agosto já teremos o novo modelo nas 23 escolas públicas da cidade de Anápolis".

Políticos Se Unem Para Enfraquecer Lava Jato

Se um delator da Justiça coloca um político contra a parede, o melhor é encampar a proposta para se mudar a lei da delação premiada. Se um procurador pede sua prisão, dá-se o aviso que cinco pedidos de impeachment do magistrado serão analisados. E se alguém disser que não há isenção para fazer essa análise, você cria um fato e diz que três procuradores do grupo de trabalho da operação Lava Jato não têm condições de investigar o caso, por isso, também deveriam se declarar impedidos. Esta foi a maneira que um dos investigados no esquema criminoso investigado pela força tarefa, o presidente do Senado Federal, Renan Calheiros (PMDB-AL), reagiu às últimas denúncias feitas por um dos delatores do esquema, o ex-senador, ex-presidente da Transpetro e ex-amigo do próprio Calheiros, Sérgio Machado.

As reações do senador alagoano ocorreram na quinta-feira, um dia após a divulgação da delação de Machado, e tiveram um tom de como se nada tivesse ocorrido. O peemedebista conversou tranquilamente com a imprensa por quase meia hora – o que é incomum – e não fugiu de nenhuma pergunta. Citado em onze ocasiões nas investigações, o tom dado por Calheiros só reforçam uma ofensiva política que desde o início das apurações dos desvios bilionários na Petrobras tem crescido. Atualmente, oito projetos tramitam no Legislativo pedindo alterações na atual lei da delação premiada, uma legislação aprovada pelo Congresso no ano de 2013 e, que após garantir ao menos 50 acordos de colaboração, deixou o meio político em desespero.

Os principais pontos reclamados por Calheiros, que já constam de uma das oito propostas de alteração (a assinada pelo deputado petista Wadih Damous), é a de que réu preso não poderia fazer delação e de que se o termo de colaboração vazasse, ele seria anulado. A lógica de Calheiros se baseia em seu próprio caso, que foi gravado pelo então amigo Machado criticando a Lava Jato e o procurador-geral da República, Rodrigo Janot. “No desespero, ele [o delator] envolve até a mãe, quanto mais um amigo”, afirmou a jornalistas na tarde de quinta-feira.

Suas palavras ganham atenção depois que as gravações divulgadas do ex-presidente da Transpetro Sergio Machado mostraram a cúpula do PMDB se articulando por um pacto que estancasse a investigação. Um levantamento feito pelo Ministério Público Federal, no entanto, prevê que menos de 30% das delações premiadas são firmadas por réus encarcerados. Ainda assim, o grupo que luta pela aprovação da mudança nas regras de colaboração diz que esse número causa uma falsa sensação de Justiça. Recentemente, Damous disse que os outros 70% dos delatores seriam pessoas com menor grau de influência no esquema criminoso. Ou seja, na sua avaliação seriam os familiares ou secretários dos peixes-grandes do esquema, os empreiteiros, executivos da Petrobras, políticos e doleiros que teriam sido presos antes de assinarem o termo de delação. Quando Damous apresentou o projeto de lei, Machado, que em nenhum momento esteve detido pela polícia, ainda não havia delatado boa parte da classe política brasileira.

Os projetos que querem mudar a lei da delação 

PL 4372/2016, de autoria do deputado Wadih Damous (PT-RJ)
PL 223/2015, de autoria do deputado André de Paula (PSD-PE)
PL 275/2015, de autoria do deputado Heráclito Fortes (PSB-PI) -- este deputado foi um dos citados como receptor de propina por parte de Machado, o que ele nega.
PL 4078/2015, de autoria de Hugo Motta (PMDB-PB) e Luiz Sérgio (PT-RJ). O petista é citado por Machado em sua delação premiada.
PL 4082/2015, de autoria de Hugo Motta (PMDB-PB) e Luiz Sérgio (PT-RJ).
PL 4081/2015, de autoria de Hugo Motta (PMDB-PB) e Luiz Sérgio (PT-RJ).
PLS 283/2014, de autoria do senador Vital do Rêgo (PMDB-PB) -- hoje ministro do TCU, ele também foi citado por Machado em sua delação premiada.
PL 8079/2014, de autoria de Marco Maia (PT-RS)

As possíveis mudanças na legislação deixaram o Ministério Público em alerta. “Há meros três anos o Brasil passou a ter essa lei da delação. Não há razão para mudar a lei que é tão recente. Quem quer mudá-la só pensa na hipótese dos crimes de colarinho branco e se esquece que ela também vale para os casos clássicos de mafiosos. Como um matador, membro de uma quadrilha iria delatar o chefe do grupo se não houvesse nenhuma garantia para ele?”, diz o presidente da Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), José Robalinho Cavalcanti.