sexta-feira, 17 de junho de 2016

Henrique Alves é Terceiro Ministro a Deixar Governo Temer


Após ser envolvido em uma série de acusações na Operação Lava-Jato, o ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), pediu demissão nesta quinta-feira. Apesar de a decisão de deixar o governo ter sido tomada um dia depois de novas revelações da delação do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado o atingirem, Henrique Alves só sacramentou sua demissão após receber a informação de que existem provas inéditas, desta vez documentais, contra ele, como antecipou o blog do jornalista Jorge Bastos Moreno, no site do GLOBO. Segundo integrantes da cúpula do governo e do PMDB, Alves teria sido informado sobre a descoberta de um depósito de empreiteira em uma conta sua na Suíça.


Aliado histórico e amigo próximo do presidente interino, Michel Temer, Henrique Alves é o terceiro ministro a cair em apenas 35 dias de governo. Antes dele, Romero Jucá(Planejamento) e Fabiano Silveira (Transparência) deixaram de ser ministros também devido a citações ou declarações relativas à Lava-Jato. O presidente interino chamou Henrique Alves ao seu gabinete na noite de quarta-feira após vir a público a delação de Sérgio Machado acusando Alves de ter recebido R$ 1,5 milhão para várias campanhas e de fazer lobby para empresas de tecnologia e serviços serem contratadas pela Transpetro. Os recursos eleitorais teriam como origem contratos entre a estatal e as empreiteiras Queiroz Galvão e Galvão Engenharia. Nesta conversa, Temer pediu ao ministro para pensar sobre a necessidade de deixar o governo:

— Se tem alguma coisa concreta contra você, não tem como você ficar no governo — disse o presidente interino a Alves, segundo relato de um participante da reunião.


Na manhã desta quinta, Alves conversou com o ministro Geddel Vieira Lima (Secretaria de Governo) para discutir sua situação. Foi aconselhado a pedir demissão, o que fez horas depois. Segundo um auxiliar de Temer, na conversa com o presidente, Alves avaliou que, enquanto estivesse no governo, seria alvo ainda maior de vazamentos e especulações em torno da Lava-Jato. Temer acrescentou que ele não conseguiria fazer bom trabalho nessas circunstâncias, e que o ambiente só iria se “agudizar”.


— Ele sentiu o clima e resolveu se antecipar, fez um gesto previdente — disse o assessor.


Na noite de quinta-feira, indagado através de sua assessoria sobre a possível existência de repasses para uma conta dele na Suíça, Alves não confirmou nem negou: “Sempre pautei minhas atitudes e relações pela ética, respeito institucional aos cargos públicos ocupados e valores republicanos. Repudio ilações envolvendo o meu nome, reafirmo a confiança nas instituições do estado democrático de direito brasileiro. Estou à disposição das autoridades competentes e prestarei os esclarecimentos necessários nas instâncias adequadas quando solicitado”.


MINISTRO ERA UM DOS MAIS PRÓXIMOS DE TEMER


Em sua delação, Sérgio Machado afirmou que o ex-ministro era insistente na busca de doações. “Ele (Henrique Alves) ligava diversas vezes para a Transpetro e o depoente ligou algumas vezes para ele”, diz trecho do depoimento.


Na conversa definitiva com Alves, durante à tarde, segundo relatos de auxiliares, Temer se mostrou “abaladíssimo” e comentou que estava perdendo amigos no governo, o que lamentava muito. Os dois conversaram por mais de uma hora. Alves é um dos peemedebistas mais próximos a Temer e há muitos anos integra o mesmo grupo dentro do partido. Agora, do núcleo político que há anos acompanha Temer, há apenas três em cargos estratégicos do governo: os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Geddel Vieira Lima (Governo), e o ex-governador Moreira Franco, coordenador do programa de privatizações.


Após entregar a Temer a carta de desligamento, o peemedebista deixou o Planalto abatido, às 18h15m, pela garagem privativa de autoridades. Ele não quis comentar o pedido de demissão. Abordado pelo GLOBO, foi lacônico:


— Agora sou ex-ministro.


No governo de Dilma Rousseff, Temer atuou para Alves ser indicado ministro. Ele conseguiu emplacar o amigo no Ministério do Turismo em 2015, depois que este foi derrotado na disputa pelo governo do Rio Grande do Norte e ficou sem mandato. Quando se iniciou o processo de impeachment contra Dilma, Alves foi o primeiro peemedebista a pedir demissão para evitar constrangimentos, já que Temer assumiria.


O gesto foi considerado por Temer um sinal de lealdade, e ele resolveu convidá-lo para o Ministério, mesmo com os dois pedidos de abertura de inquérito na Lava-Jato. Segundo um assessor, Temer resolveu nomear o aliado acreditando assumir um “risco calculado”, já que não imaginava que novidades surgiriam contra ele.


Nesta quinta-feira, mantendo cuidado para não magoar Alves, Temer orientou sua equipe de comunicação a delegar para o time do ministro a tarefa de formalizar sua demissão. Na primeira nota divulgada por sua assessoria, Alves disse que “o momento nacional exige atitudes pessoais em prol do bem maior”. Ressaltou que não queria criar “constrangimentos” ao governo interino.


“Não quero criar constrangimentos ou qualquer dificuldade para o governo, nas suas próprias palavras, de salvação nacional. Estou seguro de que todas as ilações envolvendo o meu nome serão esclarecidas”, disse na nota. 


No início da noite, Temer publicou carta em resposta a Alves, agradecendo a dedicação e a lealdade do “caro amigo”. “Agradeço a dedicação e lealdade que sempre permeou nossa relação pessoal e no campo político”, escreveu.


O líder do PT no Senado, Paulo Rocha (PA), afirmou que o sistema político está falido e que a saída de Alves do governo é fruto dessa “podridão”:


— A queda de mais um ministro é proveniente da podridão do sistema político que está envolvendo todos os partidos políticos. Por isso, o governo Temer não se sustentará. É hora de o Congresso fazer a reforma política. A forma como a política foi implementada, sem diferença entre o público e o privado, está fazendo acontecer isso, tanto no governo Dilma como no Temer. Mas há uma diferença: o governo Dilma saiu das urnas. 


Já o líder do DEM, Pauderney Avelino (AM), disse que o governo Temer se difere do de Dilma justamente pela celeridade em substituir ministros com envolvimento na Lava-Jato.


— O governo Dilma passava a mão na cabeça na cabeça dos seus. Este, não, se há alguma evidência de que (alguém) tenha pactuado questões ilícitas, o presidente Temer afasta. 


LEIA A ÍNTEGRA DA CARTA DE HENRIQUE ALVES


"Excelentíssimo Senhor Presidente Michel Temer,


O momento nacional exige atitudes pessoais em prol do bem maior. O PMDB, meu partido já 46 anos, foi chamado a tirar o Brasil de uma crise profunda. Não quero criar constrangimentos ou qualquer dificuldade para o governo, nas suas próprias palavras, de salvação nacional. Assim, com esta carta entrego o honroso cargo de Ministro do Turismo.


Estou seguro de que todas as ilações envolvendo o meu nome serão esclarecidas. Confio nas nossas instituições e no nosso Estado Democrático de Direito. Por isso, vou me dedicar a enfrentar as denúncias com serenidade e transparência nas instâncias devidas.


Pensei muito antes de tomar esta difícil decisão, porque acredito que o Turismo reúne as melhores condições para ajudar o Brasil a enfrentar o momento difícil que vive. Esta foi a motivação que me levou a voltar ao comando do Ministério depois de tê-lo deixado por uma questão política, de coerência partidária.


Acredito ter honrado os desafios do setor no pouco mais de um ano que estive no Ministério do Turismo. Registramos conquistas importantes como a isenção de vistos para países estratégicos durante a Olimpíada e Paralimpíada, a redução do imposto de renda para o turismo internacional e a execução de obras de infraestrutura turística em todas as regiões, para citar alguns exemplos.


Presidente Michel Temer, agradeço à sua sempre lealdade, amizade e compromisso de uma longa vida política e partidária, sabendo que sempre estaremos juntos nessa trincheira democrática em busca de uma nação melhor. A sua, a minha, a nossa luta continua. Pelo meu Rio Grande do Norte e pelo nosso Brasil.


Respeitosamente, Henrique Eduardo Alves"

Renan Calheiros Recebeu Um Prédio de Oito Andares de Dinheiro Roubado do Povo


Renan Calheiros recebeu R$ 32 milhões de propina vindos de contratos da Transpetro, segundo Sérgio Machado. Do montante, R$ 24 milhões foram entregues em espécie.

Segundo o colunista do jornal O Globo, Lauro Jardim,  cogitando que só notas de R$ 100 tenham sido usadas, a quantia seria suficiente para montar uma pilha de 24 metros de altura, o equivalente a um prédio de oito andares.

José Sarney, coitado, recebeu menos. Foram R$ 18,5 milhões roubados, sendo R$ 16 milhões em espécie, suficiente para alcançar um prédio de cinco andares.

Marconi Defende Maior Verticalização da Produção Agrícola Brasileira


O governador Marconi Perillo afirmou hoje, durante abertura do 4º Fórum Brasileiro da Indústria de Alimentos, que o Brasil precisa avançar na agregação de valor de sua produção primária para garantir maior geração de emprego e renda. A defesa foi feita para cerca de 200 empresários da cadeia da alimentação que participam do evento, organizado pelo Lide – Grupo de Líderes Empresariais -, no Hotel Mercure, em Goiânia.

“A indústria da alimentação verticaliza nossa produção primária. Quando exportamos matéria-prima, sem agregação de valor, estamos exportando também empregos, que seriam gerados se tivéssemos uma indústria realizando este trabalho aqui. Quanto mais processamos matéria-prima, mais empregos criamos. É isso que temos de incentivar para o desenvolvimento industrial”, destacou.

Marconi analisou, no entanto, que uma política econômica mais estável é fundamental para este processo de verticalização. Para ele, a estabilidade propicia melhor condição para importar insumos, exportar produtos primários elaborados, além de uma política de câmbio e juros mais segura. “A política macroeconômica é fundamental para a gente ter um ambiente que possibilite o avanço industrial”, disse.
Ele lembrou que cabe ao Estado proporcionar a desburocratização e garantir uma oferta de infraestrutura de qualidade para o setor produtivo. “Assim geramos competitividade e atraímos investidores. O Brasil pode se transformar no grande produtor de alimentos do mundo. Já produzimos 200 toneladas de alimentos, mas podemos ir a mais. A desburocratização e infraestrutura precisam ser levadas a sério”.

O governador, antes de encerrar seu discurso, destacou os reflexos positivos da verticalização industrial vivenciada por Goiás: “Nos últimos dez anos, avançamos acima da média nacional na geração de empregos e a balança comercial multiplicou mais de 20 vezes de 1999 para cá. A modernização do agronegócio teve papel primordial nisso. Por isso, a agregação de valor deve ser pauta de todos os governos”.

Debates - Líder do setor que debate Agronegócios do Lide, o ex-ministro do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) Roberto Rodrigues destacou a tese defendida por Marconi. Segundo ele, o Brasil é hoje o maior exportador de sete commodities (café, soja, suco de laranja, açúcar, carne de frango, carne bovina e tabaco). Mas, por conta de gargalos internos e do comércio internacional, ainda se agrega pouco valor a esta produção.

Citou o exemplo do café para ilustrar este cenário. “O Brasil exporta 27% da produção de café mundial. Menos de 2% desse total é torrado e moído aqui. Os campeões mundiais em café torrado e moído são Alemanha e Itália - dois países que não plantam um pé de café sequer. Eles pegam nosso café, da Colômbia, Vietnã e da Costa Rica misturam, torram e moem. O Brasil tem de ocupar este posto”, disse.

O chairman (presidente administrativo) do Lide e ex-ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior Luiz Fernando Furlan também seguiu a defesa de Marconi Perillo. “Não há nada errado em exportar commodites agrícolas. O maior exportador são os EUA, por exemplo. Mas temos de agregar valor com inovação, tecnologia e criatividade. Uma tonelada de produto processado chega a 10 mil dólares. Uma tonelada de milho ou farelo de soja não passa de 300,00 dólares”, disse.

Furlan disse ainda que o Brasil vem se consolidando como expressivo protagonista na exportação de alimentos para o mundo, e que deverá ampliar suas negociações através dos acordos bilaterais. O chairman do LIDE enfatizou, porém, a necessidade de se criar um brand (marca de fábrica) para os produtos brasileiros, a exemplo das tulipas da Holanda, dos vinhos franceses ou do bacalhau de Portugal.

A programação do Fórum será encerrada à tarde com a outorga do 4°Prêmio Lide da Indústria de Alimentos 2016 para empresas de destaque no mercado nacional da Alimentação e com homenagem ao ex-ministro da Agricultura e Presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal, Francisco Turra. “O ministro Turra veio 14 vezes a Goiás em 16 meses que esteve à frente do ministério, entre 1998 e 1999. É, sem dúvida, um grande parceiro da economia goiana”, disse Marconi.

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Integrantes do PMDB Pedem a Extinção da EBC


Integrantes do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) pregam abertamente o fim da Empresa Brasil de Comunicação em conversas no Palácio do Planalto. A estatal criada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2007 se tornou um dos principais focos de disputa entre o governo do presidente interino Michel Temer e da afastada Dilma Rousseff. As informações são do Estadão.


Aliados do governo Temer pedem fim da Empresa Brasil de Comunicação fundada por Lula em 2007
(Imagem: Divulgação/EBC)A empresa, que possui atualmente mais de 2.600 funcionários, vive em situação de duplo comando desde que o Supremo Tribunal Federal determinou a volta do jornalista Ricardo Melo à direção. O profissional foi nomeado para mandato de quatro anos por Dilma, uma semana antes do afastamento da presidente. A decisão do STF reintegra Melo ao quadro diretivo, mas não revoga a nomeação do também jornalista Laerte Rímoli, assinada por Temer.


Rímoli assumiu a EBC com déficit de R$ 94,8 milhões e dívidas de R$ 20 milhões. No comando, passou a identificar apadrinhados dos governos do Partido dos Trabalhadores (PT) em cargos como 11 gerentes de si próprios e 30 coordenadores sem subordinados. O jornalista cortou duas das oito diretorias e reduziu de 42% para 33% os cargos ocupados por servidores de fora do quadro da EBC – a recomendação é de que o índice não passe de 30%. Também foram suspensos contratos de quase R$ 3 milhões anuais.


Porém, ao reassumir o posto, Melo recontratou apadrinhados petistas exonerados por Rímoli, como a mulher de Alexandre Padilha, ex-ministro da Saúde do governo Dilma e atual secretário de Saúde do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), e nomes diretamente ligados ao ex-ministro da Secretaria de Comunicação Edinho Silva, como Mauro Maurici, superintendente de São Paulo cujo salário é de R$ 24,5 mil; e da superintendente do Rio, Marília Baracat.


Segundo Melo, não houve aumento de contratação desde que voltou à EBC e que, ao contrário, a proporção hoje entre funcionários do quadro e de cargos em comissão é de 32%, já que os recontratados ocupam vagas de demitidos da curta era Rímoli.


Melo não quis comentar a proposta do fim da EBC, defendida por aliados próximos de Temer, como informou o jornal O Globo. O ministro-chefe da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima, classifica a empresa como “emblema do aparelhamento do PT no governo”, que só gera “desperdício de dinheiro”.


Lima afirma que a extinção da empresa ainda não é projeto de governo, mas de alguns integrantes da gestão do presidente em exercício. Para o ministro, a EBC – responsável pela gestão de duas emissoras de TV, sete de rádio e três portais na internet – deveria acabar e ter seus servidores concursados distribuídos por outros setores.


O secretário executivo do Programa de Parceria de Investimento (PPI), Moreira Franco, também defende o fim da companhia. De acordo com ele, foi encomendado estudo no Ministério do Planejamento sobre a viabilidade da EBC. Já a assessoria de Temer informa que o assunto não está em discussão na Presidência.


Representante dos empregados no Conselho de Administração da EBC, Edvaldo Cuaio apontou desperdício de dinheiro com a demissão e recontratação de profissionais na troca de comando entre Melo e Rímoli. Ele também critica os contratos de transmissão de jogos de futebol, orçados em R$ 17,8 milhões.


O Planalto solicitou auditoria, que está sendo feita nos contratos para transmissão exclusiva do Campeonato Paulista de Futebol da Série A3, Campeonato Paulista de Futebol Feminino e da Copa Paulista de Futebol. Também está sendo questionado o contrato das Séries B, C e D do Campeonato Brasileiro. Pelo menos 12 dos 40 jogos previstos já foram transmitidos. Moreira avalia que não faz sentido manter uma estatal com programação parecida com a das empresas privadas, citando como exemplo a cobertura esportiva.


Ex-ministro e pré-candidato do PT a prefeito de Araraquara (SP), Edinho Silva afirmou que os contratos de futebol foram assinados antes de sua gestão – um deles, o da A3 do Paulista, entrou em vigor em sua gestão na Comunicação Social. Ele também defendeu a transmissão dos jogos, pois representam “a maior audiência da TV Brasil”.

Equipe da ESPN Brasil é Furtada nos Estados Unidos

Viajando de leste a oeste dos Estados Unidos para cobrir as finais da NBA in loco, a equipe da ESPN Brasil foi furtada na madrugada desta terça-feira, 14, em Oakland, no estado da Califórnia. A informação, publicada pela coluna de Flavio Ricco no UOL, foi confirmada por uma fonte do canal esportivo à reportagem do Portal Comunique-se.

O crime aconteceu enquanto os cronistas esportivos brasileiros estavam jantando em um restaurante local, após acompanharem a vitória do Cleveland Cavaliers sobre os donos da casa, o Golden State Warriors. Segundo a informação do UOL, mochilas foram levadas com equipamentos e documentos do narrador Everaldo Marques, dos comentaristas José Renato Ambrósio e Eduardo Agra e dos demais integrantes da equipe.

A ação foi rápida e os jornalistas nem viram os responsáveis pelo furto. Ninguém foi agredido. Com apoio da ESPN americana, os profissionais do Brasil seguem nos Estados Unidos para transmitir o sexto jogo da final da NBA, que será realizada na noite de quinta-feira, 16, no ginásio do Cleveland, em Ohio. Se vencer, o Golden State Warriors será consagrado o campeão da temporada. Caso os Cavaliers levem a melhor, haverá a sétima partida para definir o melhor time da NBA.

Vapt Vupt Participa do Governo Junto de Você em Uruaçu

Entre os dias 16 e 19 de junho, Uruaçu recebe o programa Governo Junto de você que leva à população serviços essenciais prestados pelo Governo de Goiás e agilizam o andamento de processos, a entrega de benefícios e obras, além de colher críticas e sugestões da população. 



O programa do Governo estadual, promovido pela Secretaria de Governo com apoio da Secretaria de Gestão e Planejamento (Segplan) e de outros órgãos, já passou, este ano, por Jataí e Aparecida de Goiânia e conta com uma grande estrutura. Um total de 350 profissionais trabalham desde a organização do evento ao atendimento à comunidade. O Vapt Vupt participa dessa edição com os seguintes serviços:



• CPF: inscrição, consulta e regularização

• Previdência social: inscrição de autônomo e empregado doméstico, e simulação de cálculo de aposentadoria

• Imposto de Renda: emissão de DARE e DARF 

• Certidões de débitos: cíveis e criminais 

• Requerimentos: pensão por morte; salário maternidade de empregada doméstica e individual; auxílio doença/perícia médica

• Cadastro para emissão do título de eleitor

• Emissão de carteira de identidade (documentos para emissão de RG: certidão de nascimento ou casamento original, 2 fotos 3x4 recentes e comprovante de endereço)

• Solicitação de passaporte

• Consulta de seguro desemprego

• Cadastro no Programa Nota Fiscal Goiana

• Parcelamento de tributos

• Passaporte do idoso e do portador de necessidades especiais 

• Carteira de trabalho 

• Atendimento ao cliente Ipasgo

• Saneago: emissão de 2ª via de fatura, negociação de débitos, solicitação de ligação de água e esgoto, e reparos em cavaletes e vazamentos externos

• Celg: consulta de débitos, cadastramento e descadastramento de clientes Baixa Renda, emissão de 2ª via de faturas de energia elétrica, registro de ligação nova, registro de restabelecimento de fornecimento de energia, mudança de titularidade (adesão), entre outros

• Meio-ambiente: formalização de denúncias e processos, emissão de licença de pesca, regulação fundiária

• Registro de reclamações do Procon

• Detran: solicitação de 1ª e 2ª via de CNH; CNH definitiva; reemissão de CNH; comunicado de venda; multas, licenciamento, IPVA e Seguro DPVAT (taxas do Detran são cobradas)

• Realização de consulta ao SPC e Serasa, realização do cadastro positivo

• Corpo de Bombeiros: solicitação de inspeção (vistoria e funcionamento), entre outros serviços.



Além dos serviços oferecidos pelo Vapt Vupt, o programa conta com a cooperação de outros órgãos como a Juceg, Banco do Povo, Sebrae, TJ-GO, TRT, exames médicos, palestras diversas e atividades para crianças e adultos, entre outros.Na última edição, em Aparecida de Goiânia, o Vapt Vupt realizou 2.929 atendimentos. 



Serviço:

O que: Governo Junto de Você em Uruaçú

Quando: 16 a 19 de junho de 2016

Local: Rua Cristiane Rose, ao lado da Igreja São José Operário, no Setor Rosen Park (Setor Aeroporto) – Uruaçú 



Marconi Abre as Portas do Palácio das Esmeraldas Para Lançamento de livro sobre arquivos da ditadura militar

"Marconi fez em Goiás a melhor Lei de Anistia, superando todos os estados", afirma presidente da ANIGO

Declaração foi feita em lançamento de livro sobre anistiados políticos goianos, no Palácio das Esmeraldas



O presidente da Associação dos Anistiados, Pela Cidadania e Direitos Humanos do Estado de Goiás (ANIGO), Marco Antônio Dela'Corte, afirmou, durante lançamento do livro Arquivos Revelados - A Ditadura Militar em Goiás, no Salão Dona Gercina Borges, na terça-feira (14/06), no Palácio das Esmeraldas, que foi no governo de Marconi Perillo a promulgação da melhor lei para os anistiados do regime militar. "Marconi fez em Goiás a melhor Lei de Anistia, superando todos os estados", elogiou. A obra em dois volumes e foi elaborada pela Associação dos Anistiados, Pela Cidadania e Direitos Humanos do Estado de Goiás (Anigo), em parceria institucional da Universidade Federal de Goiás.
O governador declarou ser “uma honra” receber o lançamento do livro. Classificou o Palácio das Esmeraldas como “a casa do povo” e disse estar emocionado em participar do lançamento de uma obra que homenageia os anistiados políticos do Estado de Goiás. “Reunimos aqui hoje familiares de muitos que foram perseguidos durante a ditadura militar. Tivemos aqui um verdadeiro reencontro com a história com o lançamento desse livro, que é muito elucidativo", afirmou.

Marconi contou que iniciou na militância política logo após o fim do regime militar. Lembrou do quanto foi opressivo o sistema político vigente à época: "Sabemos que muitos idealistas goianos foram perseguidos e torturados por defender a liberdade, a democracia, princípios nobres em ralação aos direitos fundamentais. Nós abrimos a casa de Pedro Ludovico Teixeira, que também foi perseguido. O Estado de Goiás faz hoje, mais uma vez, um reconhecimento público a esses homens e mulheres vítimas da ditadura".

O livro traz transcrições de relatórios dos órgãos da repressão que atuavam em todo Brasil e também sentenças de tribunais militares, certidões, depoimentos, artigos, imagens e reportagens. “A universidade ajudou um pouco. Na verdade, o grande trabalho de pesquisa foi feito pela ANIGO. Esse livro nos ajuda a conhecer nossa história de um período sombrio, obscuro, onde as liberdades democráticas foram suprimidas por um golpe militar”, avaliou o reitor da UFG, Orlando Amaral.

Participaram do lançamento o secretário Vilmar Rocha (Secima) e também dezenas de anistiados políticos e seus familiares e amigos.

Lei goiana para anistiados – Durante o primeiro mandato à frente do Executivo goiano, em dezembro de 2001, Marconi Perillo sancionou a Lei Nº 14.067, que concede indenização financeira para anistiados políticos e aos parentes daqueles que não estivessem mais vivos. A lei classifica no artigo 1º os parâmetros para o benefício. “(...) torturado, seviciado, processado, preso, maltratado ou submetido a constrangimento público socialmente lesivo motivado por divulgação ou notícia nos meios de comunicação; atingido por quaisquer das ações ou constrangimento previstos no inciso III e de que tenha decorrido comprometimento da saúde física e/ou psicológica”.

Joaquim Mesquita Discute LDO na Assembleia Legislativa

O Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2017 foi tema da audiência pública, realizada nessa quarta-feira (15/6), na Assembleia Legislativa de Goiás, com participação do secretário de Gestão e Planejamento Joaquim Mesquita, para debater o orçamento do Estado.


Na oportunidade, Mesquita esclareceu que a proposta elaborada pelo Poder Executivo está alinhada com o Plano Plurianual e não traz inovações em relação à Lei atualmente em vigor.


O deputado estadual Francisco Júnior, que preside a comissão de Tributação, Finanças e Orçamento, disse esperar que a votação final e a elaboração do relatório fiquem prontos até o dia 28 de junho, antes do recesso parlamentar.

O PLDO é planejado anualmente e estabelece as regras gerais para elaboração do Orçamento do ano seguinte. Depois é elaborado o projeto de Lei Orçamentária Anual (LOA), que deve respeitar as diretrizes e prioridades estabelecidas na LDO e os parâmetros e limites fixados na Lei de Responsabilidade Fiscal.

Senador Wilder Se Encontra Com Ministro da Saúde e Pede Recursos Para Hugol e Goiânia

O senador Wilder Morais se reuniu nesta quarta-feira (15) com o ministro da Saúde, Ricardo Barros, em Brasília, na sede do Ministério da Saúde (MS) para, mais uma vez, cobrar recursos para a Saúde em Goiás. Entre outros pedidos, ele solicitou a edição de portaria para atender o acordo firmado com o Governo de Goiás para que o Ministério cumpra a sua parte do que foi pactuado para manutenção do Hospital de Urgências Governador Otávio Lage (Hugol). Wilder estava acompanhado do secretário de Saúde da Prefeitura de Goiânia, Fernando Machado Assis, que reivindicou apoio do Governo Federal para a conclusão do Hospital Maternidade da Região Oeste de Goiânia.
Antes da inauguração do Hugol, o MS se comprometeu, após emitir análise técnica, em participar com 50% do custeio global (R$ 15,6 milhões mensais) do hospital. Na época da inauguração, o compromisso do Ministério era de custear esse percentual e, paulatinamente, ampliar esse valor. No entanto, hoje a União repassa cerca de R$ 2,6 milhões mensais. Os outros R$ 13 milhões têm sido bancados pelo Governo do Estado.
Antes do presidente Michel Temer assumir o Governo Federal, com o afastamento da presidente Dilma Rousseff, o senador Wilder Morais já havia se encontrado com o então ministro da Saúde à época, Marcelo Castro. Na pauta o mesmo pedido de hoje para que a União assumisse o que foi pactuado com o Governo de Goiás em relação ao Hugol.
“O Hugol é uma unidade de saúde considerada como porta de entrada de urgência e atende Goiânia, Goiás e outros estados. É fundamental que a União banque a parte que foi pactuada com o Governo goiano para melhorarmos ainda mais o atendimento no hospital”, defendeu Wilder Morais.
A gestão do Hugol está sob o comando da Associação Goiana de Integralização e Reabilitação (Agir), Organização Social (OS) que também cuida da gestão da CRER e do Hospital de Dermatologia Sanitária (HDS), todos referências nas suas áreas de atendimento, segundo informou Dante Garcia de Paula, um dos gestores da Agir.

Apoio a reivindicação da Prefeitura de Goiânia
O secretário da Saúde da Prefeitura de Goiânia, Fernando Machado Assis, acompanhou o senador Wilder Morais na reunião no Ministério da Saúde com o objetivo de liberar os recursos para conclusão das obras do “Hospital e Maternidade Região Oeste de Goiânia”, com previsão para realizar cerca de 12 mil atendimentos mensais, sendo 800 partos, o que resulta em praticamente 40% dos partos feitos no município. Os recursos somam cerca de R$ 48 milhões.
O novo hospital e maternidade de Goiânia teve o seu processo licitatório lançado no início de 2015. A nova unidade de saúde, com endereço no Conjunto Vera Cruz I, terá aproximadamente 15 mil metros quadrados, 170 leitos e atenderá cerca de 12 mil pessoas por mês.
Segundo Wilder Morais, todas as demandas de Goiás para a área da saúde têm o seu apoio e atuação no Senado para destravar os recursos e melhorar o atendimento à população. “Sei que é fundamental termos uma saúde pública de qualidade. Por isso atendo tanto o Governo do Estado quanto as prefeituras no que for possível para termos acesso aos recursos para funcionamento das unidades de saúde”, disse o senador Wilder.
De acordo com a assessoria técnica da Secretaria de Saúde de Goiânia, o Hospital e Maternidade da Região Oeste representa um marco na saúde da capital. Com a liberação dos recursos solicitada pelo senador Wilder, a previsão é de que as obras sejam concluídas ainda este ano.

Volvo Ocean Race Busca "Repórteres Corajosos" Para VIajar o Mundo Pelos Mares

Em nova campanha online, a Volvo Ocean Race convida repórteres a encararem desafio pelos mares durante a nova edição da regata, que desde 1973 tem colocado velejadores profissionais uns contra os outros. Apelidada pela marca de “o trabalho esportivo mais difícil de todos”, a vaga de “onboard repórter” exigirá coragem dos participantes.


Os escolhidos irão enfrentar um desafio de nove meses pelos oceanos (Imagem: Divulgação)Antes de serem aprovados para participarem do desafio, os profissionais serão testados em situações adversas, no intuito de provarem sua capacidade de suportar a pressão mental e física do trabalho. A regata Volvo Ocean Race tem mais de 40.000 milhas náuticas, abrange quatro oceanos, cinco continentes e nove meses de maratona.


Segundo os criadores da ação, o desafio exige repórteres qualificados e experientes para informar tudo que se passa a bordo de áreas remotas e hostis do planeta. “Para contador de histórias profissional, estou certo de que não há desafio maior na terra do que este. Vocês serão empurrados para além de seus limites físicos, mentais e criativos”, declara o cineasta americano Amory Ross, que desempenhou o papel nas duas últimas edições do evento.


Para espalhar o conteúdo dos oceanos do mundo diretamente para os fãs, os barcos contam com arsenal tecnológico. Cada veleiro possui central multimídia, com câmeras de controle remoto, microfones e outros equipamentos para garantir qualidade, velocidade e desempenho do trabalho jornalístico.


“Estamos procurando candidatos com perfil aventureiro, mas também com experiência na área de mídia sólida”, explica o chefe da área de televisão da Volvo Ocean Race, Leon Sefton, que está conduzindo o projeto de recrutamento dos OBRs. “Não é possível subestimar o trabalho e sua dificuldade, pois é realizado dia sim, dia não, em condições diversas, com pouco ou nenhum sono”, afirma.


O trabalho desenvolvido pelo repórter a bordo da Volvo Ocean Race será regularmente apresentado nos principais meios de comunicação do mundo, em veículos como The Daily Telegraph, New York Times, Red Bull Mídia House e outras 242 emissoras em 83 canais de televisão em todo o mundo.


Mais de 2.000 candidatos se inscreveram na edição 2014-2015 e os organizadores estão esperando número ainda maior neste ano. Para tentar a vaga, os profissionais devem acessar o site da campanha e enviar resumo do seu trabalho. Os selecionados passarão para a próxima rodada, onde será realizada entrevista formal. Em seguida, será realizado o teste final.