quarta-feira, 1 de junho de 2016

5° Café Empresarial Jovem

O vice-governador e secretário de Segurança Pública e Administração Penitenciária (SSPAP), José Eliton, participa da 5ª edição do Café Empresarial Jovem, promovido pela Associação Comercial e Industrial de Aparecida de Goiânia (Aciag) e pela Aciag Jovem. Na oportunidade, Eliton responde questões a respeito da segurança pública e da administração estadual. O evento visa promover o debate entre empresários com personalidades do meio político e empresarial. Participam do encontro: o ex-comandante da PM e superintendente da SSPAP, coronel Silvio Alves, o diretor da Unifan, professor Alcides, representantes do Fórum Empresarial, da Aciag, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) – seccional Goiás, da Federação das Indústrias de Goiás (Fieg), da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) e da Associação de Jovens Empreendedores e Empresários de Goiás (AJE Goiás).

Filho de Sérgio Machado Vai Fazer Delação Premiada

Expedito Machado Neto, filho do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, fechou acordo de delação premiada com a Justiça na Operação Lava Jato. Ele será colaborador da mesma delação junto com o pai. O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal, homologou a delação de Sérgio e Expedito Machado.

Nos últimos dias, vieram a público gravações que Sèrgio Machado fez de conversas com políticos. Diálogos gravados por ele já derrubaram um dos principais ministros do presidente da República em exercício, Michel Temer (PMDB), o senador Romero Jucá(PMDB), e também o então ministro da Transparência, Fabiano Silveira.

Também vieram à tona áudios que implicam o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e o ex-presidente José Sarney(PMDB-AP).

A expectativa é que o conteúdo da delação traga novos fatos envolvendo políticos. Nos depoimentos, Sérgio deve dar detalhes sobre participantes do esquema de corrupção investigado na Lava Jato enquanto Expedito deve falar sobre o caminho do dinheiro.

Transpetro
Aliado do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), Machado assumiu a presidência da Transpetro em 2003, no início do governo Lula, por indicação política do PMDB.

No período em que ficou na subsidiária da Petrobras, colocou em prática o Programa de Modernização e Expansão da Frota, com encomenda de 49 novos navios para transporte de combustíveis, inicialmente orçado em R$ 4,4 bilhões.

O programa previa a obrigatoriedade de construção dos navios no Brasil e fixava uso mínimo de componentes nacionais. Isso o ajudou a reaquecer o setor naval no Brasil, algo que era frequentemente comemorado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pela presidente afastada Dilma Rousseff. Entretanto, houve atraso na entrega de navios, que acabaram custando mais caro que o previsto inicialmente.

Após a chegada de Dilma à Presidência da República, a Petrobras passou por mudanças.

Diretores foram substituídos e, na presidência da estatal, Dilma colocou Maria das Graças Foster no lugar de José Sérgio Gabrielli. Machado, entretanto, foi mantido na Transpetro como indicado do PMDB.

Em novembro de 2014, a Transpetro anunciou a licença de Machado da presidência da subsidiária, em princípio, por 31 dias.

A licenção foi motivada pelas denúncias de corrupção na Petrobras e após pressão da empresa PwC (PricewaterhouseCoopers), que exigiu o afastamento do executivo como condição para assinar a auditoria de um balanço da estatal.

Em fevereiro de 2015, Machado pediu demissão do cargo de presidente da Transpetro.

Lewandowski Interferiu em Processo Para Ajudar o PT e a Presidente Dilma


O Tribunal Superior Eleitoral sumiu com os pareceres técnicos que sugeriam a reprovação das contas do PT na época do mensalão e da campanha da presidente Dilma em 2010. Documentos revelam que isso ocorreu por determinação do ministro Ricardo Lewandowski



Em outubro do ano passado, o Supremo Tribunal Federal monopolizava as atenções do país quando alinhavava as últimas sentenças aos responsáveis pelo escândalo do mensalão. Naquele mesmo mês, só que em outra corte de Justiça e bem longe dos holofotes, um auditor prestava um surpreendente depoimento, que jogava luz sobre episódios ainda nebulosos que envolvem o maior caso de corrupção da história. O depoente contou que, em 2010, às vésperas da eleição presidencial, foi destacado para analisar as contas do PT relativas a 2003 - o ano em que se acionou a superengrenagem de corrupção. Foi nessa época que Delúbio Soares, Marcos Valério, José Genoino e o restante da quadrilha comandada pelo ex-ministro José Dirceu passaram a subornar com dinheiro público parlamentares e partidos aliados. Havia farto material que demonstrava que a contabilidade do partido era similar à de uma organização criminosa. Munido de documentos que atestavam as fraudes, o auditor elaborou seu parecer recomendando ao tribunal a rejeição das contas. O parecer, porém, sumiu - e as contas do mensalão foram aprovadas.

Menos de dois meses depois, ocorreu um caso semelhante, tão estranho quanto o dos mensaleiros, mas dessa vez envolvendo as contas da última campanha presidencial do PT. O mesmo auditor foi encarregado de analisar o processo. Ao conferir as planilhas de gastos, descobriu diversas irregularidades, algumas formais, outras nem tanto. Faltavam comprovantes para justificar despesas da campanha. A recomendação do técnico: rejeitar as contas eleitorais, o que, na prática, significava impedir a diplomação da presidente Dilma Rousseff, como determina a lei. Ocorre que, de novo, o parecer nem sequer foi incluído no processo - e as contas de campanha foram aprovadas. As duas histórias foram narradas em detalhes pelo auditor do Tribunal Superior Eleitoral, Rodrigo Aranha Lacombe, em depoimento ao qual VEJA teve acesso. Ambas cristalizam a suspeita de que a Justiça Eleitoral manipula pareceres técnicos para atender a interesses políticos - o que já seria um escândalo. Mas há uma acusação ainda mais grave. A manipulação que permitiu a aprovação das contas do mensalão e da campanha de Dilma Rousseff teria sido conduzida pessoalmente pelo então presidente do TSE, o ministro Ricardo Lewandowski.

Senado Aprova Projeto Que Agrava Pena Para Estupro Coletivo


Depois do estupro coletivo de uma adolescente de 16 anos no Rio de Janeiro, o Plenário do Senado aprovou nesta terça-feira projeto de lei que aumenta a pena para esse tipo de crime quando for cometido por duas ou mais pessoas. O projeto estava paralisado no Senado desde setembro de 2015 à espera de um relator, e só foi desengavetado nesta segunda-feira diante da comoção provocada pela acusação da jovem que disse ter sido violentada por 33 homens em uma comunidade na Zona Oeste do Rio.

O texto original havia sido apresentado na esteira da repercussão de um estupro coletivo no Piauí em maio de 2015, quando quatro meninas foram atacadas e espancadas na cidade de Castelo do Piauí, localizada a 190 quilômetros de Teresina - uma delas morreu. Na época, a principal discussão sobre o tema era a possível redução da maioridade penal, já que a maior parte dos suspeitos era menor de idade.

"Os crimes de violência contra a mulher, infelizmente, na maioria das vezes tomam o rumo da impunidade. Mais ainda, da invisibilidade. A não ser em casos como do Rio de Janeiro, quando aparecem nas manchetes, (...) mas a maioria dos casos passa ao largo das lentes de nossas retinas", disse a senadora Simone Tebet (PMDB-MS), relatora do tema no Senado.

Pelo projeto, a pena para estupro coletivo pode ser majorada de um terço a dois terços, dependendo das circunstâncias, situação de pobreza e vulnerabilidade das vítimas. Também passa a ser crime, segundo o relatório de Simone Tebet, a divulgação nas redes sociais de estupro individual ou coletivo. A punição para esses casos passa a ser de dois a cinco anos de reclusão.

Atualmente, o Estatuto da Criança e Adolescente (ECA) trata o tema de forma diferente e criminaliza a divulgação, publicação, troca e transmissão de vídeos, fotografias ou outro registro que contenham cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente. O Código Penal, por sua vez, prevê aumento de um quarto da pena, de forma genérica, para crimes contra a dignidade sexual praticados por mais de uma pessoa.

Segundo Tebet, além dos casos de estupro coletivo, o agravamento de pena incidirá em situações de violência que hoje já têm sanções majoradas, como os seguidos de lesão corporal de natureza grave, quando a vítima é menor de 18 anos ou na situação em que o estupro resulta em morte. Hoje, o Código Penal estabelece pena de seis a dez anos de prisão para estupro. Se a conduta resulta em lesão corporal de natureza grave ou se a vítima é menor, a sanção é de oito a doze anos de prisão. Em caso de morte da vítima, a legislação atual fixa pena de doze a trinta anos de reclusão.

A autora do projeto, Vanessa Graziottin (PCdoB-AM), defendeu a ideia de que "é preciso punir de maneira diferenciada e exemplar os responsáveis por esses delitos". O tema será agora remetido à Câmara dos Deputados.

Eduardo Cunha Pode Se Livrar de Cassação

 Antes de viajar para o Chile, o presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), fez um novo gesto que poderá beneficiar o presidente afastado da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Em consulta endereçada à Comissão de Constituição e Justiça, Maranhão quer que a CCJ se manifeste antecipadamente sobre a votação de processos no plenário. A intenção, segundo integrantes do Conselho, é aprovar novas regras para a votação do processo em plenário. Uma das perguntas questiona se é possível fazer emendas à recomendação do conselho em plenário. O relator da consulta à CCJ será o presidente da comissão, deputado Artur Lira (PP-AL), aliado de Cunha.

Na consulta, Maranhão faz quatro perguntas, sem se referir expressamente ao caso Cunha. Na primeira, indaga se o que vai a voto é o parecer do relator ou o projeto de resolução que formaliza a pena a ser aplicada.

A segunda pergunta indaga se podem ser feitas emendas à esse projeto de resolução e a terceira, se as emendas podem ser prejudiciais ao representado. Na última pergunta Maranhão indaga se, em caso de rejeição do projeto de resolução, é votada a representação originalmente oferecida ao Conselho? Ou ela será considerada prejudicada?

Na opinião de integrantes do Conselho de Ética, a consulta tenta "castrar" o plenário impedindo precedente ocorrido na gestão de Henrique Eduardo Alves. Durante a votação de processo contra o deputado Carlos Alberto Lereia (PSDB-GO), Alves — ao responder uma questão de ordem do deputado Chico Alencar (PSOL-RJ) — disse que se fosse rejeitada recomendação de suspensão ou não fossem alcançados votos suficientes para aprová-lo (257 votos), o plenário analisaria o pedido da representação, que era de perda de mandato.

Na opinião de integrantes do conselho, aliados de Cunha tentarão aprovar no Conselho de Ética uma recomendação para a aplicação de pena mais branda para ele. E, prevendo que em plenário será mais difícil garantir a aprovação dela, trabalharão para que, caso seja derrotada, o processo seja arquivado e não se possa votar o pedido da representação que é pela cassação.

Na manhã desta terça-feira, o presidente do Conselho de Ética da Câmara, José Carlos Araújo (PR-BA), recebeu das mãos do relator do processo contra Eduardo Cunha (PMDB-RJ), deputado Marcos Rogério (DEM-RO), o relatório e o voto do caso. O documento pede a cassação do mandato do peemedebista, mas não inclui a acusação de que Cunha teria recebido propina do esquema de corrupção da Petrobras. Mais cedo, Araújo foi notificado por um funcionário da Corregedoria da Câmara sobre cinco representações contra ele no órgão. Ele é acusado de compra de votos e uso de laranja para compra de imóvel.

Vasco Perde os 100% Mas Continua Invicto e Líder


Não dá para vencer sempre, mas pelo menos perder segue sendo o verbo proibido de ser conjugado pelo Vasco. Ontem, a equipe treinada por Jorginho empatou com o Oeste em 1 a 1, em São Paulo, e deixou para trás os 100% de aproveitamento na Série B. Dos males, o menor: ainda assim, o time aumentou para 32 o número de partidas invicto e permaneceu na ponta da tabela, agora isoladamente, graças à derrota do Atlético Goianiense.

O que também não mudou foi o caráter decisivo de Nenê para o time de São Januário. Com apenas 23 segundos de jogo, o camisa 10 aproveitou o passe do lateral Yago Pikachu para bater com o pé esquerdo, no canto, e abrir o placar na Arena Barueri.

- Fico feliz por seguir contribuindo para o time - destacou o apoiador: - O importante era o ponto e não perdemos. No próximo jogo, vamos voltar a vencer.

Na partida de sábado, o Vasco voltará a São Januário para enfrentar o Goiás. Na partida, não terá Yago Pikachu, que recebeu o terceiro cartão amarelo e terá de cumprir suspensão automática. Por outro lado, não se preocupará com o estilo de jogo ofensivo do adversário.

Especialmente no primeiro tempo, o gramado pesado dificultou um pouco a vida dos vascaínos e aumentou o desgaste da equipe. Depois que o Oeste digeriu o gol-relâmpago que sofreu, passou a equilibrar as ações. Com um estilo de jogo de toque de bola ofensivo, envolveu o Vasco em alguns momentos. Aos 28 minutos, Luan cortou mal uma jogada e, na sequência, Francisco Alex aproveitou o rebote para empatar o placar: 1 a 1.

- Foi um jogo difícil e temos de enaltecer o trabalho do Oeste. Eles jogam tocando a bola e futebol moderno é isso aí. Foi um jogo bom e bonito - reconheceu Luan.

No segundo tempo, o Vasco entrou em campo com algumas alterações. A partida seguiu equilibrada. O time da Colina ainda criou algumas chances de gol, mas o empate acabou sendo justo.

- O resultado foi bom. Foi um jogo de muito toque de bola - afirmou Rodrigo.

A Agetop inaugura a praça esportiva Parque Marcos Veiga Jardim, no Autódromo de Goiânia


Trata-se de um espaço público de 66 mil metros quadrados com estrutura para a prática esportiva, como pista de skate, de caminhada, de patinação, quadras poliesportivas, lanchonetes e ainda teatro de arena e espelhos d’água.

O Parque, construído pela Agetop, será entregue num ato esportivo a ser realizar às 17hs desta quinta-feira (02/06) e contará com a presença do Sr. Governador Marconi Perillo e do presidente da Agetop, Jayme Rincón. Contamos com sua presença.

O acesso ao Parque, que fica na área do Autódromo, pode ser realizado pela GO-020 ou pela Avenida Ayrton Senna, em direção aos condomínios Portal do Sol.

Embaixador de Bangladesh Diz Que Goiás é Muito Importante na Relação do Brasil Com Outros Países


Mohamed Quayes reuniu-se com o governador Marconi Perillo e afirmou que o Porto Seco de Anápolis é, hoje, uma das estruturas mais importantes do país


O governador Marconi Perillo recebeu, na tarde de ontem, o embaixador de Bangladesh no Brasil, Mohamed Mijarul Quayes; representantes das embaixadas de Guiné Bissau e Moçambique, e do consulado de Portugal. A comitiva participa do Seminário Internacionl de Negócios Brasil – África – Bangladesh, que acontece até amanhã na Vila Cultural Cora Coralina. O embaixador afirmou ao governador que Bangladesh inicia um ciclo de relações comerciais com o Brasil e, nesse processo, Goiás é o ponto mais importante. “Goiás é o centro da relação comercial do Brasil com outros países”, disse.

Mohamed esteve ontem em Anápolis, onde conheceu a estrutura e a logística do Porto Seco, e também a fábrica da Hering. Ele ressaltou que o Porto Seco representa a conectividade de Goiás e do Brasil com o mundo, e sugeriu a extensão das operações da plataforma. Disse também ter interesse nas atividades relacionadas à cana de açúcar, pois tomou conhecimento de que Goiás é o segundo maior produtor do Brasil. “Também nos chama muita atenção a indústria da confecção”, informou, referindo-se à visita a fábrica da Hering.
Após a reunião, o embaixador e comitiva visitariam a Fieg e algumas fábricas. O governador afirmou que Goiás está de portas abertas para estreitar relações comerciais com Bangladesh. “Acredito que temos muito a oferecer àquele país, em termos de agricultura, infraestrutura e indústrias”, declarou.

Segplan Lança Projeto Gestão Por Competências

Identificar as habilidades, investir no desenvolvimento das potencialidades dos servidores e obter resultados eficazes. Esses são os objetivos do projeto Gestão por Competências, lançado nesta terça-feira (31/5), na Escola de Governo Henrique Santillo, pela Secretaria de Estado de Gestão e Planejamento de Goiás (Segplan).
Inspirado nas instituições consideradas ilhas de excelência administrativas, como a Receita Federal e o Tribunal de Contas da União, o projeto propõe possibilitar mais autonomia ao servidor. A superintendente executiva da Segplan, Paula Amorim, afirma ser preciso que os servidores saibam quais as competências da organização, o que ela oferece e o que eles precisam saber e fazer, bem como os aspectos técnicos e comportamentais esperados, para que o melhor resultado seja alcançado.
Presente no evento de lançamento, o secretário de Gestão e Planejamento de Goiás, Joaquim Mesquita, ressalta que não se trata de uma avaliação nem de “dar notas” para os servidores. Mas, sim, de uma ferramenta para nortear as ações de cada área da Segplan. “A Gestão por Competência possibilita que as pessoas conquistem o desenvolvimento profissional”, diz.
Mapeamento
O projeto teve início em abril, pela listagem das ações e o mapeamento das competências organizacionais. Inicia agora o levantamento das funções das unidades administrativas e das habilidades dos servidores.
Para identificá-los, a gerente de Gestão de Pessoas Juliana Caldas Chaves começa o levantamento com os titulares das unidades nesta semana. Em seguida, vem o mapeamento dos conhecimentos específicos dos servidores, para que, até setembro, estejam prontos a normatização da lotação e movimentação interna e o plano de desenvolvimento da secretaria, que vai identificar as lacunas entre habilidade e função.
Ao identificar essas lacunas, a Escola de Governo Henrique Santillo passará por uma reestruturação da sua grade para oferecer a capacitação e adequação dos servidores aos fins da organização.
O projeto parte do princípio da sintonia entre função e habilidade. Segundo o secretário Joaquim mesquita, a Segplan espera deixar um legado de funcionalidade e eficácia na gestão pública, aperfeiçoando os serviços oferecidos à população e o bem-estar e melhor aproveitamento de seus servidores.

Operação Lava Jato Pode Jogar Prefeitura de Rio Verde no Colo do Deputado Lissauer

O deputado estadual Lissauer Vieira é pré-candidato a prefeito de Rio Verde, uma das mais importantes cidades do estado de Goiás. Bem colocado nas pesquisas Lissauer pode ter sua vida facilitada por conta da operação Lava Jato.

Um dos seus principais concorrentes tem estreito relacionamento com o ex-presidente da Odebrecht, Marcelo Odebrecht, sendo um dos poucos políticos que foi convidado para o casamento do ex-todo poderoso da Odebrecht, que se encontra preso pela polícia federal.

Com o avançar das investigações é pouco provável que o político que tem pretensão de ser candidato a prefeito de Rio Verde escape da Polícia Federal.

Fotos e audios poucos republicanos envolvendo um concorrente de Lissauer Vieira podem facilitar a vitória do deputado estadual na eleição para a prefeitura de Rio Verde.