Um conhecido ditado popular diz que o povo tem o governo que merece. Será que a população de Acreúna concorda com esse ditado?
O histórico político de Acreúna não é dos melhores. Nós últimos 20 anos, os gestores que passaram pela cadeira de prefeito tiveram problemas com a justiça.
A briga pelo poder deixou a cidade e a população em segundo plano. O que passou a importar para os grupos políticos que disputam o poder, não é o que é melhor para a cidade, mas sim o que importa para eles.
Na década de 90 o jovem, Cairo Batista, despontou na política de Itumbiara. Se elegeu vereador, deputado e prefeito, antes de completar 30 anos. Lembro bem que na sua eleição de prefeito, ele teve o apoio da maioria dos vereadores, partidos e lideranças políticas. Mas assim que assumiu a prefeitura, não conseguiu governar. Embora bem intencionado politicamente, todos que participaram da eleição, queriam o seu "naco de poder" e sentiam-se, responsáveis por sua eleição. Com a prefeitura loteada, ele virou refém do grupo político que o elegeu. Foi o fim de uma carreira política promissora. Como lição, Cairo Batista, disse tempo depois que deveria ter feito aliança política com o povo e não com grupos políticos.
Faltando 4 meses para a eleição de prefeito, que será em 15 de novembro, Acreúna apresenta 3 candidatos com chances de vitória: Claudiomar, Professora Clarice e Adélio Neto. Existem outros pré-candidatos, mas apenas para participar da eleição, sem nenhuma chance de vitória, seja por falta de capilaridade política ou pelo histórico tão sujo, que chega a envergonhar a população.
Claudiomar é o atual vice-prefeito, mas não tem o apoio do prefeito Edmar Neto e de seu grupo político. Repetindo um repertório do ciclo vicioso dos últimos anos da política de Acreúna, onde o vice, trai a confiança do prefeito sucessivamente. Edmar Neto era vice de Rogério Sandim e traiu o prefeito para tomar o poder. Edmar Neto recebeu uma dose do mesmo veneno com seu vice-prefeito Claudiomar. Em resumo, Claudiomar é mais do mesmo. Claudiomar é a continuação do que deu errado na política de Acreúna nos últimos anos.
Adélio Neto é um candidato de laboratório, produzido artificialmente pelo desgastado grupo político de Edmar Neto. Um menino que até o inicio do ano, não morava em Acreúna e nem o titulo eleitoral era da cidade. Na verdade, Adélio Neto, não conhece os moradores e as necessidades da cidade. Adélio não é um líder político e não tem serviço prestado em Acreúna. Sua candidatura se baseia na política antiga, onde sua principal credencial é ser parente de alguém. Como havia dito anteriormente, Adélio Neto é um cafetão político em busca de prostitutas políticas. Por dinheiro tem político que faz de tudo, serviço completo se for preciso. Vide o histórico de alguns vereadores de Acreúna. Adélio é um fantoche manipulado por um grupo político que não quer perde o poder. Esse grupo está tão desgastado politicamente que teve que fazer uso de um "corpo estranho" para disputar a eleição. Tão estranho, que se Adélio andar pela cidade sem documento e sofrer um infarto, será socorrido como um indigente e só será identificado por parente.
A professora Clarice é o que se apresenta como diferencial na eleição deste ano em Acreúna. Graduada em pedagogia, pós graduada em psicopedagogia e administração escolar. Mestre em ciências da educação. Concursada da secretária de educação do estado há 24 anos, atualmente cursa o 5º período de psicologia. Foi gestora em três escolas. A primeira foi no distrito de Arantina. A segunda, foi a escola municipal tia Lurdes e por último o colégio estadual Ari Ribeiro, onde foi gestora por por 5 anos. Clarice foi gestora de recursos humanos da prefeitura municipal por 4 anos. Presidente de comissão de licitação por 3 anos. Conselheira do Conselho de Assistência Social por 3 anos. Professora Clarice tem credenciais próprias, não é uma candidata produzida em laboratório e não faz parte do ciclo vicioso que se reveza no poder há anos em Acreúna.
Pela primeira vez na história as mulheres estão tomando a iniciativa em Acreúna de passar a cidade a limpo. Não pelo simples fato de ser mulher, mas principalmente, por serem mulheres de iniciativa.
O Juiz Reinaldo Dutra havia absolvido servidores públicos acusados de ato de improbidade administrativa. A decisão do juiz foi reformada por "mulheres da justiça". A desembargadora Maria das Graças Carneiro Requi acolheu parecer ministerial da promotora de Justiça Lívia Augusta Gomes Machado, em substituição no segundo grau, em sessão que teve a participação da procuradora de Justiça Márcia de Oliveira Santos.
A ação civil pública foi ajuizada pela promotora de Justiça Anna Edesa Ballatore Holland Lins Boabaid, da 2ª Promotoria de Justiça de Acreúna, buscando a condenação de Geraldo Barros Machado e Patrícia Ferreira dos Santos, presidente e secretária da Comissão Permanente de Licitação do município de Acreúna, e de Márcio Rezende de Oliveira e Lírio Alves dos Santos. Em junho de 2013, foi publicado, pela Comissão de Licitação, edital da modalidade carta convite, para locação de veículo para o Centro de Referência em Assistência Social. Um dia antes do certame, Márcio de Oliveira, que é casado com Patrícia dos Santos, adquiriu um veículo com financiamento, e acabou vencendo a licitação. Ele contratou Lírio dos Santos, pai da secretária da comissão, para ser motorista do veículo.
“Diga-me com quem andas e te direi quem és!”, pois, "quem se mistura com porco, farelo come" .

2 comentários:
Gostei muito bom bem elaborado
Perfeito
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