"Aceitei o desafio, que é muito grande, do tamanho da história do clube. Hoje tem uma briga na parte de cima da tabela. Dentro das metas que criei, a primeira é que a gente alcance os 45 pontos e depois pense no acesso. Um objetivo é atrelado ao outro. Tenho a convicção que o Guarani pode brigar pelo acesso. É real a possibilidade de subir", declarou Marcelo Cabo.
O profissional também agradeceu a diretoria pela aposta em Luciano Dias como coordenador de futebol. Segundo o técnico, o Bugre ganhará em experiência e seriedade.
"A gente traz uma comissão que foi campeã comigo no último ano. Meu trabalho é integrado, onde todos têm uma função. Tenho uma vasta experiência na Série B. Já vivi título, briga para não cair. O que o Guarani precisa é uma regularidade", afirmou.
SAÍDA DE VADÃO
Perguntado sobre como aconteceu o convite para comandar o time, Marcelo Cabo garantiu que só aceitou conversar após ser informado de que Vadão não era mais o treinador, dando uma versão diferente da dada pelo ex-técnico nesta terça-feira.
"A diretoria do Guarani entrou em contato comigo no final da noite. Perguntei pela situação do Vadão, e me disseram que estava resolvida, que ele estava fora. Aí sim comecei a conversar com a diretoria. Foi tudo muito rápido".
Logo após a coletiva, Marcelo Cabo comandou o seu primeiro treinamento no estádio Brinco de Ouro. Bastante animado, o técnico conversou com os jogadores e priorizou os trabalhos físicos. Afastados, Gilton, Felipe Pará, Claudinho e Renteria não participaram das atividades e devem deixar o clube.
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