A incompêtencia e burocracia da administração do prefeito Iris Rezende(PMDB) está matando crianças em Goiânia. O Jornal O popular publicou reportagem está semana denunciando o
caos na saúde pública de Goiânia. A reportagem de Thalys Alcântara diz que, por causa da incompetência da secretária de Saúde, Fátima Mrué, o cadastramento de leitos de UTI prontinhos está parado no Ministério da Saúde, enquanto centenas de doentes padecem – e morrem – por falta de tratamento adequado.
Veja o trecho da reportagem que aponta claramente a responsabilidade da secretária:
Tanto a Saúde municipal, como a estadual, já aprovaram a inclusão de novas vagas. Esse processo de aprovação passou por auditorias que confirmaram que os leitos atendem critérios do Ministério da Saúde. No entanto, uma nova portaria publicada durante a tramitação pedia uma nova declaração do gestor municipal, no caso, atualmente, a secretária Fátima Mrué.
A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) diz que o Ministério da Saúde pediu grande número de informações, além da declaração do gestor, e que destacou uma equipe para ficar exclusivamente responsável por esses processos.
O superintendente municipal de Regulação e Políticas para Saúde, Glaydson Jerônimo, disse que a pasta ainda está aprendendo a liderá-lo com as novas exigências para o cadastramento desses leitos.
Essa demanda chegou à SMS no final de junho, mas o hospital diz estar tentando o credenciamento desde o ano passado. Dois hospitais privados consultados pela reportagem falam de uma média de cerca de três meses como tempo comum para habilitação de novos leitos de UTI. Esta semana 74 pessoas sem UTIs estavam na fila da regulação em Goiânia.
Uma criança récem nascida está há uma semana na maternidade Nascer Cidadão do Jardim Curitiba aguardando uma vaga em uma UTI neonatal. A criança nasceu com um sério problema no coração e precisa da UTI com urgência, o quadro da criança piorou muito nas ultima s48 horas e os médicos pediram pra família colocar o caso na imprensa porque se não conseguir uma vaga em UTI nas próximas 24 horas a criança pode morrer.

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