Segundo o juiz de execuções penais de Três Lagoas, Rodrigo Pedrini, o filho da desembargadora Tânia Garcia Freitas deixou a cadeia com um mandado de prisão ainda vigente, o que na prática significa que sua libertação foi feita de forma ilegal.
O que é ainda pior é que, de acordo com imagens do circuito interno, quem foi buscá-lo com o habeas corpus na mão foi a própria mãe, a desembargadora:
Estas imagens foram divulgadas pelo Fantástico, assim como este documento:
O juiz da Vara de Execuções Penais disse que a desembargadora ligou para ele e insistiu que o filho fosse retirado da cadeia. Como ele se recusou, ela mesma foi até o presídio, “à revelia de manifestação deste magistrado”.
O MPE, que havia se calado sobre a retirada de Breno da cadeia, disse que vai recorrer, para que ele deixe a clínica onde está internado no interior de São Paulo e volte para a prisão. A internação, segundo o advogado, é para se tratar da Síndrome de Borderline, conforme atestado médico apresentado com o pedido de habeas corpus.

Nenhum comentário:
Postar um comentário