De acordo com a revista piauí, a rede social de Mark Zuckerberg irá, inicialmente, implementar o serviço nos Estados Unidos. Os classificadores irão analisar os conteúdos que circulam nas timelines e classificar caso sejam falsos, indicando a correção do tema com as informações verdadeiras.
A lista de posts com o conteúdo inverídico emitirá um alerta ao usuário que compartilhar e informará a veracidade do dado em questão. O Facebook ressalta, porém, que os conteúdos não serão censurados, de modo que continuarão na rede, podendo ser compartilhados, inclusive.
Durante o anúncio da iniciativa, o VP do news feed do Facebook, Adam Mosseri, falou que a empresa acredita na importância de "dar voz às pessoas" e que não pode "ser árbitro da verdade sozinha".
"Voltamos nossos esforços para enfrentar o que há de pior: as mentiras óbvias, que são espalhadas por ‘spammers’ (aqueles que fazem spam) em seu próprio benefício”, escreveu Mosseri. “Se as plataformas de fact-checking identificarem uma postagem falsa, ela será marcada como tal e haverá um link explicando o porquê. Posts com esse tipo de marcação também poderão ter menos destaque no feed de notícias", finalizou.
Fonte: Comunique-se
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