sábado, 18 de junho de 2016

A Falsa Denuncia de Estupro na Universidade Federal de Goiás

Uma falsa denuncia de estupro mobilizou a policia do Estado de Goiás, provocou revolta nas redes sociais e alguns estudantes chegaram a invadir o prédio da UFG protestando contra a falta de segurança na entidade. As ativistas feministas radicais gritaram mais uma vez para o que elas chamam de cultura do estupro. Alias agora tudo é cultura do estupro. Essa é a onda do momento na qual surfam as ativistas radicais.

“fanfic”, história falsa utilizada por militantes de esquerda para denunciar o machismo, de um suposto estupro na Universidade Federal de Goiás. 

O caso do suposto estupro foi divulgado nas redes sociais pelo estudante de Relações Públicas Daniel Bezerra, de 21 anos, na noite da última terça-feira (14). Ele contou, que tinha visto uma jovem ser deixada pelo suposto estuprador próximo ao bloco da Faculdade de Informação e Comunicação (FIC), no Câmpus Samambaia.

A delegada Ana Elisa da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) afirmou que o suposto estupro na Universidade Federal de Goiás (UFG) é falso. A delegada informou sobre a situação durante uma coletiva de imprensa realizada na Deam, na manhã desta sexta-feira (17).

Segundo a polícia, o suposto crime foi inventado pelo estudante. “Possuímos evidências expressivas que o Daniel virou a câmera que fica direcionada para o banheiro masculino no dia 7 de junho. Ele teve de 7 de junho até o dia 14 para planejar toda ação. No entanto, não tem como afirmar que foi ele que deixou a calcinha no local”, afirmou a delegada.


Ana Elisa explicou que todas as imagens foram analisadas e o que foi averiguado não confere com o que aluno expôs durante o depoimento. “Ele disse que saiu para procurar ajuda, que não encontrou seguranças e isto não é verdade. As imagens mostram a região toda iluminada com a presença de alunos e seguranças”, afirmou.


Daniel, que está em Porto de Galinhas (PE) e só deve retornar ao Estado na próxima semana, deve responder por falsa comunicação de crime, com pena de até seis meses, mas por se tratar de crime de menor potencial ofensivo a pena pode ser convertida em alternativa.

A história contada por um terceiro de um suposto crime sem vítima foi o suficiente para provocar um alvoroço e até comoção com inúmeras pessoas indignadas com a agressão que teria sofrido a jovem. E agora caras pálidas? Onde vcs vão enfiar a cara? Como ficam as pessoas que saíram propaganda a mentira pelas redes sociais como sendo verdade absoluta. Tentando tirar uma casquinha da onda do momento?

A violência contra a mulher e os verdadeiros casos de estupros já  são suficientes para pedir mais proteção para as mulheres. a sociedade machista está evoluindo, lentamente mas está evoluindo. Agora embarcar em movimentos liderados por ativistas radicais, que defendem apenas seus interesses e usam o coletivo para tentar tirar proveitos pessoais não é um avanço e sim um retrocesso.

Espero que este estudante seja exemplarmente punido pela UFG. Expulsão é pouco!

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