O adesivo de 60 por 40 centimetros foi produzido para ser colado proximo ao tanque de gasolina, a ideia que seria passada era que a bomba estaria penetrando sexualmente a presidente Dilma.
Para alguns usuários, o adesivo serve como uma forma de protesto contra o aumento do preço da gasolina.
A ministra Eleonora Menicucci encaminhou uma denúncia ao Ministério Público Federal, à AGU (Advocacia-Geral da União) e ao Ministério da Justiça, pedindo providências com o objetivo de investigar e responsabilizar quem produz, divulga e comercializa adesivos para carros lesivos aos direitos e garantias das mulheres e, em especial, da presidenta da República.
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