Bastou uma derrota para o Vila Nova cair na real. A queda diante do América de Natal jogando em casa foi uma ducha de água fria na imprensa, torcida, diretoria e principalmente no elenco vilanovense.
Mesmo com um jogador a mais no início do segundo tempo, o colorado tomou o gol e não teve forças para reagir.
A experiência de Robston fez muita falta num elenco jovem e ainda imaturo.
Mas apesar da derrota o time ainda sustenta a 2ª posição do grupo e agora encara o Confiança fora de casa.
Na medida do possível, a diretoria conseguiu montar um elenco compatível com a Série C. Mas o que pode atrapalhar a campanha do Vila Nova? Questões fora de campo podem estar influenciando?
É notório que a diretoria está sendo criativa para fazer caixa e manter as contas em dia. A última gestão foi um desastre fora e dentro de campo. As lambanças do ex-diretor de futebol Roni repercutem até hoje.
O clube conseguiu um patrocínio junto à uma concessionária de veículos e ao invés de vender ingressos passou a vender rifas de um carro. Tudo isso para fugir de cobradores e oficiais de justiça. Mas isso tem um preço. O time está deixando de jogar no Serra Dourada um campo maior e melhor e está mandando os seus jogos no OBA, um estádio acanhado e que está prejudicando o rendimento dos atletas.
Além disso o Blog teve acesso a uma outra informação que se confirmada coloca a atual gestão no mesmo nível das anteriores.
Venda de Direitos Econômicos de 3 Jogadores
O Presidente do Vila Guto Veronez teria negociado o percentual de 3 jogadores. Por um valor irrisório Guto vendeu 15% dos direitos econômicos dos atacantes Mateus Anderson e Vanilson e do lateral esquerdo Patrick.
Cabe agora ao Conselho Deliberativo do Clube abrir o olho antes que seja tarde e esclarecer a situação. Vender direitos econômicos a pessoas físicas e jurídicas é uma prática que está sendo coibida pela FIFA e pela CBF e não tem valor legal.

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