Kowalsky Ribeiro advogado e assessor do prefeito de Aparecida de Goiânia Maguito Vilela responde a vários processos por calúnia e difamação. ele se sente no direito de atacar, julgar e condenar atos e pessoas. No entanto como já foi mostrado aqui, o passado de Kowalsky é mais sujo que pau de galinheiro.
Tentativa de Estupro
A menor foi vítima dos crimes de TENTATIVA DE ESTUPRO e LESÕES CORPORAIS e posteriormente AMEAÇA conforme inclusos, o exame de corpo de delito, a cópia do inquérito policial e ocorrência policial."
Em 17 de abril de 2.005 a vítima, a menor, foi surpreendida pelas atitudes do senhor KOWALSKI DO CARMO COSTA RIBEIRO, quando numa visita na residência do Autor do delito."
"Sendo assim na data do ocorrido, a vítima juntamente com o Autor estavam numa festividade de faculdade posteriormente dirigiram-se à residência do Agressor, lá chegando, o mesmo levou-a ao seu quarto e tentou constrangê-la a manter relações sexuais com ele."
"Ao recusar-se a menor passou a ser alvo de agressões físicas e verbais, nas quais o Autor jogou-a contra a parede, em seguida enforcou-a, jogou-a na cama, e a sufocou com um travesseiro, além de tentar tirar-lhe a calça."
"Dessa feita, aos conhecimentos acima, a menor aos berros sendo ouvida pela mãe do Agressor, e em ato contínuo saiu correndo e correu atrás e passou a agredir com chutes e socos.""Assim, em seguida, o Autor ameaçou a Vítima, que se comunicasse a Policia registrando ocorrência, iria matá-la, e finalizou jogando os pertences da menor pela janela do prédio onde mora."
Como que alguém que já foi processado por tentativa de estupro contra uma menor, sente-se no direito de apontar o dedo para alguém? Que moral um sujeito que bate em mulher e tenta estuprar uma menor tem para julgar ato de quem quer que seja. Como pode um prefeito tem um elemento como este como assessor? Pior, este não foi o unico ato de violência praticado por Kowalsky Ribeiro contra uma mulher.
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| Foto Meramente Ilustrativa |
Outro caso de agressão de Kowalsky chegou até nosso conhecimento. Era meados do curso de Direito na PUC/GO. Tratava-se de reunião para aquecer a campanha de eleição para o Centro Acadêmico Clóvis Bevilacqua, na qual Kowalsky era candidato. A reunião se deu na área de lazer do prédio em que reside o pai do Kowalsky, senhor Adair Ribeiro, acima do campo do Goiás, perto da Avenida 85. No evento estavam algumas lideranças estudantis, bem como alguns amigos (da época) do Kowalsky.
Lá pelo meio da tarde, a então namorada do Kowalsky,(Vamos preservar o nome a pedido da vitima que confirmou a história) resolveu tirar satisfação com ele, pois o mesmo estava cantando as outras garotas que participavam do evento. Irritada, Priscila resolveu se retirar da festa, momento em que foi seguida pelo rapaz. Kowalsky já estava meio embriagado e visivelmente irritado. Primeiro passou a namorada, quase voando, em prantos. (Não se trata da namorada da tentativa de estupro)
E todos os presentes na festa se entreolharam. Logo em seguida, veio Kowalsky, com a cara fechada e bufando. Os dois passaram quase correndo em meio às pessoas. Kowalsky alcançou a namorada no saguão do prédio, já quase na portaria. No meio da discussão, Kowalsky deu um murro com tanta força no rosto da garota, que quebrou o nariz dela e abriu um corte transversal, parecendo ferimento de faca.
A pancada foi tão violenta, que a mão de Kowalsky tem cicatriz até hoje. Ele bateu com o dorso da mão. Sorte dele foi que os pais da moça estavam viajando naquele fim de semana e a mesma decidiu abafar o caso. Foi uma correria sem igual. Jorrou muito sangue do nariz da garota. A mão de Kowalsky também sangrava. A namorada chorava sem parar. Depois ela alegou aos pais que o estrago no nariz era fruto de um acidente doméstico, a típica desculpa de mulheres que são agredidas por companheiros.
Entrei em contato com a vítima para confirmar essas informações. Ela pediu para ter seu nome preservado:

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