quarta-feira, 8 de março de 2023

Economia brasileira perde R$ 410 bilhões para o mercado ilegal

Levantamento exclusivo feito pelo Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade demonstra aumento dos prejuízos bilionários causados ao País em 2022


Perdas do país -- Mercado Ilegal

Levantamento exclusivo feito pelo Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade demonstra aumento dos prejuízos bilionários causados ao País em 2022



Perdas do país -- Mercado Ilegal







O contrabando é um grave problema, que traz prejuízos bilionários para o Brasil. Somente em 2022, as perdas com esse crime somaram R$ 410 bilhões. O valor é a soma das perdas registradas por 14 setores industriais, que chegam a R$ 280,8 bilhões, e a estimativa dos impostos que deixaram de ser arrecadados, de R$ 129,2 bilhões, em função dessa ilegalidade. Os dados são do Fórum Nacional Contra a Ilegalidade (FNCP), divulgados nesta sexta-feira, 03 de março -- Dia Nacional do Combate ao Contrabando e à Falsificação.



De acordo com o presidente do FNCP, Edson Vismona, os números dão apenas uma ideia do tamanho da ilegalidade, que pode ser ainda maior. A estimativa dos impostos que não foram arrecadados, por exemplo, é com base no percentual tributário de 46%, mas há produtos, como o cigarro, em que o imposto no Brasil pode chegar a 90%, dependendo do estado.

Nos últimos oito anos, os prejuízos causados pelo mercado ilegal quadruplicaram, passando de R$ 100 bilhões (2014) para R$ 410 bilhões (2022). O setor de vestuário é o mais impactado, em volume, com perdas de R$ 84 bilhões -- um aumento de 40% em relação a 2021 (R$ 60 bilhões). Outros segmentos que aparecem no topo da lista são bebidas alcoólicas (R$ 72,2 bilhões), combustíveis (R$ 29 bilhões), cosméticos e higiene pessoal (R$ 21 bilhões), defensivos agrícolas (R$ 20,8 bilhões), TV por assinatura (R$ 12,1 bilhões) e cigarros (R$ 10,5 bilhões).



"As perdas não são apenas econômicas, são de competitividade da indústria nacional, uma vez que, ao não pagar impostos, o ilegal fica mais barato, provocando uma concorrência desleal e corrosiva que prejudica a geração de empregos formais e renda para o brasileiro”, explica Vismona. “Além disso, esses prejuízos afetam diretamente a população mais vulnerável do país, inviabilizando a criação de novos postos de trabalho pelas empresas e o investimento em áreas prioritárias, como educação e habitação, por parte do governo federal”, completa.



O levantamento do FNCP é feito desde 2014 e tem como base os dados apontados pelos próprios setores produtivos, que têm métricas próprias (pesquisas, avaliação de mercado). Os 14 segmentos contemplados pelo estudo do FNCP são vestuário; cigarro; TV por assinatura; higiene pessoal, perfumaria e cosméticos; bebidas alcoólicas; combustíveis; audiovisual; defensivos agrícolas; celulares; perfumes importados; material esportivo; PCs e brinquedos.



Cigarro ilegal, o campeão do contrabando

Dentre os produtos ilegais mais apreendidos pelas forças de segurança, novamente o cigarro aparece como campeão do contrabando no Brasil. Cerca de 162 milhões de maços da mercadoria foram confiscados durante 2022, segundo relatório aduaneiro anual da Receita Federal. Esse volume representa quase 30% de todas as apreensões de mercadorias ilegais no ano.



Em 2022, as vendas de cigarros ilegais, na maior parte contrabandeados do Paraguai, atingiram 41% de todo o mercado nacional. O problema é tão grave que só com a venda ilegal do produto, milícias e organizações criminosas movimentaram o equivalente a R$10,4 bilhões, apenas em 2022. Esse valor, se revertido em benefícios para a população, poderia ser usado para a construção de quase 100 mil unidades de casas populares, por exemplo.



De acordo com o presidente do FNCP o principal motivador para o avanço do contrabando é a vantagem econômica que esta atividade traz, causada em primeiro lugar pela alta disparidade tributária em relação ao Paraguai, principal fornecedor de mercadorias contrabandeadas para o Brasil. Nesse cenário, a extensão das fronteiras brasileiras, que somam mais de 16 mil km na parte terrestre além de mais de 7km na frente marítima, também tornam o país alvo do contrabando de produtos paraguaios, principalmente.

Vismona defende que, além da crescente necessidade de investimentos e ações de controle fronteiriço --realizado por meio da integração das forças da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Receita Federal e demais órgãos com atuação local, é necessária uma revisão tributária como importante medida de incentivo à retomada da economia e à ampliação da produtividade nacional.


O contrabando é um grave problema, que traz prejuízos bilionários para o Brasil. Somente em 2022, as perdas com esse crime somaram R$ 410 bilhões. O valor é a soma das perdas registradas por 14 setores industriais, que chegam a R$ 280,8 bilhões, e a estimativa dos impostos que deixaram de ser arrecadados, de R$ 129,2 bilhões, em função dessa ilegalidade. Os dados são do Fórum Nacional Contra a Ilegalidade (FNCP), divulgados nesta sexta-feira, 03 de março -- Dia Nacional do Combate ao Contrabando e à Falsificação.



De acordo com o presidente do FNCP, Edson Vismona, os números dão apenas uma ideia do tamanho da ilegalidade, que pode ser ainda maior. A estimativa dos impostos que não foram arrecadados, por exemplo, é com base no percentual tributário de 46%, mas há produtos, como o cigarro, em que o imposto no Brasil pode chegar a 90%, dependendo do estado.

Nos últimos oito anos, os prejuízos causados pelo mercado ilegal quadruplicaram, passando de R$ 100 bilhões (2014) para R$ 410 bilhões (2022). O setor de vestuário é o mais impactado, em volume, com perdas de R$ 84 bilhões -- um aumento de 40% em relação a 2021 (R$ 60 bilhões). Outros segmentos que aparecem no topo da lista são bebidas alcoólicas (R$ 72,2 bilhões), combustíveis (R$ 29 bilhões), cosméticos e higiene pessoal (R$ 21 bilhões), defensivos agrícolas (R$ 20,8 bilhões), TV por assinatura (R$ 12,1 bilhões) e cigarros (R$ 10,5 bilhões).



"As perdas não são apenas econômicas, são de competitividade da indústria nacional, uma vez que, ao não pagar impostos, o ilegal fica mais barato, provocando uma concorrência desleal e corrosiva que prejudica a geração de empregos formais e renda para o brasileiro”, explica Vismona. “Além disso, esses prejuízos afetam diretamente a população mais vulnerável do país, inviabilizando a criação de novos postos de trabalho pelas empresas e o investimento em áreas prioritárias, como educação e habitação, por parte do governo federal”, completa.



O levantamento do FNCP é feito desde 2014 e tem como base os dados apontados pelos próprios setores produtivos, que têm métricas próprias (pesquisas, avaliação de mercado). Os 14 segmentos contemplados pelo estudo do FNCP são vestuário; cigarro; TV por assinatura; higiene pessoal, perfumaria e cosméticos; bebidas alcoólicas; combustíveis; audiovisual; defensivos agrícolas; celulares; perfumes importados; material esportivo; PCs e brinquedos.



Cigarro ilegal, o campeão do contrabando

Dentre os produtos ilegais mais apreendidos pelas forças de segurança, novamente o cigarro aparece como campeão do contrabando no Brasil. Cerca de 162 milhões de maços da mercadoria foram confiscados durante 2022, segundo relatório aduaneiro anual da Receita Federal. Esse volume representa quase 30% de todas as apreensões de mercadorias ilegais no ano.



Em 2022, as vendas de cigarros ilegais, na maior parte contrabandeados do Paraguai, atingiram 41% de todo o mercado nacional. O problema é tão grave que só com a venda ilegal do produto, milícias e organizações criminosas movimentaram o equivalente a R$10,4 bilhões, apenas em 2022. Esse valor, se revertido em benefícios para a população, poderia ser usado para a construção de quase 100 mil unidades de casas populares, por exemplo.



De acordo com o presidente do FNCP o principal motivador para o avanço do contrabando é a vantagem econômica que esta atividade traz, causada em primeiro lugar pela alta disparidade tributária em relação ao Paraguai, principal fornecedor de mercadorias contrabandeadas para o Brasil. Nesse cenário, a extensão das fronteiras brasileiras, que somam mais de 16 mil km na parte terrestre além de mais de 7km na frente marítima, também tornam o país alvo do contrabando de produtos paraguaios, principalmente.

Vismona defende que, além da crescente necessidade de investimentos e ações de controle fronteiriço --realizado por meio da integração das forças da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Receita Federal e demais órgãos com atuação local, é necessária uma revisão tributária como importante medida de incentivo à retomada da economia e à ampliação da produtividade nacional.

Secretaria da Saúde Promove Dia do Rim na Ceasa/GO

O objetivo é alertar os trabalhadores e visitantes sobre a importância da prevenção das doenças renais. A expectativa é que 200 pessoas sejam atendidas no ciclo de cuidados

Parceria entre a Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES–GO) e Centrais de Abastecimento de Goiás (Ceasa/GO) realizará, na quinta-feira (09), no entreposto de Goiânia, uma das etapas da campanha estadual “Governo de Goiás Contra Doença Renal”. Na data que será lembrada nacionalmente como o dia D da campanha em todo o país, 36 profissionais e estudantes estarão no entreposto de Goiânia para desenvolver ações voltadas ao “Dia Mundial do Rim”, que este ano traz como tema: “Cuidar dos vulneráveis e estar preparado para os desafios inesperados”. As atividades visam a divulgação de informações sobre as doenças renais, com foco na prevenção, diagnóstico e tratamento precoces. 


O Dia Mundial do Rim, instituído pela Sociedade Internacional de Nefrologia e pela Federação Internacional de Fundações do Rim, é comemorado na primeira quinzena de março. Este ano a campanha tem como objetivando o desenvolvimento de ações que favoreçam a conscientização da população sobre a importância do cuidado renal. 

Caminhoneiros, produtores rurais, funcionários e visitantes da Central de Abastecimento de Goiás (Ceasa/GO), também serão contemplados com o evento “Circuito Saúde”. A programação acontecerá de 7:30h às 15:30h, com vários atendimentos: dosagem de creatinina sanguínea (exame essencial para avaliar a saúde renal); teste multiparametro de urina; teste rápido de ISTs; aferição de pressão, glicemia e IMC; consultas de orientação com profissionais da área e nutricionistas; rodas de conversa com temas sobre alimentação saudável, saúde dos rins, autocuidado, ainda, aplicação de auriculoterapia e  homeopatia contra a dengue. 

O risco

Doença Renal Crônica (DRC) é uma doença silenciosa, que só começa a manifestar sintomas quando o rim está funcionando abaixo de 40% da sua função habitual, causando a perda da capacidade de filtração e eliminação das substâncias nocivas ao organismo. Com isso, para sobreviver, o paciente precisa ser submetido a tratamentos dialíticos, como hemodiálise, diálise peritoneal e transplante renal. Entre os vários fatores de risco para a doença dos rins,  destacam-se a hipertensão arterial, diabetes, obesidade, predisposição familiar e o tabagismo. 

Segundo dados da Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN), a prevalência da DRC no mundo é de 7,2%, para indivíduos acima de 30 anos, e 28% a 46%, em indivíduos acima de 64 anos. No Brasil, estima-se que mais de dez milhões de pessoas tenham problemas renais. Em Goiás, a média de pessoas em hemodiálise, até fevereiro de 2023, era de 4.510 pacientes, porém, esse número cresce diariamente.



Programação: 

09/03 - Circuito da Saúde Ceasa-GO - 7h30 às 15h , Atendimentos: dosagem de creatina no sangue , testagem multiparametros de urina e  ISTs, Aferição de pressão, licemia, consultas especializadas e nutricionais, rodas de conversa, práticas integrativas e complementares.

Serviço:

Dia do Rim na Ceasa/GO – Circuito da saúde

Data: 09 de março, das 7h30 às 15h

Local: Ceasa Goiás - Rodovia BR - 153 KM 5,5 - Jardim Guanabara - Goiânia 
Centrais de Abastecimento de Goiás (Ceasa) - Governo de Goiás

 

terça-feira, 7 de março de 2023

Sete Municípios Goianos Podem Participar de Seleção Para Rádios Comunitárias


Associações e fundações sem fins lucrativos têm até a próxima segunda-feira (13) para enviar a documentação ao Ministério das Comunicações (MCom)


 

Termina na próxima segunda-feira (13) o prazo para que fundações e associações sem fins lucrativos participem de editais do Ministério das Comunicações (MCom) para executar o serviço de Radiodifusão Comunitária. Em Goiás, as entidades de sete municípios podem participar da seleção. No total, mais de 200 mil pessoas serão beneficiadas nas localidades. Em todo o Brasil, 216 municípios de 23 estados podem participar dos certames. O serviço é executado em canais em Frequência modulada (FM) e as outorgas concedidas terão validade de 10 anos, sem direito de exclusividade.

 


“Uma das prioridades da nossa gestão para o setor é fortalecer o serviço de radiodifusão comunitária, pois promove a participação social, democratiza o acesso à informação e ainda leva cultura e entretenimento para milhões de brasileiros", enfatizou o ministro das Comunicações, Juscelino Filho. Até o momento, o Brasil tem cerca de 5 mil rádios comunitárias em funcionamento.

 


As cidades goianas contempladas são: Bela Vista de Goiás, Nova Roma, Uruaçu, Mineiros, Petrolina de Goiás, Rialma e Santa Helena de Goiás.

 


Confira os editais:

 


Edital 208/2022EDITAL Nº 208/2022/SEI-MCOM

Edital 209/2022EDITAL Nº 209/2022/SEI-MCOM

Edital 211/2022

segunda-feira, 6 de março de 2023

UP Brasil Lança Novos Cartões de Benefícios Corporativos Para Usuários do Brasil


A Up Brasil, empresa especializada em benefícios corporativos em áreas como alimentação, cultura, lazer e bem-estar, traz uma novidade aos beneficiários do Brasil: novos cartões. A modernização dos modelos visa a experiência de seus clientes, que com os novos cartões terão mais flexibilidade para utilizá-los.

 

“O novo visual traz um design mais moderno, facilitando o uso tanto para os quase 20 mil clientes, quanto para os mais de 180 mil estabelecimentos credenciados pela Up Brasil, explica Rodrigo Caiado, Diretor Executivo de CX da Up Brasil. 

Além disso, os novos cartões contam com um layout na vertical, que é o jeito que o inserimos nas maquininhas de pagamento. Eles trazem um degradê em preto, contrastando com o laranja da Up, assim dando maior destaque a nossa marca. 

A substituição dos cartões acontecerá de forma gradual, por meio de novos clientes e eventuais reemissões. Para comunicar ao mercado sobre a nova identidade, a Up Brasil vai iniciar ações de comunicação -- utilizando ferramentas on-line e off-line -- para informar estabelecimentos, clientes e empresas.  

Descarte consciente e seguro

Em uma abordagem mais ecológica, a empresa de benefícios orienta que os usuários antigos, após receberem o novo cartão, façam o descarte dos cartões antigos de forma consciente, confira:

  1. Tarja Magnética ou Chip - Com objeto pontiagudo, danifique x para que não haja possibilidade de utilizarem ou roubarem informações. 
  2. Picotar cartões - Picote o cartão em pedaços para que não seja possível ler os dados impressos. 
  3. Pontos de coleta - Procure o ponto de coleta reciclável mais próximo do seu trabalho ou casa. Normalmente existem bastante desses espaços em supermercados, metrôs e lixeiras públicas. Através desses pontos o descarte dos materiais são direcionados a lugares corretos. 

“A cada movimento que fazemos levamos em consideração as mudanças que o mercado e os consumidores exigem. Com os novos cartões conseguimos trazer, além de inovação, uma evidência de que a Up Brasil contribui com iniciativas responsáveis, tendo como meta se tornar cada vez mais ecológica e consciente sobre o meio ambiente”, afirma Rodrigo Caiado. 

Sobre a Up Brasil

A Up Brasil é uma multinacional de benefícios corporativos presente em 22 países que atua no modelo de cooperativa com foco regional para atendimento próximo aos clientes, fomentando a economia local entre empresas e estabelecimentos. A companhia também faz a gestão de benefícios para auxiliar os times de recursos humanos, trazendo soluções que promovem maior fidelização e satisfação dos colaboradores, aumentando sua felicidade, engajamento e produtividade. A empresa está entre as líderes do seu segmento e faz parte do Grupo Up, fundado em 1964, na França, chegando ao Brasil em 2016. A multinacional conta com mais de 21 milhões de beneficiários e 1 milhão de clientes em todo o mundo, sempre planejando ações econômicas contemplando atitudes éticas, conscientes e que colaboram para um planeta melhor.

Desastres: Municípios Tiveram Prejuízos de R$ 401,3 Bilhões

A Confederação Nacional de Municípios (CNM) elaborou um estudo sobre os prejuízos causados por desastres naturais nos últimos dez anos no Brasil. O levantamento concluiu que entre janeiro de 2013 e fevereiro de 2023 os desastres causaram R$ 401,3 bilhões de prejuízos em todo o Brasil. Por outro lado, a União destinou apenas R$ 4,9 bilhões para ações de gestão de riscos de desastres entre 2013 e 2023. Ou seja, 1,2% dos prejuízos contabilizados ao longo de dez anos. 

Para o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, é papel da entidade apresentar essas informações à sociedade e instigar o governo federal a promover mais ações a fim de minimizar esses prejuízos. “A nossa entidade se preocupa há muitos anos e estamos mantendo uma estrutura de acompanhamento dessa área, porque isso ocorre. O nosso papel é dar transparência para essa realidade, porque é uma situação gravíssima que é reiteradamente se repetindo. Esses números mostram a realidade para que a sociedade possa saber o que está sendo feito ou não”, destacou o presidente da CNM. 

“Nos temos que buscar uma solução. Não adianta só adotar uma sirene, não adianta só avisar, isso ajuda a diminuir as perdas, mas para onde vai a pessoa, por exemplo, porque ele sabe que vai ocorrer um temporal ou chuva gravíssima. Infelizmente, a União se apodera da coisa e não chama os Municípios para poder discutir uma política estruturante, que venha fazer o enfrentamento da situação, o conjunto todo. Então nós ficamos no dia-a-dia aqui trabalhando essas questões”, sugeriu Ziulkoski. 

Os dados do estudo foram coletados das Coordenadorias Estaduais e Municipais de Proteção e Defesa Civil, bem como do Sistema Integrado de Informações Sobre Desastres do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (S2ID/MIDR), que reportam os danos informados pelos Municípios. 

Ao todo, durante esses dez anos, os desastres causaram 59.311 decretações de situação de emergência e estado de calamidade pública em todo Brasil. As secas e as chuvas foram os desastres que apresentaram maior número de declarações. Sece representou 41% dos decretos, enquanto as chuvas representaram 27%. 

De acordo com o levantamento da CNM, a maioria dos decretos está localizada nos Municípios dos Estados de Minas Gerais, Bahia, Paraíba, Santa Catarina, Rio Grande do Norte, e Rio Grande do Sul. A região com o maior número de decretos é o Nordeste, com 46,8% dos decretos, seguida pela Região Sudeste (22,6%), Sul (16,1%); Centro-Oeste (9,3%), e Norte (5,2%). 

Prejuízos humanos 

O levantamento da CNM avaliou ainda a quantidade de pessoas desabrigadas ou desalojadas ao longo dos anos. Ao todo, 808 mil pessoas ficaram desabrigadas em função de calamidades. Já em relação ao número de pessoas desalojadas, o estudo concluiu que 3,4 milhões pessoas foram obrigadas a abandonar temporária ou definitivamente sua habitação O Estado do Amazonas foi o Estado que registrou o maior número de pessoas desabrigadas e desalojadas.

Nos últimos dez anos, as chuvas e suas consequências no Brasil somaram 1.997 mortes. Apenas em 2022, os óbitos decorrentes das chuvas somaram 532 pessoas, o que representa mais de 26,6% do total de mortes em dez anos. Antes de 2022, o ano mais letal por chuvas no país era 2019, com 356 mortes registradas, seguido por 2021, quando foram notificados 277 óbitos, e 2020, com 277. Até o dia 24 de fevereiro de 2023, as chuvas já tinham causado 98 mortes em todo Brasil apenas em 2023. Entre 2013 e 2023, o Brasil foi acometido por diversos desastres que acabaram vitimizando 2.268 pessoas, sendo 1.997 em decorrência das chuvas.

Orçamento

O governo federal, entre 2013 e 2023, autorizou um total de R$ 8,2 bilhões no orçamento para repasse aos Municípios destinada ao pagamento para gestão de riscos, prevenção, preparação, resposta a desastres, reabilitação e reconstrução de áreas danificadas e destruídas por calamidades. Porém, o governo empenhou apenas uma parcela, no total de R$ 6,6 bilhões, representando 80% do prometido. Dentro do recorte analisado, o governo federal efetivamente pagou R$ 4,9 bilhões aos Municípios para ações de proteção e defesa civil, o que representa 73,9% do valor dos R$ 6,6 bilhões empenhados.

Confira aqui o levantamento completo. 


Passageiro é Preso com Mala de Dinheiro

PF apreende mala de dinheiro no Aeroporto Internacional de João Pessoa
Passageiro informou que não sabia o valor total e tinha sido pago para transportar o dinheiro de São Paulo para a capital paraibana.

A Polícia Federal apreendeu mala com grande quantia de dinheiro em espécie no Aeroporto Internacional Castro Pinto, em Bayeux, na região metropolitana de João Pessoa, nesta quinta-feira passada (16).

A bagagem


estava sendo transportada por um homem que embarcou no Aeroporto Internacional de Guarulhos, São Paulo.

De acordo com a PF,

o passageiro informou ser músico e motorista de transporte por aplicativo. O homem alegou não saber o total do valor transportado e disse que não era o proprietário do dinheirAinda de acordo com o que o passageiro


disse à PF, o valor pertenceria a um cliente, que o pagou para trazer o dinheiro de São Paulo para João Pessoa.



Diante da grande quantia




sem comprovação de propriedade ou origem e dadas as contradições e circunstâncias da abordagem, o passageiro foi conduzido para a sede da Polícia Federal em João Pessoa, onde prestou esclarecimentos e foi liberado

Ceasa/GO realiza mais um ano de campanha pelo Dia da Mulher

Ceasa/GO realiza mais um ano de campanha pelo Dia da Mulher Em sua terceira edição, ação usará teatro e material explicativo para buscar conscientização pelo fim do assédio e violência sexual.

Fotos: Vasconcelos Neto

A Centrais de Abastecimento de Goiás (Ceasa/GO) realiza, na semana de 8 de março, Dia Internacional da Mulher, a terceira edição da campanha “Deixe a mulher em paz na Ceasa Goiás”. Serão desenvolvidas ações das 8h às 11h da na manhã de terça-feira (07) – apresentações teatrais –, e às 9h de quarta-feira (08) – distribuição de brindes e material explicativo. No entreposto de Goiânia, cerca 25 % dos trabalhadores são mulheres, porém, apesar do número expressivo, o público feminino ainda sofre constrangimento, principalmente em relação ao assédio verbal (o “fiu-fiu”) e ao olhar invasivo (intrusive staring).

Fotos: Vasconcelos Neto

Com base nessa realidade, foi criado material gráfico para orientar a mulher sobre como agir quando o “elogio” extrapola os limites aceitáveis. Os panfletos orientam, ainda, sobre como e quem procurar em caso de importunação sexual e moral. Esse ano, em específico, a Ceasa adotou uma estratégia mais chamativa para abordar o tema: a contratação de atores para captar a atenção dos homens e mulheres sobre a questão do assédio e violência contra a mulher. Com isso, busca-se que o assediador/agressor se veja no papel desempenhado pelo ator e busque uma mudança comportamental.

Para criar os esquetes teatrais, a Ceasa contratou a companhia teatral da atriz Juliana Helena Alves, que na terça-feira (7 de março) apresentará pequenas histórias sobre a temática tema violência e assédio à mulher, a serem representadas em vários pontos do mercado da Ceasa.

No dia 8 de março, às 9h, a mulher trabalhadora da Ceasa Goiás será contemplada com brindes, distribuição de material gráfico com alertas sobre a violência e, ainda, vai receber absorventes higiênicos por meio do Programa Dignidade Menstrual, da Secretaria de Desenvolvimento Social (SEDS). O objetivo, segundo o presidente da empresa, Jadir Lopes de Oliveira, é levar à mulher a certeza de que na Ceasa/GO ela pode ficar tranquila, transitar sem medo, se sentir importante e atendida em suas necessidades.

Cronograma de atividades pelo Dia da Mulher

07 de março – das 8h às 11h – apresentações teatrais sobre questões da mulher e distribuição de material explicativo;

08 de março – 9h - distribuição de material explicativo, brindes e absorventes higiênicos.

Apoio
Campanha Deixe a Mulher em Paz na Ceasa Goiás” – Semana do Dia Internacional da Mulher.

Local: Ceasa Goiás - Rodovia BR - 153 KM 5,5 - Jardim Guanabara - Goiânia
Centrais de Abastecimento de Goiás (Ceasa) - Governo de Goiás

quinta-feira, 2 de março de 2023

Mais de 18 milhões de mulheres sofreram alguma forma de violência em 2022, mostra pesquisa do Fórum Brasileiro de Segurança Pública


Todas as formas de violência contra a mulher apresentaram crescimento acentuado no último ano, de acordo com a quarta edição da pesquisa "Visível e Invisível: a Vitimização de Mulheres no Brasil", encomendada junto ao Instituto Datafolha
18,6 milhões de mulheres foram vítimas de algum tipo de violência ou agressão em 2022, o equivalente a um estádio de futebol com capacidade para 50 mil pessoas por dia;
Entre as mulheres que sofreram violência no último ano, a média foi de quatro agressões no período. Entre mulheres divorciadas a média foi de 9 agressões
14 mulheres foram agredidas fisicamente por minuto no ano passado;45% das mulheres vitimizadas não buscaram ajuda;
46,7% das brasileiras passaram por alguma forma de assédio sexual no ano passado, o maior índice da série histórica;
33,4% das brasileiras com mais de 16 anos sofreram violência física e/ ou sexual de parceiros íntimos ou ex-companheiros em algum momento da vida. Este valor é bastante superior à média global, de 27% segundo a OMS.

São Paulo, 2 de março de 2023 – A quarta edição da pesquisa “Visível e Invisível: a Vitimização de Mulheres no Brasil”, realizada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, traz dados inéditos sobre diferentes formas de violência física, sexual e psicológica sofridas pelas brasileiras no ano passado. Em comparação com as pesquisas anteriores, todas as formas de violência contra a mulher apresentaram crescimento acentuado em 2022. Segundo o levantamento, 28,9% das brasileiras sofreram algum tipo de violência de gênero em 2022, a maior prevalência já verificada na série histórica, 4,5 pontos percentuais acima do resultado da última pesquisa. Os dados permitem estimar que cerca de 18,6 milhões de mulheres brasileiras foram vitimizadas no período, o equivalente a um estádio de futebol com capacidade para 50 mil pessoas lotado todos os dias. Em média, as mulheres que foram vítimas de violência relataram ter sofrido 4 agressões ao longo do ano, mas entre as divorciadas a média foi de 9 vezes.

A pesquisa “Visível e Invisível: a Vitimização de mulheres no Brasil” foi encomendada junto ao Instituto Datafolha, com apoio da Uber pela segunda edição consecutiva, e ouviu 2.017 pessoas com mais de 16 anos, entre homens e mulheres, em 126 municípios brasileiros, no período de 09 a 13 de janeiro de 2023.

“Estamos diante de um crescimento agudo de formas graves de violência física, que podem resultar em morte a qualquer momento. Neste sentido, embora os dados de feminicídios e homicídios dolosos de mulheres do ano de 2022 ainda não estejam disponíveis, não será surpresa se nos depararmos com o crescimento de ambas as modalidades de violência letal contra as mulheres. Infelizmente, o Brasil ficou mais inseguro para todas nós”, explica Samira Bueno, diretora executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

De acordo com os resultados da pesquisa, 11,6% das mulheres entrevistadas foram vítimas de violência física no ano passado, o que representa um universo de cerca de 7,4 milhões de brasileiras. Isso significa que 14 mulheres foram agredidas com tapas, socos e pontapés por minuto. Entre as outras formas de violência citadas, as mais frequentes foram as ofensas verbais (23,1%), perseguição (13,5%), ameaças de violências físicas (12,4%), ofensas sexuais (9%), espancamento ou tentativa de estrangulamento (5,4%), ameaça com faca ou arma de fogo (5,1%), lesão provocada por algum objeto que lhe foi atirado (4,2%) e esfaqueamento ou tiro (1,6%).

A pesquisa também trouxe um dado inédito: uma em cada três brasileiras com mais de 16 anos sofreu violência física e sexual provocada por parceiro íntimo ao longo da vida. São mais de 21,5 milhões de mulheres vítimas de violência físicaou sexual por parte de parceiros íntimos ou ex-companheiros, representando 33,4% da população feminina do país. A média global, de acordo com a Organização Mundial de Saúde, fica em 27%. Se considerarmos também os casos de violência psicológica, 43% das mulheres brasileiras já foram vítimas do parceiro íntimo. Mulheres negras, de baixa escolaridade, com filhos e divorciadas são as principais vítimas.

Principal agressor é o ex

Pela primeira vez, o estudo apontou o ex-companheiro como o principal autor da violência (31,3%), seguido pelo atual parceiro íntimo (26,7%). O autor da violência é conhecido da vítima na maior parte dos casos (73,7%).

Assim, o lugar menos seguro para as mulheres é a própria casa – 53,8% relataram que o episódio mais grave de agressão dos últimos 12 meses aconteceu dentro de casa. Esse número é maior do que o registrado na edição de 2021 da pesquisa (48,8%), que abrangeu o auge do isolamento social durante a pandemia de Covid-19. Outros lugares onde houve episódio de violência foram a rua (17,6%), o ambiente de trabalho (4,7%) e os bares ou baladas (3,7%).

Diante do questionamento sobre a reação à violência, a maioria (45%) das mulheres não fez nada. Em pesquisas anteriores, em 2017 e 2019, esse número foi de 52%. É digno de nota que a maioria das vítimas ainda permanece em silêncio.

“Na pesquisa aqui apresentada, 45% das mulheres vítimas de violência relataram não terem tomado atitudes diante da agressão mais grave que sofreram, e 38% afirmaram que “resolveram a situação sozinhas”. Mas o que significa “resolver sozinha” uma violência? Quão solitária e desamparada está a mulher que “resolve sozinha” a violência que sofre? Por que isso acontece? Sabemos que as relações marcadas por abuso e violência são relações inseridas numa espiral com potencial apenas de crescer, nunca de diminuir. Por isso é tão preocupante que quase metade das vítimas fique em silêncio”, completa Juliana Martins, coordenadora institucional do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

O número de mulheres que foi até uma Delegacia da Mulher aumentou em relação a 2021, passando de 11,8% naquele ano para 14% em 2023. Outras formas de denúncia foram ligar para a Polícia Militar (190) (4,8%), fazer um registro eletrônico (1,7%) ou entrar em contato com a Central de Atendimento à Mulher pelo Disque 180 (1,6%).

As razões citadas pelas mulheres que não procuraram as autoridades foram: 38% resolveram sozinhas, 21,3% não acreditavam que a polícia pudesse oferecer solução e 14,4% julgaram que não tinham provas suficientes.

O levantamento traz ainda as ações que as brasileiras consideram importantes para o enfrentamento da violência doméstica: punição mais severa para os agressores (76,5%), acesso a especialistas em saúde mental, como psicólogos (72,4%), suporte legal e serviços que orientem a mulher vitimizada (69,4%), ampliação da divulgação de campanhas para conscientização e orientação sobre denúncias de violência doméstica para homens e mulheres (67,9%), garantir acesso a necessidades básicas para mulheres em situação de violência (67,2%).

Assédio sexual

O assédio sexual é uma expressão da violência sexual, caracterizada como manifestação sensual ou sexual, alheia à vontade da pessoa a quem se dirige. A pesquisa mostrou que 46,7% das brasileiras sofreram assédio em 2022. São 30 milhões de mulheres que relataram ter sofrido algum tipo de assédio; 26,3 milhões de mulheres ouviram cantadas e comentários desrespeitosos na rua (41,0%) ou no ambiente de trabalho (18,6% - 11,9 milhões), foram assediadas fisicamente no transporte público (12,8%) ou abordadas de maneira agressiva em uma festa (11,2%).

Além da gravidade dos dados apresentados, preocupa ainda que a análise da série histórica indique os maiores níveis de prevalência por assédio sexual já relatados ao longo de todas as pesquisas. Comparando a atual pesquisa com os dados de 2021, o crescimento na prevalência de assédio foi de nove pontos percentuais, passando de 37,9% para 46,7%. Neste período, todas as formas de assédio listadas apresentaram crescimento.

Armas de fogo e facas

A pesquisa também apontou o crescimento das ameaças perpetradas com faca ou arma de fogo na comparação com o levantamento de 2021. A prevalência, que era de 3,1% em 2021, chegou a 5,1% na pesquisa mais recente. Ao projetar estes dados, temos uma população feminina atingida por ameaças com arma de fogo que saltou de cerca de 2,2 milhões de mulheres há dois anos para 3,3 milhões na pesquisa atual. “Não é possível mensurar se o resultado é consequência do aumento substancial de facas e outras armas brancas na sociedade brasileira, mas sabemos que o país teve recorde de registros de armas de fogo, o que pode se refletir no número de ameaças retratadas pela pesquisa”, completa Samira Bueno.

Percepção sobre violência doméstica

Todos os entrevistados foram questionados sobre suas percepções sobre a violência de gênero e 65% dos brasileiros acham que a violência contra a mulher aumentou em 2022. Quando comparamos as respostas de homens e mulheres, verificamos diferenças significativas. De modo geral, mulheres apresentaram maior percepção sobre crescimento da violência contra a mulher (70,6%) do que os homens (59,4%).

"Para a Uber, apoiar iniciativas como essa pesquisa faz parte de um compromisso firmado com as mulheres brasileiras de combater a violência de gênero e fortalecer projetos que são referência no tema. O trabalho realizado pelo Fórum é fundamental para pautar um debate qualificado sobre os desafios de segurança pública no Brasil, entender os fatores que intensificam a violência contra a mulher na sociedade, e, consequentemente, pensar em ações de enfrentamento eficazes." Natália Falcón, Gerente de Comunicação da Uber para Segurança e Enfrentamento à Violência contra a Mulher.

Metodologia
A “Visível e Invisível: a Vitimização de mulheres no Brasil” foi encomendada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública junto ao Instituto Datafolha, com apoio da Uber. O levantamento quantitativo foi realizado a partir da abordagem pessoal dos entrevistados em pontos de fluxo populacionais. As entrevistas foram realizadas mediante a aplicação de questionário estruturado, elaborado pelo FBSP, com cerca de 20 minutos de duração.

A pesquisa teve um módulo específico de autopreenchimento, com questões sobre vitimização aplicadas somente às mulheres. As entrevistadas que aceitaram participar deste módulo responderam sozinhas as questões diretamente no tablet, após orientação.

O universo da pesquisa é a população adulta brasileira de todas as classes sociais com 16 anos ou mais. O módulo de vitimização foi aplicado apenas com mulheres. A pesquisa considera a prevalência medida que representa a aferição do número de casos existentes em uma população, em um dado período. A abrangência é nacional, incluindo Regiões Metropolitanas e Cidades do Interior de diferentes portes, em todas as Regiões do Brasil. As entrevistas foram realizadas em 126 municípios de pequeno, médio e grande porte, no período de 09 a 13 de janeiro de 2023.

A amostra total nacional foi de 2.017 entrevistas. A amostra total de mulheres foi de 1.042 entrevistas, sendo que destas 818 aceitaram responder o módulo de autopreenchimento. Ambas as amostras permitem a leitura dos resultados no total do Brasil, pelas regiões: Sudeste, Sul, Nordeste e Norte/ Centro-Oeste. A margem de erro para o total da amostra nacional é de 2,0 pontos para mais ou para menos. A margem de erro para o total da amostra de mulheres participantes do autopreenchimento é de 3,0 pontos para mais ou para menos.

Para acessar a pesquisa na íntegra, acesse o site do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Sobre o FBSP

O Fórum Brasileiro de Segurança Pública foi constituído em março de 2006 como uma organização não-governamental, apartidária, e sem fins lucrativos, cujo objetivo é construir um ambiente de referência e cooperação técnica na área de atividade policial e na gestão de segurança pública em todo o País. Composto por profissionais de diversos segmentos (policiais, peritos, guardas municipais, operadores do sistema de justiça criminal, pesquisadores acadêmicos e representantes da sociedade civil), o FBSP tem por foco o aprimoramento técnico da atividade policial e da governança democrática da segurança pública. O FBSP faz uma aposta radical na transparência e na aproximação entre segmentos enquanto ferramentas de prestação de contas e de modernização da segurança pública.

Sobre a Uber e o combate à violência de gênero

A Uber possui um compromisso público com as brasileiras voltado para o enfrentamento à violência contra a mulher e, desde 2018, vem investindo em projetos construídos com organizações que são referência no tema. Para fazer sua parte e ajudar a endereçar esse problema social que é tão complexo e sistêmico, a Uber entendeu que era necessário ir além dos investimentos em tecnologias e processos pensados para sua plataforma, e ouvir e trabalhar em conjunto com os especialistas no tema, capazes de oferecer uma perspectiva mais abrangente.

quarta-feira, 1 de março de 2023

MEGA-SENA PODE PAGAR R$ 9 MILHÕES NESTA QUARTA-FEIRA (01)

prêmio é suficiente para comprar mais de 90 de carros elétricos
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Nesta quarta-feira (01), a Mega-Sena pode pagar o prêmio de R$ 9 milhões. O sorteio do concurso 2.569 será realizado a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo (SP), com transmissão ao vivo pelo canal da CAIXA no YouTube e no Facebook das Loterias CAIXA.



Aplicado na Poupança da CAIXA, o prêmio garante ao ganhador R$ 60,8 mil de rendimento no primeiro mês. Caso queira adquirir uma frota de carros elétricos zero quilômetro, com preço inicial de R$ 98 mil (fonte: Tabela FIP), será possível comprar mais de 90 unidades desses veículos.



As apostas na Mega-Sena podem ser feitas até as 19h do dia do sorteio nas lotéricas de todo o país, no portal Loterias CAIXA e no app Loterias CAIXA, além do Internet Banking CAIXA para clientes do banco. O valor de uma aposta simples da Mega é de R$ 4,50.



Canais oficiais de apostas:



Os canais autorizados pelas Loterias CAIXA para venda de produtos lotéricos e registro de apostas são as mais de 13 mil lotéricas CAIXA espalhadas pelo Brasil, o portal Loterias CAIXA, o app Loterias CAIXA, disponível gratuitamente para usuários IOS e Android, além do Internet Banking CAIXA, exclusivo para apostas de clientes da CAIXA na Mega-Sena. As Loterias CAIXA não reconhecem apostas sem seu devido comprovante, impresso nas lotéricas, emitido pelo app Loterias CAIXA ou Portal Loterias CAIXA.



O Bolão CAIXA só é comercializado, com toda a segurança e com a entrega do recibo original de cota, nas Lotéricas CAIXA, não estando disponível nos canais eletrônicos. Para o Bolão CAIXA, a lotérica poderá cobrar uma Tarifa de Serviço adicional de até 35% do valor da cota. Verifique os valores das apostas nas lotéricas CAIXA ou no site das Loterias CAIXA.

Em parceria com a Nestlé, Mais1.Café lança croissant recheado com pasta de KitKat



Nova opção de acompanhamento pode ser degustada em todas as unidades da franquia pelo país

Mais1.Café, maior rede de cafeterias to go do Brasil, anuncia a chegada do croissant recheado com pasta de KitKat. A novidade, já disponível em todas as unidades da franquia, é mais uma parceria de sucesso da rede com a Nestlé. O doce faz parte do cardápio de acompanhamento da Mais1.Café, que conta com pão de queijo, coxinha, cookie, outros sabores de croissant, pastel de belém e donuts importados da Europa. 

"Buscamos oferecer um produto de altíssima qualidade produzido com os melhores ingredientes e com gosto inconfundível, como o chocolate KitKat. Tudo de um jeito prático, fácil e muito gostoso, que complemente o nosso cardápio e fidelize os consumidores a partir da experiência de degustar um dos doces mais consumidos do país dentro de massa folhada do croissant", explica Vinicius Delatorre, diretor operacional e sócio-fundador da Mais1.Café. 

Essa não é a primeira vez que o doce é incorporado ao menu da rede. Dentro das opções de bebidas, é possível encontrar também o Super Cappuccino KitKat. 

Considerada uma das 50 maiores franquias do Brasil, a Mais1.Café está presente em todos os cantos do país.  Para consultar a unidade mais próxima, acesse o site.

Sobre Mais1.Café 

A Mais1.Café, maior rede de cafés to go do Brasil, fundada em dezembro de 2019 pelos empresários Alan Parise, Gare Marques, Hilston Guerim e Vinícius Delatorre nasceu com a proposta de ser uma franquia de cafeterias cujas operações se baseiam no conceito “to go”, que em livre tradução significa “para levar”. O objetivo é otimizar a experiência do cliente por meio de um atendimento totalmente personalizado e digitalizado. A rede oferece bebidas da mais alta qualidade em várias opções, desde o clássico coado até drinques gelados com café de grão especial. Para acompanhar as bebidas, o cardápio tem salgados e doces importados da Europa que possibilitam diversas combinações para potencializar tal experiência. Atualmente, a Mais1.Café está presente em mais de 220 cidades, em 25 estados brasileiros e no Paraguai, e conta com mais de 600 unidades confirmadas no Brasil. Para 2023, a expectativa da rede é chegar a 900 lojas em todo o território nacional. Saiba mais aqui.