



No evento de lançamento da candidatura do tucano, no dia 16 de agosto, em Goianésia, Mercêz, que é primeiro suplente do senador Jorge Kajuru (Podemos), justificou o apoio a Marconi devido ao seu legado.
“Pelo seu passado e pela sua trajetória, Goiás precisa de você”, afirmou. “Minha família, meus amigos e tudo que eu puder para deixar você novamente no Senado, eu farei. Pode contar comigo.”
Aparecida
Vale lembrar que o tucano também já definiu o presidente da Câmara Municipal de Aparecida de Goiânia, vereador André Fortaleza (MDB), como o coordenador naquela cidade.
Segundo a pesquisa, o petista soma 41,7% das intenções de voto dos eleitores entrevistados, contra 37% do atual presidente da República, estabelecendo uma vantagem de 4,7 pontos percentuais.
No cenário espontâneo, em que o entrevistado cita voluntariamente o nome do candidato em quem pretende votar, Lula tem 30% das intenções de voto, contra 26,5% de Bolsonaro, mostrando uma diferença de apenas 3,5 pontos percentuais.
Em seguida na estimulada aparecem:
A pesquisa ouviu 2.020 eleitores entre 19 e 23 de agosto e tem margem de erro de 2,8 pontos percentuais. O índice de confiança é de 95% e o registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é BR-03131/2022.
Caso ocorra um segundo turno, o Paraná Pesquisas informa que o ex-presidente Lula venceria Bolsonaro por 47,8% a 40,4%. Brancos e nulos somam 7,4%. Aqueles que não souberam ou não responderam, 4,4%.
Marconi Perillo (PSDB 456), candidato ao Senado Federal, reforçou nesta segunda-feira (22/8), durante agenda em Anápolis, o compromisso, caso eleito, em defender as instituições religiosas no Congresso Nacional. “Meu compromisso é de zelar e guardar pelos princípios e valores das nossas igrejas e famílias”, disse.
Segundo o tucano, ao longo da vida pública, sempre teve uma relação de confiança e respeito com as instituições religiosas. “Por onde eu passo, principalmente quando se trata de instituições, não só religiosas, eu percebo que as pessoas confiam e sabem que podem acreditar no meu trabalho”, afirmou.
Marconi destacou que essa confiança se deve a sua história com Anápolis. “Não é só uma história de relação política. É história de trabalho. Ao contrário de muitos que prometeram mundos e fundos para Anápolis, eu fiz”, ressaltou. O tucano reforçou que, caso eleito, vai continuar “defendendo, intransigente, o desenvolvendo de Anápolis, a industrialização, obras, serviços e benefícios para o povo de Anápolis.”
Em Anápolis, Marconi se reuniu com lideranças religiosas. Ele esteve com o pastor Washington Luiz, presidente da Igreja do Evangelho Quadrangular; pastor José Clarimundo, presidente da Igreja Assembleia de Deus em Anápolis; pastor Bertiê, presidente da Assembleia de Deus, Ministério Madureira, de Anápolis; pastor Vitor Hugo Queiroz, presidente da Igreja Vida Nova; e com o pastor Leordino, presidente Conselho de Pastores de Anápolis.
Presidente da Igreja Vida Nova, o pastor Victor Hugo Queiroz defende que Marconi, caso eleito, já chega no Senado com experiência e credibilidade. O pastor ainda declarou apoio à candidatura do tucano. “Os princípios da família, de caráter e hombridade vão ser defendidos por ele”, disse.
Quem também declarou apoio para Marconi foi o pastor Vilson Guedes, da Igreja do Evangelho Quadrangular, na região Norte de Goiás. “A gente precisa de experiência, competência e a credibilidade de Marconi no Senado”, afirmou.
Acompanharam Marconi nas agendas em Anápolis a ex-primeira-dama da cidade e ex-deputada Onaide Santillo, o ex-prefeito João Gomes, o vice-prefeito de Alexânia, Matheus Ramos, o suplente de Senador Jader Melo, além de Ridoval Chiareloto, ex-secretário de Estado, e Dione Nery, vereador por Aparecida de Goiânia.