quarta-feira, 16 de dezembro de 2020

Bombeiro diz que cabo mordeu suas nádegas em “batizado” no quartel em Goiânia

Importunação - que começou no ano passado, segundo a vítima - aconteceu na frente de outros militares



Aulus Rincon Do Mais Goiás |
Foto: Jucimar de Sousa


Um soldado do Corpo de Bombeiros Militar de Goiás denunciou na semana passada, ao comando geral da corporação, um colega de farda, por assédio moral e sexual. Segundo ele, as importunações sexuais, que começaram em novembro do ano passado, aconteciam dentro de um quartel em Goiânia, muitas delas, na frente dos demais bombeiros.

No memorando encaminhado ao Comando Geral dos Bombeiros, o soldado disse que no dia 10 de setembro do ano passado, data em que começou a trabalhar no 8º BBM, que fica no Parque Amazônia, teve suas calças arriadas por um cabo, e recebeu uma mordida na bunda. Na ocasião, o cabo teria dito ao soldado, que na hierarquia militar é subordinado a ele, que aquela era uma forma de batismo pelo fato dele estar chegando no quartel.

Em várias outras oportunidades, porém, este mesmo cabo, segundo o soldado, o assediou com brincadeiras e xingamentos de conotação sexual, com toques em suas partes íntimas, além de puxões de cabelo. O militar contra que chegou a comprar uma arma de choque para tentar barrar as importunações, mas relatou que nem isso inibia as investidas do cabo, que muitas vezes também o agrediu com golpes de artes marciais.

Governo anuncia nesta quarta-feira o plano nacional de vacinação Contra Covid-19


Segundo o plano, o governo federal já garantiu 300 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 – (Foto: Reprodução)

Solenidade será às 10h no Palácio do Planalto

Da Agência Brasil

O governo lançará nesta quarta-feira (16), em cerimônia às 10h no Palácio do Planalto, o Plano Nacional de Operacionalização da Vacina contra a Covid-19. Elaborado pelo Ministério da Saúde, o documento já havia sido entregue no dia 12 pelo advogado-geral da União, José Levi, ao ministro Ricardo Lewandovski, relator das ações que tratam da obrigatoriedade da vacina e outras medidas de combate à pandemia.

O plano está dividido em dez eixos, que incluem descrições sobre a população-alvo para a vacinação; sobre as vacinas já adquiridas pelo governo e as que estão em processo de pesquisa; a operacionalização da imunização; o esquema logístico de distribuição das vacinas pelo país; e as estratégias de comunicação para uma campanha nacional. O documento entregue não indica data para início da vacinação.

Grupos prioritários

O Plano Nacional de Vacinação contra a Covid-19, apresentado pelo governo, prevê quatro grupos prioritários que somam 50 milhões de pessoas, o que vai demandar 108,3 milhões de doses de vacina, já incluindo 5% de perdas, uma vez que cada pessoa deve tomar duas doses em um intervalo de 14 dias entre a primeira e a segunda injeção.

O primeiro grupo prioritário, a ser vacinado na fase 1, é formado por trabalhadores da saúde (5,88 milhões), pessoas de 80 anos ou mais (4,26 milhões), pessoas de 75 a 79 anos (3,48 milhões) e indígenas com idade acima de 18 anos (410 mil). A fase 2 é formada por pessoas de 70 a 74 anos (5,17 milhões), de 65 a 69 anos (7,08 milhões) e de 60 a 64 anos (9,09 milhões).

Na fase 3, a previsão é vacinar 12,66 milhões de pessoas acima dos 18 anos que tenham as seguintes comorbidades: hipertensão de difícil controle, diabetes mellitus, doença pulmonar obstrutiva crônica, doença renal, doenças cardiovasculares e cerebrovasculares, indivíduos transplantados de órgão sólido, anemia falciforme, câncer e obesidade grave (IMC maior ou igual a 40).

Na fase 4, deverão ser vacinados professores do nível básico ao superior (2,34 milhões), forças de segurança e salvamento (850 mil) e funcionários do sistema prisional (144 mil). O Ministério da Saúde pondera, no documento, que os grupos previstos ainda são preliminares e poderão ser alterados.

Vacinas

Segundo o plano, o governo federal já garantiu 300 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 por meio de três acordos: Fiocruz/AstraZeneca (100,4 milhões de doses até julho de 2020 e mais 30 milhões de doses por mês no segundo semestre); Covax Facility (42,5 milhões de doses); Pfizer (70 milhões de doses ainda em negociação).

Até agora, nenhum imunizante está registrado e licenciado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), etapa prévia obrigatória para que a vacinação possa ser realizada.

Covid Continua Matando: 964 novas mortes foram registradas


Boletim divulgado nesta terça-feira (15) pelo Ministério da Saúde mostra que foram registradas 42.889 novas infecções por Covid-19 e 964 mortes pela doença em todo o país desde segunda-feira (14).

Desde o início da pandemia, 6.970.034 pessoas foram infectadas pelo novo coronavírus. As estatísticas do ministério marcavam 6.927.145 casos acumulados. Neste ritmo, o Brasil pode bater os 7 milhões de casos acumulados ainda nesta semana.

Com as quase mil novas mortes registradas por Covid-19 desde segunda-feira, o número de óbito totalizou 182.799. Ainda há 2.394 mortes em investigação.

Conforme a atualização do órgão, há 719.373 pacientes em acompanhamento. No total, 6.067.862 pessoas se recuperaram da doença.

Estados

A lista dos estados com mais mortes por Covid-19 é encabeçada por São Paulo (44.282), Rio de Janeiro (23.887), Minas Gerais (10.719), Ceará (9.802) e Pernambuco (9.324). As Unidades da Federação com menos óbitos pela doença são Acre (755), Roraima (761), Amapá (854), Tocantins (1.206) e Rondônia (1.655).

Britânicos assinam termo de responsabilidade ao se vacinar

No Reino Unido, todos que tomam a vacina contra a Covid-19 precisam assinar um termo de responsabilidade. É um procedimento padrão no local, pois eles afirmam que nenhum imunizante é 100% eficaz. O presidente Jair Bolsonaro quer implantar a mesma medida no Brasil.

O documento alerta que as pessoas podem ter a doença mesmo após vacinadas. O termo fala em efeitos colaterais e pede que, mesmo após vacinadas, as pessoas mantenham os cuidados necessários.

Bolsonaro: “Eu não vou tomar vacina e ponto final. Minha vida está em risco? O problema é meu”




Em entrevista, o presidente Jair Bolsonaro disse nesta terça-feira (15) que vai dar sinal verde à compra e à aplicação de todas as vacinas contra o novo coronavírus que forem autorizadas pela Anvisa, mas que ele particularmente não vai tomar nenhuma.


A declaração foi dada ao apresentador da Band José Luiz Datena.

“Eu não vou tomar vacina e ponto final. Minha vida está em risco? O problema é meu”, disse o presidente ao reforçar que vai liberar R$ 20 bilhões para a compra dos imunizantes e que a vacinação não pode ser obrigatória.



“É universal, à disposição de quem quiser. Mas tem que ter responsabilidade. O fabricante fala que não é responsável por efeito colateral nenhum”, finalizou Bolsonaro.

terça-feira, 15 de dezembro de 2020

Kajuru é Condenado a Prisão


O senador mitomaniaco, Jorge Kajuru, (Cidadania-GO) foi condenado a prisão, segundo Fabio Zanini, da
Folha de São Paulo, pelo Tribunal de Justiça de São Paulo por chamar o jornalista Boris Casoy de pedófilo. 


A sentença, proferida pela juíza Tatiana Franklin Regueira, da 15ª Vara Criminal, define pena de 1 ano e 2 meses de prisão pelo crime de difamação, a serem cumpridos em regime aberto, além do pagamento de multa. Decisão é passível de recurso.

O processo teve início em 2013, quando, em publicação na internet, Kajuru dizia que Casoy levava menores de idade para casa para cometer atos de pedofilia.

A juíza afirmou que o ato do senador se torna especialmente grave pelo alvo ser um profissional do jornalismo.



domingo, 13 de dezembro de 2020

Sem a China o Brasil Quebra

 

A China é a principal parceira comercial do Brasil desde 2009, quando superou os Estados Unidos.

Mas ao contrário do que se pensa a China não se limita tão somente a importar os produtos do Brasil. Ela foi muito além disso. Por décadas o Brasil procurou empresas chinesas para investir pesado em infraestrutura no Brasil, principalmente energia. Empresas chinesas ganharam todos os leilões que participaram. 

A China foi além, empresas chinesas passaram a comprar empresas produtoras no Brasil. 

Com o passar dos tempos, a matriz energética do Brasil passou a pertencer a empresas chinesas. Com um detalhe, toda grande aquisição da China no Brasil, por empresas chinesas, só foi autorizada com a inclusão de um membro do governo Chinês na administração das empresas. 

A China hoje ela não apenas compra alimentos do Brasil, mas também produz em grande escal no Brasil.

Desde então, vem comprando cada vez mais, sendo o principal destino de produtos brasileiros.


Como compra muito mais do que vende para o Brasil, o gigante asiático contribui para manter o saldo comercial brasileiro no azul — o chamado superávit (quando exportações superam importações).


De janeiro a outubro, por exemplo, a China, que comprou 10% a mais do Brasil em relação ao mesmo período do ano passado e respondeu por 65% do superávit comercial brasileiro (US$ 30 bilhões dos US$ 47 bilhões).


Há quase dez anos, em 2011, essa taxa era de 39%, segundo o Indicador de Comércio Exterior (Icomex) da FGV/IBRE.


A China respondeu por 30% do valor exportado pelo Brasil neste ano. Já os EUA de Donald Trump, com quem o governo brasileiro tem maior afinidade ideológica, apenas 10% do total, queda de 30% ante a 2019.


Ou seja, nossa dependência em relação à China aumentou.


Mas a China também ficou mais dependente das matérias-primas brasileiras.


Para abastecer seu imenso mercado interno, o apetite do gigante asiático por produtos como soja, carne, minério de ferro, açúcar e celulose cresceu — e o Brasil ganhou espaço frente à concorrência internacional como provedor desses recursos.


A isso se deveu uma combinação de fatores, entre os quais nossa capacidade de produção agropecuária, a forte desvalorização do real — de cerca de 40%, que deixou as matérias-primas brasileiras mais baratas no mercado internacional — e os atritos entre China e Estados Unidos, durante a Presidência de Trump.


"De fato, a China depende do Brasil em alguns setores específicos, como é o caso muito marcadamente da soja e das carnes. Mas na verdade isso se deu por causa de um cenário externo que favoreceu o Brasil, porque nossos concorrentes começaram a sofrer retaliações políticas da China, como foi o caso dos EUA", diz à BBC News Brasil Tulio Cariello, diretor de conteúdo e pesquisa do Conselho Empresarial Brasil-China (CEBC).


"Então, foi muito mais uma lógica de ocupação de espaço do que necessariamente um desenvolvimento da relação comercial do Brasil com a China", acrescenta.


Um dos exemplos mais emblemáticos é a soja.


De janeiro a outubro, os embarques de soja brasileira à China chegaram a quase 60 milhões de toneladas, alta de 18% em relação ao mesmo período no ano passado.


Apenas em setembro, a soja brasileira chegou a abocanhar 75% de todas as importações de oleaginosas pela China, enquanto a soja americana, nossa principal concorrente, ficou com apenas 12%.

sábado, 12 de dezembro de 2020

Vacina Contra Covid-19 da Pfizer Liberada nos EUA


Agência dos EUA aprova uso emergencial da vacina da Pfizer e BioNTech12 de dezembro de 2020

Imunizante ainda precisará de outras autorizações americanas até que a vacinação comece no país

Agência dos EUA aprova uso emergencial da vacina da Pfizer e BioNTech – Foto: Reprodução


A agência reguladora de medicamentos americana FDA anunciou nesta sexta-feira (11) a aprovação do uso emergencial da vacina contra a Covid-19, desenvolvida pelas farmacêuticas Pfizer e BioNTech. Com isso, os Estados Unidos se tornam o 5º país a autorizar o uso deste imunizante.

O anúncio segue a recomendação de um órgão consultivo que recomendou a vacina para uso emergencial em maiores de 16 anos. Para começar a vacinação, outra agência federal americana, o CDC, deve dar o parecer final. A expectativa é que isso aconteça nos próximos dias.

A vacina da Pfizer já foi aprovada pelo Reino Unido, Canadá, Bahrein e México. A agência regulatória britânica foi a primeira a aprovar o uso da vacina, ainda na semana passada. O Reino Unido iniciou sua campanha de vacinação na última terça-feira (8).

EUA aprovam uso emergencial da vacina Pfizer – Foto: Reprodução

Vacinação no Brasil

Ainda não há data prevista para o início da aplicação das vacinas no Brasil.

No dia 1° de dezembro, o Ministério da Saúde divulgou os primeiros pontos da estratégia "preliminar" para a vacinação da população contra a Covid-19. De acordo com a pasta, o plano será dividido em quatro etapas de vacinação:
Primeira fase: trabalhadores da saúde, população idosa a partir dos 75 anos de idade, pessoas com 60 anos ou mais que vivem em instituições de longa permanência (como asilos e instituições psiquiátricas) e população indígena.
Segunda fase: pessoas de 60 a 74 anos.
Terceira fase: pessoas com comorbidadesque apresentam maior chance para agravamento da Covid-19 (como pacientes com doenças renais crônicas e cardiovasculares).
Quarta fase: professores, forças de segurança e salvamento, funcionários do sistema prisional e população privada de liberdade.

Enfermeira segura frasco de vacina da Pfizer no Reino Unido — Foto: Jacob King/Pool via Reuters/File Photo

O governo não prevê vacinar toda a população do país no ano que vem. Em nota, a pasta da Saúde informou que a expectativa é imunizar 109,5 milhões de pessoas em 2021.

'Milagre médico'

Após o anúncio da FDA, o presidente Donald Trump publicou um vídeo nas redes sociais em que comemorou a liberação da vacina e a chamou de "milagre médico".

"Hoje, nossa nação conseguiu um milagre médico. Chegamos a uma vacina segura e eficaz em apenas nove meses. É uma das maiores realizações científicas da história. Isso salvará milhões de vidas e logo encerrará a pandemia de uma vez por todas", afirmou.


Na quinta-feira (10) , uma comissão de especialistas – formada por pesquisadores independentes, médicos e representantes farmacêuticos – se reuniu para avaliar uma recomendação endereçada para a FDA. É a partir dela que a agência poderá decidir se autorizaria ou não a aplicação do imunizante.

A agência já havia apresentado, no início desta semana, um parecer favorável à vacina, confirmando sua segurança e eficácia.

Países que já aprovaram a vacina

O Reino Unido e Bahrein aprovaram o uso do imunizante na semana passada, mas apenas o Reino Unido começou sua campanha de vacinação. Na terça, teve início da campanha de vacinação para os britânicos – aplicada de forma gratuita pelo serviço público de saúde (NHS, da sigla em inglês).

Uma senhora de 90 anos, Margaret Keenan, foi a primeira a receber a dose.

A Health Canada, agência que regula as vacinas no país, aprovou na quarta-feira (9) a vacina da Pfizer. Após a revisão de dados, os canadenses concluíram que a vacina é segura e eficaz e já pode ser aplicada em todo o país, de forma emergencial, em pessoas maiores de 16 anos.

Horas antes de a FDA anunciar a aprovação da vacina nesta sexta, o órgão regulador mexicano Cofepris liberou o imunizante da Pfizer.

Eficácia comprovada

No início de novembro, as farmacêuticas anunciaram que sua vacina candidata tem eficácia de 95% na prevenção da Covid-19, segundo dados iniciais do estudo da terceira e última fase de testes. Os dados ainda foram publicados na revista científica “New England Journal of Medicine”.

Na prática, se uma vacina tem 95% de eficácia, isso significa dizer que 95% das pessoas que tomam a vacina ficam protegidas contra aquela doença.

A Pfizer informou que pretende produzir até 50 milhões de doses de vacina em 2020 para todo o mundo, e 1,3 bilhão de doses até o final de 2021.

Em julho, os EUA fecharam acordo com os laboratórios para comprar 100 milhões de doses ainda este ano, pelo valor de US$ 1,95 bilhão (cerca de R$ 10,1 bilhões).

Valedoitaúnas/Informações G1

sexta-feira, 11 de dezembro de 2020

Rede Globo faz manchete no Jornal Nacional em cima de fake news de Caiado para prejudicar governo e atender seus interesses


O Jornal Nacional deu na Manchete que o governo federal pretende confiscar todas as vacinas de Covid-19. Na reportagem o JN usou como fonte da informação uma declaração de Caiado, desmentida em nota oficial pelo Ministério de Saúde que o Jornal Nacional já tinha conhecimento. Esse é o tipo de jornalismo que a Globo vem fazendo! Produziu um manchete em cima de uma fake News e colocou palavras na boca do ministro da saúde que ele não disse. Caiado é governador de Goiás e não presidente da República. A manchete correta seria. Ministério da saúde desmente governador de Goiás que afirmou que governo federal pretende confiscar vacinas de Covid 19.

Mas a Globo não está interessada em fazer jornalismo baseando em verdade. 





A Globo faz manchete no Jornal Nacional em cima de fake news para prejudicar governo e atender seus interesses

Governador Fake News: Governo Federal Desmente Caiado Sobre Confisco de Vacina


O governador de Goiás Ronaldo Caiado, entrou para a história política brasileira nesta sexta feira, após produzir uma fake News afirmando que o governo federal iria confiscar e centralizar todas as vacinas de Covid-19.

O  Ministério da Saúde negou no fim da tarde desta sexta-feira (11) ter manifestado a intenção de confiscar ou requerer vacinas contra a Covid-19 que tenham sido adquiridas por estados.

A negativa ocorreu horas após o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), ter publicado em redes sociais que ouviu do ministro Eduardo Pazuello (Saúde) que toda vacina registrada, produzida ou importada no país, seria “requisitada, centralizada e distribuída aos estados pelo Ministério da Saúde”.

Pazuello e o governador goiano se encontraram na manhã desta sexta-feira, em Goiânia, durante evento de inauguração de um hospital maternidade.

Caiado foi ridicularizado por produzir uma fake news que recebeu dura resposta do Governador de São Paulo, João Dória.   "A insanidade de Bolsonaro foi adotada por Caiado. Triste o país que tem homens públicos que pensem assim. Negando a pandemia, promovendo a discórdia e abandonando seu povo”. Afirmou Dória.


No final da tarde  Pazuello desmentiu Caiado dizendo que em nenhum momento o governo federal pensou em confiscar as vacinas. Deixando Caiado com as calças na mão e uma bucha na boca.


“Reiteramos que, em nenhum momento, o Ministério da Saúde se manifestou sobre confisco ou requerimento de vacinas adquiridas pelos estados”, informou a nota do ministério.