quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020

Thiago Moura Mostra Eficiência na Secretária de Saúde de Senador Canedo

O Secretário de Saúde da cidade de Senador Canedo, Thiago Moura, apresenta fartura de medicamentos no almoxarifado


Secretário municipal de saúde, Thiago Moura, apresenta em vídeo fartura de medicamentos novos que chegaram parar reforçar o estoque do almoxarifado e garantir o abastecimento de todas as unidades de saúde do Município. 




Vanderlan fala sobre motivo da possível saída do Progressistas de Goiás

O senador Vanderlan Cardoso em manifestação exclusiva enviada ao blog do Cleuber Carlos, falou sobre sua provável saída do PP. Segundo Vanderlan o principal motivo foi falta de diálogo para o partido participar do governo Caiado.

Veja a íntegra da nota do senador



“É importante deixar claro que mantenho a amizade e respeito para com o presidente Alexandre Baldy, para com os senadores e todos os companheiros progressistas. Apenas a minha permanência no partido que se tornou insustentável. Da minha parte não vai haver inimizades entre o ex-ministro Baldy, esse é apenas um afastamento político, por que entendo que o caminho que o partido está tomando é diferente do que nós queremos para Goiás”.


“Gosto de participar das decisões do partido em que estou filiado e isso não estava mais acontecendo no Progressistas de Goiás. Não vejo problema da legenda compor a base de apoio ao governo Ronaldo Caiado, mas penso que a decisão de ocupar a pasta da Cultura, e fazer parte do Governo diretamente, não deveria ter sido tomada sem o diálogo com os parlamentares do partido. Estou ajudando o Governo com inúmeras emendas, destinando recursos para Saúde, Educação, Segurança, sem a necessidade de fazer parte do governo, sem precisar indicar pessoas para alguma pasta”.



“Não temos nada fechado, em relação a data ou partido, caso realmente se concretize minha saída do Progressistas. Temos convites do PSD do deputado Francisco Júnior e Vilmar Rocha, com quem tenho uma ótima relação, temos convites do PRB e o senador Álvaro Dias, do Podemos, também já conversou comigo, mas não definimos ainda. É importante lembrar que temos um grupo que caminha com a gente e também precisa ser ouvido. Não vamos tomar nenhuma decisão sem pensar em um todo”.


A divisão de poderes e o poder dividido, por Demóstenes Torres


Plenário do STF durante abertura do ano judiciário 2020 Sérgio Lima/Poder360 
Em artigo publicado pelo Site Poder 360, o ex-senador e promotor público aposentado, agora advogado, Demóstenes Torres, fala sobre a divisão dos poderes e os poderes divididos fazendo uma analise dos conflitos internos do poder judiciário 

Veja o artigo 



Anteontem, 3º dia do mês de fevereiro do corrente ano, foram abertos os trabalhos legislativos. Discursaram os presidentes do Supremo Tribunal Federal, da Câmara dos Deputados e do Senado. O presidente Jair Bolsonaro foi representado pelo seu vice, General Hamilton Mourão. 


O discurso do ministro Dias Toffoli, do STF, centrou-se em enfatizar os avanços civilizatórios ocorridos no Brasil nos últimos 36 anos e a contribuição do Poder Judiciário para que eles pudessem ser alcançados. 

Destacou, também, a importância de gerar confiança, previsibilidade e segurança jurídica, pilares que sustentam o sistema de Justiça e que hoje parecem extremamente fragilizados. Mas a atenção deve ser dirigida para a invocação da necessária harmonia entre os poderes, que se sabe muito abalada. E não sem razões. 

Clara conquista da sociedade brasileira, o texto que trata do juiz das garantias foi suspenso pelo ministro Luiz Fux, em janeiro deste ano. A decisão, monocrática, substituiu outra decisão, também singular, proferida pelo ministro Dias Toffoli, quebrando uma tradição da Corte de que apenas o plenário poderia reformar as decisões proferidas monocraticamente. 


As razões dadas pelo ministro Fux para justificar a suspensão vão desde uma suposta inconstitucionalidade por aspectos formais à inexistência de previsão orçamentária, impossibilidade de implantação do sistema, falta de evidências que comprovem que a sua implementação aumentaria a imparcialidade do juiz, etc. 


O fato foi interpretado como expressa ingerência do Poder Judiciário na atividade legislativa, o que fez o presidente da Câmara manifestar, com indignação, que a suspensão do juiz das garantias foi “desnecessária e desrespeitosa” com o Congresso Nacional. Talvez o tenha sido também com o próprio Supremo. Segundo noticiado pelo Poder360: 

“Rodrigo Maia afirmou: ‘Espero o retorno do presidente Toffoli [que está em férias] para restabelecer o diálogo e o equilíbrio na relação entre os Poderes’.” 

Contudo, para mim, de maior gravidade são as audiências públicas convocadas para discutir o juiz das garantias, nos dias 16 e 30 de março. E isso porque a audiência pública em ADI, prevista na Lei 9.868/1999, só pode ser invocada quando haja a “necessidade de esclarecimento de matéria ou circunstância de fato ou de notória insuficiência das informações existentes nos autos”, o que não parece ser o caso. 


A 1ª realizada pelo Supremo Tribunal Federal se deu na ADI 3510, que versava sobre a Lei de Biossegurança. O relator da ação, ministro Carlos Ayres Brito, pretendia obter informações de especialistas sobre o tema pela necessidade de esclarecimento fático, pois a discussão extrapolava o âmbito meramente jurídico. Para se chegar à decisão, era necessária a produção de outros elementos. 
Evidente o acerto da convocação da audiência, naquele caso. O objeto da ação era a (in)constitucionalidade da utilização de células-tronco embrionárias em pesquisas científicas, e os especialistas participantes puderam elucidar questões importantes para o ensejo da demanda, tais como a própria delimitação do início da vida, em termos científicos. 

No caso do juiz das garantias, a questão é totalmente oposta. Afinal, quais sãos os fatos que necessitam de esclarecimento? E quais especialistas poderão ser convocados, se não juristas? A matéria, a meu ver, é estritamente jurídica. São, portanto, inadmissíveis e até mesmo perigosas as audiências convocadas. E o seu perigo decorre da sensação de que o Poder Judiciário, neste caso, reabre a discussão legislativa, sem qualquer representatividade que a legitime. É a harmonia suplicada na abertura dos trabalhos legislativos que está em jogo. Inverte-se, com isso, a lógica democrática, alterando-se a sua função majoritária, que passa a se submeter ao controle de órgão contramajoritário sem qualquer representatividade. 

A execução de tarefas típicas do Legislativo, infelizmente, não é novidade. Em junho do ano passado, ao julgar a Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão 26 e o Mandado de Injunção 4733, a maioria do Supremo entendeu por tipificar a homofobia e a transfobia, por analogia à Lei do Racismo. Não há dúvidas de que tais condutas merecem ser reprovadas penalmente, mas isso deve ocorrer no âmbito do parlamento, não criando delitos por decisão judicial (pelo princípio da reserva legal, só se considera criminosa uma conduta expressamente prevista em lei). 

Como se vê, o Judiciário contribui de maneira decisiva para o desequilíbrio na independência dos poderes. Mas o problema não se limita a essa tensão. Alguns atos, como o da revogação monocrática de decisões entre membros do Supremo, evidencia uma tendência de quebra da unidade interna do Poder Judiciário. A Corte deixa de se expressar por meio da manifestação conjunta de seus componentes, dando lugar a conflitos individuais. Com isso, divide-se o poder, causando a sua deterioração e, por consequência, insegurança jurídica. 

É necessário resgatar a harmonia entre os poderes, separando-os de forma adequada, de modo que cada qual exerça a função que lhe compita na estrutura estatal. No entanto, também se faz importante restabelecer a unidade interna de cada um, evitando-se a prática de atos que, como diz reiteradamente o ministro Marco Aurélio, provocam a autofagia da Suprema Corte. 

Que o ano seja harmônico. 


Autores 




Demóstenes Torres, 59 anos, é ex-presidente da Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal, procurador de Justiça aposentado e advogado. 


terça-feira, 4 de fevereiro de 2020

Jânio Darrot Praticamente Descarta Candidatura de Gleysson Cabriny a Prefeito de Trindade

O prefeito de Trindade Jânio Darrot concedeu entrevista falando sobre a sucessão municipal e afirmou que a definição do seu candidato a prefeito será com base em pesquisas qualitativas e quantitativas. 
A declaração de Jânio Darrot é um balde de água fria na candidatura do vice prefeito Gleysson Cabriny que por lógica, deveria ser o candidato natural a prefeito, já que foi o vice de Jânio nos dois mandatos,  e a essa altura da disputa eleitoral, não tem o seu nome consolidado,  significa que é carta fora do baralho no jogo da sucessão em Trindade.

Gleysson Cabriny tem contra si a rejeição do padre Robson, consequentemente dos fieis da igreja católica e a própria incerteza de Jânio Darrot quanto a sua capacidade administrativa para gerir uma cidade do tamanho de Trindade. Além do mais, Jânio já está convencido que  ter um candidato que não seja do PSDB na cabeça de chapa em Trindade,  evita muito desgaste politico, não dá palaque para Caiado   e aumenta consideravelmente as chances de vitória.

Veja bem, Jânio Darrot em nenhum momento disse que Gleysson Cabriny não será o escolhido e nem vai dizer, mas na politica existem coisas que não precisam ser ditas para as pessoas entenderem.

A definição do candidato de Jânio Darrot poder ser atraves de pesquisa qualitativa, quantitativa ou até mesmo uma escolha pessoal, Jânio tem total direito e legitimidade para escolher, agora o que ele não pode fazer é demorar nesta escolha, porque a demora não ajuda a unir, pelo contrario, ela vai dividir e atrapalhar e se demorar, quando escolher, pode ser tarde demais,  mesmo sendo a escolha acertada.

Presidente da Câmara Municipal de Inaciolândia Faz Visita a Hidrolândia

O presidente da Câmara Municipal de Inaciolândia,  vereador Ueldes Guissoni, visitou nesta terça-feira a cidade de Hidrolândia, onde se encontrou com o prefeito Paulinho e a primeira dama Luciana Rezende, para conhecer o modelo administrativo aplicado na cidade, que coloca a gestão de Paulinho como referência no estado de Goiás, com aprovação de 80% da sua administração.

"Para nós que ficamos distante da capital e moramos em cidades pequenas, onde os recursos são escassos e tudo é mais difícil, precisamos buscar conhecimento e ter como exemplo administração como a do prefeito Paulinho. Muitas coisas que ele aplica com sucesso aqui, podemos implantar também em Inaciolândia. Cidade limpa, ruas asfaltadas e serviços públicos que atendam a população, é o sonho de qualquer politico. Aqui em Hidrolândia é assim e com a parceria e troca de conhecimento que estamos estabelecendo, vamos implantar esta filosofia em Inaciolândia na administração do prefeito Chiquinho". Afirmou o vereador.

Prefeito de Três Cidades Paulinho Entrega Ambulância em Oloana

Hidrolândia é o município de maior extensão territorial da região metropolitana de Goiânia. Com uma área de 944,238 km² Hidrolândia é maior em extensão territorial que Goiânia que tem 728,841 km², Aparecida de Goiânia 288,465 km², Trindade 710,328 km² e Senador Canedo 244.7 km2.

Uma cidade com essa dimensão territorial impõe ao município alguns desafios gigantescos, como por exemplo, cuidar das estradas das zona rural e providenciar transporte escolar para todos os alunos da zona rural.

Alem disto, os distritos de Nova Fátima e Oloana são verdadeiras cidades. Enquanto Nova Fátima fica a 15 km de Hidrolândia, Oloana fica a 40 km. Neste ponto podemos afirmar que o prefeito Paulinho é prefeito de três cidades da região metropolitana de Goiânia: Hidrolãndia, Nova Fátima e Oloana.

Na tarde dessa segunda-feira, o prefeito Paulinho e os vereadores da base de apoio na Câmara Municipal entregaram uma ambulância 0 km para os moradores de OLOANA, proporcionando mais qualidade no atendimento de emergência.


Paulinho, além de ser prefeito das três cidades, é presidente da Associação Goiana dos Municípios e projeta uma candidatura ao governo de Goiás no futuro.

Presidente da Goinfra Pedro Salles Confessa Ser Incompetente Para Fazer Manutenção das Rodovias Asfaltadas Por Marconi: "É Muito Asfalto"

Para justificar o grande números de buracos e a falta de manutenção das GOs, presidente da Goinfra culpou excesso de rodovias pavimentadas, apontando a “expansão irresponsável da malha” nos governos passados. Pedro Sales afirmou ao jornal O Hoje que a dificuldade no trabalho de recuperação das rodovias estaduais está no “aumento no número de rodovias pavimentadas nas gestões ‘dessa rapaziada’, em referência aos governos tucanos de Marconi Perillo e José Eliton”.

Pelo visto, o segundo ano gestão de Ronaldo Caiado inicia como terminou o primeiro. Sua marca registrada – de enumerar problemas para justificar deficiências em sua gestão – parece que vai marcar também 2020. As rodovias goianas pedem socorro e as reportagens sobre acidentes decorrentes da falta de manutenção das GO’s se multiplicam.  
Em nota à Coluna Xadrez (jornal O Hoje), o presidente da Agência Goiana de Infraestrutura e Transporte (Goinfra), Pedro Sales, inaugurou nova fase de justificativas para inoperância do governo de Goiás. O auxiliar de Caiado inovou nas desculpas e culpou os governos de Marconi Perillo e José Eliton pelo excesso de rodovias pavimentadas no Estado.
De acordo com a nota, os governadores tucanos realizaram uma “expansão irresponsável da malha”. “É como se alguém que tenha alimentos em casa, ao invés de colocá-los na geladeira, compre mais e mais alimentos”, afirmou. Conforme Pedro Sales, o aumento no número de rodovias pavimentadas nas gestões ‘dessa rapaziada’, é a responsável pela dificuldade do governo de Goiás em realizar as manutenções adequadas das rodovias.
Nas gestões de Marconi e José Eliton foram pavimentamos mais de 5 mil quilômetros de rodovias. Outros 6 mil quilômetros foram reconstruídos, melhorando o escoamento da nossa produção, facilitando o acesso às cidades turísticas e promovendo conforto e segurança para todos os que precisam trafegar em nossas estradas.
Se Goiás hoje é destino de grandes indústrias e de milhares de turistas é porque o estado tem uma malha viária pavimentada que interliga todas as Regiões do Estado. Todas as rodovias que chegam à capital foram duplicadas.

Talles Barreto Sobre Caiado: "Se Não Dá Conta de Governar Pede Para Sair"

O deputado Talles Barreto, líder do PSDB na Assembleia, divulgou nota rebatendo declaração do presidente da Goinfra, Pedro Salles, que culpou o excesso de rodovias pavimentadas no governos passados pela falta de manutenção das GOs.


Segundo parlamentar, Salles poderia adotar o que o governo do PSDB fez: trabalhar mais e falar menos.

Leia na íntegra a nota de Talles Barreto:
“A declaração do presidente da Goinfra, Pedro Sales, segundo a qual os governos do PSDB promoveram a “expansão irresponsável” da malha rodoviária pavimentada do Estado, é absurda e ridícula e revela a incompetência do Estado também na infraestrutura
Já que o governo atual não consegue manter em bom estado as rodovias pavimentadas, qual seria a solução? Arrancar o asfalto? O presidente da Goinfra e o governador Ronaldo Caiado não precisam se dar a esse trabalho: mantendo a paralisia e a incompetência na gestão das estradas, com a absoluta falta de manutenção, logo não terão mais pavimento para manter.
É de fato impressionante a percepção do presidente da Goinfra: o PSDB foi irresponsável ao ampliar a pavimentação rodoviária. Irresponsável é não dar conta de manter a malha atual, deixando que os investimentos se percam. Irresponsabilidade e incompetência combinados.
Caiado e seu (des)governo não conseguem conviver com o legado do PSDB e de Marconi Perillo. Nossas gestões entregaram a Goiás uma das melhores malhas rodoviárias do país e uma das melhores relações entre rodovias pavimentadas com não pavimentadas. Quando assumimos, havia 6 mil quilômetros de rodovias asfaltadas para 15 mil quilômetros não asfaltadas. Ao final de nossas gestões, a extensão pavimentada era de 12 mil quilômetros, diante de 9 mil não pavimentados.
As afirmações de Pedro Sales confirmam, mais uma vez, a visão retrógrada de mundo dele e do governo Caiado. A construção de rodovias é iniciativa elementar nos investimentos em infraestrutura: integra o território, garante a segurança dos usuários e impulsiona o progresso econômico.
Não custa lembrar a importância estratégica das rodovias para economia de Goiás, um dos centros agroindustriais mais dinâmicos do país, em boa parte justamente como resultado dos investimentos feitos pelas gestões do PSDB no setor. O ex-governador Otávio Lage dizia que junto com o asfalto vem o progresso.
Os governos do PSDB inovaram ao criar o Programa Rodovida e o Fundo de Transportes, que se tornaram referência para país. Com esses programas diferentemente do que afirma o desinformado e despreparado presidente da Goinfra, reconstruímos 6 mil km de rodovias pavimentadas que estavam totalmente deterioradas, as mais emblemáticas foram a rodovia do boi que o governador conhece muito bem e pode testemunhar junto ao presidente da Goinfra a qualidade do trabalho que foi feito e a que liga Rio Verde a Montividiu, que Pedro Sales pode ver com o presidente da Assembleia, Lissauer Vieira, sobre a qualidade dos serviços executados . 
Fizemos a manutenção preventiva e corretiva em toda malha rodoviária pavimentada e não pavimentada do estado. Tanto é que em pesquisa feita pelo instituto Serpes e divulgada pelo Jornal O Popular, em setembro de 2018, 86% da população de Goiás apontou as rodovias como o maior legado dos governos do PSDB. 
Pedro Sales poderia adotar o que o governo do PSDB fez, trabalhar mais e falar menos. Seguindo sua diretriz maior de destruir o legado do PSDB, custe o que custar e a quem custar (no caso a população), o atual governo está acabando com esses dois instrumentos de modernização e manutenção de nossa malha rodoviária, incluindo o melhor sistema de sinalização do país. Os R$ 280 milhões que o presidente da Goinfra cita como o valor necessário para a manutenção de nossas rodovias representam apenas 0,13% do orçamento do Estado.
A solução é simples: se não dão conta nem de manter nossas estradas, o melhor a fazer é pedir para sair e entregar a gestão para quem sabe fazer. Esse governo já provou que sua especialidade e sua vocação é desmontar, desmanchar e destruir toda a estrutura econômica, social e de infraestrutura construída pelos governos do PSDB, denigrir biografias e histórias com mentiras e acusações sem fundamento. A cada dia fica mais clara, para todos os goianos, a incompetência desse governador e de sua equipe de forasteiros, que não conhecem a realidade de Goiás.
Goiás tem um governo estadual incapaz de construir qualquer coisa, não apenas em relação às rodovias, mas a dezenas de obras que não foram concluídas até o final de 2018, por falta de tempo hábil e/ou porque foram paralisadas no início do período chuvoso — todas, aliás, continuam paralisadas até hoje, mesmo aquelas financiadas com recursos do BNDES e da Caixa.
Esse governo passou o ano de 2019 com mais de 160 milhões de reais de financiamentos depositados nos bancos, pagando juros e mantendo obras paralisadas. Sobram ataques, mentiras, ódio, calúnias, difamação e incompetência! Faltam compromisso com a verdade, plano de governo, vontade de trabalhar, olhar para o futuro! Falta pensar em Goiás, no futuro de nosso Estado.
Talles Barreto
Deputado estadual, líder do PSDB na Assembleia Legislativa”

Vanderlan Deixa o PP e Vai Se Filiar no PSD

O senador Vanderlan Cardoso confirma a fama de não esquentar banco de partido político e vai se filiar ao PSD no próximo dia 12.
O ato de filiação contará com a presença do presidente nacional da sigla, Gilberto Kassab, com quem Vanderlan acertou os ponteiros na semana passada em São Paulo.
Vanderlan deseja disputar o governo de Goiás em 2022 e pelo PP não teria espaço para sua candidatura em uma chapa majoritária devido Alexandre Baldy ser candidato ao senado e uma chapa majoritária puro sangue não é viável.

Revista ISTOÉ: Caiado o Coronel de Goiás

A revista ISTOÉ  publicou reportagem de duas páginas que aponta a volta do coronelismo a Goiás. A publicação diz que Caiado persegue servidores públicos, censura a imprensa e nomeia dezenas de parentes no governo.
Leia a íntegra da reportagem da revista ISTOÉ sobre o coronelismo de Caiado em Goiás clicando aqui.