quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

Previsão de Terremoto Político em Rio Verde

Rio Verde viveu anos de acomodação institucional. Viveu o silêncio como regra. Viveu o medo como método. Viveu a conveniência como estratégia.

Mas silêncio não é estabilidade.

É apenas adiamento.

Tentaram intimidar.

Tentaram judicializar.

Tentaram deslocar o debate da praça pública para os corredores processuais.

Não funcionou.

Porque o que sustenta este espaço não é vaidade, não é disputa pessoal, não é projeto político. É convicção de que fiscalização não é afronta — é dever democrático.

Se a crítica incomoda, é porque toca onde muitos preferiam não mexer.

Se a cobrança irrita, é porque revela o que estava confortável demais.

Eu não fui o único a enxergar os problemas.

Mas fui o único a enfrentar sozinho o sistema quando enfrentá-lo não era conveniente.

E se hoje a cidade começa a acordar, é porque alguém decidiu não dormir.

A história registra quem se calou.

A história registra quem tentou intimidar.

E a história também registra quem não se curvou.

Porque, no fim, não é sobre processos.

Não é sobre pressão.

Não é sobre poder.

É sobre princípio.

E princípio não se negocia.

Quem tentou silenciar enfrentou resistência.

Quem apostou no medo encontrou convicção.

E quem acreditou que o silêncio era eterno, agora precisa conviver com a verdade.

Rio Verde está acordando.

E desta vez, não há como fechar os olhos.

O que vem pela frente é milhões de vezes maior do que os olhos recém abertos enxergaram: Castros Herênio, Hemorin e Holdings, emergenciais fábricadas, contratos emergenciais, consultorias, adesões de Atas, iluminação pública, asfalto, medicamentos, uniformes escolares, emendas, etc. Aguardem


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