Edifício no Largo do Paissandu era ocupado irregularmente por cerca de 90 famílias. Bombeiros fazem buscas por desaparecidos.
Chamas começaram por volta da 1h30 no 5º andar
Prédio de 24 andares abrigava ocupação irregular
Prefeitura de São Paulo diz que 92 famílias estavam no local
Homem caiu junto com o prédio em tentativa de resgate
Bombeiros combatem focos de incêndio e buscam desaparecidos
No dia 10 de março, a Prefeitura de São Paulo cadastrou cerca de 150 famílias, com 400 pessoas, ocupantes do prédio que desabou após incêndio na região central da cidade.
"A Prefeitura fez o limite do que ela poderia fazer: cadastrar as 150 famílias. São 25% estrangeiros. Não podemos obrigar a sair nem pedir a reintegração porque o prédio é da União", disse o prefeito Bruno Covas.

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