O ex-senador Demóstenes Torres (PTB) defende como critérios para a formação de uma chapa majoritária da base aliada a realização de pesquisas quantitativas e qualitativas, respaldo de partidos políticos, apoio de prefeitos, deputados estaduais e federais, e a opinião de Marconi Perillo e José Eliton.
"A base aliada está assim: José Eliton (PSDB) é o candidato a governador e Marconi Perillo (PSDB) é candidato ao Senado – definidos. Eu disputo uma vaga com Lúcia Vânia (PSB). Se Vilmar Rocha (PSD) vier disputar acredito que será bem-vindo. Se a Luana Baldy (PP) vier disputar, será bem-vinda", comenta Demóstenes.
E quais são os critérios para a escolha do candidato a senador na segunda vaga? "O primeiro deles é a intenção de voto, pesquisas qualitativas, apoio de partidos políticos, apoio dos prefeitos, dos deputados federais e dos deputado estaduais". resume o ex-senador.
Segundo ele, ouvir o governador José Eliton e o ex-governador Marconi Perillo é fundamental. "Com esses dados todos, teremos um candidato. Se Lúcia Vânia, Vilmar ou Luana estiverem melhores do que eu, irei apoiá-los com entusiasmo", garante.
O petebista frisa que não ficaria contrariado se perdesse a disputa interna. ' Ao contrário, vou agradecer a Deus pela oportunidade que o eleitor de Goiás me deu de ganhar duas eleições para senador. O que eu peço é que existam critérios. Ninguém é candidato de si mesmo. Eu sou escravo da base aliada. Se a base decidir que estou fora, eu estou fora."
O ex-senador descarta a hipótese de ser candidato a deputado federal. "Não serei candidato a deputado federal em hipótese alguma. Fiz uma carreira no Senado, aprendi como as coisas funcionam naquela Casa, tive como fazer 189 leis ou ajudando a fazer como relator, emendante ou autor. Leis importantes para o Brasil.
Ele lembra que a Lei da Ficha Limpa, que acabou o atingi. do, foi ele que que relatou. "Todas as leis contra a pedofilia são de minha autoria. As medidas cautelares no processo penal, que possibilitaram a existência da Lava Jato. Tornozeleira eletrônica. Muitos senadores, e até deputados, me procuravam e pediam para que eu relatasse o projeto de lei deles no Congresso. Foram conquistas tremendas."
Demóstenes disse que sabe fazer leis e transitar no Senado. "Não sei se daria conta de fazer a mesma coisa na Câmara dos Deputados. E confesso que hoje ainda teria uma prudência muito maior para não acontecer de novo o que aconteceu comigo."
Sobre a suplência da candidatura de Marconi, o ex-senador disse que a vaga também é muito disputada. "Como ele tem a mão na taça, muita gente quer. E digo que eu não aceitaria. Eu realmente quero trabalhar no Senado", concluiu.

Um comentário:
Picareta, bandido, salafrário, rato de esgoto, esse testa de ferro do cachoeira, cachorro de coleira do ladrão Marconi perilo, abre os olhos eleitores vamos saber escolher os nossos representantes. #foracorruptos
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