segunda-feira, 30 de abril de 2018

Demóstenes defende critérios para a definição do segundo candidato a senador pela base aliada

O ex-senador Demóstenes Torres (PTB) defende como critérios para a formação de uma chapa majoritária da base aliada a realização de pesquisas quantitativas e qualitativas, respaldo de partidos políticos, apoio de prefeitos, deputados estaduais e federais, e a opinião de Marconi Perillo e José Eliton.

"A base aliada está assim: José Eliton (PSDB) é o candidato a governador e Marconi Perillo (PSDB) é candidato ao Senado – definidos. Eu disputo uma vaga com Lúcia Vânia (PSB). Se Vilmar Rocha (PSD) vier disputar acredito que será bem-vindo. Se a Luana Baldy (PP) vier disputar, será bem-vinda", comenta Demóstenes.

E quais são os critérios para a escolha do candidato a senador na segunda vaga? "O primeiro deles é a intenção de voto, pesquisas qualitativas, apoio de partidos políticos, apoio dos prefeitos, dos deputados federais e dos deputado estaduais". resume o ex-senador.

Segundo ele, ouvir o governador José Eliton e o ex-governador Marconi Perillo é fundamental. "Com esses dados todos, teremos um candidato. Se Lúcia Vânia, Vilmar ou Luana estiverem melhores do que eu, irei apoiá-los com entusiasmo", garante.

O petebista frisa que não ficaria contrariado se perdesse a disputa interna. ' Ao contrário, vou agradecer a Deus pela oportunidade que o eleitor de Goiás me deu de ganhar duas eleições para senador. O que eu peço é que existam critérios. Ninguém é candidato de si mesmo. Eu sou escravo da base aliada. Se a base decidir que estou fora, eu estou fora."

O ex-senador descarta a hipótese de ser candidato a deputado federal. "Não serei candidato a deputado federal em hipótese alguma. Fiz uma carreira no Senado, aprendi como as coisas funcionam naquela Casa, tive como fazer 189 leis ou ajudando a fazer como relator, emendante ou autor. Leis importantes para o Brasil. 

Ele lembra que a Lei da Ficha Limpa, que acabou o atingi. do, foi ele que que relatou. "Todas as leis contra a pedofilia são de minha autoria. As medidas cautelares no processo penal, que possibilitaram a existência da Lava Jato. Tornozeleira eletrônica. Muitos senadores, e até deputados, me procuravam e pediam para que eu relatasse o projeto de lei deles no Congresso. Foram conquistas tremendas."

Demóstenes disse que sabe fazer leis e transitar no Senado. "Não sei se daria conta de fazer a mesma coisa na Câmara dos Deputados. E confesso que hoje ainda teria uma prudência muito maior para não acontecer de novo o que aconteceu comigo." 

Sobre a suplência da candidatura de Marconi, o ex-senador disse que a vaga também é muito disputada. "Como ele tem a mão na taça, muita gente quer. E digo que eu não aceitaria. Eu realmente quero trabalhar no Senado", concluiu.

Um comentário:

Vm mariano disse...

Picareta, bandido, salafrário, rato de esgoto, esse testa de ferro do cachoeira, cachorro de coleira do ladrão Marconi perilo, abre os olhos eleitores vamos saber escolher os nossos representantes. #foracorruptos