terça-feira, 8 de agosto de 2017

Kelly Cristina Foi Presa Pela Polícia Federal Por Tráfico de Drogas

Kelly Cristina foi presa em flagrante pela Polícia Federal no aeroporto de viracopos em Campinas por tráfico de drogas. Essa foi a informação da Assessoria de Comunicação Social da polícia Federal em resposta a solicitação de informação feita pelo blog a respeito da prisão da jovem que estava desaparecida. 

Acompanhe a manifestação da Polícia Federal

Boa Tarde.
Sr.Cleuber,

A Kelly Cristina foi presa em flagrante pela Polícia Federal em Campinas no dia 25 de julho,  e foi  decretada prisão preventiva.
Maiores informações, na Justiça Federal.

Atenciosamente.

Comunicação Social PF em Campinas
19.3345-2269

Estamos aguardando informações da secretaria de Assuntos penitenciários de São Paulo e da Justiça Federal sobre onde Kelly está presa e em qual vara da justiça federal tramita seu processo.

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Polícia dos EUA Encerra Show de Simone e Simaria em Miami

Com o show da dupla Simone e Simaria, a noite era para ser de festa para o público brasileiro nos EUA.
O local estava super lotado. A organização foi precária, haja vista as muitas reclamações nas redes sociais de pessoas que estiveram no local.
O som estava alto e passou a incomodar moradores vizinhos na madrugada de sábado.
Além disso, várias brigas teriam acontecido no transcorrer do evento.
A polícia americana recebeu várias reclamações através do fone 911.
Rapidamente, algumas viaturas se dirigiram ao clube onde se realizava o evento musical.
Os policiais constataram algumas irregularidades e não quiseram conversa com os organizadores e nem com as cantoras sertanejas brasileiras.
O primordial era fazer cumprir as leis locais.
Com o show ainda rolando, sem dar maiores explicações, a polícia americana desligou o som e deu por encerrado o show musical, sem sequer permitir que as cantoras se despedissem do público.
A assessoria das cantoras se manifestou sobre o ocorrido:
Faltando quinze minutos para o encerramento do show, a polícia adentrou o local e obrigou o término imediato da apresentação, impedindo até que as cantoras se despedissem do público. A produção de S&S tentou impedir que isso ocorresse, já que a casa tinha a liberação de funcionamento até as 2h, mas os próprios policiais se dirigiram até a mesa de som e desligaram os equipamentos “.
Outro fato que chamou a atenção, é que ninguém reclamou ou tripudiou sobre a decisão policial. Todos foram embora imediatamente, aceitando a determinação unilateral.
Isso no direito chama-se “Poder de Polícia”, que é a “faculdade que tem o Estado de limitar e condicionar o exercício dos direitos individuais, a liberdade e a propriedade, tendo como objetivo a instauração do bem-estar coletivo”, conforme preceitua a jurista Maria Sylvia Di Pietro.
Quem já viajou para os EUA, sabe que a polícia americana não é muito de conversar e pedir explicações. Quando constata que alguém está cometendo alguma irregularidade, o policial simplesmente cumpre a lei. Cabe ao infrator ficar calado e responder apenas às perguntas que lhe forem feitas.
Se o detido não acatar as ordens do policial, poderá responder por outros crimes com penas duras e sem benefícios, como por exemplo: desacato, desobediência, resistência à prisão e perjúrio, se eventualmente mentir para a polícia.
Se o presente fato acontecesse no Brasil, com certeza teríamos rapidamente uma enxurrada de críticas ao trabalho dos policiais, que seriam chamados de arbitrários, despreparados e ainda seriam acusados de terem praticado crime de abuso de autoridade.
Portanto, democracia sem poder de polícia vira bagunça, desarranjo social, insegurança jurídica e prevalência da vontade dos desordeiros, vândalos e arruaceiros contra os ditames da lei.

Marconi: “Cristalina faz de Goiás modelo na geração de emprego no Brasil”


   "Cristalina está entre as 10 cidades que mais geraram empregos no país, fruto do crescimento do agronegócio, do comércio, e da parceria com o Governo do Estado", lembrou o prefeito Daniel do Sindicato

Ø   Cristalina recebe R$ 3,4 milhões do Goiás na Frente e a construção de 432 casas. Recurso será aplicado em recuperação pavimentação asfáltica

Ø   "Eu nunca vi nenhum um governador fazendo tanto pelos municípios da Região do Entorno como o governador Marconi Perillo", recordou o deputado federal Célio Silveira
 
O governador Marconi Perillo esteve mais uma vez no Entorno do Distrito Federal para vistoriar obras, autorizar investimentos e  firmar convênios. A incursão começou por Cristalina, seguindo para Luziânia e Novo Gama. Na cidade dos cristais, anunciou a construção de 432 casas populares e R$ 3,4 milhões do Goiás na Frente para recapeamento e pavimentação urbana.
O prefeito Daniel Vaz, mais conhecido por Daniel do Sindicato (PSB), agradeceu ao governador pelo "apoio irrestrito que contribuiu para que as contas públicas fossem colocadas em dia, incluindo o pagamento dos servidores". Lembrou que Cristalina "está entre as 10 cidades que mais geraram empregos no país, fruto do crescimento do agronegócio, do comércio, e da parceria com o Governo do Estado".
Marconi falou das ações que desenvolveu à frente do governo e que fortaleceram o município: "Eu ajudei a trazer a Bonduelle Alimentos para Cristalina. Construí a ponte do São Marcos, trouxemos a UEG, pavimentamos a GO-436 e construímos a GO-010. Agora, estamos reconstruindo a GO-436 e a GO-010, com investimentos de R$ 76 milhões. O asfalto vai suportar o trânsito pesado de caminhões". Ele lembrou que Cristalina se tornou uma cidade modelo na geração de emprego: “Cristalina faz de Goiás modelo na geração de emprego no Brasil”.
Deputados estaduais, um federal e um senador presentes se comprometeram com a liberação de emendas para investimentos no Distrito de Campos Lindos. "Vamos unir forças em prol de Campos Lindos. Eu sugiro a compra de uma usina de asfalto para baratear as obras de pavimentação no distrito. Eu estarei junto com o senador Wilder Morais buscando recursos no Governo Federal e vamos elaborar também um projeto de desenvolvimento para Campos Lindos", afirmou o governador.
O secretário extraordinário e fiscal do Goiás na Frente, Talles Barreto, enumerou as principais áreas de atuação do programa de obras de Governo do Estado, "presente em todos os 246 municípios goianos nas áreas da Saúde, com a reforma e construção de hospitais; na Infraestrutura; na Seguranca Pública, com a aquisição de armas e viaturas; na Educação, com a reforma de escolas e construção de quadras; e na construção de 30 mil casas para as famílias de baixa renda".
Rodovias recuperadas - Por meio do Goiás na Frente, com a Agetop, o Governo de Goiás está recuperando os 78 quilômetros da GO-436, que começa na BR-040 e vai até as proximidades de Formosa, no Entorno Norte. A rodovia foi pavimentada no primeiro governo de Marconi, no início do ano 2000. "Eu nunca vi nenhum um governador fazendo tanto pelos municípios da Região do Entorno como o governador Marconi Perillo", recordou o deputado federal Célio Silveira (PSDB).
A GO-436 também é ponto de partida da GO-010, com 45 quilômetros de extensão até a BR-040 nas proximidades do trevo de acesso à cidade de Luziânia. A GO-010, também em recuperação, liga Goiânia ao Entorno do DF, passando por Bonfinópolis, Leopoldo de Bulhões, Silvânia, Vianópolis e Luziânia, e chega a Cristalina pela interseção com a BR-040/050.
O vice-governador José Eliton explicou que o Goiás na Frente foi idealizado com três vertentes. A primeira é da Infraestrutura. "A GO-436 é um exemplo, com a qualidade do serviço extraordinária". O programa visa também o amparo social, "oferecendo empregos para a juventude com o Jovem Cidadão; Ensino Superior com a Bolsa Universitária; e a construção de 30 mil casas até o final de 2018. Aqui em Cristalina vamos construir 432 casas. No município, eu vou, ainda hoje, vistoriar a construção de uma Escola Padrão Século XXI". A terceira vertente "é a ajuda aos prefeitos que passam por dificuldades devido a escassez de recursos.
Estiveram presentes também Lêda Borges (Secretaria Cidadã), Jayme Rincón (Presidente da Agetop), os deputados estaduais Lincoln Tejota (PSD), Cláudio Meirelles (PP), Jeferson Rodrigues (PRB), Santana Gomes (PSL) Lucas Calil (PSL), Diego Sorgatto (PSB), deputado federal Célio Silveira (PSDB) e o senador Wilder Morais (PP).


Operações da Polícia Civil prendem suspeitos de homicídios em Anápolis e Entorno do DF


Em Anápolis, dois foram presos pela prática de homicídio,  motivado por disputa pelo tráfico de drogas. Homicídio em Luziânia chocou moradores

Operações realizadas pelo Grupo de Investigação de Homicídios (GIH) da Polícia Civil, de Anápolis e Luziânia, cumpriram mandados de prisão preventiva de autores de crime de homicídios nas duas cidades.

Em Anápolis, o GIH local prendeu João Amadeu Matos de Assis, de 21 anos, e Lucas Marleido Nóbrega de Oliveira, 22. Eles são investigados pela morte a tiros de Danilo de Oliveira Camargo, ocorrida no dia 05 de maio passado, no Bairro Calixto Abrão, em Anápolis.

De acordo com o delegado Vander Coelho, responsável pelas investigações, poucos dias antes do homicídio, a dupla havia tentado matar um amigo de Danilo. Inconformado, a vítima passou a ameaçar João Amadeu e Lucas, o que pode ter gerado a motivação do crime.

Os presos foram interrogados e confessaram o crime. Eles afirmaram para a polícia que havia uma disputa pelo domínio do tráfico de drogas na região, levando à rivalidade entre os envolvidos. 

Luziânia
Em Luziânia, no Entorno do Distrito Federal, o Grupo de Investigação de Homicídios local cumpriu dois mandados de prisão expedidos em desfavor de suspeitos de homicídios qualificados. Miqueias Meireles de Oliveira e Samuel dos Santos da Silva já estavam presos, e devem permanecer mais tempo na cadeia.

Segundo o delegado Maurício Passerini, responsável pelos casos, Miqueias é o principal suspeito pelos disparos de arma de fogo que mataram Igor Ferreira de Matos, em dezembro de 2015, no Setor Fumal, em Luziânia. O outro investigado, Samuel dos Santos, figura como partícipe do crime de homicídio qualificado, ocorrido em janeiro do corrente ano, contra a vítima Josué Morais da Silva, morto também por disparos de arma de fogo.
O delegado Maurício lembra que o crime perpetrado contra Josué chocou os familiares e moradores do bairro Luzília Parque, em Luziânia, tendo em vista que a vítima, um jovem de 15 anos, não ostentava passagens pela polícia, não possuía inimigos e fazia parte da banda da igreja. A Polícia Civil ainda realiza diligências para responsabilizar e prender outros dois envolvidos na grave infração penal.
 Foto 1: suspeitos de crime em Anápolis
Foto 2: suspeitos de homicídios em Luziânia
 Créditos: Arquivos da Polícia Civil de Goiás     

Festa de "Open Drogas" em Goiânia

Todo mundo sabe o que é uma festa "open bar" mas você já imaginou uma festa "open drogas"? Foi exatamente isso que aconteceu em Goiânia.

No último final de semana cerca de 150 pessoas, sendo mais de 100 adolescentes, com muitos menores, algumas meninas com 13 e até uma de 12 anos, participaram de uma festa em uma casa alugada na Região Noroeste de Goiânia.

A ousadia e delinquência dos jovens que participavam da festa surpreendeu até a polícia nada de open bar como é de costume, desta feita era uma festa "Open Drogas"...a pessoa paga pra entrar e consumir a vontade ecstasy, cocaína, maconha, loló, lança-perfume e também respingo de solda, uma nova droga no mercado que parece spray.

A polícia foi aciona por moradores e ao chegar na festa recolheu uma grande quantidade de drogas, na festa foram presos dois  homens que cumprem pena no regime aberto e usam tornozeleira eletrônica, sendo que um responde por tráfico de drogas e o outro por roubo.


Final do Primeiro Turno: Vila Nova na Série A, Goiás na Série B

O Vila Nova conseguiu  mais uma proeza no campeonato brasileiro da série B, depois de perder para o lanterna da competição no Serra Dourada, foi ao Paraná e venceu o Londrina por 1x0, gol de Alípio. Com o resultado o Vila termina o primeiro turno na 3ª colocação com 32 pontos e se o campeonato terminasse hoje, estaria classificado para série A de 2018, ao lado de América, Internacional e Ceará. 

Já o Goiás terminou o primeiro turno na 14ª posição com apenas 23 pontos, a 3 pontos da zona de rebaixamento e 9 pontos a menos que o Vila Nova. Restam agora 19 jogos para cada equipe, não existe nada definido. Para conseguir o acesso o vila terá que repetir a campanha do primeiro turno, conquistando mais 32 pontos, já o Goiás vai precisar fazer algo bem melhor, terá que conquistar em torno de 40 pontos dos 57 que tem em disputa, uma tarefa quase impossível.


PMGO desarticula quadrilha responsável por explosão de agência bancária em MG


Polícia Militar apresenta balanço de operação que desarticulou associação criminosa responsável pela explosão de agência da Caixa, em Capelinha, interior de Minas. Grupo atuava na modalidade “novo cangaço”.Quatro suspeitos entraram em confronto com forças de segurança e acabaram mortos. Um integrante se entregou e foi detido


A Polícia Militar apresentou nesta segunda-feira (07/08), o balanço da operação que resultou na desarticulação de uma associação criminosa, responsável pela explosão de uma agência da Caixa Econômica Federal, em Capelinha, no interior de Minas Gerais, na última quarta-feira (02). O grupo atuava na modalidade “novo cangaço”.

Após o crime, os suspeitos se esconderam dentro de um caminhão, que furou um bloqueio policial na GO-330, entre Catalão e Ouvidor. Os homens dispararam contra a polícia e tentaram fugir. Na perseguição, abandonaram o caminhão e se esconderam em uma mata.

Lucas de Oliveira Brito, de 25 anos, acabou se entregando à polícia e foi levado para Catalão. Os outros quatro integrantes do grupo entraram em confronto com os policiais, mas acabaram mortos.  Kael Sousa Campos, 26, e Lucas Daniel Santos Silva, 27, estavam na zona rural de Ouvidor. Leonardo Sousa de Araújo, 25 estava em Catalão. Já Cleuber Henrique Farnese Andrade ,28, preso recentemente pelo mesmo crime em Rio Verde, foi encontrado em Três Ranchos.

Os criminosos estavam com armas e munições de diversos calibres, coletes balísticos e dinheiro em espécie. Participaram da operação policiais do Comando de Missões Especiais (CME), Batalhão de Operações Especiais (Bope), Grupo de Patrulhamento Tático (GPT), Grupo de Radiopatrulha Aérea (GRAer), 18º BPM, Agência Central de Inteligência (PM/2) e Rondas Ostensivas Táticas Metropolitanas (Rotam).

FOTOS: PM/5

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Kelly Cristina: Jovem de Manaus Que Estava Desaparecida é Encontrada

A joven Kelly Cristina Machado Torquato, 22 anos, que deixou Manaus com destino a Goiânia,  foi localizada pela Delegacia de Investigação Criminal do Estado de Goiás(DEIC). 

O delegado da DEIC Dr Kleyton Manoel Dias apurou através de sua equipe de investigação que Kelly não desembarcou em Goiânia conforme estava previsto. A Azul companhia aérea  foi acionada e informou que a passageira embarcou em Manaus com destino a Goiânia, com escala em Campinas-SP, no entanto ela não embarcou de campinas para Goiânia. 

Com base nas informações colhidas,  agentes da DEIC levantaram informações que ela está presa em Campinas-SP.

Estamos ainda levantando as circunstâncias da prisão de  Kelly. Ela está presa  em cumprimento a um mandado de prisão preventiva expedido no dia 25/07
pelo Juiz de Campinas, Bruno Luiz Cassiolato.

Segundo informações que apuramos junto a uma agente da polícia civil no  aeroporto de viracopos, Kelly foi presa pela Polícia Federal por tráfico de drogas. Ela inclusive já passou por uma audiência de custódia.

Amanhã vou conversar com o juiz responsável pelo caso para passar informações detalhadas!

Fica aqui o agradecimento a polícia civil do estado de Goiás que atendendo nosso pedido se empenhou na busca da jovem que estava desaparecida!

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Kelly Cristina Foi Presa Pela Polícia Federal Por Tráfico de Drogas

domingo, 6 de agosto de 2017

Flamengo Demite o Técnico Zé Ricardo

Após reunião na noite deste domingo, a diretoria do Flamengo decidiu pela demissão do técnico Zé Ricardo. O treinador não resistiu a derrota deste domingo, por 2 a 0, frente ao Vitória, na Ilha do Urubu. No comando do clube desde 26 de maio do ano passado, Zé Ricardo ficou 432 dias no comando técnico do clube, somando 47 vitórias, 25 empates e 17 derrotas. O Flamengo confirmou a saída em suas redes sociais.

Após a derrota deste domingo, Zé Ricardo foi o alvo principal da torcida. O grito de "Fora, Zé Ricardo" foi entoado antes do fim do segundo tempo. O treinador ainda deu entrevista coletiva mantendo sua confiança na sequência do trabalho.

Ao longo de sua trajetória do clube, Zé Ricardo somou um título — o Campeonato Estadual deste ano. A conquista, porém, não foi suficiente para garantí-lo no cargo diante da pressão por bons resultados. 

A queda na Copa Libertadores, de forma incrível, na fase de grupos, jogou contra o seu trabalho. No Brasileiro, para piorar, o Flamengo mesclou altos e baixos no primeiro turno. Apontado como candidato ao título, o Rubro-negro terminou o primeiro turno a 18 pontos, na 5ª posição.

Polícia Apreende Carro Clonado

A policia militar do estado de Goiás apreendeu um carro clonados na manha deste domingo. A equipe da Rodovia GO 060, KM 06, (Sgt Tarso e Sd Eonei) determinaram a parada do condutor do veiculo Renault/Duster, de cor prata, placa PQU 9124, Goiânia. Ao verificar a documentação pessoal e do veículo constatou que a CNH do condutor estava vencida, desde o dia 23/05/17. Ao verificar a documentação do veículo, surgiu dúvidas quanto a sua procedência, pois na plataforma da Secretaria de Segurança Pública de Goiás, havia o registro RAI 3770421, no qual o senhor Marcel Soares afirma ter recebido notificações de trânsito, mesmo com seu veículo parada na garagem. 



Depois de algumas verificações, constatou-se que o veículo abordado, era um veículo clonado. Os policiais entraram em contato com o senhor Marcel, o qual compareceu a central de flagrante com o veiculo regular, com toda a documentação de aquisição e demais documentos inerente ao carro, ocasião em que ficou surpreso com a feitura da remarcaçao do chassi e adulteração da documentação. 

Segundo o abordado havia adquirido o veículo na cidade de Palmeiras-GO e sabia apenas que o veículo estava com licenciamento vencido. O fato foi levado ao conhecimento do Delegado de polícia civil para os procedimentos legais.

Militares Lançam "Operacion David" Para Libertar Venezuela das Mão do Ditador Maduro

O capitão da Guarda Nacional Boliviarina Juan Caguaripano informou através de seu twitter que existe uma grande mobilização de militares da Venezuela que se insurgem contra a ditadura estabelecida pelo governo de Maduro. O capitão Juan disse que existem informações falsas de que o grupo de militares que se insurge contra o governo de Maduro foi dominado. 

"No tuvimos bajas, nadie ha sido capturado, estamos en pie de lucha. La Operación David cobra vida con fuerza."

Segundo o capitão a Operação David está em curso e tem como objetivo devolver o poder ao povo e derrubar o governo tirano de Maduro.

"El compromiso de la "Operación David" es a favor de la restitución del hilo constitucional en Venezuela y salida inmediata del régimen."

Capitão Juan acusa o governo de divulgar informações falsas para tentar desestimular a luta da população.

"Están creando matrices de opinión falsas, muertes falsas, detenidos falsos. El gob no admite su fracaso el cual significa nuestro éxito."

O capitão fez um chamamento para que os militares baixem suas armas e não as usem contra o povo venezuelano.

"Juramos defender al país, luchar a favor de la justicia y la opresión dictatorial que hoy reina y pretende perpetuarse en el poder. Quienes hoy apuntan las armas contra su pueblo serán juzgados como asesinos represores ante la historia, son una vergüenza para el uniforme."

#OperacionDavid
#Venezuela

Demóstenes Foi Sacrificado Para Evitar Que Outros Políticos Fossem Investigados.

Demóstenes Torres era o principal opositor de Lula no Senador Federal. Foi alvo de investigação ilegal da Polícia Federal, sem autorização do Supremo Tribunal Federal e vítima política do ex-presidente Lula, que usou o aparato politico do governo para tirar Demóstenes do Senado, sob a acusação de colocar o seu mandato a serviço do jogo do bicho. Demóstenes foi cassado pelo Tribunal de Lula no senado. 32 senadores são investigados por algum tipo de crime. Alguns crimes gravíssimos de roubo de milhões de reais. Qual foi o crime de Demóstenes? O crime que Demóstenes cometeu foi de ser adversário e critico do governo do PT de Lula e Dilma.  

Pouco mais de dois anos após a cassação do ex-senador Demóstenes Torres, a devassa provocada pelas investigações resultantes da operação Monte Carlo comprova a inocência do político. O Diário da Manhã teve acesso exclusivo a uma perícia elaborada pelo Ministério Público de Goiás que aponta a compatibilidade da evolução patrimonial de Demóstenes com a sua renda, jogando por terra as acusações de enriquecimento ilícito contra o ex-senador.


No documento repassado ao DM por fontes do MP, assinado pelo perito Glauciney Faleiro da Silva, e datado de 13 de maio de 2014, são apresentados os resultados da análise dos dados da quebra do sigilo bancário de Demóstenes e também informações provenientes do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) entre os anos de 2005 e 2012, dados cartorários, gastos com cartões de crédito e tudo mais que diz respeito à sua vida financeira. O objetivo era responder a cinco perguntas elaboradas pelo subprocurador-geral de Justiça para Assuntos Jurídicos do Ministério Público de Goiás, Spiridon Nicofotis Anifantis. Na primeira pergunta, o subprocurador questiona se "há compatibilidade entre a renda declarada pelo investigado (Demóstenes) e a sua evolução patrimonial". A resposta foi taxativa. "Sim. Os dados fiscais evidenciam que a evolução patrimonial do investigado é compatível com seus rendimentos auferidos no período analisado". 


A conclusão da perícia confirma que Demóstenes não obteve nenhum ganho fora do salário e lucros de investimentos legais e devidamente informados à Receita Federal. A devassa realizada nas contas de Demóstenes prova definitivamente que o ex-senador não recebeu qualquer quantia de dinheiro que não fosse fruto do próprio trabalho - principal acusação que recaiu sobre o então senador durante o massacre midiático a que foi submetido no período do vazamento ilegal dos grampos da Operação Monte Carlo. 


O segundo ponto questionado pelo Ministério Público é sobre as movimentações bancárias de Demóstenes. "Há compatibilidade entre a renda declarada e as movimentações bancárias e demais transações financeiras do investigado?" Novamente, a resposta não deixa margens para dúvidas: "Sim. O montante transacionado pelo investigado em suas contas bancárias no Banco do Brasil ficou, em média, 11% inferior aos seus rendimentos brutos apurados no período de 2005 a 2012".


O terceiro item visa saber se existem bens que não foram declarados por Demóstenes. "Há bens identificados através do dossiê integrado e que não estão declarados no Imposto de Renda do investigado?" A resposta confirma que Demóstenes não sonegou à Receita Federal qualquer bem: "Não. Não foi constatada, pela consulta no dossiê integrado, a existência de bem não declarado pelo investigado à Receita Federal do Brasil".


Na quarta pergunta, o objetivo é identificar depósitos atípicos nas contas de Demóstenes que poderiam estar relacionados a atividades ilícitas. "Houve acréscimo patrimonial atípico na(s) conta(s) do investigado?" A resposta, mais uma vez, é negativa: "Não. Todos os créditos observados nas contas bancárias analisadas tiveram como origem as pessoas jurídicas declaradas pelo investigado como fonte de sua renda".


O último tópico respondido pela perícia questiona se Demóstenes fez ou concedeu empréstimos. "Nas declarações de imposto de renda apresentadas pelo investigado houve referência acerca de eventual empréstimo contraído ou concedido pelo referido investigado?" A resposta foi positiva. Demóstenes realizou empréstimo para própria filha e doação para uma neta, além do financiamento que realizou junto ao Banco do Brasil para comprar o apartamento em que vive atualmente. Tudo devidamente declarado ao fisco federal.


A perícia constata que o apartamento em que Demóstenes hoje reside, e que foi objeto de questionamento pela imprensa nacional, está financiado e com todas as suas prestações pagas por seus rendimentos como procurador de Justiça ou senador da República, como, aliás, Demóstenes havia afirmado no Conselho de Ética do Senado Federal. Inclusive apresentando os extratos bancários na oportunidade. 
A conclusão da perícia realizada pelo Ministério Público de Goiás confirma o que o policial federal Fábio Alvarez já havia dito à Justiça em julho de 2012: "Demóstenes não tinha relações com o jogo". A declaração foi concedida pelo policial durante audiência marcada para ouvir testemunhas e réus da Operação Monte Carlo. Isso referendava o que antes já havia concluído o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, e sua esposa, a subprocuradora-geral da República para Assuntos Criminais, Cláudia Sampaio, ou seja, Demóstenes Torres nunca havia participado de qualquer esquema referente a jogos.

A cassação relâmpago do ex-senador Demóstenes Torres, à luz da recente perícia do Ministério Público de Goiás, evidencia que o então parlamentar foi sacrificado para evitar que outros políticos fossem investigados. A perda de mandato de Demóstenes, agora comprovadamente inocente, acalmou a imprensa e jogou no esquecimento acusações contra outros importantes políticos do País.

O vazamento ilegal dos grampos da Operação Monte Carlo colocou muitos políticos em situação delicada. Apesar do método utilizado indicar Demóstenes Torres como alvo, a ação da Polícia Federal colocou políticos de vários partidos na linha de tiro. Apenas entre governadores, cinco nomes foram envolvidos no escândalo: Sérgio Cabral (RJ), Agnelo Queiroz (DF), Siqueira Campos (TO), Silval Barbosa (MT) e Marconi Perillo. Além, é claro, de nomes importantes da política goiana, como o ex-prefeito de Goiânia e agora candidato ao governo Iris Rezende, os deputados federais Leonardo Vilela, Sandes Júnior, Thiago Peixoto e Carlos Alberto Leréia, o prefeito de Aparecida de Goiânia, Maguito Vilela, o então prefeito de Anápolis e agora também candidato ao governo, Antônio Gomide, e dezenas de deputados estaduais e vereadores.
  
O PT formaria um capítulo à parte. A presidente Dilma Rousseff, Lula e os mensaleiros, alvos cotidianos dos ataques do ex-senador goiano, chegaram à conclusão de que livrar-se dele seria remover um estorvo à reeleição e, ao mesmo tempo, tentar melar o julgamento do mensalão que se avizinhava. Daí a criação da CPI do Cachoeira, antes refugada pelo próprio governo com receio de que explodir a Delta, uma das empreiteiras que mais receberam recursos do governo federal, com a qual Cachoeira mantinha relações comerciais, poderia respingar em toda administração federal, além de vários governos estaduais alinhados.
  
O sangramento de tantas autoridades criou uma espécie de acordo entre as lideranças partidárias. Cientes de que Demóstenes Torres, se sacrificado, aplacaria a sede da imprensa, decidiram empurrar o então parlamentar para o cadafalso. A estratégia funcionou. A cassação de Demóstenes esfriou a cobertura do noticiário e a CPI do Cachoeira acabou sem qualquer conclusão importante sobre a relação do contraventor com os demais políticos citados na operação. 

Armação política resultou em falsa acusação

A perícia técnica do Ministério Público Estadual revelada pelo Diário da Manhã desmentiu uma das principais acusações contra o ex-senador Demóstenes Torres: a de que o então parlamentar receberia 30% do que era arrecadado com o jogo ilegal em Goiás. A informação publicada pela revista Carta Capital em 2012 na verdade foi um factoide criado por criminosos e políticos goianos para tirar da vida pública o recordista de votos nas eleições de 2010. Jamais apareceu qualquer documento, acusação formal ou processo contra Demóstenes. Tudo foi uma grande farsa.
  
A reportagem publicada pela revista Carta Capital com o título de "Os 30% de Demóstenes" apontava que desde 2006 a Polícia Federal tinha conhecimento que Demóstenes ficava com 30% da arrecadação do jogo no Estado. As informações, agora comprovadamente mentirosas, foram repassadas em três relatórios assinados pelo delegado Deuselino Valadares dos Santos, então chefe da Delegacia de Repressão a Crimes Financeiros (DRCOR), da Superintendência da Polícia Federal em Goiânia. A perícia apresentada pelo Ministério Público encerra de vez a questão ao apontar que Demóstenes não recebeu dinheiro que não fosse fruto do próprio trabalho. O resultado levantou uma nova pergunta: por que, então, surgiu a história dos 30% de Demóstenes?
  
O DM ouviu fontes dentro da Polícia Federal que apontam novas razões para a denúncia. O nome de Demóstenes foi inserido a pedido do delegado aposentado da Polícia Civil Eurípedes Barsanulfo, que tinha dois motivos para manchar o nome do então senador. Primeiro, Eurípedes queria atingir Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, para assumir o controle do jogo em Goiás. Em segundo lugar, Eurípedes Barsanulfo era assessor de um tradicional político goiano que se considerava ofuscado pelo brilho de Demóstenes no Congresso Nacional. Em apenas um golpe, o delegado se tornaria o chefe do milionário esquema de jogo no Estado e ainda por cima agradaria o seu importante padrinho político, que queria ver Demóstenes fora do processo eleitoral.
  
A quem interessava a queda de Demóstenes

A comprovação da inocência do ex-senador Demóstenes Torres desnuda uma das principais páginas da história política recente do País. O vazamento ilegal e sistemático de gravações que mais escondiam do que revelavam não era reflexo da relação saudável entre imprensa e órgãos públicos. O objetivo era criar um clima político insustentável para o então senador, fazendo com que fosse ceifado não por eventuais ações que tivesse cometido, mas pelas que o massacre midiático fez parecer que tivesse feito. 

A primeira e principal pergunta sobre os vazamentos da operação Monte Carlo nunca foi respondida: quem repassou os áudios para a imprensa? Protegido pelo sigilo entre jornalista e fonte (um preceito criado para salvaguardar quem colabora com a democracia, não para quem tenta tirar vantagem dela), os nomes permanecem em sigilo. Os murmúrios dos bastidores apontam para a Polícia Federal – ou mais precisamente para quem está acima dela. Na falta de uma definição, basta olhar para os interessados apontados nesta reportagem.
  
Demóstenes era a grande referência da oposição no País. Intelectual de primeira grandeza, era respeitado até mesmo pelos adversários. Não por menos, conseguiu aprovar mais de 90 projetos de leis que continham suas digitais. A legislação completa sobre pedofilia, o Estatuto do Idoso, a Lei Maria da Penha, originalmente chamada Lei Consuelo Nasser antes de ser apropriada pelo governo, a consolidação do Bolsa Família, entre muitos outros. O destaque de Demóstenes no Senado Federal o levou a ser reconhecido em todo o País, conquistando a reeleição com recorde histórico de votos em Goiás e surgindo como um dos favoritos para a disputa presidencial em 2014.

Quem seriam então esses interessados? Um dos principais com certeza é o governo federal, especificamente a presidente Dilma Rousseff, o ex-presidente Lula e o chamado grupo dos mensaleiros. A cada discurso na Tribuna, a cada entrevista no Jornal Nacional, a cada artigo na Folha de S.Paulo, Demóstenes elevava o nível do debate nacional ao das grandes democracias. Algo que um governo acostumado a dominar o Congresso por meio do mensalão não está habituado. E se existe algo que o PT sabe fazer bem é aparelhar instituições para tirar proveito político e atacar adversários, vide o papel da Receita Federal nas últimas eleições em relação à família Serra. Vazar gravações da Polícia Federal é brincadeira de criança. Apesar de todos os indícios apontarem para uma articulação do governo, a própria oposição também tinha seus ressentimentos contra o ex-senador. Nomes que antes brilhavam nas capas de jornais passaram a  frequentar os cantos de página. O grupo dos "éticos" perdeu espaço para Demóstenes, que, além de uma grande oratória, ainda possui um conhecimento jurídico ímpar. E na política, para muitos, o destaque na imprensa e o reconhecimento popular é a base da carreira. Vê-lo fora do cenário era para alguns até mesmo a reafirmação do próprio ego.

No final das contas, apenas a população tinha motivos para comemorar a presença de Demóstenes no Congresso Nacional. Um parlamentar que não era pautado pelos acordos partidários, que tinha consciência sobre o seu papel na política. A saída de Demóstenes Torres do Senado significou o empobrecimento da própria democracia brasileira.
 – ACIR GURGACZ (PDT-RO)
Senador desde 2009, Acir Gurgacz responde ao Inquérito 3011 pelo crime de dano ao erário.
2 – AÉCIO NEVES (PSDB-MG)
O senador tucano é investigado nos inquéritos 4246 e 4244 pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. O presidente do PSDB é acusado de receber vantagens ilícitas de empresa contratada pela estatal Furnas Centrais Elétricas.
Segundo a denúncia da PGR, recursos irregularmente desviados de Furnas recebiam verniz legal por intermédio de pessoas jurídicas ligadas à irmã do senador tucano. Além disso, ainda de acordo com a acusação, o dinheiro era destinado a contas no exterior, por meio de doleiros, o que configura evasão de divisas.
3 – BENEDITO DE LIRA (PP-AL)
Líder do PP no Senado, o senador responde no STF a três inquéritos da Operação Lava Jato. A PF encontrou anotações na agenda do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa com valores que remetem a “BL”, iniciais de Benedito de Lira. Há registro de repasse de até R$ 1 milhão. Devido às suspeitas, é investigado nos inquéritos 3989, 3994 e 3996, pelos crimes de lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e corrupção passiva. Benedito nega ter recebido dinheiro de origem ilícita. O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, denunciou Lira por corrupção e lavagem de dinheiro. Na denúncia, ainda não examinada pelo Supremo, Janot pede a decretação da perda do mandato do senador.
4 – CÁSSIO CUNHA LIMA (PSDB-PB)
Líder do PSDB no Senado, Cássio Cunha Lima (PB) é alvo do Inquérito 3404, que tramita em segredo de justiça, por crimes contra a ordem tributária e formação de quadrilha. Conforme informa despacho da ministra Rosa Weber, o parlamentar, que já foi prefeito de Campina Grande e governador da Paraíba, teve seu sigilo bancário quebrado em decorrência da investigação.
O documento ainda diz que o inquérito foi instaurado a partir de informações do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF) que revelaram movimentações financeiras atípicas realizadas pelo senador, envolvendo cerca de R$ 1,5 milhão de agosto de 2006 a março de 2009.
Quando governador, o tucano foi cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba em julho de 2007 por uso de programa social em benefício de sua candidatura à reeleição no ano anterior. No entanto, dois dias depois, o Tribunal Superior Eleitoral concedeu uma liminar que o garantiu o cargo até julgamento final do processo. Em dezembro do mesmo ano, novamente é cassado por uso eleitoreiro de jornal estatal, chamado “A União”, durante a mesma campanha eleitoral. Mais uma vez, consegue permanecer no cargo por meio de liminar. Apenas em 2009, com o fim do processo, Cássio teve seu mandato cassado por definitivo.
5 – CIRO NOGUEIRA (PP-PI)
Presidente nacional do PP, o senador responde ao Inquérito 3989, da Operação Lava Jato, pelos crimes de lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e corrupção passiva. O ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa citou Ciro como responsável pela indicação da distribuição dos repasses a políticos do PP após a morte do ex-deputado José Janene. O senador ainda responde aos Inquéritos 3910 e 4074 por lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e tráfico de influência. No primeiro caso, Ciro e sua esposa, a deputada Iracema Portella (PP-PI), são suspeitos de usar notas frias no aluguel de veículos de uma locadora pertencente a um deputado estadual, de quem o casal é amigo. O senador afirma que “confia no trabalho da Justiça e que a verdade prevalecerá após a conclusão das investigações”.
6 – DÁRIO BERGER (PMDB-SC)
O ex-prefeito de Florianópolis é suspeito de ter burlado a legislação ao contratar sem concorrência pública empresa para instalação, operação e manutenção de radares quando era prefeito da capital catarinense.
Nesse caso (Inquérito 3927), o senador é investigado por crimes contra a Lei de Licitações. Ele ainda é alvo das ações penais 938 e 943 por crimes de responsabilidade e contra a Lei de Licitações, do Inquérito 4096 por crimes eleitorais.
7 – EDISON LOBÃO (PMDB-MA)
Atual presidente da Comissão de Assuntos Sociais do Senado, o ex-ministro de Minas e Energia é investigado no inquérito 3989 da Lava Jato. O ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa afirmou que mandou entregar R$ 2 milhões à ex-governadora do Maranhão Roseana Sarney para campanha de 2010, a pedido de Lobão. De acordo com o ex-diretor, o dinheiro foi entregue pelo doleiro Youssef. Segundo a defesa do senador, a acusação, feita por Paulo Roberto, foi posteriormente desmentida por Youssef. “Não se pode abrir uma investigação contraditada,” disse a defesa.
Ainda no âmbito da Lava Jato, Edison Lobão foi citado em delação premiada do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado. O delator assumiu a presidência da Transpetro em 2003, por indicação de Renan Calheiros e com aval dos senadores Romero Jucá, Jader Barbalho (PMDB-PA) e Edison Lobão (PMDB-MA), além do próprio José Sarney. Todos esses peemedebistas, conhecidas lideranças do partido no Congresso, foram beneficiados com o esquema de propina, delatou Machado. A partir das denúncias, foram instaurados os inquéritos 4267 e 4326. O senador também é investigado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no inquérito 4260.
8 – EDUARDO AMORIM (PSC-SE)
É investigado no Inquérito 2867,que apura a prática de crimes contra a Lei de Licitações e improbidade administrativa. De acordo com o senador, a denúncia foi instaurada após ele ter acionado uma licitação para compra de medicamentos para o hospital público de Sergipe quando ocupou o cargo de Secretário de Saúde no Estado.
O senador também afirmou que tanto o Ministério Público quanto o Tribunal de Contas do Estado já arquivaram o processo. “Como médico, tive que escolher entre fazer as licitações com urgência ou deixar os pacientes morrerem. Eu escolhi pela vida”, declarou.
9 – FERNANDO BEZERRA COELHO (PSB-PE)
Ex-ministro da Integração Nacional, o senador é investigado pela Operação Lava Jato no Inquérito 4005 pelos crimes de lavagem de dinheiro e corrupção passiva. Em delação premiada, o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa disse que Fernando pediu ao doleiro Youssef R$ 20 milhões para a campanha ao governo de Eduardo Campos (PSB), em 2010. Na época, o senador era secretário estadual de Eduardo. “Não foi apresentada nenhuma prova ou denúncia contra o senador. Há inúmeras inconsistências nos depoimentos dos delatores”, disse a assessoria.
Ele também é investigado nos inquéritos 3958, 4064, 3090, 3707 e 3710 por crimes contra a Lei de Licitações, peculato (desviar ou apropriar-se de recursos públicos), corrupção passiva, crimes de responsabilidade e lavagem de dinheiro.
10 – FERNANDO COLLOR (PTC-AL)
Cassado em processo de impeachment, em 1992, o ex-presidente da República é um dos investigados na Lava Jato. O senador é alvo dos inquéritos 3883, 4112, 4162, 4166, 4167 e 4250 por crimes de lavagem de dinheiro, peculato e corrupção passiva. Em 20 de agosto, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresentou denúncia contra o senador, por entender que há elementos suficientes para a abertura de ação penal. Caberá aos ministros do Supremo aceitar ou não a denúncia. Janot pede ainda a decretação da perda do mandato do senador em caso de condenação.
A investigação foi aberta para apurar as relações do parlamentar com o doleiro Alberto Youssef. Policiais federais apreenderam no escritório de Youssef oito comprovantes de depósitos bancários, que somam R$ 50 mil, a Collor. Em delação premiada, o empresário Ricardo Pessoa, da UTC, diz que repassou R$ 26 milhões a pessoas ligadas ao senador como comissão por um contrato fechado com uma subsidiária da Petrobras. Collor nega envolvimento com as denúncias e atribui as investigações a perseguição do Ministério Público Federal.
11 – GLADSON CAMELI (PP-AC)
Mais jovem dos senadores, com 38 anos, Gladson responde ao Inquérito 3989, da Lava Jato, pelos crimes de lavagem de dinheiro, corrupção passiva e formação de quadrilha. Segundo Youssef, o parlamentar fazia parte do grupo do PP que recebia repasses mensais entre R$ 30 mil e R$ 150 mil dacota da legenda no esquema na Petrobras. O senador diz que as doações no período eleitoral de 2014 foram obtidas de maneira lícita pelo seu comitê e aprovadas pela Justiça.
12 – GLEISI HOFFMANN (PT-PR)
A paranaense é investigada no Inquérito 3979, por lavagem de dinheiro e corrupção passiva, da Operação Lava Jato. O doleiro Alberto Youssef e o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa citaram a senadora em seus depoimentos. O doleiro disse que repassou R$ 1 milhão à campanha de Gleisi ao Senado em 2010, por meio de um empresário. Paulo Roberto também deu declaração semelhante. “Não temo a investigação e terei condições de provar que nada tenho com este esquema que atacou a Petrobras. Não conheço e jamais mantive contato com Paulo Roberto Costa e Alberto Youssef”, assegura a senadora. Ainda é alvo dos inquéritos 4130 (investigação penal) e 4342 (corrupção passiva) que corre em segredo de Justiça.
13 – HUMBERTO COSTA (PT-PE)
O senador é investigado no Inquérito 3985, por lavagem de dinheiro e corrupção passiva, da Lava Jato. De acordo com o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, Humberto Costa recebeu R$ 1 milhão para a campanha ao Senado em 2010. “O inquérito aberto resulta de informações inverídicas prestadas em delação premiada por um réu confesso. Dadas as fragilidades jurídicas e conflitos de versões que contém, o inquérito está sendo devidamente contestado pelos advogados do senador”, disse a assessoria.
14 – IVO CASSOL (PP-RO)
Primeiro senador condenado à prisão pelo Supremo, em agosto de 2013, Cassol recorre em liberdade da pena de quatro anos e oito meses, em regime semiaberto, e da multa de R$ 201 mil a que foi sentenciado. O ex-governador de Rondônia foi considerado culpado na Ação Penal 565, por cometer crime contra a Lei de Licitações.
Segundo os ministros, ele direcionou licitações a cinco empresas de conhecidos na década de 1990, quando era prefeito de Rolim de Moura (RO). Atualmente, é o senador com mais pendências no Supremo: são dez ao todo. Além do recurso, é réu em duas ações penais (562 e891) por calúnia e corrupção eleitoral. Cassol ainda é alvo de outros seis inquéritos (3158,2828, 3742, 3614 e 3820) por peculato, improbidade administrativa, falsidade ideológica, lavagem de dinheiro, corrupção passiva, contra o sistema financeiro e contra a Lei de Licitações.
15 – JADER BARBALHO (PMDB-PA)
Desde 2015, Jader entrou na mira da Operação Lava Jato. O ex-diretor da área Internacional da Petrobras Nestor Cerveró – preso desde janeiro daquele ano – afirmou em delação premiada que pagou propina de US$ 6 milhões aos senadores Renan Calheiros (AL) e Jader Barbalho (PA), ambos do PMDB, em 2006. A suspeita resultou na abertura de inquéritos contra o ex-governador paraense. Jader Barbalho responde a sete inquéritos (2909, 3993, 4034, 4171, 4172, 4267 e 4326) no Supremo Tribunal Federal. Os crimes são diversos, e vão desde crime contra a ordem tributária até corrupção passiva, calúnia e difamação, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro.
16 – JOÃO CAPIBERIBE (PSB-AP)
O senador responde ao Inquérito 4187. A investigação corre em segredo de Justiça. “Não é a primeira vez que sou vítima de denúncias caluniosas como essa e informo que não respondo a nenhum processo no STF e que todas as denúncias contra mim foram arquivadas”, afirma o senador João Capiberibe.
17 – JOSÉ AGRIPINO (DEM-RN)
Presidente nacional do DEM, o senador é acusado por um delator de ter recebido R$ 1 milhão fruto de um esquema de fraudes no Detran-RN. Agripino é mencionado em delação premiada feita por um empresário potiguar na Operação Sinal Fechado. George Olímpio disse ter pagado propina para aprovar, na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, lei sob medida para os seus negócios no Detran estadual. O senador foi um dos beneficiados, segundo ele. O caso tramita no Supremo como Inquérito 4011, por corrupção passiva. Ele ainda é alvo dos inquéritos 4141 e 4184, por corrupção.
-Arena das Dunas
No fim do ano passado, Agripino passou a responder a um segundo inquérito (4141), por corrupção e lavagem de dinheiro, a partir de depoimentos prestados na Operação Lava Jato. Segundo Janot, Agripino não é suspeito de participar do petrolão, mas de ter acertado o recebimento de propina com executivos da OAS, uma das empreiteiras investigadas na Lava Jato. O procurador-geral quer apurar se houve repasse de dinheiro desviado das obras de construção do estádio Arena das Dunas, em Natal, construído especialmente para a Copa do Mundo de 2014. O caso é relatado pelo ministro Roberto Barroso. Quando o inquérito foi aberto, Agripino classificou a suspeita como “absurda, inverídica e descabida”.
-Fantasma
Em dezembro do ano passado José Agripino passou a enfrentar o terceiro inquérito (4184), por peculato. A investigação, relatada pela ministra Rosa Weber, apura se o senador contratou um funcionário fantasma em seu gabinete. O salário-base do servidor era de R$ 7.415,57. O parlamentar nega ter praticado ilegalidade.
18 – JOSÉ PIMENTEL (PT-CE)
Inquérito 4346
19 – LINDBERGH FARIAS (PT-RJ)
Líder do movimento que pressionou nas ruas pelo impeachment do presidente Collor, em 1992, o hoje senador responde a oito inquéritos. Um deles (3988), por lavagem de dinheiro e corrupção passiva, decorre da Operação Lava Jato. Em sua delação premiada, o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa diz que autorizou o repasse de R$ 2 milhões desviados da estatal para a campanha ao Senado de Lindbergh, em 2010.
Os outros quatro inquéritos (3390, 3616, 3124 e 3595) são por crimes de responsabilidade e contra a Lei de Licitações, improbidade administrativa, corrupção passiva etc. Todos se referem aos anos à frente da prefeitura de Nova Iguaçu (RJ).
20 – MARTA SUPLICY (PMDB-SP)
A senadora responde ao Inquérito 3544.
21 – OMAR AZIZ (PSD-AM)
O ex-governador é alvo do Inquérito 4264 por corrupção eleitoral e corrupção passiva.
22 – RANDOLFE RODRIGUES (Rede-AP)
O senador Randolfe Rodrigues responde ao Inquérito 4187. De acordo com a assessoria do parlamentar, a denúncia é fruto de “uma tentativa de perseguição de políticos amapaenses”.
23 – CALHEIROS (PMDB-AL)
O senador Renan Calheiros (PMDB-AL) já acumula 11 inquéritos (3993, 3989, 4171, 4172, 4202, 4211, 4213, 4215, 4216, 4267 e 4326) no STF por crimes como corrupção, lavagem de dinheiro, desvio de dinheiro público e falsidade ideológica. Dez deles estão relacionados ao esquema de corrupção na Petrobras, apurado pela Operação Lava Jato, e um decorre da Operação Zelotes, que investiga fraudes no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), órgão de controle vinculado ao Ministério da Fazenda, e a venda de medidas provisórias. O mais antigo deles, porém, remonta à acusação de que o senador teve despesas pagas por um lobista de empreiteira, caso que o levou a renunciar à presidência da Casa e quase lhe custou o mandato de senador em 2007.
A investigação mais recente contra Renan apura o pagamento de propina para inclusão de emendas em MPs que beneficiaram o setor automotivo. Com base em um diário apreendido pela Polícia Federal, a Procuradoria-Geral da República investiga se o senador e outros políticos participaram de um esquema de recebimento de propinas estimado em R$ 45 milhões. Já a perda de arrecadação provocada pelas três medidas provisórias suspeitas é estimada em R$ 13 bilhões até 2020. O inquérito é relatado pela ministra Cármen Lúcia.
-Lava Jato
Operação Lava Jato também já resultou na abertura de nove inquéritos contra o presidente do Senado. Mas, até o momento, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, não ofereceu qualquer denúncia contra o peemedebista. O lobista Fernando Baiano, operador do PMDB no esquema de corrupção na Petrobras, e o ex-diretor da área internacional da estatal Nestor Cerveró acusam Renan de ter recebido mais de US$ 6 milhões em propina por um contrato de afretamento do navio-sonda Petrobras 10.000. O senador também é suspeito de ter recebido R$ 2 milhões do doleiro Alberto Youssef para evitar a instalação da CPI da Petrobras.
O peemedebista também é investigado por suspeitas de irregularidades em contratações na Transpetro, subsidiária da Petrobras, e por conluio com o deputado Aníbal Gomes (PMDB-CE) para facilitar negócios de empresas interessadas em fechar contratos com a estatal.
24 – ROMÁRIO (PSB-RJ)
O senador é investigado nos inquéritos 4303 por crimes contra o meio ambiente e 4271 por difamação e injúria. Com base em mensagens no celular do empreiteiro Marcelo Odebrecht, a Procuradoria-Geral da República enviou uma petição ao Supremo para abrir inquérito contra o senador, suspeito de receber caixa dois de campanha na eleição de 2014. De acordo com as investigações, o ex-jogador é suspeito de receber R$ 100 mil da empreiteira Odebrecht, após a eleição vitoriosa para o Senado, em 2014. Não há decisão sobre o pedido até o momento. Romário nega ter recebido recurso.
25 – ROMERO JUCÁ (PMDB-RR)
O atual segundo-vice-presidente do Senado é alvo de quatro investigações. No Inquérito 3989, da Lava Jato, Jucá responde pelos crimes de lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e corrupção passiva. Também é investigado nos inquéritos 3297, 2116, 2963 por crimes eleitorais, de responsabilidade e contra a ordem tributária, apropriação indébita previdenciária e falsidade ideológica.
Apenas em 2016, mais quatro inquéritos (4211, 4267, 4326 e 4347) foram instaurados na Corte contra o senador. Em ampla maioria, as investigações são por crimes de corrupção passiva e ativa, ocultação de bens e formação de quadrilha.
Um dos procedimentos diz respeito à origem e ao destino de R$ 100 mil jogados para fora de um carro por um de seus auxiliares momentos antes de ser abordado pela polícia. O ato ocorreu durante a campanha eleitoral de 2010. O assessor disse que o dinheiro seria usado na campanha de Jucá.
26 – SÉRGIO PETECÃO (PSD-AC)
Responde a dois inquéritos (3598 e 3851) por crimes eleitorais e peculato. No primeiro caso, é acusado de ter se apropriado de recursos de passagens aéreas e de correspondência, entre 1995 e 1998, quando era deputado estadual. No segundo, Petecão é investigado por compra de votos na cidade de Rio Branco, nas eleições de 2006. A denúncia é de que o senador ofereceu dinheiro e asfaltamento de ruas em troca de votos. A assessoria do parlamentar atribui as denúncias a disputas políticas locais.
27 – TELMÁRIO MOTA (PDT-RR)
O senador responde ao inquérito 4296 por violência doméstica contra a mulher. A denúncia de agressão foi feita por uma jovem de 19 anos. Ela registrou boletim de ocorrência contra o senador no dia 31 de dezembro de 2015, e disse que o episódio de violência ocorreu no dia 26 do mesmo mês – ela teria sido agredida até desmaiar. O exame de corpo de delito verificou a existência de lesões na cabeça, boca, orelha, dorso, braço e joelho.
A vítima disse em depoimento à polícia que mantinha relacionamento com o senador há três anos e meio, e que as agressões físicas e ameaças eram recorrentes. Porém, pouco tempo depois ela se retratou e negou a existência das supostas agressões e ameaças.
Na época da abertura do inquérito, a assessoria de Telmário Mota informou que tem o maior interesse em que esse caso seja apurado o mais rápido possível para que ele possa provar que não cometeu crime algum. Afirmou ainda que o senador está “tranquilo” e quer celeridade na apuração do caso.
28 – VALDIR RAUPP (PMDB-RO)
O ex-governador de Rondônia é investigado pela Lava Jato nos inquéritos 3982, 3989, 4267, 4319, 4323 e 4326 por lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e corrupção passiva. Ele ainda é alvo do Inquérito 4129 por peculato e formação de quadrilha.
29 – VANESSA GRAZZIOTIN (PCdoB-AM)
Responde ao Inquérito 3368 por crimes eleitorais. Durante a corrida eleitoral para o Senado, em 2010, R$ 88 mil foram apreendidos em poder do presidente da Câmara Municipal de Amaturá (AM). Junto com o dinheiro, havia material de campanha de Vanessa. De acordo com o Ministério Público, há indícios de que a verba seria usada para compra de votos. A senadora afirma que o Ministério Público não imputou a autoria de qualquer delito a ela. “O MP recorreu da decisão do juiz eleitoral de enviar o processo ao STF, pois a simples apreensão de material em seu comitê é insuficiente para responsabilizá-la criminalmente”, disse a assessoria.
30 – VICENTINHO ALVES (PR-TO)
Inquérito 3807.
31 – WELLINGTON FAGUNDES (PR-MT)
O senador Wellington Fagundes responde ao Inquérito 2340. De acordo com a assessoria do parlamentar, ele também “aguarda a decisão pelo arquivamento”.
32 – ZEZÉ PERRELLA (PTB-MG)
Inquérito 3281.